15 de abr de 2009

Analisar aspectos tributários, nacionais e internacionais

Informações referentes à tributação para exportação sobre qualquer produto podem ser fornecidas pela Secretaria da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). As exportações brasileiras são beneficiadas por incentivos fiscais e tributários oferecidos pelo Governo, tais como:

Não-incidência de IPI e ICMS - O exportador tem imunidade de pagamento do Imposto de Produtos Industrializados (IPI) e a não-incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Manutenção de créditos fiscais de IPI e ICMS - O exportador estará apto a realizar manutenção dos créditos fiscais de IPI e ICMS relativos à compra de matérias-primas, produtos intermediários, materiais de embalagem, entre outros, que são efetivamente utilizados no processo produtivo de bens destinados à exportação.

Isenção do COFINS e PIS - O exportador é isento do pagamento da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e da Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS).

Crédito presumido do IPI - O exportador poderá receber crédito presumido do IPI quando produzir e exportar mercadorias que utilizem insumos nacionais, que sofreram incidência de PIS e COFINS.

Redução da alíquota do Imposto de Renda - Remessas de divisas para o exterior, destinadas exclusivamente ao pagamento de despesas relacionadas com pesquisa de mercado para produtos brasileiros de exportação, bem como aquelas decorrentes de participação em exposições, feiras e eventos semelhantes são dedutíveis do Imposto de Renda. Despesas com aluguéis e arrendamentos de estandes e locais de exposição, vinculadas à promoção de produtos brasileiros, bem como propagandas realizadas no âmbito desses eventos, também possuem este benefício.

Drawback (Reembolso de Direitos Aduaneiros) - O exportador poderá utilizar-se também do regime aduaneiro especial de Drawback, que pode ser definido como um instrumento de estímulo às exportações, permitindo às empresas brasileiras o aperfeiçoamento e a modernização de seus produtos. Caracterizado como incentivo, compreende a suspensão ou isenção do recolhimento de taxas e impostos, incidentes sobre a importação de mercadorias utilizadas na industrialização, ou acondicionamento de produtos exportados ou a exportar.




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Exportações de couros somaram US$ 228 milhões no primeiro trimestre

As exportações brasileiras de couros no primeiro trimestre do ano somaram US$ 228 milhões, contabilizando redução de 57% da receita apurada no acumulado anterior, segundo dados elaborados pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base no balanço da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “A redução de 57% nas exportações de couro, nos três primeiros meses de 2009, continua sendo conseqüência da crise financeira que afetou a economia americana e se espalhou mundialmente a partir do quarto trimestre de 2008”, explica o presidente do CICB, Luiz Bittencourt. Segundo ele, a recessão provocou uma forte queda de demanda, diminuindo a aquisição de diversos produtos e se alastrando a vários elos das cadeias produtivas. Bittencourt acrescenta que a indústria brasileira do couro vem adotando medidas para se adequar ao novo ambiente da economia internacional, objetivando a manutenção dos mercados, contando, para isso, com o estratégico apoio da Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.
Paraguai e Guatemala aumentam as importações de couro
Em março, os principais destinos do couro brasileiro foram a China e Hong Kong, ambos com US$ 76,11 milhões (33,31% de participação); Itália, com US$ 61,8 milhões (27% de participação); Estados Unidos, US$ 16,3 milhões (7,15%), Vietnã, com US$ 9,65 milhões (4,24%), Alemanha, US$ 8,47 milhões (3,72%) e México, com US$ 7,71 milhões (4%). Neste terceiro mês do ano, o Paraguai foi um dos mercados que mais cresceu (322%), somando US$ 2,31 milhões, além da Guatemala (450%) que importou US$ 37,94 mil. Belarus (ex-República da antiga União Soviética, situada no centro-nordeste da Europa) também foi outro país que aumentou 46,15 vezes as compras do produto nacional, totalizando US$ 20,5 mil. O Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) é uma entidade federativa que representa, há 52 anos, cerca de 800 empresas de produção e processamento de couro. O complexo industrial emprega cerca de 50 mil pessoas, movimenta um PIB estimado em US$ 3,5 bilhões e recolheu impostos da ordem de US$ 1 bilhão em 2007.
Principais estados exportadores
O balanço das vendas externas de couros dos estados brasileiros no terceiro mês do ano, em comparação ao acumulado de 2008, revela que o Rio Grande do Sul retoma a posição de maior exportador nacional (US$ 62 milhões, 27,2% de participação e queda de 55%), seguido por São Paulo (US$ 55,18 milhões, participação de 24,2% e redução de 70%), Ceará (US$ 22,47 milhões, 9,85% e decréscimo de 53%) e Paraná (US$ 21,41 milhões, 9,4%, e diminuição de 24%). Os demais estados são Bahia (US$ 18,13 milhões), Mato Grosso (US$ 13,68 milhões), Goiás (US$ 11,8 milhões), Mato Grosso do Sul (US$ 7,6 milhões) e Minas Gerais (US$ 7,53 milhões).




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MDA inaugura entreposto de mel em Turmalina (MG)

MDA inaugura nesta quarta-feira (15), no Vale do Jequitinhonha (MG), um empreendimento que aumentará a comercialização de mel e de cera de abelha da região.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) inaugura nesta quarta-feira (15), no Vale do Jequitinhonha (MG), um empreendimento que aumentará a comercialização de mel e de cera de abelha da região. Trata-se de um entreposto, projeto que reúne os produtos de uma série de apicultores para facilitar o comércio da produção. A inauguração será na às 14h, no município de Turmalina/MG (Av. Pau Brasil, 1259). A obra é resultado do investimento de R$ 1 milhão do Governo Federal, sendo R$ 600 mil aplicados pelo MDA na construção do entreposto e outros R$ 400 mil investidos pelo Ministério da Integração Nacional (MIN) na compra de equipamentos.

De acordo com o delegado do MDA em Minas Gerais, Rogério Correa, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) firmará convênio com as associações de apicultores familiares para a compra do mel, que será destinado ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Isso vai beneficiar os produtores, que terão garantia da compra de parte da produção, e os estudantes, que receberão o mel como suplemento à alimentação que consomem nas escolas públicas", explica.

A construção do entreposto é um empreendimento interterritorial que atenderá todos os municípios do Alto Jequitinhonha e também alguns municípios que integram o Território da Cidadania do Médio Jequitinhonha. A expectativa é que o entreposto comercialize a produção de cerca de 500 famílias da região, residentes em 30 municípios.

Novas oportunidades

Segundo o articulador do Território do Alto Jequitinhonha, Vagner Alves de Abreu, o entreposto mudará a realidade da apicultura na região, uma vez que o gargalo na produção de mel no Alto e Médio Jequitinhonha é justamente a comercialização. “O empreendimento será certificado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e, com essa certificação, ficará muito mais fácil dar vazão aos produtos”, afirma.

Ele acrescenta que começaram as negociações com a Cooperativa Sem Fronteiras e com a Organização Não-Governamental (ONG) Comércio Justo para a exportação dos produtos. O entreposto será gerenciado pela Associação dos Apicultores do Vale do Jequitinhonha (Aapivaje). Já a comercialização será feita pela própria Associação e pela Cooperativa dos Apicultores do Vale do Jequitinhonha (Coopivaje).



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Cachaça, um produto bem brasileiro "for export"

Acontece do dia 05 a 07 de Maio, na Exponor Brasil, em São Paulo, a 6 Feira Internacional da Cachaça "Brasil Cachaça".


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Giulite Coutinho - Um herói do Comércio Exterior brasileiro!

ANTONIO DELFIM NETTO

Giulite, um fidalgo

EU O VEJO, sem medo de exagerar, como um herói nacional, um dos autênticos que se engajaram nos anos 60 e 70 do século passado na árdua aventura de abrir mercados para as exportações brasileiras. Especialmente para os produtos da indústria que tinham dificuldade de disputar os mercados externos.
Não muitas pessoas devem lembrar-se do grau de indigência do nosso comércio exterior na década de 60, quando Giulite Coutinho (nascido na Zona da Mata mineira) e um pequeno grupo de empresários da Guanabara, de São Paulo e de Minas criaram a Associação dos Exportadores Brasileiros (AEB) para se engajarem no esforço exportador que o governo vinha estimulando fortemente.
Com a taxa de crescimento do PIB se aproximando dos 10% anuais, estimava-se que o volume das exportações precisasse crescer no mínimo 15% para afastar a inevitável crise de financiamento externo que tantas vezes se repetira em nossa história. O governo vinha fazendo a sua parte.
O esforço decisivo, como tinha de ser, era na cooptação do espírito animal dos empresários. Eles acreditaram. Confiaram nas políticas do governo. Arriscaram seus patrimônios. E foram brigar na Europa, nos EUA, na Ásia, no Oriente árabe e na África, deslocando a concorrência e realizando seus lucros. Foram muitos, mas hoje vou reuni-los todos nesta homenagem a um dos maiores, que nos deixou no sábado, 4 de abril.
Giulite Coutinho a merece porque foi um empresário competente e líder combativo, que comandou batalhas decisivas para firmar a mentalidade exportadora no setor produtivo brasileiro. Chefiou a primeira delegação de empresários brasileiros à República Popular da China, em 1972, quando ainda não tínhamos restabelecido as relações diplomáticas com o regime comunista. Na sequência, presidiu a missão que convidou oficialmente autoridades chinesas a visitarem o Brasil em 1974, um passo importante para o reatamento pleno das relações entre os dois países.
Por onde esteve conquistou amigos: era um cultivador de amizades! Nos anos 80, um importante diplomata nos disse que Giulite era conhecido no seu país como "o Marco Pólo brasileiro".
Dedicou-se intensamente à sua outra paixão, o esporte, tendo presidido a Confederação Brasileira de Futebol. Não acompanhei de perto sua trajetória nos meios esportivos, mas guardei a expressão utilizada por um famoso jogador da seleção brasileira, nos tempos em que Giulite comandava a CBF, que simplificou as coisas dizendo: "Ele é um fidalgo".
Existem poucos fidalgos hoje em dia. O meu amigo Giulite foi um deles.
fonte: Folha de São Paulo



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Idiomas, quantos fazem a diferença?

