22 de abr de 2009

O futuro da fidelidade: estratégia e resultados

Palestra ministrada por Anete Schonenberg Bekin, sócia e diretora executiva da Incentiva marketing de relacionamento.

Anete Schonenberg Bekin publicitária com MBA em marketing na USP, atuou por 15 anos na Incentive House/Accor Brasil implantando e comercializando mais de 400 projetos de motivação e premiação de equipes. Foi responsável pela Unidade de Programas de Loyalty em parceria com a Carlson Marketing Group e teve importantes passagens como executiva comercial e marketing em empresa e-commerce e na USS-assistência 24 horas. Dirigiu a Marketsystem, Grupo CSU, e também atuou como sócia da Rapp Incentive, do Grupo Rapp Collins. Atualmente é professora nos cursos de MBA de marketing e marketing de serviços da FIA e na Madia Marketing School...
23 de abril, quinta-feira
Horário: das 8:30 às 10:00

Local: SWISSCAM
Acesso pela Rua Bento Branco de Andrade Filho, 488
Sala Lazer – piso térreo (ao lado do Hotel Transamérica)

Investimento: Gratuito para associados da SWISSCAM
Não-associados R$ 20,00

Estacionamento: MultiPark (acesso pela Rua Bento Branco de Andrade Filho, 477), em frente ao prédio.
Preço: R$ 12,00 (valor com desconto).
Solicite o carimbo na SWISSCAM.
Inscrições: até 22/04
Tel +55 11 5683 7447 | Fax +55 11 5641 3306 Favor informar número do RG para facilitar o cadastramento na entrada do prédio.
marketing@swisscam.com.br

Sinopse

* Cenário Mundial e nacional de programas de fidelização(o que são, para que servem, quais segmentos utilizam e resultados, e por que estão sendo tão utilizados no mercado mundial e brasileiro);
* Segmentos que mais utilizam programas de fidelidade e resultados alcançados;
* Como calcular o retorno do investimento de um programa de fidelidade (quais premissas devem ser utilizadas);
* Cases.




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Kassab inclui visita ao Japão para estreitar relação comercial

O prefeito Gilberto Kassab quer retomar as viagens internacionais, após as eleições de outubro, para avançar a discussão dos acordos comerciais com os países das américas, europeus e orientais, que serão parceiros na nova fase de desenvolvimento econômico da cidade de São Paulo, projetada pela equipe técnica da Prefeitura da Cidade de São Paulo para os próximos anos. Além de garantir a exportação de produtos locais, Kassab quer atrair o turista e o investidor estrangeiro para visitar as belezas e a pujante economia do município, caracterizada principalmente pelo setor de turismo e de serviços...

Denominada "Missão 2009", a visita ao Japão, segundo Kassab, será importante para estreitar as relações de cidades-irmãs entre São Paulo e Osaka, formalizadas desde o final da década de 60 através do intercâmbio técnico, econômico e cultural, para que São Paulo tenha acesso à tecnologia japonesa e, em contrapartida, abra mais um mercado consumidor em potencial nos setores de turismo e de serviços. “Esta viagem visa incentivar investimentos japoneses no Brasil. As relações bilaterais têm de ser fortes, mas com reciprocidade. Criar condições para que empresas japonesas se consolidem no país. E apresento aos membros-associados da Câmara acompanhar a delegação de São Paulo ao Japão e nos transmitir os conhecimentos daquele país”.

O prefeito lembrou que pretende visitar de 11 a 17 de maio Tóquio, Osaka e Nagoia no Japão, e posteriormene também a Coreia do Sul, nas áreas de meio ambiente, turismo e transporte. “Queremos, cada vez mais, nos aproximar destes mercados, preparando nosso município para competir em igualdade de condições com outros centros desenvolvidos do Brasil”, destacou. “Temos a vantagem de ter 11 milhões de pessoas em São Paulo, 2,2 milhões de alunos no ensino público, a somatória do convívio de pessoas de diversos países, diversas regiões do país, sendo São Paulo referência mundial em relações entre povos de diversas origens, que aqui convivem pacificamente, relações estas que talvez não existam em outros locais do mundo (...) O Brasil é um país multiétnico e multicultural, que se destaca por essa riqueza”.

Em Tóquio, o prefeito terá encontros com autoridades e fará visitas técnicas para conhecer o transporte público japonês, destacando-se o Trem de Alta Velocidade (TAV). Um consórcio japonês formado pela Mitsui, Toshiba, Kawasaki e Mitsubishi tem mostrado interesse em participar da licitação prevista para julho deste ano do trem-bala que ligará Campinas-São Paulo-Rio de Janeiro. Devem participar da concorrência seis grupos estrangeiros. Kassab terá também encontros com membros da Jica (Japan International Cooperation Agency). Após Tóquio, a comitiva segue para Osaka para comemorar os 40 anos de irmandade entre as duas cidades, com encontro com o prefeito da província japonesa e demais autoridades locais a fim de discutir assuntos de interesse comum como turismo e Copa do Mundo de 2014 que acontecerá no Brasil. Nagoia será a última cidade a ser visitada pela comitiva onde participará da Expo Business 2009 – Feira Internacional de Negócios e Serviços no Japão, que acontece de 15 a 17 de maio, com uma expressiva participação de empresas brasileiras.

Kassab observou, na palestra, que “nunca um governo pensou o município como indutor do desenvolvimento, em projetar ações e promover programas estratégicos com o objetivo de fortalecer a economia”, e fala da contribuição dos imigrantes japoneses no crescimento de São Paulo e do país. “O povo de São Paulo é testemunho da presença japonesa no desenvolvimento da cidade, e sobretudo do país (...) Nosso reconhecimento da presença japonesa no Brasil, sua contribuição, a visita do príncipe Naruhito no ano passado marca o início dos próximos 100 anos de amizade Brasil-Japão. Encerrado os 100 anos vamos preparar mais 100 anos de convivência (...) São Paulo tem a maior comunidade de japoneses fora do Japão (...) A presença da comunidade japonesa em São Paulo é notória na cultura, na tecnologia, nos estudos (...) Temos muito a aprender com a consolidação da presença de japoneses em São Paulo (...) A participação da comunidade japonesa nas ações e transformações é fundamental. Tenham certeza de que a comunidade japonesa é muito estimada aqui na cidade de São Paulo”, nota o prefeito Gilberto Kassab.

Na palestra aos cerca de 130 membros-associados da Câmara e convidados, o prefeito Kassab lembra que “na concepção de desenvolvimento, o município precisa se afirmar como principal indutor. A consolidação de projetos estratégicos, como o programa de dinamização do empreendedorismo, educação, infraestrutura, turismo e serviços, vai ampliar a arrecadação e gerar empregos, melhorando a qualidade de vida da população (...) São Paulo será uma cidade ágil, voltada ao cidadão, com taxas de desenvolvimento econômico jamais vistas, com redução gradativa dos desníveis socioeconômicos”.



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Alubar e Tomé Engenharia patrocinam quarta edição do Power Future

As empresas Alubar Energia e Tomé Engenharia e Transportes listam entre os patrocinadores da quarta edição do Power Future, evento que tem início no próximo mês de junho em Fortaleza e tem por objetivo fomentar o uso das energias renováveis e divulgar novas tecnologias energéticas e trabalhos técnicos relevantes para o setor. A Alubar Energia atua no mercado na concessão e geração de energia. Já a Tomé Engenharia tem mais de 35 anos de tradição no mercado e atualmente dispõe de um dos maiores parques de equipamentos de engenharia do país.

Criada em 2005, a Alubar Energia tem como focos mercadológicos o desenvolvimento de parcerias e soluções técnicas para participar de leilões e consórcios de construção de linhas de transmissão, subestações, pequenas centrais hidrelétricas e parques eólicos. A empresa atua com o desenvolvimento de soluções técnicas em projetos e utilizações de estruturas metálicas, cabos elétricos e outros materiais, além de desenvolver estudos de viabilidade econômico-financeira e técnica de empreendimentos nas áreas de geração, transmissão e distribuição de energia. Desta forma, o Grupo Alubar, através da Alubar Energia, agrega maior valor ao setor energético, estudando e viabilizando econômica, financeira e tecnicamente projetos importantes na infraestrutura brasileira.

Já a empresa Tomé Engenharia divide-se em Indústria e no setor de Óleo e Gás. No ramo da Indústria, a empresa mantém o seu foco de atuação na montagem e implantação de unidades industriais, envolvendo equipamentos tubulações, estruturas metálicas e elétrica, além de instrumentação e automação. Na divisão Óleo e Gás, a Tomé Engenharia tem marcante atuação no Programa Offshore da Petrobrás, respondendo pela montagem de módulos de geração de energia e compressão para a multinacional.

