14 de mar de 2009

RESUMO DA SEMANA DE 09 A 13 DE MARÇO DE 2009

Dia 09

TV AMAZONAS - Depois de cumprir, no fim de semana, compromissos políticos em cidades do interior do Estado, Arthur Virgílio voltou a Manaus e, hoje de manhã, esteve na sede da TV Amazonas com o seu diretor-presidente, Phelippe Daou. Trocaram idéias sobre assuntos políticos e econômicos e também sobre o projeto de lei do senador que unifica o horário em todo o País. Essa é uma reivindicação de ao menos boa parte da população amazônica, que não se conforma em ver na TV, por exemplo, jogos de futebol ou outros fatos uma hora depois de quase todo o País.

Dia 10

GABINETE DE CRISE ACIMA DE PARTIDOS - A criação de um gabinete de crise, a exemplo do que fez o presidente Fernando Henrique na época da crise no setor elétrico, foi sugerida, hoje, ao presidente da República, por Arthur Virgílio, em discurso pronunciado da tribuna do Senado.
Pouco antes, ele próprio e o presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra (PE), já haviam feito essa mesma proposta, em entrevista que concederam à imprensa, no Senado, para falar da acentuada queda na taxa do PIB referente ao quarto trimestre de 2008 - de 3,6% negativos, a maior desde 1996.
"É hora - disse Arthur Virgílio, em plenário - de um gabinete de crise que envolva as lideranças responsáveis deste País, sem se olhar a que partido pertençam. O PSDB está às ordens para um diálogo que possa minorar o sofrimento do povo brasileiro."
Como já haviam assinalado na entrevista, o líder tucano acrescentou ser preciso, porém, que, primeiro, o presidente Lula admita o caráter drástico da crise. "Ele precisa admiti-la com todas as letras", prosseguiu. "É uma crise que não vai ser resolvida no próximo semestre. Ela durará os quase dois anos que faltam ao presidente Lula e entrará pelos primeiros dois anos do próximo presidente. Não na mesma intensidade, se Deus quiser."
"Há três razões para a crise no Brasil", ressaltou Arthur Virgílio, acrescentando: "Uma delas alheia à vontade do governo: o fato de países compradores dos produtos que o Brasil fabrica estarem em retração, como é o caso da China, e outros em recessão, como os Estados Unidos. O mundo está comprando menos e o Brasil, obviamente, está vendendo menos."
As outras duas, porém, a seu ver, são culpa do governo. O investimento desabou, e por culpa dos gastos correntes demasiados. O consumo das famílias igualmente despencou. O Governo gastou demais na hora da bonança. Fez o papel da cigarra, não o da formiga. E agora muita gente poderá ficar sem teto, no País, exatamente como na fábula."

SOBRE A LIBERAÇÃO DOS R$ 100 BILHÕES - A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou, hoje, requerimento para que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a ela compareçam para esclarecer a liberação de R$ 100 bilhões do Tesouro Nacional para a ampliação da capacidade de empréstimos do BNDES, e a destinação de R$ 20 bilhões para a Petrobras e o seu plano de negócios para o período de 2009 a 2013.
O requerimento fora apresentado, no início do mês passado, por Arthur Virgílio e pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Eles assinalaram tratar-se do maior volume de recursos já postos à disposição do BNDES. "Há necessidade, portanto - disse o líder - de que essa questão seja tratada com transparência, para se saber quais serão os critérios adotados pelo BNDES para definir a alocação desses recursos e qual o custo fiscal para o País, uma vez que o Tesouro vai se endividar a custo mais alto do que o que receberá do Banco."

ÍNDIOS ALICIADOS POR TRAFICANTES NA AMAZÔNIA? - A Fundação Nacional do Índio (Funai) tem conhecimento de que traficantes internacionais de drogas estariam aliciando indígenas brasileiros para levarem drogas para os grandes centros consumidores? Essa é uma das perguntas que Arthur Virgílio está encaminhando ao Ministério da Justiça, por meio da Mesa do Senado. Ele faz ainda outras duas: A Funai tem levantamentos sobre o consumo de drogas pelos indígenas? Que providências estão sendo tomadas para evitar essa situação?
O senador justifica a iniciativa com a citação de matéria intitulada "Tráfico alicia índios, afirma ONG". Publicada na edição do dia 16 de fevereiro do Diário do Amazonas, ela mostra que traficantes internacionais que atuam nas áreas de fronteira do Brasil com a Bolívia, Peru e Colômbia estão pressionando para que indígenas brasileiros dessa área trabalhem como "mulas" para levar drogas aos grandes centros consumidores.