São Paulo, 15 de Abril de 2009 - A coordenadora de exportação da Devas, empresa que atua no ramo de exportação de arroz e açúcar, Glória de Pointis, começou a ter aulas de francês na semana passada. Há um ano a empresa tem um contrato de exclusividade com a suíça Novel Commodities. O inglês é uma língua frequente na hora de negociar com a parceira, mas Glória considera que o francês pode ajudar na relação e até ser um diferencial. "Eles falam inglês conosco, mas numa eventualidade, caso precisemos ir para lá, é importantes falar mais um idioma", observa. Além do inglês, Glória diz que compreende bem o espanhol e também não fica perdida ao se comunicar em japonês. "No mundo globalizado, está morto quem fala apenas uma língua. É preciso conhecer pelo menos três", afirma... Foi de Glória a iniciativa de reunir alguns colegas para estudar um novo idioma. Agora, duas vocês por semana, ela e mais três profissionais da Devas recebem o francês Yann Danjou, que além de professor é tradutor, intérprete e ator. Cada encontro do grupo dura cerca de uma hora. Segundo ele, a língua inglesa é, de longe, a mais procurada por executivos, diretores e gerentes de empresas, o que não torna menos importante o conhecimento de outros idiomas. "Até mesmo em algumas empresas francesas as reuniões são feitas em inglês. Mesmo assim, há uma procura interessante pela língua francesa", assegura. Danjou ressalta que os franceses gostam quando um estrangeiro utiliza o idioma deles. Por isso, não é má idéia fazer algumas aulas antes de entrar em um avião rumo a Paris. "Na França, é melhor tentar falar um francês ruim do que chegar falando inglês. Isso é algo cultural que conta muito nas empresas", orienta. Segundo ele, esse comportamento era mais acentuado 10 ou 15 anos atrás. Hoje, os homens negócio daquele país são mais flexíveis e aceitam o inglês como uma espécie de língua internacional, principalmente quando se trata do mundo empresarial. Outra idioma importante no universo corporativo é o espanhol. Além da contar com a presença de grande empresas espanholas - como o Grupo Santander e a Telefônica -, o Brasil também costuma ser a sede da operação latinoamericana de muitas multinacionais. O domínio do espanhol pode facilitar a vida do executivo que precise fechar negócios na Argentina, Venezuela, Chile ou outro país da região. "Antes, os anúncios de emprego diziam que o inglês era obrigatório. Depois, começaram a incluir que o espanhol era desejável. Hoje, o espanhol também aparece como obrigatório", ressalta o diretor do Instituto Cervantes de São Paulo, Pedro Benidez.

Armadilhas linguísticas

Quem é fluente e português costuma sentir facilidade para aprender o espanhol. Isso ocorre porque, à primeira vista, existe certa proximidade entre essas línguas, seja na pronúncia e no vocabulário, seja na estrutura gramatical. Mas tais semelhanças costumam funcionar como verdadeiras armadilhas linguísticas e podem gerar muita incompreensão durante um reunião de negócios. "Às vezes a pessoa não sabe se determinada forma é espanhol ou português. Isso gera problemas", alerta Benidez. Por outro lado, o entendimento sonoro do idioma não é tão complicado para um brasileiro. "Trata-se de uma língua foneticamente mais simples do que o português. Se o executivo visitar a Espanha, ele compreenderá muitas coisas", afirma. A situação é mais difícil para quem tem o espanhol como língua nativa. "A fonética do português é complicada. As vogais, por exemplo, podem ser abertas ou fechadas. Isso não acontece no espanhol", diz Benidez. Conhecer um outro idioma também ajuda o negociador a cumprir uma antiga regra do mundo corporativo: a satisfação do cliente vem em primeiro lugar. "Se eu quero comprar, posso fazer isso em qualquer língua. Mas se eu quero vender, é melhor usar a idioma do outro, para simplificar a vida do comprador. Se estou tranquilo no meu escritório e alguém vem vender algo, ele precisa explicar bem do que se trata. Para isso, deve falar minha língua", diz.
Diferenças culturais
Na hora de fazer negócios com estrangeiros, o conhecimento de idioma pode ser insuficiente. Para se comunicar bem, é necessário entender alguns hábitos do outro povo. Quando se trata dos franceses, o brasileiro deve evitar o excesso de informalidade. "Na França, as pessoas esperam que se use uma linguagem mais formal, ainda mais no mundo dos negócios. Mesmo no dia-a-dia, o francês é mais sério", observa Danjou. Benidez também considera fundamental saber lidar com as diferenças culturais. "Um executivo pode falar muito bem uma língua e não conseguir fechar um contrato porque não entende como aquele mundo está organizado", alerta. Em um jantar de negócios, por exemplo, os espanhóis deixam o tema principal para o final. "Na Espanha, a sobremesa é muito prolongada. Ficamos mais tempo bebendo um café ou tomando um uísque do que na refeição em si. Quando um espanhol fala que o jantar foi de ‘café, copa y puro’ significa que foi muito bom, que os participantes ficaram muito tempo conversando, bebendo algo e fumando", observa. Não são apenas os brasileiros que se esforçam para aprender um idiomas. Alguns executivos estrangeiros que vêm para o País procuram aprender o português. Mas mesmo que o Brasil esteja cada vez mais presente no noticiário econômico internacional por bons motivos, o interesse desse grupo pelo idioma continua estável. Ou seja, baixo. É o que afirma a sócia-diretora da Across In-Company Programs, Lina Molaris. Sua escola, que existe há 15 anos, inicialmente trabalhava apenas com o inglês. Com o tempo, ingressou no ramo de espanhol e, depois, criou programas de português para estrangeiros. "Dentro das corporações, as reuniões [internacionais] acabam sendo em inglês. Quando algum executivo ou empresa nos procura, é mais por interesse no português coloquial, para o dia-a-dia, aquele que permite uma conversa com os colegas. No cotidiano de negócios, o inglês é mais comum", diz.

(Gazeta Mercantil/Caderno D - Pág. 7)(João Paulo Freitas)
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Do Rio para Dubai através do design

O premiado Guto Índio da Costa mostra projetos para bairros do Rio e um trem suspenso.

O Leblon, bairro preferido das celebridades no Rio, e a praia de Copacabana vão viajar até Dubai, no Oriente Médio. O designer Guto Índio da Costa, de 40 anos, três vezes ganhador do IF Design, considerado o Oscar do design mundial, foi convidado para apresentar projetos que fez para trechos dos dois bairros cariocas no Encontro de Infraestrutura Urbana nos Emirados Árabes, no início de maio. Lá estarão 40 empreendedores internacionais, inclusive representantes de governos árabes, interessados em desenvolver projetos inovadores nas suas cidades. No Leblon, junto com o pai, o arquiteto Luis Eduardo Índio da Costa, Guto mudou a cara da avenida principal, a Ataulfo de Paiva, em 1994, no Rio Cidade, um programa da prefeitura. É dele o design de todo o mobiliário urbano (postes, bancos de madeira, pontos de ônibus, cabines telefônicas).
fonte: O Estado de São Paulo


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China não renegocia acordo de têxteis com o Brasil e o mercado recebe a desova dos cancelamentos da Europa e Estados Unidos

Se compararmos o primeiro trimestre de 2009 com o mesmo período do ano passado, nos deparamos com um substancial e significativo aumento da ordem de 56% nos têxteis. Deste total, 72% são provenientes de importações da China. Segundo a ABIT, o fim do acordo comercial Brasil China que restringia as exportações daquele país, representou uma abertura total e irrestrita ao nosso mercado e já atingiu a marca dos US$ 275 milhões. Curiosamente, de 25 setores analisados, apenas o de vestuário e, o de equipamentos de transporte, sinalizaram positivamente nas importações. Além do fim do acordo outra preocupação do setor é a desova dos pedidos cancelados dos Estados Unidos e da Europa por conta da crise. Os artigos com maior representatividade são: camisas de malha 236%; jaquetas 260%; suéteres 286%; veludos 805% e sedas 147%. Segundo o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, não houve interesse do governo chinês em renegociar o acordo, o que também aconteceu com os Estados Unidos e a Europa.
fonte: Valor Econômico/Edição: Blogdobarzan



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14 de Abril - Dia Internacional do Café

O mundo inteiro comemora no dia 14 de abril um de seus produtos preferidos: o café. Conhecido por pingado, média, carioca, curto, espresso, cappuccino, de acordo com as formas de preparo ou combinação com outros ingredientes, o café é consumido por nove entre dez brasileiros acima de 15 anos, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

O uso da bebida teve origem em Kaffa, na Abissínia, hoje Etiópia, quando um pastor chamado Kaldi observou que as suas cabras ficavam mais espertas e saltitantes ao comer as folhas e os frutos do cafeeiro. Ele experimentou os frutos e se sentiu mais alegre e com maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o fato, começou a utilizar a infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava. O café foi torrado pela primeira vez na Pérsia. A planta chegou ao Brasil em 1727, pelo sargento-mor Francisco de Mello Palheta.