Mais informações sobre as empresas citadas podem ser obtidas pelos portais www.tome.com.br ou www.alubar.net .


Redação: Isabelle Bento (CE 02190 JP)
Jornalista Responsável: Mauro Costa (CE 01035 JP)
AD2M Engenharia de Comunicação (55 85) 3258.1001

Fonte: CBP-CE em 22.04.09



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TAM autorizada a voar para Portugal

A TAM, maior companhia aérea brasileira, obteve da ANAC, autoridade aeronáutica brasileira, a designação para poder operar ligações próprias entre o Brasil e Portugal, que actualmente serve através de code-share com a TAP.
Alguns meios brasileiros dizem que a TAM equaciona para o próximo o lançamento de voos próprios entre o Brasil e Portugal.
A companhia aérea tinha pedido para designação como empresa de transporte aéreo regular para Portugal, uma vez que BRA e Varig, que eram as duas companhias designadas para operarem voos regular para Portugal, deixaram de o fazer.
A TAM atingiu no primeiro trimestre deste ano 58% do total de tráfego transportado por companhias aéreas brasileiras em voos domésticos e internacionais, tendo quotas de 49,5% nas ligações domésticas e 85,5% nas ligações internacionais.
Além da designação para operar voos para Portugal, a TAM foi autorizada pela ANAC a voar para Joanesburgo, África do Sul.
A companhia anunciou que vai fazer sete voos por semana para acidade sul-africana a partir do segundo semestre de 2009 e que está a negociar um code-share com a South African Airways.

Fonte: Presstur em 21.04.09



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42º Encontro dos Descobrimentos acontece nesta sexta (24) em São Paulo

Na próxima sexta-feira, dia 24, acontecerá em São Paulo o 42º Encontro dos Descobrimentos – Brasil – Portugal – Japão – Itália – Espanha. O evento, uma iniciativa do deputado João Caramez, será na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo às 20 horas. Segundo os organizadores, o encontro será um momento especial, pois serão comemorados os 509 anos do descobrimento do Brasil e será prestada uma homenagem ao Cônsul de Portugal em Bordeaux, Aristides Sousa Mendes, que durante a II Guerra Mundial foi responsável pelo salvamento de mais de 30 mil pessoas.

Durante as confraternizações durante o 42º Encontro dos Descobrimentos, os participantes irão discutir uma aproximação empresarial entre os diversos povos já inseridos no evento. Na ocasião, haverá apresentações artísticas e serão prestadas ainda homenagens a pessoas e empresas que já acompanham esse trabalho.

Redação: Isabelle Bento (CE 02190 JP)
Jornalista Responsável: Mauro Costa (CE 01035 JP)
AD2M Engenharia de Comunicação (55 85) 3258.1001



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USP alcança desempenho espetacular em competição de arbitragem internacional de Viena

Em sua estreia no Willem C. Vis Internacional Commercial Arbitration Moot, a mais importante competição acadêmica de arbitragem comercial realizada no mundo hoje, a equipe formada por oito alunos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) teve um desempenho espetacular.
Dentre as 233 instituições dos 52 países participantes, o grupo ficou entre os oito finalistas na edição 2008/2009, realizada no início deste mês. Até hoje o Brasil nunca havia passado da primeira fase da competição. O resultado dá ao País e a São Paulo uma visibilidade mundial na área e contribui para o desenvolvimento dos futuros profissionais brasileiros...
Com a performance, os estudantes da USP mostraram a capacidade nacional para o assunto e o excelente nível da preparação e orientação a que foram submetidos por especialistas conceituados na área de arbitragem comercial, os professores dr. Luiz Olavo Baptista e dr. Carlos Alberto Carmona. Partiu deles, com a participação do dr. Alfred Sioufi, a iniciativa de levar a universidade à competição. O projeto teve o patrocínio da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC).
Realizada desde 1993, a competição acontece em duas etapas, sendo uma escrita e a distancia e outra presencial e oral, em Viena (Áustria). A partir da segunda fase, que é eliminatória e reúne 64 equipes, a concorrência fica ainda mais acirrada, exigindo muita competência e talento dos participantes.
O desafio proposto no Willem consiste em um exercício simulado de um caso prático fictício, com todas as características de um litígio real, que é submetido às normas da Convenção de Viena. Os estudantes atuam como advogados de defesa dos interesses de cada uma das partes em conflito. Os temas são sempre de destaques em arbitragem comercial internacional, como envolvimento de parte não-signatária e efeitos extraterritoriais da falência de uma das partes.
Na fase inicial da disputa, as equipes elaboram memoriais em favor do lado requerente e, depois, da parte requerida. Em seguida, tais documentos são analisados por especialistas selecionados pelo evento, que atuam como árbitros na competição. Na segunda etapa, os competidores participam de audiências para sustentar oralmente suas alegações perante um Tribunal Arbitral. Além da equipe vencedora, o Villem também contempla os memoriais melhor redigidos e o melhor orador individual.



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Expancom representa a AL no Salão da Construção de Montreal

A Expancom, empresa especializada em consultoria, representou a América Latina (AL) no Pavilhão Internacional da Construção, em Montreal, no último mês. Segundo o presidente da companhia, Daniel Ramos, apesar da atual crise, o segmento no mercado latino-americano não deverá ser afetado pelas turbulência na sua totalidade ao longo de 2009.
“Acreditamos que será um ano importante para os países que têm maior investimento em infraestrutura, construção e habitação social”, afirma ele. Segundo o executivo, Quebec poderá desempenhar um papel fundamental no sucesso dos projetos latino-americanos por conta de seu know how na área. Durante o evento em Montreal, foi apresentado aos visitantes um panorama geral da indústria da construção civil, incluindo grandes investimentos comerciais na América Latina.



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Evento na Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil

Seminário sobre: "Desafios e oportunidades na área de Eventos e Viagens Corporativas em cenários instáveis"

Local Hotel Inter-continental
Al. Santos, 1123
Cerqueira Cesar - São Paulo
Data 24 de abril de 2009
Hora Das 8:30 às 12:30
Idioma Português
Associados R$ 75,00
Não Associados R$ 100,00
Informações Andrea, Simoni ou Tatiane (11) 3819-0265



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Evento na Câmara de Comércio França Brasil: Comissão de Comunicação Empresarial

Comissão de Comunicação Empresarial CCFB RJ

06 de maio de 2009 às 09h00

A Comissão de Comunicação Empresarial CCFB-RJ

Convidam para Café da Manhã no dia 6 de Maio de 2009 -9:00 horas,

Na sede da CCFB-RJ, Avenida Presidente Antônio Carlos 58 / 10º andar – Centro

Tema:

COMUNICAÇÃO EM TEMPOS DE CRISE

Quando a retração reduz a atividade econômica, extroverter-se mostra audácia de gestão e coragem para enfrentar os problemas

O mercado vê muito positivamente esses atributos

A percepção de criatividade gerada é um facilitador para a empresa

Palestrante:

Luiz Alberto Bettencourt

Equipe Pensar e coordenador da comissão de comunicação empresarial da CCFB

Nesta ocasião será apresentado aos associados os dois cursos que a Comissão de Comunicação Empresarial realizará em 2009

JUNHO - " INTELIGÊNCIA EM COMUNICAÇÃO "

JULHO - “ ENDOMARKETING”. - Comunicação como ferramenta de gestão



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Festival traz contos árabes para as crianças

Entre as atrações do 1º Festival Internacional da Leitura, em Campinas, estão as contadoras de histórias árabes. A iniciativa é do Instituto Jerusalém do Brasil, que tem um estande no evento.
Isaura Daniel isaura.daniel@anba.com.br
São Paulo – No último sábado (18), as crianças que passaram pela Estação Guanabara, em Campinas, interior de São Paulo, puderam conhecer um pouco sobre a literatura árabe. Contadoras de histórias estiveram de plantão em uma tenda infantil, no 1º Festival Internacional da Leitura, para falar aos pequenos sobre as peripécias e proezas dos personagens do imaginário árabe. A tenda teve contadoras de histórias de todo tipo, mas um grupo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), trabalhou especificamente sobre os contos árabes. Elas voltam a repetir a dose nesta quinta (23) e sexta-feira (24)...