EXPLICAÇÃO PARA "SORTE GRANDE" DE EMPRESA - Arthur Virgílio quer informações sobre o que a imprensa classificou de "sorte grande", referindo-se a contrato do Ministério das Cidades com a empresa Dialog Comunicação e Eventos. Segundo a noticia, com apenas cinco anos de existência a empresa faturou R$ 33 milhões.
No requerimento que o senador encaminhou à Mesa do Senado, para ser mandado ao ministro das Cidades, o senador faz várias perguntas para saber quantos contratos ou convênios foram assinados com a empresa, seus valores e qual foi a modalidade de licitação.

LUCIANO CORREA - Arthur Virgílio requereu, hoje, Voto de Aplauso do Senado para o judoca Luciano Correa, por haver conquistado Medalha de Prata na etapa de Budapeste da Copa do Mundo de Judô. "Foi a primeira Medalha de Prata da equipe principal do Brasil neste ano de 2009", assinalou, acrescentando que Luciano, na última luta, empatou no tempo normal com o cubano Oreidis Despaigne, mas perdeu no golden score.

THOMAZ BELLUCCI - Um Voto de Aplauso do Senado ao tenista brasileiro Thomaz Bellucci foi hoje requerido por Arthur Virgílio, por ter conquistado o vice-campeonato no recente "Brasil Open", realizado na Costa do Sauípe, Bahia. Além de ter subido várias posições no ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), ele se passou a ser um dos brasileiros finalistas da competição, ao lado de Gustavo Kuerten (campeão em 2002 e 2004) e Fernando Meligeni (finalista em 2001).

APLAUSO À SUFRAMA - Um Voto de Aplauso à Suframa foi requerido, hoje, no Senado, por Arthur Virgílio, a propósito da passagem do 42º aniversário de sua criação. "São mais de quatro décadas de um modelo de desenvolvimento regional consolidado e fundamental para os Estados da Amazônia Ocidental", salientou.

Dia 11

PSDB APROVA CRÉDITO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL - O PSDB votou, hoje, no Senado, a favor da Medida Provisória 445, por entender que ela é meritória nesta fase de crise, pois destina mais recursos para o capital de giro destinado ao setor da construção civil.
Ao encaminhar a votação, Arthur Virgílio disse que a MP dispensa a Caixa Econômica Federal de recolher juros e dividendos, passando a União a compartilhar de até 35% do risco das operações no setor.
"Com isso - acrescentou - garante-se a continuidade de numerosos projetos habitacionais em execução e que poderiam sofrer descontinuidade devido à escassez de crédito no mercado, com o conseqüente descumprimento de contratos de compra e venda e prejuízo de compradores."

"A MP - notou ainda - pode ser de grande importância para a manutenção do nível de atividade econômica e emprego no setor da construção civil." Além disso, ela recebeu emendas, na Câmara, de forma a permitir a renegociação de financiamentos habitacionais. E, no Senado, o relator, Romero Jucá, apresentou emendas para possibilitar a renegociação de dívidas rurais, de forma a atender a produtores de cacau, café e frutas, bem como criadores de camarões e o setor sucroalcooleiro.

NA FRENTE PARLAMENTAR COOPERATIVISTA - Arthur Virgílio anunciou, hoje, em plenário, ter passado a integrar a Frente Parlamentar Cooperativista. Ele participou de café da manhã, no Centro de Convenções de Brasília, para o lançamento da Agenda Legislativa do Cooperativismo 2009 e eleição e posse da Diretoria da Frente Parlamentar e da Organização das Cooperativas Brasileiras.
O senador comunicou que o deputado Zona (PP-SC) foi eleito presidente da Frente e a deputada Rebecca Garcia (PP-AM), única representante da Região Norte, subsecretária-geral. E Márcio Lopes Freitas foi reeleito presidente da Organização das Cooperativas.

Dia 12

MAIS LUGARES PARA MULHERES NA POLÍTICA - Arthur Virgílio pediu à sua assessoria para preparar proposição que assegure maior participação da mulher nas casas legislativas e nos executivos nas três esferas de governo: União, unidades da Federação e municípios.
"As mulheres, no Brasil, são maioria no eleitorado, com expressivos 51,7%", assinalou o senador. "Mas apenas no eleitorado. Nas Câmaras Municipais, nas Assembléias Legislativas, nos Governos estaduais e nas Prefeituras, os percentuais mal chegam a 10%. Mesmo no Senado, onde o índice é de 13,58%, ainda é muito reduzido."
O senador acrescentou que no seu Estado, o Amazonas, a situação não é diferente. Na Assembléia Legislativa, as mulheres representam 11,30%; na Câmara Municipal de Manaus o percentual é um pouco maior (15,79%), mas também pequeno, como ocorre em outras partes do mundo.
Arthur Virgílio acredita que a reduzida presença da mulher nas estruturas de poder se deve principalmente à inexistência de estímulos nos partidos políticos. "Se, para a composição das chapas de candidatos houvesse preocupação para se alcançar paridade, não há dúvida de que as mulheres responderiam positivamente", frisou.
Essa, acrescentou, é também a opinião da presidente da Associação das Donas de Casa do Amazonas, Neuda Maria de Lima. Ela nota haver descompasso entre a agenda dos movimentos sociais dos direitos da mulher e a ação parlamentar.