Hoje, o País é o maior produtor e exportador de café, seguido do Vietnam e da Colômbia. A produção brasileira foi de 48 milhões de sacas de 60 quilos, em 2008. O principal estado produtor do café arábica é Minas Gerais, com 24 milhões de sacas/ano. O Espírito Santo se destaca com a produção de 7,3 milhões de sacas de café conilon.

As exportações no ano passado totalizaram 30 milhões de sacas, com embarques para Alemanha, Estados Unidos, Itália, Bélgica e Japão. (Inez De Podestà)

Saiba mais sobre a história do café http://www.abic.com.br/scafe_historia.html



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Salão do Artesanato - Outubro 2009

Atendendo a uma demanda dos lojistas nacionais e internacionais que desejam ter uma feira, exclusiva para artesãos que tem um potencial para venda no atacado, decidimos por realizar em outubro de 2009 o SALÃO DO ARTESANATO.

Sabemos que realmente nem todos os artesãos / expositores tem o perfil para a venda no atacado e uma grande parte deles nem tem esta intenção (nossa pesquisa com os potenciais expositores do Salão do Artesanato, tem tido 25% de respostas de pessoas que dizem não estar interessadas num evento com o formato de vendas no atacado). Mesmo aqueles que tem respondido ter o desejo de participar, 20% dos que já responderam a ficha de cadastramento demonstraram que apesar da vontade de estar no Salão, não tem o perfil adequado...


Local: Serraria Souza Pinto

Data: 09 a 11 de outubro de 2009.

Horário:
a) área de negócios - 10:00 às 18:00 horas
b) café da manhã com compradores: 08:00 às 09:30 horas (cada dia haverá convite para 60 expositores)
c) Palestras - 19:00 às 20:00 horas (dias 09 a 10)
d) Jantar com compradores: 20:00 às 22:00 horas (dias 09 e 10)

Expositores: 180

Formato de vendas: rodada de negócios com agendamento livre para pedidos

Perfil dos expositores:
a) artesão/artista individual ou coletivo
b) núcleo artesanal organizado (associação, cooperativa, empresa artesanal)
c) venda legalizada (ter acesso a Nota Fiscal própria, da sua associação/cooperativa ou avulsa)
d) ter potencial de aumento de produção
e) ter embalagem adequada para venda no atacado e varejo
f) ter formas de pagamento à prazo
g) ter preço diferenciado (mínimo 30%) entre as vendas atacado e varejo
h) ter indicação positiva de pelo menos 3 compradores nacionais ou internacionais.
Para ser aceito como expositor o candidato deverá, além do preenchimento da ficha de cadastramento, indicar pelo menos três compradores como referência que serão checados antes do aceite final do expositor.

Perfil dos visitantes:
a) 2.000 lojistas
b) 10 lojistas nacionais ancora convidados
c) 5 empresas que usam brindes artesanais convidadas
d) 15 compradores internacionais convidados
e) 4 palestrantes internacionais convidados.

Realização: Instituto Centro de Capacitação e Apoio ao Empreendedor - ICCAPE

Valor do m2 - R$ 295,00 Todos os stands serão entregues com montagem básica e teste ira, sendo:
Stand de 12 m2 - R$ 3.540,00
Stand de 9 m2 - R$ 2.655,00
Stand de 6 m2 - R$ 1.770,00
Stand de 4 m2 - R$ 1.180,00
No valor acima esta incluído, além do stand montado, 2 jantares (1 expositor por stand) e 1 café da manhã com os compradores nacionais e internacionais.

Forma de pagamento:
Sinal de 20% do valor do stand e o restante em 6 parcelas

Para se inscrever, o interessado deverá ter a ficha de apresentação aprovada e a indicação positiva de pelo menos três lojistas.

Caso seja do seu interesse, solicite-nos o envio da ficha de apresentação via email ouvia fax.

Informações: salaodoartesanato@centrocape.org.br


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Em 2009 a Feira Nacional de Artesanato completa 20 anos

Nesta edição comemorativa o Brasil será o grande homenageado! Música, dança, gastronomia e, é claro, a produção artesanal de todas as regiões do país irão desfilar na maior vitrine do artesanato na América Latina. De 24 a 29 de novembro, o Expominas será palco da maior de todas as edições da Feira Nacional de Artesanato. Fale conosco e participe dessa edição comemorativa adquirindo seu estande. Quanto antes você comprar, menos irá pagar pelo espaço.



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PORTARIA Nº 89, DE 14 DE ABRIL DE 2009 - Promoção de produtos no exterior

O MINISTRO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 87, parágrafo único, incisos II e IV, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto no art. 12 do Decreto nº 6.761, de 5 de fevereiro de 2009, resolve:
Art. 1º O registro das operações previstas no inciso I do art. 1º do Decreto nº 6.761, de 5 de fevereiro de 2009, referentes à pesquisa de mercado ou promoção de produtos e serviços brasileiros no exterior, deverá ser processado por meio do Sistema de Registro de Informações de Promoção - SISPROM, disponível na página eletrônica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e no endereço www.sisprom.desenvolvimento.gov.br.
Parágrafo único. O SISPROM será administrado pelo Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior - DEPLA, da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, deste Ministério.
Art. 2º Para acessar o SISPROM, o representante de empresa, organizadora de feira, associação, entidade ou assemelhada deverá solicitar credenciamento no próprio sistema e apresentar cópia autenticada de documento que expresse o poder de representação (estatuto ou contrato social em vigor da pessoa jurídica representada ou procuração ou documento de efeito equivalente):
I - quando se tratar de pesquisa de mercado ou promoção de produtos brasileiros, a documentação deverá ser encaminhada ao Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior - DEPLA, da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Protocolo-Geral, Térreo - CEP: 70053-900 - Brasília - DF;
II - quando se tratar de pesquisa de mercado ou promoção de serviços brasileiros, a documentação deverá ser encaminhada ao Departamento de Políticas de Comércio e Serviços - DECOS, da Secretaria de Comércio e Serviços, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Protocolo-Geral, Térreo - CEP: 70053-900 - Brasília - DF.
Art. 3º Para registrar a operação no SISPROM, o interessado deverá preencher o Registro de Promoção (RP) no módulo P (produto) ou módulo S (serviço), conforme o caso.
Art. 4º Na hipótese de registro efetuado por organizadora de feira, associação, entidade ou assemelhada, é necessário:
I - discriminar, se houver, cada uma das representadas que efetuar pagamento com a utilização da alíquota zero do imposto sobre a renda e respectiva participação em valor nas despesas;
II - para cada representada que efetuar pagamento, fornecer original ou cópia autenticada de procuração ou documento de efeito equivalente que expresse o poder de representação, juntamente com cópia autenticada do estatuto ou contrato social ou documento equivalente que comprove que o outorgante da representação tem poderes para conceder a outorga.
Art. 5º Cumpridas as formalidades, o RP será efetivado.
Parágrafo único. Poderão ser solicitados documentos ou informações relativos às operações registradas no SISPROM.
Art. 6º O interessado poderá desistir da operação registrada no SISPROM a qualquer tempo, mediante cancelamento do RP.
Art. 7º Para que a instituição autorizada a operar no mercado de câmbio possa verificar que o RP está efetivado, nos moldes determinados pelo inciso I do art. 3º do Decreto nº 6.761, de 2009, ficará disponível na tela inicial do SISPROM na Internet a opção de consulta a registro, permitida desde que sejam informados a identificação e o código de controle constante do RP.
Art. 8º Deverão ser observadas as demais condições disciplinadas pelo Decreto nº 6.761, de 2009.
Art. 9º Semestralmente será elaborado relatório consolidando as informações sobre as operações registradas no SISPROM, observadas as regras do sigilo de dados, que ficará disponível na página do MDIC na Internet.
Art. 10. Os casos omissos, relativos à pesquisa de mercado ou promoção de produtos, serão analisados pelo DEPLA e submetidos à decisão do Secretário de Comércio Exterior e os casos omissos, relativos à pesquisa de mercado ou promoção de serviços, serão analisados pelo DECOS e submetidos à decisão do Secretário de Comércio e Serviços.
Art. 11. A Secretaria de Comércio Exterior e a Secretaria de Comércio e Serviços, ambas deste Ministério, no âmbito de suas atribuições, poderão editar normas complementares necessárias à execução do disposto no Decreto nº 6.761, de 5 de fevereiro de 2009, e nesta Portaria.
Art. 12. Fica revogada a Portaria SECEX n.º 12, de 22 de junho de 2007.
Art. 13. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
MIGUEL JORGE