A iniciativa integra as ações do Instituto Jerusalém do Brasil, que tem um estande no festival. O evento começou no sábado passado e já teve algumas outras atrações voltadas para a cultura árabe. Na terça-feira (21), houve um ensaio aberto da Orquestra Brasileira Jovem de Percussão Árabe. O grupo é formado por meninos e meninas da rede pública de ensino de Campinas que tocam instrumentos de percussão árabe. Eles devem fazer a sua primeira apresentação formal no ano que vem, de acordo com o superintendente do Instituto Jerusalém do Brasil, Ali Al-Khatib.

Houve uma palestra com o escritor Paulo Daniel Farah, na abertura do evento, na qual foi abordada a literatura e sua relação com o Brasil. Também ocorreu, no domingo, uma oficina de gastronomia, onde Sofia El-Khatib ensinou a fazer esfiha. Cerca de cem pessoas participaram da demonstração. Sofia, esposa de Ali El-Khatib, aprendeu a fazer esfiha com sua sogra, que era de Baalbek, no Líbano, região onde a esfiha se originou.

O estande do Instituto Jerusalém no festival traz ainda livros sobre o mundo árabe e também religião muçulmana. Alguns são para doação e consulta e outros para venda. O estande tem a monitoria de alunos do Núcleo de Estudos Árabes da Faculdade de Campinas (Facamp), que estão ali prestando informações sobre a cultura árabe aos interessados. Al-Khatib é também coordenador do Núcleo de Estudos Árabes da Facamp. A participação do Instituto Jerusalém tem também o apoio da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

O 1º Festival Internacional da Leitura de Campinas tem outras várias atrações. O homenageado do evento é o escritor brasileiro Monteiro Lobato e a programação inclui desde encontros com autores, apresentações de teatro e música, exibição de filmes e palestras sobre literatura. O festival é uma promoção da Unicamp com a Prefeitura Municipal de Campinas.

A Estação Guanabara, local do festival, foi transformada pela Unicamp no Centro Cultural CIS Guanabara, um local para eventos culturais. Há no festival 50 estandes de editoras, livrarias e entidades. São esperadas 140 mil pessoas durante os dias de evento, de acordo com os organizadores. O festival começou no dia 18 de abril e segue até o próximo domingo (26). A entrada é franca.

Serviço:

1º Festival Internacional de Leitura de Campinas
De 18 de abril a 26 de abril
Local: Estação Guanabara, rua Mário Siqueira, 829 – Jardim Guanabara, Campinas
Site: www.flic.com.br
Telefone: (19) 3305-3770




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Empresa amplia promoção no Oriente Médio

A Marchesan, fabrica de implementos agrícolas, participou de missão ao Norte da África e pretende expor em feiras na Síria e na Argélia. Cerca de 20% de suas exportações vão para o mundo árabe.

São Paulo - A Marchesan, fabricante dos implementos e máquinas agrícolas da marca Tatu, está investindo numa maior aproximação com os países do Oriente Médio e Norte da África. "Estamos desenvolvendo diversos planos que visam aumentar o volume de exportação e principalmente a nossa participação nos países árabes”, afirma o diretor comercial Francisco Matturro...

A companhia participou da missão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior ao Norte da África, realizada de 24 a 31 de janeiro para quatro países árabes: Argélia, Tunísia, Marrocos e Líbia. Além disso, a fabricante está estudando a participação em feiras do setor na Argélia e na Síria ainda neste ano e no próximo.

As exportações da companhia, sediada em Matão, no interior de São Paulo, começaram nos anos 70 e eram destinadas principalmente aos países vizinhos Paraguai, Bolívia e Argentina. “Em pouco tempo as vendas externas se ampliaram consideravelmente e hoje a Marchesan exporta para 55 países nos cinco continentes”, diz Matturro. Dos 450 produtos que compõem a linha de produção da empresa, são exportadas principalmente grades, roçadeiras e plantadeiras. Atualmente 25% da produção é exportada. O mercado árabe é o destino de 20% das exportações da fabricante.

"Hoje a marca Tatu é reconhecida internacionalmente pela resistência e a alta performance de sua vasta linha de produtos destinados a diversos tipos de terrenos e utilizados no preparo e conservação do solo, no plantio e cultivo de várias culturas", destaca o diretor.

Tradição

A Marchesan foi fundada em 1946 pelos irmãos Armando e Luiz Marchesan. De simples fabricantes de veículos e implementos de tração animal, os irmãos Marchesan passaram a produzir discos para grades e arados, e depois modernos implementos e máquinas agrícolas para serem tracionados mecanicamente. No decorrer das últimas décadas, a agricultura brasileira passou por grandes transformações, culturas até então pouco explorados passaram a ter grande importância para o país. Áreas imensas de terras, antes ocupadas com café ou pecuária, deram lugar à cana, soja ou laranja, e novas fronteiras agrícolas foram surgindo.

A pequena oficina cresceu, e hoje a cidade de Matão abriga uma das maiores empresas do setor na América Latina. A Marchesan produz uma ampla linha de implementos e máquinas agrícolas destinadas ao preparo de solo, plantio, cultivo e colheita, assim como utilitários como roçadeiras, scraper, retroescavadeira, plainas niveladoras e pás carregadeiras. Está instalada numa área construída de 220 mil metros quadrados e gera 2,1 mil empregos diretos.

Para manter a ampliar sua cartela de clientes no Brasil e no exterior, a empresa costuma participar regularmente das principais feiras agrícolas no Brasil, como Agrishow, Coopavel e Cotrijal. No exterior participa de feiras como Tulare, nos Estados Unidos; Expo AgroAlimentaria, no México; Expoagro, na Argentina; e a Nampo Show, na África do Sul.

Contato

Marchesan
Telefone: +55 (16) 3382-8282
Site: www.marchesan.com.br



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Bolsas do Brasil mundo afora

A pequena fabricante 1001 Retalhos, que produz bolsas artesanais e sofisticadas em Atibaia, interior de São Paulo, já exporta para 10 países e iniciou contatos com um importador de Dubai.

São Paulo – A fabricante de bolsas 1001 Retalhos nasceu pequena, na lavanderia da dona da empresa, mas sonha grande. Com apenas cinco anos de existência e fábrica em Atibaia, no interior de São Paulo, já exporta para 10 países, a maioria da Europa, e iniciou contatos com um importador de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos...

“O empresário árabe visitou nosso estande na Couromoda em janeiro deste ano. Gostou muito das nossas bolsas e levou seis amostras. Estamos aguardando novos contatos para ver se vira negócio”, afirma Ana Paula Felippe, uma das proprietárias da 1001 Retalhos e filha da idealizadora da marca, Evani Ribeiro. “Já sabemos que exportação exige muita paciência, que as negociações são lentas. Nosso cliente no Japão, por exemplo, demorou oito meses para pedir as primeiras amostras”, diz.

A empresária conta ter observado uma mudança no perfil dos visitantes estrangeiros que visitam a Couromoda. “Na edição deste ano recebemos importadores de muitos países distantes como Emirados, Turquia e Coréia, que costumávamos encontrar apenas em feiras na Europa. Prova de que eles estão realmente interessados nos produtos brasileiros”, destaca.

A meta da empresa é aumentar de 20% para 50% o percentual exportado em dois anos. “Por isso apostamos na conquista de novos mercados, como os países árabes, e estamos nos preparando para aumentar a produção em breve”, afirma.

Uma das estratégias da empresa para ampliar a presença da marca no exterior é a participação em feiras com a Prêt-à-Porter, realizada duas vezes ao ano em Paris.

De acordo com Ana Paula, não é à toa que as bolsas da 1001 Retalhos fazem o maior sucesso na Inglaterra, França, Itália, Espanha, Dinamarca, Grécia, Austrália, Japão, Uruguai e Estados Unidos. “Nossas bolsas são feitas com materiais 100% nacionais. Tem a cara do Brasil. Nenhum botão é importado. Temos por missão gerar emprego e renda no país”, diz.

A empresa trabalha com tecidos naturais como seda, linho e algodão. A aplicação do artesanato é feita em diversas técnicas, como bordado, fuxico e crochê. “Nosso objetivo é resgatar técnicas que estão se perdendo. Valorizamos a cultura e o artesanato brasileiro admirado no mundo inteiro”, destaca Ana Paula.

A empresária também demonstra uma preocupação ecológica ao trabalhar com lona 100% reciclada produzida a partir de fios de garrafas pet, sobras de tecidos de confecções e malharias.

Enquanto Ana Paula administra a parte financeira e toca adiante os planos de expansão da empresa, a fundadora Evani continua responsável pela produção da 1001 Retalhos e também por capacitar as artesãs. Além disso, ela ainda encontra tempo para ensinar a técnica do patchwork em comunidades carentes e no Centro de Ressocialização de Presos de Atibaia, onde existe um grupo de 10 presos que colaboram fazendo pingentes, alças e chaveiros.