PARINTINS E SALÃO DE TURISMO - Arthur Virgílio registrou, no Senado, que ao "participar com brilhantismo" do 2º Salão de Turismo do Amazonas, recentemente realizado na cidade de Rio Preto da Eva, o município de Parintins foi escolhido para sediar o próximo Salão. "A coordenadora de Turismo, Karla Garcia - assinalou - já começou a preparar a cidade para a festa, que incluirá apresentação dos famosos grupos folclóricos dos "bois" Caprichoso e Garantido."

BENJAMIN BRANDÃO - Foi encaminhado aos Anais do Senado, por iniciativa de Arthur Virgílio, o livreto do professor Clynio de Araújo Brandão sobre perseguição política, sob o regime militar, sofrida por seu pai, o magistrado e professor Benjamin Magalhães Brandão, que faleceu em 1988. O livro narra que o então governador Arthur Reis fez abrir inquérito policial-militar e, não obstante nada ter sido comprovado, compeliu o magistrado a se aposentar e a afastar-se da UFAM.

JÚLIO LIRA NETO - O líder tucano Arthur Virgílio requereu Voto de Pesar do Senado pelo falecimento, no mês passado, do líder comunitário Júlio Lira Neto, sindicalista, militante do PSDB e ex-secretário da Prefeitura de Presidente Figueiredo. Assinalou que Júlio foi defensor dos ruralistas. Viveu 17 anos na área do Puraquequara, liderando o assentamento de 700 famílias de trabalhadores agrícolas.

Dia 13

HIDROAVIÕES PARA A AMAZÔNIA - Para Arthur Virgílio, mereceria ao menos amplo debate a idéia que lhe foi transmitida por uma moradora do seu Estado, Louise Ferreira: a da utilização de hidroaviões pela aviação comercial na Amazônia.
No e-mail que remeteu ao senador, Louise Ferreira menciona o recente desastre com um avião Bandeirantes, que matou 24 pessoas no Amazonas, e acrescenta: "É um contra senso, Sr. senador, que numa região como a nossa, com vastas extensões de água, não exista uma aeronave de carga ou passageiros capaz de operar na água (hidroavião)."
O senador notou que ela apresenta até argumento de ordem ambiental ao dizer que o hidroavião é meio de transporte ecologicamente correto, pois não requer a destruição de floretas para a construção de aeroportos. "As pistas são os rios", enfatiza.
Ela diz ainda que hidroaviões poderiam atender a número muito maior de cidades, pois boa parte delas não conta com aeroportos, mas se localiza às margens de rios. E sugere forma para concretizar sua sugestão: a abertura de linha de crédito do BNDES para a Embraer construir os hidroaviões.
Arthur Virgílio considerou bem fundamentada a idéia e acha que deveria ser discutida em conjunto por representantes do Ministério da Defesa, da Infraero, da Agência Nacional de Aviação Civil e das empresas de navegação aérea.

APLAUSO A PESSOAS E INSTITUIÇÕES DO AMAZONAS - Arthur Virgílio encaminhou à Mesa do Senado requerimentos de Voto de Aplauso a:
Maria Amélia Costeira de Figueiredo, Carmélia Derzi e Neuza Brandão, a primeira com quase 90 anos de idade e as outras duas com 85, por terem sido homenageadas pelo jornal A Crítica, a propósito do Dia Internacional da Mulher. O senador elogiou-as pela longevidade com saúde e pela família que constituíram.
Juíza Encarnação das Graças Sampaio, por sua ascensão ao cargo de Desembargadora do Tribunal de Justiça do Amazonas. Assinalou que, formada pela Universidade Federal do Amazonas, ela ingressou na magistratura, por concurso, em 1974. "É o coroamento de brilhante carreira", completou.
Nelson Aniceto Fonseca Rodrigues, por ter assumido a Presidência do Conselho Regional de Administração do Amazonas. Elogiou o discurso de posse, no qual Nelson anunciou como meta de sua gestão o combate ao exercício ilegal na área de atuação privativa de administradores.
Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cefet-AM), pela criação de cursos de capacitação para pessoas portadoras de deficiências físicas, auditivas e visuais. "São 290 vagas e os cursos oferecidos são de inglês, libras básicas, educação de trânsito e auxiliar de instrutor de química", disse.
Fundação Alfredo da Matta, de Manaus, pela realização de cursos técnicos, pesquisas e treinamento em eletromiografia e eletroneuromiografia no Hospital Adriano Jorge e PAM Codajás, visando a aperfeiçoar o tratamento da hanseníase.