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Programa de Estágio - ESTUDANTE - IEL Espírito Santo

QUEM PODE FAZER ESTÁGIO

Estagiários são alunos regularmente matriculados que freqüentem, efetivamente, cursos vinculados ao ensino público e particular, nos níveis de educação superior, de ensino médio, pós-médio, supletivo ou de educação profissional, contratados por pessoas jurídicas de direito privado ou órgãos de administração pública para desenvolvimento de atividades relacionadas à sua área de formação profissional. Assim, por exemplo, um estudante de engenharia civil poderá estagiar em uma empresa de construção civil, desde que exista o instrumento jurídico (Termo de Compromisso de Estágio) que caracterizará e definirá o estágio curricular.

VANTAGENS

- Auxilia a estratégia de captação de talentos.
- Estimula o ambiente de melhoria e inovação.
- Aproximação com ambiente acadêmico e de pesquisas.
CADASTRE-SE

VOCÊ FOI CONVOCADO PELO IEL

- Compareça na hora marcada.
- Siga corretamente as instruções do(a) selecionador(a).
- Seja discreto e adequado com as roupas. Você nunca terá uma segunda chance de causar uma boa primeira impressão.

VOCÊ FOI ENCAMINHADO A UMA EMPRESA

- Pesquise sobre a empresa, como ela atua, qual a forma de se vestir dos funcionários.
- Chegue com antecedência de 10 minutos.
- Procure ficar tranquilo, respondendo calmamente as perguntas do entrevistador; lembre-se que você também está avaliando a empresa.
- Procure esclarecer todas as suas dúvidas sobre a vaga ofertada.

VOCÊ FOI SELECIONADO PELA EMPRESA

A empresa entregará a você uma Autorização para emissão do TCE. Leve-a ao IEL o mais rápido possível, junto com sua Declaração Escolar original e emitida nos últimos três meses.

Você receberá seu Termo de Compromisso de Estágio (TCE) emitido quatro vias, e deve buscar as assinaturas da Instituição de Ensino e da Empresa. Assine também e entregue as 4 vias no IEL para a última assinatura. Após esta assinatura, você é um estagiário.

DURAÇÃO DO CONTRATO

O TCE tem sempre um período determinado de duração. O estudante não deverá permanecer estagiando na empresa, quando este período determinado tiver expirado. Devendo portanto, caso seja de interesse de ambas as partes, ser providenciado uma Renovação que regularize a permanência do estudante na empresa como estagiário. Para renovação do TCE deverá ser encaminhada ao IEL a documentação necessária.

A duração do estágio será regulada pela instituição de ensino, porém não deve ser inferior a um semestre letivo.

CERTIFICADO/DECLARAÇÃO DE ESTÁGIO

Terá direito ao certificado o estagiário que cumprir, no mínimo 06 (seis) meses de estágio. Aqueles que cumprirem menos de 06 (seis) meses de estágio terão direito a uma declaração. O estagiário deverá solicitar o certificado ao IEL-ES no prazo máximo de 60 (sessenta) dias após o fim do estágio, passado este prazo perderá o direito ao mesmo.
Formulário de Requerimento de Certificado (download).

Informações:

Interação, Inovação e Empreendedorismo
Instituto Euvaldo Lodi - IEL-ES
Av. Nossa Senhora da Penha, 2053 - 2º andar - Ed. Findes - Santa Lúcia - Vitória/ES
Caixa postal: 5138 - Cep.:29.056-913
Telefax: (27) 3235-2573
Tels: 3334-5750/3334-5748




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CONHECIMENTO DA SALA DE AULA PARA SUA EMPRESA!!!

BITEC

Visando apoiar a melhoria da competitividade das empresas capixabas, o Instituto Euvaldo Lodi - IEL, através do núcleo regional do ES - IEL-ES, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo, SEBRAE, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, SENAI, estão disponibilizando 600 bolsas de iniciação tecnológica (BITEC) para estudantes de nível superior que orientados por professores de seus centros acadêmicos, desenvolverão um projeto de melhoria tecnológica de produto ou processo em empresas inseridas em Arranjos Produtivos Locais, bem como em setores estratégicos de tecnologia.

Durante seis meses, estes bolsistas em negociação com as empresas, desenvolverão um projeto de melhoria nas empresas selecionadas, sendo remunerados pelos parceiros do projeto com uma bolsa de R$300,00.

Caberá à empresa apenas uma contribuição mensal de R$50,00 para custear as despesas administrativas referentes a uma ajuda de custo para o professor visando supervisão do projeto.

Em função da demanda das empresas, os bolsistas poderão realizar pesquisas, diagnósticos, mapeamentos e testes, traçar perfis, levantar indicadores, confeccionar ou aperfeiçoar protótipos e softwares, elaborar projetos, relatórios, cartilhas e manuais que concretizem os objetivos do plano de trabalho proposto com execução dimensionada para 6 meses.

Os projetos a serem desenvolvidos nas empresas, poderão versar sobre os seguintes temas: SEGURANÇA DO TRABALHO, PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, ENGENHARIA, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, EMPREENDEDORISMO, BIOTECNOLOGIA, COMÉRCIO EXTERIOR, LOGÍSTICA, EFICIÊNCIA ENERGÉTICA, AGRONEGÓCIOS e INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, e podem, também, visar à criação ou ao aperfeiçoamento de processo ou de produto da empresa participante.

Poderão participar empresas de micro e pequeno portes localizadas no Estado do Espírito Santo. Trata-se de uma oportunidade única para pequenas empresas que necessitam de consultoria com custo irrisório.

Caso tenha interesse de participar da pré-seleção de projetos a serem apoiados, solicitamos realizar a inscrição abaixo.

Informações:

Instituto Euvaldo Lodi - IEL-ES
Interação, Inovação e Empreendedorismo
Av. Nossa Senhora da Penha, 2053 - 2º andar - Ed. Findes - Santa Lúcia- Vitória/ES
Caixa postal: 5138 - Cep.:29.056-913
Tel.: 27 3334-5750



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Crise global afeta cinco de cada 10 empresas no Distrito Federal

A crise financeira mundial tem impacto no desempenho das indústrias do Distrito Federal. Para 37,1% dos 125 empresários que responderam à pesquisa da Federação das Indústrias do DF (FIBRA), o atual momento da economia do DF é ruim e para 10,5% a situação atual muito ruim. Na prática, a pesquisa apontou que cinco em cada 10 indústrias locais tiveram os resultados econômicos afetados pela crise de forma negativa entre o final de 2008 e o início de 2009. Os empresários apontaram também medidas que consideram importantes para mudar o atual cenário da economia. Para os entrevistados, se faz necessário racionalizar ou reduzir a carga tributária (93,2 pontos); aumentar a qualidade e a produtividade industrial do DF (91,7 pontos),... desburocratizar a atividade industrial (89,1 pontos), ampliar a infraestrutura (88,9 pontos) e combater a informalidade (85,6 pontos). A pesquisa apontou também para a melhoria da capacitação da mão-de-obra como quesito necessário ao melhor desempenho dos resultados da empresa. Por outro lado, 30,6% daqueles empresários que responderam à pesquisa disseram que o atual momento da economia na capital federal foi satisfatório para os seus negócios e 20,2% consideraram como sendo boa a situação econômica brasiliense. O objetivo da pesquisa foi conhecer a dimensão dos efeitos da crise internacional sobre as indústrias do DF. As entrevistas ocorreram entre os dias 23 e 25 de março de 2009 com micro, pequenas, médias e grandes empresas. O presidente da FIBRA, Antônio Rocha, diz que vem promovendo negociações no sentido de equacionar alguns gargalos apontados na pesquisa. Segundo Rocha, foi aberto um canal com o Banco do Brasil para que seja colocado à disposição dos micro, pequenos e médios empresários linhas de crédito de até R$ 20 mil para capital de giro sem as exigências de garantias. Além disso, conforme enfatizou, se encontra em tramitação na Câmara Legislativa do Distrito Federal projeto de lei que permite o parcelamento de ICMS para aquisição de equipamentos destinados à incorporação de ativos da empresa. No mesmo sentido, a FIBRA encaminhou proposta ao GDF para reduzir a alíquota do tributo de 17% para 12% e que se encontra em fase de estudo. Rocha afirmou que a redução da carga tributária, como enfatizado pelos empresários, é um objetivo que vem sendo buscado pela federação. O presidente da FIBRA explicou também que o SENAI/DF tem desenvolvido programas de qualificação profissional com conteúdo necessário ao atendimento da indústria local. Ele disse também que o aumento da oferta de emprego no DF se dará com o início das obras do Setor Habitacional Noroeste e do Parque Tecnológico Capital Digital (PTCD). “O DF tem comportamento diferente dos demais Estados brasileiros. O resultado mostra certo equilíbrio entre aqueles que vislumbram os efeitos da crise como impacto negativo na indústria. Porém, apresenta vários caminhos para trabalharmos ainda mais em benefício do desenvolvimento da economia local”, avaliou o presidente da FIBRA.