Hoje a 1001 Retalhos produz cerca de mil bolsas por mês num galpão de 400 metros quadrados, emprega 31 funcionários e garante renda fixa para mais 50 artesãos da região. O preço de cada bolsa para o consumidor final varia entre R$ 500,00 e R$ 600,00.

Premiada

A 1001 Retalhos foi eleita pelo Top 100 de Artesanato Brasileiro, prêmio promovido pelo Sebrae, como uma das 100 melhores unidades produtivas de todo o país em 2008. A marca lança duas coleções por ano. Atualmente há quatro temas ativos: Árvores do Brasil, Mulheres do Brasil, Aquarela e Rosas. Os produtos são confeccionados em lona, onde é aplicado o patchwork.

Na coleção Árvores do Brasil, existe a preocupação também de retratar as árvores brasileiras em extinção, como Pau Brasil, Jacarandá, Pau Rosa e Jequitibá. A bolsas são vendidas com uma semente da árvore.

Contatos

Telefone: +55 (11) 4411.2425
E-mail: comercial@1001retalhos.com.br
Site: www.1001retalhos.com.br



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Couro: forte retração dos preços internacionais

O volume apresentou uma pequena retração, mas o faturamento caiu pela metade.

Essa é a situação das exportações brasileiras de couro em março de 2009, se comparadas ao mesmo período do ano passado.
Março de 2008 fechou com 25,8 mil toneladas de couro exportadas, contra 24,7 mil toneladas em 2009, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A redução foi de 4,3%. Pouco perto da queda de 53,7% registrada para o faturamento no período.

O pico do preço pago pelo couro brasileiro ocorreu em fevereiro de 2008, chegando a US$6,81/kg. Em março de 2008 ele estava cotado em US$6,68/kg. Agora, em março de 2009, caiu para US$3,23/kg.



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Técnicos angolanos são treinados em recursos humanos

Técnicos angolanos são treinados em recursos humanos
As ações decorrentes do Memorando de Entendimento firmado entre a Embrapa e o Ministério da Agricultura de Angola, para promover a cooperação técnica, intercâmbio de informações entre os centros de
pesquisa e também treinamentos de curta duração, estão a todo vapor.

Na área de capacitação de recursos humanos, começou no dia 15 e vai até o dia 29 de abril, em Brasília, o Curso de Gestão de Recursos Humanos para
a pesquisa agropecuária, com apoio do Departamento de Gestão de Pessoas (DGP).

Estão sendo capacitados 14 técnicos de institutos de pesquisa vinculados ao Ministério da Agricultura de Angola. Na programação, tópicos como “Contexto da gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos nas
Organizações”, “Investigação Agrária”, “As Pessoas nas Organizações”, “Administração de Recursos Humanos nas Organizações” e “Provisão, Manutenção, Formação, Desenvolvimento e Monitoração de Recursos
Humanos”, além de visitas técnicas e palestras. A segunda parte do treinamento será realizada daqui a dois meses, na capital angolana (Luanda)...

A parceria entre Embrapa e Angola envolve, basicamente, compartilhar conhecimentos científicos e tecnológicos, transferência de tecnologia, intercâmbio de material genético e, principalmente, desenvolvimento institucional e de recursos humanos.

O começo de tudo

Diagnóstico realizado em Angola detectou a necessidade de maiores investimentos em pesquisa para impulsionar o desenvolvimento agrário do país. Constatou-se a falta de recursos humanos, de infraestrutura adequada e de pesquisas que atendessem às demandas dos produtores rurais.

Surgiu, assim, a necessidade de estabelecer parcerias. Para isso, chegou-se à conclusão que se deveria
levar a cabo uma reestruturação da pesquisa agropecuária em Angola, seguindo o modelo da Embrapa, a qual, no seu início, há 36 anos, seguiu
o melhor modelo disponível entre os países desenvolvidos nesta área.

A Embrapa constitui hoje uma organização comprovadamente eficaz na área da agricultura tropical e sub-tropical, estando capacitada portanto a ajudar a Angola.

O modelo da Embrapa em Angola

Seguindo o modelo adotado pela Embrapa, a nova estrutura contará com 16 centros de pesquisa. Distribuídos em regiões estratégicas, quatro destes centros já serão implantados em 2009, com apoio da Embrapa. O primeiro deles será onde hoje se situa a
Estação Experimental Agrícola de Chianga, em Huambo, e será dedicado à pesquisa de milho e feijão.

Outros três centros, que serão localizados
nas províncias de Malanje e Kwanza Sul, estarão encarrregados de mandioca, batata-doce e amendoim, caprinos e ovinos e gado de leite.

Flávia Bessa - MTb 4469/DF
Assessoria de Comunicação Social
Contatos: 61 3448 4568



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Feira no Marrocos terá participação da Embrapa África

Empresários do setor agrícola e agricultores marroquinos terão uma novidade na edição deste ano do tradicional Salão Internacional do Marrocos (SIAM): a participação institucional da Embrapa África (Acra-Gana).

Estreando como participante de evento do setor agrícola no continente africano, a equipe da Embrapa África levará uma mostra de tecnologias com ênfase para regiões de clima semiárido.

“As condições de clima e de solo de grande parte do Marrocos são muito semelhantes às do semiárido brasileiro”, compara o coordenador da Embrapa África, Cláudio Bragantini, ao explicar os temas de destaque no SIAM, que se realiza entre os dias 22 e 27 de abril, na cidade de Meknès...

Informações sobre as vantagens do uso do monitoramento por satélite à agricultura é um dos temas que desperta interesse no Marrocos, em especial à iniciativa privada (que tem forte participação no SIAM), segundo informa o pesquisador Paulo Roberto Galerani, coordenador técnico da Embrapa África.

Galerani comenta: “É uma oportunidade para levar nossa tecnologia e, com isso, abrir possibilidades para discutir demandas da iniciativa privada marroquina”.
Também serão disponibilizadas informações sobre a produção de grãos, hortaliças, saúde animal, manejo e melhoramento de raças bovinas leiteiras.

“A cooperação entre a Embrapa e instituições marroquinas tem sido desenvolvida por meio de cursos e treinamentos ministrados por pesquisadores da estatal brasileira, principalmente em universidades”, comenta Cláudio Bragantini. Ele informa que a Embrapa África participará do estande da Embaixada do Brasil no Marrocos.

Serviço
O que: Salão Internacional da Agricultura do Marrocos
Onde: Cidade de Meknès
Quando: 22 a 27 de abril de 2009.
Site: http://www.salon-agriculture.ma/

Deva Rodrigues (MTb/RS 5297)
Assessoria de Comunicação Social
Telefone (61) 3448-4015



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Brasil apresenta programa de agricultura urbana na Colômbia

Brasília - O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Crispim Moreira, vai apresentar a experiência brasileira na implantação de políticas de agricultura urbana no combate à fome e na geração de renda durante o 2º Encontro Internacional e Feira de Agricultura Urbana em Bogotá (Colômbia). O encontro começa hoje (22) e vai até o dia 26. O programa atende a 800 mil pessoas.

Promovido pelo Jardim Botânico de Bogotá, a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica), a organização Promoção do Desenvolvimento Sustentável (Ipes) e a Rede Internacional de Centros de Recursos em Agricultura Urbana e Segurança Alimentar (Ruaf), o encontro tem o objetivo de discutir o direito dos cidadãos à prática da agricultura urbana por meio da inclusão dessa atividade no desenvolvimento das políticas públicas. Alem de representantes do Brasil, participarão especialistas do Canadá, Cuba, Peru e Países Baixos.




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WORKSHOP: SUPERMERCADOS NA CHINA PARA EXPORTADORES BRASILEIROS

No próximo dia 30/04, em São Paulo, no China Trade Center, localizado à Rua Pamplona, 518 – 3º andar, a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos Apex-Brasil, em parceria com o China Trade Center, organizará um workshop voltado aos exportadores de alimentos brasileiros. A Apex-Brasil trará dois consultores chineses especialistas do setor supermercadista daquele país, para apresentação de informações estratégias como processo de definição de compras, tamanho do mercado, perfil do consumidor, tipo de produtos, forma de acesso, distribuição de produtos entre outras informações. Este workshop será complementado pela apresentação do Centro de Negócios Apex-Brasil em Pequim. O objetivo é mostrar as oportunidades e gerar informações sobre o mercado de varejo na China. Esse evento é a primeira etapa de uma ação que prevê, no segundo semestre, a realização de rodadas de negócios com compradores de alimentos da China e de Cingapura. Mais detalhes e ficha de inscrição no site da APEX.




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Workshop: Supermercados na China para exportadores brasileiros

No próximo dia 30/04, em São Paulo, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com o China Trade Center (CTC), organizará um workshop voltado aos exportadores brasileiros de alimentos. A Apex-Brasil trará dois consultores chineses especialistas do setor supermercadista daquele país, para apresentação de informações estratégicas como processo de definição de compras, tamanho do mercado, perfil do consumidor, tipo de produto, forma de acesso, distribuição de produtos, entre outras. Além disso, será feita uma apresentação sobre o Centro de Negócios da Apex-Brasil em Pequim. O objetivo é apresentar oportunidades e gerar informações precisas para o exportador brasileiro sobre o mercado de varejo na China. Esse evento é a primeira etapa de uma ação que prevê, no segundo semestre, a realização de rodadas de negócios com compradores de alimentos da China e de Cingapura.

China Trade Center
Rua Pamplona, 518
3º andar - São Paulo
mais informações pelo site da APEX


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Encontro de Agências de Promoção de Exportações e Investimentos da América Latina e Caribe acontece em El Salvador

Com o tema central “Infraestrutura e Serviços para o Comércio e Investimentos - elementos fundamentais da competitividade”, evento acontece nos dias 23 e 24 de abril.

O segundo Encontro de Agências de Promoção de Exportações e Investimentos da América Latina e Caribe acontece em El Salvador nos dias 23 e 24 de abril. O primeiro encontro aconteceu no Rio de Janeiro, de 14 a 16 de dezembro de 2007, por iniciativa da Apex-Brasil. Nele foram discutidas a importância e a necessidade do comércio inter-regional como elemento fundamental do crescimento econômico da região.

Com a proposta de discutir questões sobre o intercâmbio inter-regional, com base no tema “Infraestrutura e Serviços para o Comércio e Investimentos - elementos fundamentais da competitividade”, El Salvador, por meio da Comissão Nacional de Promoção de Exportações e Investimentos (CONADEI), que reúne as Agências EXPORTA El Salvador e PROESA, se propôs a sediar este segundo encontro.

No primeiro encontro, ficou clara a necessidade de se fortalecer o comércio inter-regional e este segundo encontro quer se converter em um chamado à ação. A proposta é analisar e projetar ações concretas para atuar na competitividade do ambiente de negócios para impulsionar as exportações e atrair investimentos.




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Estudo Estratégico - Moda na Ásia

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Evento no Senegal promove exportações brasileiras para Oeste da África

O evento Brasil Agri-Solutions, programado para os dias 9 e 10 de junho de 2009, em Dacar, Senegal, foi apresentado em São Paulo a um grupo de empresários dos setores de biocombustíveis, alimentos industrializados, máquinas e equipamentos. Com base em um Estudo de Oportunidades sobre o mercado do Senegal e de outros 15 países do oeste africano, estes segmentos foram considerados os mais promissores para os exportadores brasileiros.

O evento terá três iniciativas simultâneas: a Exposição Brasil Agri-Solutions, organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Fórum de Empreendedorismo e Desenvolvimento, organizado pelo Ministério das Relações Exteriores MRE, e uma missão ministerial ao noroeste da África, realizada pelo Ministério de Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (MDIC). O Fórum será um ciclo de palestras sobre a experiência brasileira com biocombustíveis, segurança alimentar e tecnologia da informação. Já a missão ministerial, liderada pelo Ministro Miguel Jorge, vai visitar Gana, Senegal, Nigéria e Guiné Equatorial.



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Brasil e Reino Unido promovem seminário sobre internacionalização

Representante da City londrina e Miguel Jorge debatem formas de superação da crise econômica

O UK Trade and Investment (UKTI)’ e a SOBEET” realizarão no dia 4 de maio, o seminário "Conjuntura externa e desafios da internacionalização" no Centro Brasileiro Britânico em São Paulo. O evento reunirá agências governamentais, especialistas em economia e comércio exterior e líderes empresariais para discutir a crise financeira global e como as empresas brasileiras podem reverter a atual situação ao seu favor...

O conceito de internacionalização está cada vez mais relevante para o empresariado brasileiro. Porém, a desaceleração da economia global fez com que muitos se voltassem para o mercado interno. A proposta desse encontro é apresentar novos caminhos para a expansão econômica e mostrar que este é o momento certo para explorar novos mercados - como Reino Unido e Europa em geral, transformando a crise em oportunidade de crescimento. "citação"

O evento contará com a presença de Ian Luder, "prefeito" do centro financeiro de Londres, Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Alessandro Teixeira, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil. Entre os palestrantes, estarão representantes de empresas e instituições que recentemente optaram pelo Reino Unido como porta de entrada para o mercado internacional, como BNDES, Alpargatas, Bradesco e WEG.

A proposição do evento é mostrar que os governos brasileiro e britânico estão empenhados em encontrar soluções eficazes que possibilitem às empresas brasileiras se lançarem no mercado externo de forma segura, econômica e lucrativa.

1. O UK Trade & Investment (UKTI) é a organização do governo britânico que auxilia empresas baseadas no Reino Unido a obterem sucesso nos mercados internacionais e assiste empresas brasileiras a realizar investimentos de qualidade no Reino Unido. Mais informações no http://ukinbrazil.fco.gov.uk/pt

2. A SOBEET - Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica - fundada em 22 de agosto de 1994 é uma entidade sem fins lucrativos, concebida como um fórum de debates sobre a globalização e a inserção internacional do Brasil em suas várias dimensões.

Programação

9:00 - 9:30 Abertura
Dr. Miguel João Jorge Filho – Ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Alderman Ian Luder - Lord Mayor of London

Tópico 1 Desafios para a Internacionalização em um Mundo em Transição
Mediador: Sr. Hermann Wever – Sobeet

9:30 - 9:45 Desafios para a Internacionalização em um Mundo em Transição
Ambassador Rubens Barbosa – Fiesp

9:45 - 10:00 Evolução da Internacionalização de Empresas Brasileiras
Sr. Luis Afonso Lima - Sobeet / Telefônica

10:00 - 10:15 Case 1: Weg
Sr. Harry Schmelzer – CEO

10:15 - 10:30 Case 2: Havaianas
Ms. Carla Schmitzberger - Director of Sandals Division

10:30 - 10:50 Debate

10:50 - 11:15 Coffee break

Tópico 2 Respostas aos desafios da internacionalização
Chair: Sr. Celso Ming - "O Estado de São Paulo" newspaper

11:15 - 11:30 A Tarefa de Promover o Investimento Direto
Dr. Alessandro Teixeira - Apex e Waipa

11:30 - 11:45 Internacionalização e o suporte do BNDES
Sr. Armando Mariante – BNDES

11:45 - 12:00 O Novo Papel dos BRICs no Contexto Global
Dr. Octavio de Barros – Bradesco

12:00 - 12:20 Debate

12:20 Encerramento




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Apex-Brasil promove 1º Encontro Tradings do Brasil

Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) promove pela primeira vez, encontro voltado para trandings e empresas que queiram exportar via comerciais exportadoras;

A Apex-Brasil trabalha para promover o produto brasileiro no mercado internacional. Assim, surgiu a idéia de apoiar, não só empresas e entidades setoriais, mas também as comerciais exportadoras. Neste sentido, de 06 a 07 de maio, a Apex-Brasil promoverá, em São Paulo, o 1º Encontro Tradings do Brasil. O evento será composto de Fórum Setorial e Encontros de Negócio nacionais e internacionais...

O Fórum Setorial abordará os principais temas de interesse das Tradings brasileiras, como por exemplo, o tratamento tributário e aduaneiro, além das melhores práticas das tradings estrangeiras. A idéia é que cada vez mais empresas, principalmente pequenas e médias, utilizem as tradings para realizam suas exportações, uma vez que atuam na intermediação entre os produtores nacionais e os importadores externos, facilitando a colocação dos produtos brasileiros no exterior.

Outra iniciativa, que será apresentada no Fórum, é a criação do DTB – Diretório das Tradings do Brasil. Por meio desse catálogo, realizado em ambiente web (www.tradingsdobrasil.com.br), a Apex-Brasil poderá potencializar as ações de divulgação internacional, aproximando compradores estrangeiros e pequenas e médias indústrias de Tradings especializadas em produtos ou ainda mercados, para a realização de negócios no exterior.

Além disso, a ferramenta será importante para que compradores internacionais conheçam os produtos brasileiros. As tradings que tiverem interesse em se inscrever nesse diretório, a inclusão é gratuita. Para participar, escreva para ceceb@funcex.com.br ou ligue para (21) 2509-7000 e informe-se com o Sr. Fernando Correia/FUNCEX.