Indicadores da indústria

As vendas das indústrias brasilienses tiveram um recuo de 1,80% em fevereiro de 2009 comparado com o desempenho em janeiro deste ano. Porém, quando se verifica o resultado de fevereiro de 2009 com o mesmo mês de 2008, a queda fica maior: - 6,77%. O primeiro bimestre deste ano ficou -7,39% se comparado com o faturamento nos dois primeiros meses do ano passado. Seis dos oito segmentos tiveram queda no item faturamento em fevereiro de 2009 comparado com o mês anterior. Os números contam da 64ª edição da Pesquisa Indicadores de Desempenho da Indústria do DF referente ao primeiro bimestre de 2009. O documento avalia faturamento, pessoal empregado e Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) dos segmentos alimentação, metal-mecânica, madeira e mobiliário, vestuário e acessórios, edição e impressão, tecnologia da informação, reparação de veículos e construção civil. A pesquisa indicou uma queda de 1,30% na oferta de emprego em fevereiro de 2009 comparado com janeiro deste ano. Mas, o primeiro bimestre deste ano ficou melhor em relação aos dois primeiros meses do ano passado: +4,44%. Além disso, fevereiro deste ano ficou 5,98% superior na base comparativa ao mesmo mês de 2008. Seis dos oito setores pesquisados apresentaram declínio na oferta de emprego em fevereiro comparado com o mês anterior. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) em fevereiro deste ano ficou em 64,54%. Todos os segmentos operaram acima da metade do NUCI, sendo que os setores de alimentação, vestuário e acessórios, tecnologia da informação e outras indústrias funcionaram acima de 70% da capacidade instalada. Isso fez com que a média do primeiro bimestre ficasse em 63,77%.

Sondagem conjuntural

No entanto, as perspectivas do empresário brasiliense para o segundo trimestre deste ano cresceram 1,7 ponto percentual em comparação com o primeiro trimestre de 2009. O indicador de confiança da indústria ficou em 58,83 pontos contra 57,71 pontos nos três primeiros meses do ano 2009. Com relação ao faturamento, a pesquisa Sondagem Conjuntural apontou expansão de 3,4 pontos percentuais entre as expectativas para o primeiro trimestre e o segundo trimestre do ano. Os empresários também avaliam que haverá um leve aumento na contratação de mão-de-obra. Porém, 67,16% das empresas mostram que não há planos de investimentos neste segundo trimestre, percentual mais elevado dos últimos oito trimestres da série histórica da pesquisa. A Sondagem Conjuntural pesquisou 201 empresas no DF. No entanto, a pesquisa mostrou recuou entre os motivos que causam preocupação aos empresários. Os destaques puderam ser percebidos, por exemplo, na carga tributária que no trimestre passado preocupava 89,15% dos entrevistados e recuou para 85,70%. A falta de demanda – outro item – também preocupa menos, ou seja, na pesquisa referente ao primeiro trimestre foi citada por 68,93% e passou para 47,76% dos entrevistados. Há também uma maior percepção da indústria com relação as compras governamentais. A Sondagem referente aos três primeiros meses de 2009 apontou que 40,81% dos entrevistados tinham preocupação com relação a este item. Para o segundo trimestre, a avaliação ficou em 26%. “Isso pode ser compreendido um avanço no desempenho da economia local. Devemos apenas aguardar o resultado do comportamento da indústria referente ao mês de março para que possamos concluir se a crise financeira mundial começa a ter os efeitos reduzidos no DF”, concluiu o presidente da FIBRA.

Mais informações
Roberto Cordeiro
Assessor de Imprensa
Federação das Indústrias do DF (Fibra)




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Vagas de estágio - IEL Brasília

Empresa :INSTITUIÇÃO FINANCEIRA - 0409.07
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 5º Vagas: 01
Bolsa: R$ 581 Beneficios: AT NO VALOR DE R$ 66,00 AO MÊS
Local: ASA NORTE Horas: 13:00 ÀS 18:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE.
Obs: VAGA EXCLUSIVA PARA ALUNOS PROUNI

2 Empresa :PRIVADA - 0409.02
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 2º Vagas: 01
Bolsa: R$ 300 Beneficios: VT
Local: TAGUATINGA Horas: 08:00 ÀS 12:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE.
Obs: ENVIAR CURRICULUM: CURRICULOS@IELDF.ORG.BR - ASSUNTO: 0409.02

3 Empresa :INSTITUIÇÃO FINANCEIRA - 0309.100
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 5º Vagas: 01
Bolsa: R$ 581 Beneficios: AT NO VALOR DE R$ 66,00 AO MÊS
Local: ASA SUL Horas: 13:00 ÀS 18:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE; CURRICULAR
Obs: VAGA EXCLUSIVA PARA ALUNOS DO PROUNI

4 Empresa :PRIVADA - 0409.36
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 2º Vagas: 01
Bolsa: R$ 450 Beneficios: VT
Local: ASA SUL Horas: 08:00 ÀS 14:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE

5 Empresa :PRIVADA - 0309.93
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 4º Vagas: 01
Bolsa: R$ 300 Beneficios: AT
Local: ASA NORTE Horas: 14:30 ÀS 18:30
Conhecimentos: REDAÇÃO; NOÇÕES DE INGLÊS
Obs: ENVIAR CURRICULUM: CURRICULOS@IELDF.ORG.BR - ASSUNTO: 0309.93

6 Empresa :PRIVADA - 0409.36
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 2º Vagas: 1
Bolsa: R$ 450 Beneficios: VT
Local: ASA SUL Horas: 14:00 ÀS 20:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE

7 Empresa :INSTITUIÇÃO FINANCEIRA - 0309.113
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 5º Vagas: 01
Bolsa: R$ 581 Beneficios: AT NO VALOR DE R$ 66,00 AO MÊS
Local: SETOR BANCÁRIO SUL Horas: 13:00 ÀS 18:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE.
Obs: VAGA EXCLUSIVA PARA ALUNOS PROUNI - ENVIAR CURRICULUM: CURRICULOS@IELDF.ORG.BR - ASSUNTO: 0309.113
8 Empresa :PRIVADA - 0409.22

Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 2º Vagas: 01
Bolsa: R$ 660 Beneficios: VT + VR + PLANO DE SAÚDE E ODONTOLÓGICO
Local: SOF/SUL Horas: 08:00 ÀS 15:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE
Obs: VAGA EXCLUSIVA PARA ALUNOS PORTADOR DE NECESSIDADES ESPECIAIS

9 Empresa :PRIVADA - 0409.19
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 4º Vagas: 01
Bolsa: R$ 600 Beneficios: VT +RL
Local: ASA NORTE Horas: 10:00 ÀS 18:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE; CURRICULAR.

10 Empresa :PRIVADA-0409.26
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 4º Vagas: 02
Bolsa: R$ 600 Beneficios: VT+RL
Local: SETOR DE CLUBES SUL Horas: 6HS À COMBINAR
Conhecimentos: PACOTE OFFICE E DIGITAÇÃO

11 Empresa :INSTITUIÇÃO FINANCEIRA 0409.28
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 5º Vagas: 01
Bolsa: R$ 581 Beneficios: AT NO VALOR DE R$ 66,00 AO MÊS
Local: SETOR BANCÁRIO SUL Horas: 13:00 ÀS 18:00
Conhecimentos: PACOTE OFFICE; CURRICULAR.
Obs: VAGA EXCLUSIVA PARA ALUNOS PROUNI

12 Empresa :PRIVADA - 0309.111
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 2º Vagas: 06
Bolsa: R$ 360 Beneficios: AT + RL
Local: GUARÁ Horas: 6HS À COMBINAR
Conhecimentos: PACOTE OFFICE; CURRICULAR.