Para participar do evento entre em contato com Gizele Porto, na Unidade de Atendimento ao Cliente da Apex- Brasil, no telefone: (61) 34260202 ou no e-mail apex@apexbrasil.com.br. Mais informações sobre o projeto acesse: www.tradingsdobrasil.com.br

Serviço: 1º Encontro Tradings do Brasil
Data: 06 e 07 de maio
Onde: Centro de Convenções Gran Hyatt Hotel
Inscrições Gratuitas: apex@apexbrasil.com.br ou com Gizele Porto, da Unidade de Atendimento da Apex-Brasil, no telefone (61) 3426-0202.
Mais informações: www.tradingsdobrasil.com.br



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Trabalho integrado para promover a América Latina

Uma campanha intitulada “Why to invest in South America” (Por que investir na América do Sul) está sendo produzida pelas Agências de Promoção de Investimentos da região e será lançada em breve, disse o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira – também presidente da Associação Mundial das Agências de Promoção de Investimentos (WAIPA) – durante palestra no Fórum Econômico Mundial. Teixeira integrou o painel “Novas Fronteiras para a Atração de Investimentos - Ásia e Oriente Médio” ao lado ex-ministro Luiz Fernando Furlan, do diretor da OCDE, Javier Santiso, e de Lord Brennan da Matrix Chambers.
Teixeira explicou que os Governos Sulamericanos trabalham de forma integrada para promover a região com o objetivo de captar investimentos estrangeiros. “Cada país da América Latina trabalha para captar recursos, seja para joint ventures, para criação de novas plantas ou projetos sociais”, explicou o presidente da Apex-Brasil...

Segundo ele, a proposta de promover a região de forma conjunta está na possibilidade de reduzir burocracia e oferecer opções integradas. “Os investidores vêem países Latino Americanos isoladamente como plataforma para a região", observou.

Lord Brennan defendeu o momento de crise como de expansão de boas oportunidades de investimentos para a América Latina, principalmente nos setores agronegócios e recursos minerais. O ex-ministro Furlan incluiu nesta lista possibilidades de negócios no setor energético, que vem crescendo rapidamente na região e, principalmente, no Brasil. Já Alessandro Teixeira ressalta que o setor de alimentos vem atraindo forte interesse.

"O grande desafio é a distância. Mas, existem muitas convergências entre as regiões, como por exemplo uma grande comunidade árabe no Brasil", lembrou o ex-ministro Furlan. Lord Brennan garante que ainda é preciso que a região se esforce em dar garantias de estabilidade jurídica.

Javier Santiso, da OCDE, lembrou que empresas asiáticas e do Oriente Médio buscam produtos e serviços de maior valor agregado, com o que Teixeira concorda, citando que a América Latina tem sido garantia para excelentes retornos a tais investimentos.



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Seminário em Nova Iorque atrai investimentos estrangeiros para o Brasil

Com foco em infraestrutura, evento em Nova Iorque vai mostrar a investidores e formadores de opinião norte-americanos que o Brasil é um bom lugar para se investir

Buscando atrair a atenção de investidores estrangeiros para as oportunidades de investimentos no Brasil, particularmente no setor de infraestrutura, a Apex-Brasil e a Câmara de Comércio Brasil-EUA de Nova Iorque realizam o Seminário Brazil Summit no dia 27 de abril. Com palestras e debates, inclusive de ministros de Estado, o evento pretende mostrar o estágio atual da economia brasileira e fornecer informações sobre os setores produtivos e as oportunidades oferecidas pelo Brasil...

Com uma platéia composta por cerca de 300 investidores, formadores de opinião, mídia especializada, agências de avaliação de riscos e outros atores do cenário econômico e financeiro da América do Norte, o seminário pretende abrir espaço para a troca de informações privilegiadas e a aproximação entre empresários, financiadores e governo para realização de futuros negócios.

“Queremos usar o evento como pólo de atração para mobilizar investidores da América do Norte e também de países que possuam representantes em Nova Iorque, para que estes passem a considerar o Brasil como destino para investimentos produtivos, com atenção especial para o setor de infraestrutura”, afirma o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, um dos painelistas do Brazil Summit. “Para isso, precisamos entender as demandas desses investidores e suas percepções acerca de realizar investimentos no Brasil, bem como encorajar o contato e a troca de informações entre eles e o governo brasileiro”, completa.

Para Teixeira, apoiar a execução de um seminário internacional sobre investimentos em Nova Iorque permitirá que o País avance no posicionamento perante o mundo como destino de investimentos. “Além de abrir possibilidades de exploração das potencialidades de investimentos nos diversos setores da economia do país, a atração de investimentos no setor de infraestrutura vai também impactar positivamente as exportações brasileiras, tornando o Brasil ainda mais competitivo”, complementa.

Os principais oradores do Brasil Summit serão os ministros Paulo Bernardo, do Planejamento, Orçamento e Gestão e Guido Mantega, da Fazenda. A abertura será feita pelo presidente da Câmara de Comércio Brasil-EUA, John D. Landers e pelo Cônsul-Geral do Brasil em Nova Iorque, Osmar Chohfi. O painel “Investindo na Infraestrutura brasileira: a chave para o crescimento econômico sustentável” será conduzido pelo presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, pelo presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria Básica, Paulo Godoy, e pelo diretor do BNDES, Maurício Borges Lemos.

Brazil Summit
Data: 27 de abril de 2009
Local: The Pierre Hotel New York • 2 East 61st Street • New York City



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Empresária carioca investe no turismo jovem

Rio de Janeiro - Há três anos, Mariana Santoro decidiu criar uma operadora de turismo depois de trabalhar na maior rede de albergues da América Latina. “Percebi que os hóspedes não sabiam bem o que fazer. Comecei a montar uma programação por conta própria e deu tão certo, que decidi abrir uma empresa”.

Na Inside Rio, em sociedade com Rafael Oliveira, Mariana adotou diferenciais para atender este público. Sabendo, por exemplo, que jovens gostam da noite, os passeios só começam a partir das 13 horas, com tempo para almoçar no albergue e economizar. Nas visitas às atrações tradicionais, como o Cristo Redentor, mais do que a história do monumento, os pontos fortes são a localização das praias mais famosas ou do Maracanã...

“Jovens gostam de leveza. Por isso, optamos por não sobrecarregá-los com datas e nomes. Damos as informações em meio a muitas brincadeiras, dentro de uma linguagem que eles conhecem”, reforça Mariana. Para reforçar este vínculo, outro diferencial da operadora é que todos os guias são estudantes. A idade é importante ainda para agüentar o pique dos clientes nas caminhadas pela floresta da Tijuca ou nos bailes do Salgueiro, que varam a madrugada com muito hip hop, funk e samba.

Mas até abrir a operadora, Mariana passou seis meses fazendo cursos de empreendedorismo voltado para jovens e "pensando em tudo que poderia dar errado”. Aprendeu coisas que nem imaginava ter que prestar atenção, como a situação econômica do País e o impacto da violência. “Comecei a me dar conta de como isso afeta o fluxo turístico e passei a acompanhar as notícias com atenção”, admite.

Outro ponto fundamental para esta jovem empresária de 26 anos foi aprender a fazer um planejamento consistente. Ela diz que na alta temporada é quando mais trabalha, porque atende muitos turistas. Fora da estação, é hora do plano B, que exige concentração total para administrar uma receita menor, com um rígido controle financeiro, observação diária da quantidade de atendimento e, principalmente, criação de novos produtos. “Eu não tinha a menor noção de como é importante planejar. Isso diminui 90% dos riscos do negócio”.

Animada com as perspectivas, Mariana aposta agora em uma nova fase. Ao invés de esperar pelo contato espontâneo dos clientes, contratou uma empresa de marketing para vender a operadora no exterior e também repaginou o site para dar mais funcionalidade.

Ela confessa que já perdeu muitas noites de sono com a responsabilidade de administrar a empresa. Fica atenta à concorrência e está sempre em busca de produtos novos. O maior choque, no entanto, foi se deparar com quem oferece produtos com qualidade inferior e preços altos. Também não se conforma com os sonegadores de impostos.

“Fico chateada, mas fiz a opção de ter um negócio sustentável. Tenho responsabilidade ambiental, social e econômica. Não acredito que o lucro seja incompatível com a ética. Mas, acho que empreendedores jovens, além de orientação profissional, deveriam ter direito também a acompanhamento psicológico para enfrentar a concorrência desleal”, brinca.





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Moda e negócios para todos os estilos no Paraná Business Collection

Terceira edição do evento, programado para os dias 25 a 29 de maio, no Cietep, em Curitiba, antecipa tendências e gera oportunidades

Curitiba - O melhor da moda paranaense, com oportunidades de negócios, num evento só. De 25 a 29 de maio, o Sebrae/PR e a Fiep, por meio do Conselho Setorial da Indústria do Vestuário, realizam no Cietep, em Curitiba, mais uma edição do Paraná Business Collection. Em sua terceira edição, o Paraná Business Collection promete novidades.

O evento, que tem como um dos objetivos divulgar a Marca Paraná, antecipa, desta vez, as tendências dos estilistas para o verão 2010 e repete experiências bem sucedidas em edições anteriores como o show-room de negócios, para expor a produção de empresas paranaenses...

Em 2008, 11 grifes levaram suas coleções para a passarela do Paraná Business Collection. A criatividade no desenvolvimento das peças e coleções e a atitude dos empresários e estilistas garantiram visibilidade aos designers e mostraram que o Paraná tem estilo próprio.

O show-room, que contou com a participação de 36 empresas, gerou R$ 4,5 milhões em negócios fechados e prospectados, integrou produção e varejo e criou canais de relacionamento entre empresários de pequenas empresas e grandes grifes, lojistas e representantes comerciais.

Nesta edição, o Paraná Business Collection também traz compradores de outros estados brasileiros, para conhecer a qualidade, o estilo e a competitividade da indústria da confecção paranaense nos mais variados segmentos: moda feminina, masculina, infantil, fitness, malharia e moda praia.

O 6º Prêmio João Turin, que faz parte da programação paralela do Paraná Business Collection, tem como inspiração as Cataratas do Iguaçu. O concurso é uma atração à parte. A comissão julgadora, formada por profissionais da moda no Paraná, já definiu os finalistas que vão concorrer a prêmios como reconhecimento a novos talentos.

O vencedor vai ganhar uma viagem para Milão e Paris como integrante da missão empresarial organizada pela Fiep. Nesta edição, a participação recorde de 15 cursos de moda de Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Cianorte, Maringá, Apucarana, Cascavel e Umuarama.

Talentos, aliás, que têm tudo para ganhar projeção nacional, já que o Estado é destaque na produção de têxteis e de confecções no Brasil. Ao todo, estima-se que são mais 5 mil indústrias de confecções espalhadas pelo Paraná, maioria formada por micro e pequenas empresas.

O setor produz 150 milhões de peças ao ano, gera 90 mil empregos diretos e fatura anualmente R$ 4 bilhões. No ranking da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), que mede a participação do PIB Têxtil e de Confecção, o Estado aparece entre os quatro principais pólos produtivos do Brasil.

O Paraná Business Collection tem como patrocinadores o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e está sob a coordenação geral das empresas OX Comunicação de Moda e NaModa Comunicação de Estilo.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), o Sistema Fecomércio, a Associação Comercial do Paraná (ACP), a ABIT, o Governo do Paraná, a Prefeitura de Curitiba, o Programa Estratégico da Cadeia Têxtil Brasileira -Texbrasil e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) apoiam o evento.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias no Paraná (http://asn.sebraepr.com.br)
sebrae@pr.sebrae.com.br
Assessoria de Comunicação: (41) 3330-5846 ou 3330-5895



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Fortaleza recebe megaevento de negócios turísticos

A Brazil National Tourism Mart (BNTM), considerada um dos mais importantes eventos de negócios turísticos do Brasil, abre as portas na quarta-feira (23)

Fortaleza - Fortaleza prepara-se para receber, nos dias 23 a 26 abril, a 18ª edição da Brazil National Tourism Mart (BNTM), considerado um dos mais importantes eventos de negócios turísticos do Brasil. A feira será realizada no Centro de Convenções do Ceará, com uma estimativa de participação de 600 operadores internacionais (os buyers) - cerca de 43% a mais do que no ano passado - e 300 fornecedores do mercado nacional como hotéis, operadoras, locadoras e agências de viagens (os suppliers)...

Confirmaram sua participação na BNTM 44 micro e pequenas empresas do Ceará atendidas pelos projetos setoriais de turismo desenvolvidos pelo Sebrae/CE. Os empreendimentos estão localizados em destinos de várias regiões do Estado, entre eles Aquiraz, Cascavel, Icapuí, Canoa Quebrada, Beberibe, Taíba, Cumbuco, Paraipaba, Flecheiras, Mundaú, Paracuru, Jericoacoara e do Cariri.

As micro e pequenas empresas terão um espaço diferenciado na área comercial. Cada estande será personalizado de acordo com o perfil das empresas e dos destinos. Segundo o articulador da Unidade de Comércio e Serviços do Sebrae/CE, Antônio de Matos Brito, a idéia é que as pequenas empresas ganhem visibilidade e possam atrair a atenção dos buyers, operadoras internacionais que participam do evento.

De acordo com Matos Brito, a BNTM é hoje a maior bolsa de negócios da área de turismo para o mercado internacional no Brasil e o fato de ser realizado este ano em Fortaleza confere um destaque ainda maior ao destino Ceará e aos seus equipamentos. O Sebrae, ao apoiar o evento e os empreendedores, cumpre com a sua missão de promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das das micro e pequenas empresas.

“A participação na BNTM é muito importante para os pequenos empreendimentos porque muitas diversas oportunidades de negócios, no curto, médio e longo prazo. Além das rodadas de negócios, há também as atividades paralelas que são bastante enriquecedoras. Por isso, o Sebrae dá todo apoio e se dedica tanto para que cada vez mais uma quantidade maior de empresas possa participar do evento”, diz Brito.

Nesse esforço de apoiar a participação em eventos turísticos, há uma grande preocupação não só com a quantidade de empresas que se fazem presentes mas também com a qualidade técnica na comercialização dos empreendimentos. Prova disso foi a realização de um seminário de comercialização profissional com o objetivo de capacitar os profissionais de hotelaria dos quatro destinos prioritários para o desenvolvimento regional (Fortaleza, Canoa Quebrada, Cariri e Jericoacoara) para que eles possam aprimorar a promoção e venda dos seus empreendimentos em eventos turísticos.

Além do apoio aos empreendimentos, o Sebrae/CE apóia também a participação de três associações empresariais do Ceará: a Associação Brasileira de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), regional Ceará, a Associação dos Meios de Hospedagem e Turismo do Ceará (AMHT) e da Associação Cearense de Turismo no Espaço Rural e Natural (Aceter).

Expectativa

Há poucos dias do início da 18ª edição da BNTM, os empreendedores já estão preparados para aproveitar as oportunidades de negócios que o evento oferece. O Hotel Vivamar, localizado na Praia da Lagoinha, por exemplo, participa pela primeira vez e já tem pronto todo o material de divulgação não só do empreendimento, mas também da praia. “Temos a expectativa de realizar bons negócios. A Praia da Lagoinha desperta muito o interesse dos turistas estrangeiros. O apoio do Sebrae é fundamental para a nossa participação”, diz o gerente administrativo do Vivamar, Sílvio César Uchoa.

No Cariri, as expectativas também são grandes. O gerente da pousada Lagoa Seca, em Juazeiro do Norte, que também é presidente da Associação Caririense de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares (Acari), Josueno Feitosa, participou da edição passada da BNTM e diz que a experiência é como “uma sementinha que se planta hoje para colher os frutos mais tarde; os negócios surgem dos contatos que são feitos no evento”.

Para Josueno Feitosa, a BNTM será uma boa oportunidade de colocar em prática o aprendizado do seminário de comercialização profissional. Segundo ele, o curso serviu para mostrar-lhe a melhor forma de vender a pousada, como abordar as pessoas e a melhor maneira de expor o produto para o público. “Agora estamos mais profissionais”, afirmou.

O secretário de Turismo do Ceará, Bismarck Maia, está entusiasmado com a realização do evento considerado de maior geração de negócios do Brasil. Segundo explica, o trabalho desenvolvido pela sua equipe, com apoio do Governador Cid Gomes e do trade turístico local, certamente fará da 18ª edição da BNTM a maior e melhor de todas, sobretudo para manter a espiral de crescimento e de aprovação dos participantes.

Com ampla cobertura da mídia, representada por mais de 200 profissionais do Brasil e de diversos países atraídos para Fortaleza, destino de ponta do País, o evento passa a ter uma projeção ainda mais significativa no exterior. Animada por esta perspectiva, a organização da BNTM 2009 prevê a realização de 6 mil reuniões de negócios, com uma expectativa de movimentar a cifra US$ 195 milhões.