13 Empresa :PRIVADA - 0409.40
Curso: ADMINISTRAÇÃO/EMPRESAS
Semestre: 3 º Vagas: 01
Bolsa: R$ 450 Beneficios: VT
Local: ASA SUL Horas: 12:00 ÀS 18:00
Conhecimentos: CURRICULAR; PACOTE OFFICE




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PROJETO VÍNCULOS CEARÁ

O “Projeto Vínculos Ceará” é parte das ações de parceria do Instituto Euvaldo Lodi, núcleo do Ceará – IEL/CE e o “Projeto Vínculos”, que é o resultado da cooperação da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), a Agência Germânica para Cooperação Técnica (GTZ), a Fundação Dom Cabral, o Instituto Ethos e o SEBRAE, visando contribuir para o desenvolvimento social e econômico, por meio, da geração de vínculos de negócios sustentáveis entre grandes empresas e fornecedores locais. O “Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social” é uma organização não-governamental, que foi idealizada por empresários e executivos oriundos do setor privado, com a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, sendo, portanto, uma referência internacional nesse âmbito e um pólo de organização de conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento de ferramentas que auxiliam as empresas a analisar suas práticas de gestão e aprofundar seus compromissos com a responsabilidade corporativa. Na perspectiva de introduzirmos na cadeia produtiva cearense tais conceitos, idealizamos em novembro de 2007 como ação estratégica o Lançamento do “Projeto Vínculos Ceará”, no sentido de estreitarmos a relação e interação entre grandes empresas cearenses e as suas fornecedoras, que por meio do estabelecimento da geração de vínculos de negócios sustentáveis, possam vir a contribuir para o desenvolvimento humano profissional, da competitividade e da dinamização da economia regional, configurando-se, por assim dizer, a nossa atuação empresarial socialmente responsável. A participação do SEBRAE/CE nessa ação estratégica e em seus desdobramentos subseqüentes possui um papel fundamental, pois é a instituição que representa os interesses das Micro e Pequenas Empresas – MPEs nos vínculos de negócios com as grandes empresas.

INFORMAÇÕES INSTITUCIONAIS

ROBERTA REIS
IEL/CE - CAPACITAÇÃO EMPRESARIAL
(085) 3466 - 6508 / 6509
roberta@sfiec.org.br

RICARDO PEREIRA
IEL/CE - ESCRITÓRIO DA QUALIDADE
(085) 3466 - 6514
rpsilva@sfiec.org.br

INSTITUTO EUVALDO LODI / IEL - CE
Av. Barão de Studart, 1980 - Aldeota - Fortaleza - Ceará - Brasil - CEP 60120-901



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Atenção empresários! Vocês sabem o que é o BITEC?

O Projeto BITEC, “Bolsas IEL-SEBRAE-CNPq - de Apoio Tecnológico às Micro e Pequenas Empresas”, é proposto para realizar-se em duas edições seguidas com o objetivo geral de contribuir para o elevar a competitividade de micro e pequenas empresas brasileiras, individualmente e para aquelas organizadas em cadeias produtivas, pelo oferecimento de bolsas para estudantes de graduação atuarem diretamente nas empresas com orientação de professores universitários, na pesquisa ou proposta de soluções para problemas identificados pelas empresas...
O Projeto foi formatado para ser desenvolvido em 2 edições seguidas, de 12 meses cada uma, com etapas de divulgação, seleção dos participantes, recebimento, análise e aprovação dos planos de trabalho e avaliação, a serem cumpridas pelo IEL, SEBRAE e CNPq e parceiros regionais. O período de atuação dos estudantes nas empresas permanece em 6 meses, sendo mantidas, também, a premiação e a avaliação final.
A presente proposta mantém a operação do Projeto em todos os Estados brasileiros, por meio da rede de Regionais do IEL e SEBRAE, que, em conjunto e sob a coordenação nacional do IEL, se encarregarão da divulgação e seleção de estudantes, professores e empresas interessados em participar, prestando o adequado acompanhamento técnico, necessário ao bom andamento dos trabalhos. Nesse sentido, o fluxo permanente de informações deverá garantir o completo alcance dos objetivos.
Em relação, ainda, à sua operação, esta proposta introduz mecanismos de gestão mais afinados com a abrangência desta versão do projeto, que amplia o número de bolsas, incorpora os APL’s em seu atendimento e adota orientação supervisionada em seu escopo. O público alvo do projeto são as empresas de micro e pequeno portes pertencentes a arranjos produtivos locais, em particular aos de confecção, madeira/moveleiro e de calçados e também a cadeia produtiva da ovinocprinocultura da Região Nordeste. Entretanto, serão acatadas propostas que favoreçam outros APL’s de Regiões onde não haja a ocorrência dos supracitados.
A presente edição do Projeto BITEC visa atingir diretamente as micro e pequenas empresas brasileiras, clientes permanentes dos projetos implementados pela parceria IEL-SEBRAE, bem como os arranjos produtivos locais, já definidos. A expectativa é de que, seus resultados contribuam para que as empresas participantes, em curto espaço de tempo, identifiquem novas possibilidades de atuação no mercado pelo acesso aos conhecimentos e instrumental disponíveis nas instituições de ensino superior, implementem ou aperfeiçoem seus processos ou produto, contribuindo para o fortalecimento dos processos locais de desenvolvimento, da auto-sustentação e da cooperação.
Pesquisas de novos produtos ou processos poderão subsidiar as empresas no acesso ao conhecimento e proporcionar desde mudanças organizacionais até a incorporação de novas tecnologias. A variedade e a abrangência dos temas propostos e a simplicidade da metodologia possibilitam que o Projeto beneficie igualmente empresas bem estruturadas como outras, menos organizadas.

Contribuição para o desenvolvimento da área/segmento

As Bolsas BITEC tem desempenhado um importante papel no desenvolvimento dos pequenos negócios e na interação entre Universidade e o setor produtivo. Nas últimas edições, percebemos um aumento gradual dos setores atendidos e uma maior amplitude das ações, passando pelos setores tradicionais até aos novos e promissores setores tais como Agronegócios, Biotecnologia, Design, dentre outros.
Os setores tradicionais ainda são a maioria nos projetos. Os segmentos de cerâmica, Telecomunicações, Construção Civil, Confecções, Alimentos, Madeira e Móveis, Tecnologia da Informação, Gráfico, Eletroeletrônico, Têxtil, Plástico, dentre outros priorizam as ações de melhoria do processo e desenvolvimento de soluções para problemas tecnológicos.
Os setores e segmentos apoiados, caracterizam-se pela diversidade e os novos setores já dispões de uma demanda significativa. Abaixo uma pequena relação e suas localidades:

AGRONEGÓCIOS: Segmento que vem sendo destaque durante o Projeto, trabalhou na última versão em:
- Produção de Açaí;
- Processamento de Alimentos;
- Laticínios e desenvolvimento de novos produtos;
- Produção de Camarão em cativeiro;
- Pesca;
- Desenvolvimento de Produtos farináceos;
- Novas Técnicas de Cultivo do café;
- Mel e Própolis (Novos Produtos);
- Bovinos e outras criações (Caprinos, principalmente pelas ações do SEBRAE);
- Fruticultura.
Além destes setores muitos outros foram agraciados nos estados de Minas Gerais, Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás,Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte,Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
BIOTECNOLOGIA:
- Testes de DNA;
- Ações e Projetos na Ovinocraprinocultura;
- Fabricação de Rações;
- Perfumaria e Cosméticos;
- Fármacos;
- Aditivos de Uso Industrial;
- Cultivo de Flores para exportação;

CONSERVAÇÃO DE ENERGIA: desenvolvimento de Produtos e soluções para a diminuição do consumo de energia elétrica.

CADEIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: Em desenvolvimento de novos produtos, aperfeiçoamento da extração de pedras de revestimento e edificações.

DESIGN:
- Desenvolvimento de novos produtos;
- Material gráfico e publicitário;
- Webdesign;
- Móveis;
- Bens de Capital;
- lapidação de Pedras e fabricação de jóias.

GESTÃO DA QUALIDADE E CERTIFICAÇÕES: Implantação de programas da qualidade e preparação para a certificação. Além de organização geral e normatização.

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO:
- Criação de sites;
- Desenvolvimento de softwares de gestão e de produção.

GESTÃO ORGANIZACIONAL: Em projetos de organização administrativa e financeira das empresas.
Somam-se a estas ações, os trabalhos relacionados a Saúde e Segurança no Trabalho e Preservação Ambiental, que atualmente é uma das áreas que mais observamos crescimento nos atendimentos.
Outro ponto a destacar é o apoio da BITEC às Incubadoras de Base Tecnológica em todo o Brasil. Geralmente as empresas se utilizam dos bolsistas para integrarem as equipes de desenvolvimento e também para suprir as deficiências na gestão geral dos empreendimentos. Para as empresas residentes, torna-se estratégia fundamental de alocação de mão de obra especializada e a um custo baixíssimo. A entrada do estudante e do professor orientador, também abre às portas da Universidade na utilização de laboratórios de outros serviços que apóiam as empresa incubadas e auxiliam no desenvolvimento as tecnologias inovadoras.

Transferência de tecnologia para o setor produtivo
A ação do projeto BITEC é mais uma das ferramentas de apoio ao desenvolvimento tecnológico no Brasil. A inserção dos estudantes (agentes de transformação) junto aos seus professores,abrem um caminho interessante na parceria entre o setor produtivo e o acadêmico. Diversos projetos utilizam de estrutura intelectual e física das Universidades e incorporam novas tecnologias no seu dia a dia.
Todos os projetos BITEC caracterizam-se pela transferência de tecnologia em vários níveis. Desde as informações mais primárias que são utilizadas para a melhoria dos processos, e apoio à fabricação de produtos já tradicionais, quanto às informações e projetos de maior teor tecnológico como as inovações.

Impacto qualitativo para a Instituição
É sentido pelo acompanhamento do IEL Nacional aos estados, que o Programa causa um impacto extremamente positivo para as instituições de Ensino. Atualmente se procurarmos na Internet notícias da BITEC, vamos nos surpreender pela quantidade de informações, entrevistas, trabalhos sobre os atendimentos. Anexado a este relatório, enviamos uma série de reportagens sobre a BITEC e sua importância para alunos e professores, pelo seu caráter inovador, criativo e de resultados práticos para todos os envolvidos.
Ainda tivemos nestes últimos anos, um grande interesse das rádios, TVs e jornais do Brasil inteiro, o que consolida o Programa BITEC como uma experiência de sucesso

Melhoria do nível de qualificação da equipe técnica
Foram observadas que durante o Programa que os alunos e professores assimilaram questões importantes sobre o setor produtivo, melhorando o entendimento da Academia sobre os problemas e as oportunidades das empresas. Isso gera uma melhoria considerável na qualificação dos atores e uma melhor preparação para o mundo do trabalho e para a disseminação da cultura empreendedora no Brasil.

Absorção dos bolsistas DTI
Não existem indicadores claros sobre a absorção dos estudantes nas empresas, mas podemos afirmar que uns bons números de estudantes recebem propostas para continuar na empresa após as bolsas, inclusive para terminar os projetos, pois uma das maiores reclamações das empresas, professores e alunos se referem ao curto prazo (6 meses) de conclusão dos trabalhos. Estas reclamações são em maior número nos projetos de inovação, pois são projetos com um tempo maior de pesquisa, desenvolvimento e maturação das idéias.
Junto à BITEC o IEL desenvolve mais 2 programas de bolsas. Um é relacionado com a Gestão. A Bolsa de Gestão Empresarial, disponibilizou na versão piloto, 100 bolsas para 10 arranjos produtivos em 10 estados. O índice de contratação dos estudantes pelas empresas, bateu a casa dos 34%. Já as Bolsas de Apoio às Exportações, em parceria com a APEX, começa a ter altos índices de contratação dos bolsistas.
Para a mensuração destes indicadores é necessário criar um mecanismo de checagem para termos ao final da versão anual, o número correto de alunos aproveitados.
Finalmente atestamos que uma das características da Bolsa BITEC é a formação de ¨Agentes de Mudança¨. Estes jovens passam por uma experiência extremamente rica e por muitas vezes não aceitam ser contratados nas empresas, preferindo continuar suas vidas profissionais em outros ambientes ou na criação de negócios próprios.
Acompanhando a execução e a finalização das bolsas nos estados (tivemos a oportunidade de acompanhar em quase todos), percebemos a importância da ação e sempre recebemos palavras de incentivo para a sua continuidade.
Podemos afirmar que o Programa BITEC, atualmente, é um dos instrumentos mais famosos, expressivos e consolidados no ambiente de desenvolvimento tecnológico brasileiro.




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IEL Amazonas – Vagas de estágio

EDUCAÇÃO ARTÍSTICA/ARTES PLÁSTICAS- A partir 5º período. Valor da Bolsa R$ 525,00 + VT. Horário 08:30 às 14:30 horas.

ARQUITETURA E DESENHO INDUSTRIAL - 6º período com conhecimento em AUTOCAD. Valor da Bolsa R$ 700,00 + VT + VA+ ASSIST. MÉDICA. Horário 08:00 às 14:00 horas.

LICENCIATURA EM MÚSICA - 5º período. Valor da Bolsa R$ 525,00 + VT. Horário 14:00 às 20:00 horas.

DIREITO - 7º período que seja Bolsista do Prouni. Valor da Bolsa R$ 581,00 + VT . Horário 08:00 às 13:00 horas.

ADMINISTRAÇÃO EM MARKETING - 5º período com conhecimento em WEB DESIGN. Valor da Bolsa R$ 600,00 + VT . Horário 14:00 às 18:00 e aos sábados pela manhã de 08:00 as 12:00 horas.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO - 3º período . Valor da bolsa R$600,00+ VT. Horário 08:00 as 14:00 horas.

ADMINISTRAÇÃO EM LOGÍSTICA - A partir 4º período.

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO - A partir 4º período.

ADMINISTRAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS - A partir do 5º período.

DANÇA - A partir do 2º período.

DIREITO - A partir do 6º período.

EDUCAÇÃO FÍSICA - A partir do 3º período.

ENGENHARIA - A partir do 4º período.

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - A partir do 5º período.

ENGENHARIA CIVIL - A partir do 5º período.

LICENCIATURA EM MÚSICA - A partir do 2º período.

TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES - A partir do 1º módulo.

TÉCNICO EM MECÂNICA - A partir do 1º módulo.

TÉCNICO EM QUIMICA - A partir do 1º módulo.

TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO - A partir do 1º módulo.

Observações:
1) Caso o seu perfil esteja de acordo com alguma destas vagas acima, por gentileza, verifique se o seu cadastro está atualizado e compareça no IEL sede (Av. Joaquim Nabuco, nº 1919 – 2º andar – Prédio FIEAM), falar com a Supervisora de Estágio – Sra. Helena Sarkis.
2) Mantenha o seu cadastro atualizado, principalmente telefone / celular de contato.




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FIEAM anuncia construção do Barco Samaúma 2

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI/AM) construirá dentro de um ano mais um barco Samaúma para ampliar os serviços de educação profissional nos municípios do Estado. A construção da 2ª unidade móvel fluvial está orçada em R$ 9 milhões. A afirmação foi feita ontem pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM), Antonio Silva, ao participar da assinatura de renovação do convênio entre o SENAI e Petrobras. De acordo com o convênio, a Petrobras fica responsável pelo abastecimento de diesel para os deslocamentos do atual Barco Samaúma para os municípios amazonenses. O Samaúma atende em média seis municípios por ano com cursos de qualificação profissional. Para o presidente da FIEAM..., a parceria com a Petrobras é vital, porque o combustível fornecido pela empresa permite que o trabalho atinja as localidades mais distantes do Amazonas. Antonio Silva destacou o trabalho social realizado pelo Samaúma, que, além do conhecimento, leva cidadania às pessoas que, com o diploma conquistado, têm condições de inserção no mercado de trabalho ou de abrir o seu empreendimento. O Samaúma 2, destacou o presidente da FIEAM, será construído com recursos da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O novo barco vai permitir ao SENAI aumentar o atendimento para 12 municípios, com a manutenção da reconhecida qualidade de seus cursos. “O Samaúma 2 será construído com várias inovações tecnológicas com área para internet, tratamento sanitário e energia solar”, disse o presidente. O gerente geral da Unidade da Petrobras, no Amazonas, Luíz Ferradans Matto, aprovou os resultados da parceria e disse que o convênio com SENAI é um dos projetos da empresa em responsabilidade social. “A parceria existe há sete anos e pretendemos agregar nos valores nos próximos anos”. O Samaúma, segundo Matto, busca melhoria da qualidade de vida das pessoas e a contribuição para fixação do homem em sua localidade. O Barco Samaúna completou 30 anos em fevereiro. Para o diretor Regional do SENAI, Adercy Maruoka, ao longo desses anos, as parcerias têm sido fundamentais para o sucesso das atividades, possibilitando intensificar a proposta de levar educação profissional as comunidades carentes, além de promover a cidadania. O barco possui cinco salas de aula, seis oficinas, sete camarotes, cozinha, com refeitório, seis banheiros, depósitos, secretaria, sala de comando e atua com 15 profissionais. O Samaúma promove, entre outros, cursos de pedreiro, confeiteiro, mecânico de motor a diesel, marcenaria, informática básica e avançada, instalador hidráulico residencial, mecânico de motocicletas, educação alimentar (Cozinha Brasil), modista costureiro, qualidade no atendimento ao cliente, camareiro e garçom.




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Banco de Talentos do IEL – Vagas de estágios para o Acre

ADM - G. EMPRESARIAL 1
ADMINISTRAÇÃO 25
ADMINISTRAÇÃO - COMÉRCIO EXTERIOR 4
ADMINISTRAÇÃO - GESTÃO DE SIST. DE INF. 6
ADMINISTRAÇÃO – MARKETING 10
ADMINISTRAÇÃO EM MARKETING 4
ARQUITETURA E URBANISMO 6
ARTES VISUAIS 1
CIÊNCIAS CONTÁBEIS 21
CIÊNCIAS SOCIAIS 3
DANÇA 1
DESENHO INDUSTRIAL - PROGRAMAÇÃO 1
DIREITO 11
EDUCAÇÃO FÍSICA 10
ENFERMAGEM 5
ENGENHARIA CIVIL 8
ENGENHARIA FLORESTAL 5
ENSINO MÉDIO 3
HISTÓRIA 8
INFORMÁTICA 1
JORNALISMO 4
LETRAS 3
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Você conhece o Instituto Euvaldo Lodi, o IEL?