A 18ª BNTM tem o apoio do Ministério do Turismo/Embratur e patrocínio da Infraero, do Sebrae, do Banco do Nordeste, da Caixa Econômica Federal, da Chesf e das companhias aéreas TAP, TAM, Gol/Varig, Ocean Air, Webjet e TAF, o que reforça uma das características da BNTM que é a união entre os setores público e privado.

Para confirmar que o apelo ao desenvolvimento sustentável está continuamente assinalado nas edições da BNTM, pelo terceiro ano consecutivo será destinado um espaço exclusivo aos artesãos do Nordeste. A iniciativa se insere no Programa de Desenvolvimento da Produção Artesanal Associada ao Turismo, em convênio com o Ministério do Turismo e apoio do Sebrae de cada estado nordestino.

Negócios

A BNTM é uma bolsa de negócios criada pela CTI-NE, uma fundação que congrega os estados da Região Nordeste com a finalidade de incrementar o produto Nordeste como uma nova opção de portão de entrada do País aos turistas estrangeiros. No início, a BNTM se chamava Bolsa de Turismo do Nordeste. A partir de 1994, passou a ter âmbito nacional.

Durante o evento, os buyers - compradores - marcam entrevistas e fecham negócios com os suppliers, que são todos os empresários da rede hoteleira, restaurantes, parques temáticos e aquáticos, equipamentos turísticos etc.

Serviço:
Assessoria de Comunicação Sebrae/CE - (85) 3255-6609
Assessoria de Comunicação Setur/CE - (85) 3101-4661



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Pedidos de importação de bens usados serão publicados no site do MDIC

As solicitações de importação de bens usados submetidos à Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) passam, a partir de hoje (17/3), a ser publicadas somente no site do MDIC (www.desenvolvimento.gov.br). A mudança foi estabelecida pela Portaria Secex nº 6, de 31 de março de 2009. Antes da alteração, os pedidos para a internalização desse tipo de mercadoria eram publicados apenas no Diário Oficial da União. A autorização para importação de bens usados só é conferida aos não produzidos no Brasil...

A primeira lista de produtos disponível no site do MDIC consta da Circular Secex nº 20, publicada hoje (17/3) no Diário Oficial da União, que será a única publicação simultânea no DOU e no site do MDIC - as demais constarão apenas na internet. Caso haja produção nacional de algum desses itens, a indústria brasileira deverá encaminhar, em até 30 dias, a contar de hoje (data de publicação da Circular nº 20), manifestações sobre a existência de fabricação no Brasil, acompanhadas de catálogos descritivos dos bens, características técnicas, informações referentes a percentuais relativos aos requisitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no país. Todos esses dados são essenciais para que o Decex caracterize a existência de produção nacional e não autorize a importação do bem usado.

As manifestações deverão ser enviadas para o Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secex no seguinte endereço: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J – Protocolo Geral - Brasília - DF, CEP 70053-900.

Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
Rachel Porfírio
rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br


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Brasil e China se reúnem para fortalecer comércio

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, estará em Pequim de hoje a 24 de abril, para a I Reunião da Subcomissão Econômica e Comercial da Comissão Sino Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação. O evento é uma reunião bilateral com membros dos governos brasileiro e chinês, na qual serão avaliados aspectos comerciais e econômicos no intercâmbio entre o Brasil e a China. Na pauta, estão previstos vários temas, dentre eles, análise dos fluxos comerciais bilaterais; harmonização de estáticas; comércio de têxteis e investimentos do Banco na China no Brasil...

No âmbito das Reuniões Bilaterais entre Brasil e China, foi criado, em 2007, um grupo para harmonização de estatísticas de comércio entre os países. A principal discrepância de números está no registro das exportações brasileiras, que apresentam valores em US$ FOB (exportação que inclui o preço de transporte inicial até o embarque da mercadoria), e das importações chinesas, com valores em US$ CIF (inclui no preço de venda o custo da mercadoria, o seguro de transporte e o frete até o porto de destino).

Em 2007 o Brasil registrou US$ 10,7 bilhões FOB de exportações para a China, enquanto este país registrou US$ 18,8 bilhões CIF de importações procedentes do Brasil, ou seja, uma discrepância de US$ 8,1 bilhões. Dentre os principais motivos para essa elevada diferença está o preço do frete dos principais produtos exportados pelo Brasil, a soja e o minério de ferro, que correspondem a 2 ou 3 vezes o valor da mercadoria, respectivamente.

Acordo têxtil

Além disso, expirou, em dezembro de 2008, o memorando de entendimento sobre o fortalecimento da cooperação em comércio e investimentos entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da República Federativa do Brasil e o Ministério do Comércio da República Popular da China. Como parte integrante deste documento, o governo chinês comprometeu-se a limitar as exportações para o Brasil de produtos têxteis e de vestuários. O acordo foi firmado em 10 de fevereiro de 2006. Está previsto que ocorram novas tratativas sobre o comércio de têxteis e vestuários durante a reunião.

Investimentos

O Banco da China, um dos maiores do mundo em termos de capitalização, prepara-se para abrir em São Paulo sua primeira agência na América do Sul, ao mesmo tempo em que Pequim prepara linhas de financiamento acima de US$ 11 bilhões para o Brasil. Estudo do Deutsche Bank aponta, em meio à crise global, uma segunda onda de investimentos de Pequim no estrangeiro agora acionada por bancos e seguradoras chinesas querendo ser globais, e o Brasil está no radar da potência emergente.

Balança Comercial

O fluxo comercial entre os países mostra que o Brasil apresentou superávit na balança comercial com a China de 2001 a 2006. Entretanto, a partir de 2007 o País apresentou déficit comercial de US$ 1.87 bilhão e em 2008 o saldo negativo saltou para US$ 3.63 bilhões, ou seja, um aumento de 94%. Quanto às exportações brasileiras para a China, observa-se que mais de 90% estão baseadas em produtos de baixo valor agregado (produtos básicos e semimanufaturados). O aumento de 2007 para 2008 de 52,6% no valor total das exportações para China foi puxado principalmente pelo crescimento do valor total das exportações de soja, minério de ferro, petróleo e derivados. Esses produtos representam aproximadamente 73% da pauta exportadora para a China.

No primeiro trimestre de 2009, as exportações nacionais destinadas à China cresceram 62,7%, de US$ 2,1 bilhões em janeiro/março de 2008, para US$ 3,4 bilhões nos três primeiros meses do ano corrente. Com a retração do total das vendas nacionais (-19,4%), no mesmo comparativo, as exportações destinadas à China aumentaram a sua participação no total da pauta brasileira, de 5,4%, para 10,9%. O país asiático foi o segundo maior comprador de produtos brasileiros no trimestre, atrás apenas dos Estados Unidos. No primeiro trimestre de 2008, a China havia sido o quarto maior destino das vendas brasileiras.

As importações de produtos chineses, por sua vez, sofreram retração de 12,8%, na comparação de janeiro/março de 2009 com o mesmo período do ano anterior, ao passar de US$ 4,1 bilhões, para US$ 3,6 bilhões. Com a diminuição das compras totais brasileiras (-21,6%) superior à queda da compra de produtos chineses, a participação destes no total da pauta ampliou-se de 11,5%, no período em análise, para 12,8%. O país foi o segundo maior fornecedor de produtos ao Brasil, mesma colocação de janeiro/março de 2008. O déficit nas relações comerciais com a China diminuiu ao passar de US$ 2,1 bilhões, para US$ 221 milhões.

A corrente de comércio bilateral cresceu 12,5%, ao registrar o total de US$ 7,0 bilhões, contra US$ 6,3 bilhões em janeiro/março de 2008. No primeiro trimestre de 2009, as vendas de produtos para a China foram compostas por 73,1% de produtos básicos e por 26,9% de industrializados. As vendas de produtos básicos evoluíram 93,2% e dos industrializados 13,9%, no comparativo janeiro/março de 2009/2008.

As importações de produtos chineses, em janeiro/março de 2009, foram compostas por 3,5% de produtos básicos e por 96,5% de industrializados. Os produtos industrializados apresentaram retração de 13,0% e os básicos de 5,7%, em igual período comparativo. Já a pauta de importação de produtos provenientes da China, no mesmo período de análise, foi constituída, em sua maioria, de produtos industrializados, 95,7%, com os produtos básicos respondendo por apenas 4,3%. Em relação ao ano de 2007, o grupo que mais cresceu foi o de básicos, com aumento de 168,8%, seguido de manufaturados, 56,2% e semimanufaturados, 15,5%.

Assessoria de Comunicação Social do MDIC
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