Criado pela Confederação Nacional da Indústria em 1969, o IEL iniciou suas atividades com uma proposta avançada para a época: aproximar os estudantes das linhas de montagem por meio de estágios supervisionados. Nos anos 1990, quando o Brasil abriu suas portas para a concorrência externa e a defasagem tecnológica da indústria brasileira ficou visível, o IEL começou a diversificar suas atividades. A partir daí, o contato permanente com experiências internacionais predominantemente européias levou o IEL a ser procurado por empresários que buscam o aperfeiçoamento da gestão de seus negócios, da inovação tecnológica e da modernização das práticas empresariais. Euvaldo Lodi foi um industrial competente e primeiro presidente da CNI, do Senai e do SESI. Desde então, o IEL tem tido um papel relevante nesta aproximação instituição de ensino e empresa.


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FIEAC sedia palestra do embaixador Luiz Felipe Lampreia

No último dia 14, o auditório da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) foi palco da palestra “Como a crise afeta o Brasil”, ministrada pelo embaixador Luiz Felipe Lampreia, que foi ministro das Relações Exteriores durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.
O evento aconteceu a partir das 18h, contando com a presença de autoridades e expoentes do setor produtivo privado e comercial do Estado. Lampreia é considerado um dos 100 melhores palestrantes do Brasil, segundo o site “Palestrantes” (www.palestrantes.org). Atualmente,.. ele assina um blog no site do jornal O Globo (http://oglobo.globo.com/blogs/lampreia/), que trata de questões de política internacional. De acordo com o presidente da FIEAC, João Francisco Salomão, a vinda do embaixador acontece num momento de grande preocupação frente ao cenário econômico atual. “Será uma boa, senão a melhor, oportunidade para os empresários da classe industrial do Estado entenderem o momento pelo qual passa a nossa economia – tanto nacional como local. Assim, poderão se precaver e se preparar para oportunidades”, alertou.
CURRÍCULO - Diplomata de carreira, Lampreia já assumiu postos de embaixador em Paramaribo (Suriname – de 1983 a 85), em Lisboa (Portugal – 1990 a 92) e em Genebra (Suíça – de 1993 a 94). No Brasil, atualmente, entre outras atribuições, é membro do Conselho Técnico da Confederação Nacional do Comércio (CNC), do Conselho de Políticas Econômicas da Associação Comercial do Rio de Janeiro, do Conselho Consultivo da Petrobrás Bolívia e sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.





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Paraná exporta menos produtos industrializados

Curitiba - As exportações paranaenses decresceram em valor agregado. De acordo com dados do relatório mensal do desempenho do comércio exterior paranaense, divulgado na última terça-feira (14/4) pelo Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) sobre o grau de elaboração dos produtos exportados, as vendas de produtos manufaturados para o exterior diminuíram 41,09% no comparativo entre o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período de 2008. Por outro lado, comparando-se os últimos 12 meses (abril de 2008 a março de 2009) contra os 12 meses imediatamente anteriores (abril de 2007 a março de 2008), o maior aumento se deu nas exportações de produtos básicos (26,36%), ressaltando o perfil do estado de exportador de matéria-prima...

Para o presidente da FIEP, Rodrigo da Rocha Loures, os números revelam que as consequências da crise internacional estão muito presentes na economia estadual e brasileira. "Em função do virtuoso crescimento ocorrido até o terceiro trimestre do ano passado, as conseqüências da crise demoraram a aparecer. Mas os números não deixam dúvidas sobre a intensidade do ajuste. Houve uma clara inflexão, uma mudança de sinal, na trajetória de expansão mundial que vinha nos favorecendo nos últimos anos", declarou ele.

Rocha Loures cobra uma ação mais vigorosa do governo para o restabelecimento do crédito para capital de giro e desoneração tributária dos investimentos e exportações. "Estes são pontos centrais de uma estratégia de enfrentamento da crise. São variáveis que estão sob controle de nossas autoridades", destacou. "Temos vivido de respostas pontuais que não impactam a economia de forma transversal, como seria desejável. Precisamos de uma atuação sistêmica e mais agilidade do governo. A agenda anticrise é também uma agenda de preparação para o futuro", afirmou ele.

“A retração nas exportações de manufaturados é reflexo direto da crise”, afirmou o economista da FIEP, Roberto Zurcher. “O mercado mundial está retraído e os primeiros produtos atingidos são os que exigem maior grau de processamento, especialmente os bens duráveis que são os primeiros que as pessoas deixam de comprar”, comentou, acrescentando que isso para a indústria é muito ruim. “A indústria é o setor da economia mais afetado pela crise”, disse.

Alguns dos gêneros que registraram as maiores quedas no período foram Petróleo e Derivados (-64,92%); Veículos automotores (-51,70%); Madeira (-49,11%); Papel e celulose (-35,03%).

Conforme os dados divulgados no último dia 6 de abril pela FIEP, as exportações paranaenses caíram, no total, 29,06% no primeiro trimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2008, apesar da alta de 43,44% no comparativo com fevereiro deste ano. Em relação a março de 2008, também foi registrada queda nas vendas para o exterior, de 22,36%. Trata-se do pior resultado trimestral desde os primeiros três meses de 2006.

O Complexo Soja manteve, no primeiro trimestre do ano, a liderança na participação da pauta de exportações da indústria paranaense. Apesar de registrar uma variação negativa de 24,72% no valor exportado no comparativo do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, o grupo de produtos ainda é o primeiro da pauta paranaense, responsável por 23,65% das vendas para o exterior.

Na segunda colocação permanece o grupo de Carnes, com 15,92% da pauta de exportações. Em seguida, Material de Transportes, com 14,95% de participação. Os três grupos, aliado ao grupo de Madeira (6% de participação), são responsáveis por 60,5% das exportações totais das empresas paranaenses. Desses, somente o Complexo Soja apresenta sinais de recuperação nas exportações nos primeiros meses do ano, com os demais apresentando tendências de queda.

Dentre os 15 principais grupos de produtos exportados pela indústria do Paraná, apenas dois apresentaram aumento em relação ao primeiro trimestre de 2008: Açúcares e Produtos de Confeitaria, que cresceu 70,76% e passou a ocupar o quarto lugar na pauta de exportações (6,21% de participação), e Cereais, que aumentou em 23,33% suas exportações, ocupando a quinta colocação na pauta de exportações, com 5,53% de participação.

A pauta de importações também sofreu alterações significativas nos primeiros três meses do ano. Dois dos três grupos de produtos mais importados pelas empresas paranaenses registraram diminuição no volume de compras: Produtos Químicos (18,98% de participação) reduziu em 44,70% as importações e Petróleo e Derivados (13,08% de participação) diminuiu em 55,70% seu volume de compras. Nas importações por categoria de uso, março registrou um aumento significativo de compras de máquinas de elevado valor, o que fez com que a importação de bens de capital aumentasse em 2.462,69% em relação a fevereiro. No comparativo entre os primeiros trimestres de 2009 com 2008, entretanto, a importação desse gênero de categoria de uso diminuiu 4,46%. No total, o Paraná reduziu suas importações em 34,21% no comparativo entre os primeiros três meses de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: FIEP




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Mercosul avança em negociações

Para a CNI, o Mercosul é uma das prioridades da política comercial brasileira. Nesse sentido, a CNI desenvolve um trabalho focado na consolidação da área de livre comércio no Mercosul e no acompanhamento da agenda externa do bloco.
Além de ser o terceiro principal parceiro comercial do Brasil, responsável por 10,3% do comércio exterior realizado pelo País, o Mercosul é também um grande importador de produtos industriais brasileiros. A Argentina, um dos membros do Mercosul, é responsável por mais de 45% das exportações de manufaturados do Brasil para os países da América do Sul. União aduaneira - Criada em 1991 com a assinatura do Tratado de Assunção, a união aduaneira entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai enfrenta desafios importantes. Os países-membros resistem em adotar regras comuns, na maioria das vezes percebidas como restrições a sua autonomia regulatória, e têm dificuldades em cumprir as regras já acordadas. Além disso, as demandas de tratamento das chamadas “assimetrias”, geram um quadro de exceções em relação aos compromissos da integração comercial. Expansão do Mercosul - A CNI também monitora a questão da expansão do Mercosul. Sobre o atual processo de adesão da Venezuela como membro pleno do bloco, a CNI destaca a importância desse país aderir de forma transparente aos compromissos que regem o comércio entre os quatro membros do bloco econômico. Para tratar dessas e outras questões sobre a integração do MERCOSUL, a CNI acompanha as negociações entre os governos do bloco, modera as discussões no âmbito da CEB e representa a indústria brasileira no Foro Consultivo Econômico e Social (FCES) do Mercosul.
fonte: CNI




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