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Mercado e gestão são discutidos na Feinco

Mercado e gestão foram os temas abordados nas palestras do IV Congresso Internacional Feinco na manhã de quinta, 12, no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo.
A diretora da Estância Celeiro, um frigorífico de Rondonópolis(MT), falou sobre a importância da interação entre frigoríficos e produtores para o desenvolvimento da ovinocultura no Estado de Mato Grosso. Ela abordou a criação de estratégias para o fomento da cadeia produtiva a fim de que os criadores produzam com a qualidade necessária. "Temos que produzir o que o mercado quer", afirmou. O frigorífico assinou um protocolo de intenções com o governo do Estado de Mato Grosso, que considera a Estância Celeiro como uma empresa âncora para o desenvolvimento da atividade no Estado.

Visão do varejo foi o tema abordado pelo gerente de marketing do Supermercado Andorinha, Murilo Gouveia, que pontuou três itens a serem observados pelos produtores para atender ao mercado. O primeiro deles é a padronização, com abate de animais jovens e com boa cobertura de carcaça. "O consumidor quer o mesmo produto sempre, com o mesmo padrão e o mesmo sabor".

Outro aspecto é o preço, que segundo Gouveia deve ser reformulado. "O valor percebido pelo cliente tem que ser superior ao preço do bovino". Finalmente, o palestrante questionou a definição do público alvo para a carne ovina. "Queremos que a carne ovina seja um produto gourmet, somente para apreciadores ou queremos torná-lo acessível, a exemplo do que aconteceu com a carne suína?", questionou.

O supermercado Andorinha comercializa apenas paleta e pernil congelados para o público das classes C e D. "Ainda não encontramos um fornecedor para carne resfriada com a qualidade necessária", afirmou. Diariamente a empresa vende 7,27 quilos e 2,6 toneladas por ano. "Em dezembro vendemos 13 quilos por dia, mas já passamos dois meses sem comercializar o produto por falta de carne de qualidade".

O produtor Luiz Lisboa falou de sua experiência na criação comercial de ovinos e da pressão para produzir com qualidade, preços competitivos e custos reduzidos. 'Hoje existem vantagens e desvantagens na criação de pequenos ruminantes. Entre as vantagens destacou o retorno do investimento em um tempo menor que na bovinocultura. "As principais desvantagens são o fato de as ovelhas precisarem de cuidados especiais e serem mais exigentes com a alimentação, além da dificuldade de obter mão de obra qualificada", afirmou Lisboa. Mas o produtor ainda vê vantagens na produção de ovinos e apresentou dados em que afirma que a receita bruta na ovinocultura é o dobro da obtida na criação de bovinos.

Cadeia do Cordeiro na Grã-Bretanha O representante da Associação dos Criadores de Texel no Reino Unido, John Yates, falou durante o Congresso sobre a organização da cadeia do cordeiro na Grã-Bretanha. Ele explicou que a indústria ovina é tradicional e que subsídios do governo fizeram aumentar, nos últimos anos, as áreas onde são produzidos ovinos. "Norte da Inglaterra, Irlanda e Gales são as áreas de maior densidade", afirmou. Em toda a Grã-Bretanha existem 255 abatedouros, onde são abatidos 100 mil ovinos por ano e o consumo per capta é de 6,3 quilos anuais. A maior parte do rebanho (40%) é de animais da raça British Texel. Durante dois ou três meses no ano, o mercado é abastecido pela carne importada por questões de sazonalidade na produção. Yates afirma que as instituições atuam para transferir tecnologias para os produtores e fomentar o aumento do consumo por meio de campanhas educativas e informativas."Um percentual do valor de cada animal abatido vai para uma das instituições que realizam este trabalho", explicou.





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Esforço concentrado para promover a produção brasileira de orgânicos

O Organics Brasil foi fundado em 2005 a partir da iniciativa conjunta da Apex-Brasil, do IPD e da FIEP, com o objetivo de unificar as estratégias do setor e promover as exportações brasileiras de produtos orgânicos. No segundo semestre de 2008 são mais de 60 associados que ultilizam o Organics Brasil como um canal de acesso ao mercado internacional.

O Organics Brasil participa das principais feiras internacionais de produtos orgânicos que acontecem no mundo, através de um estande especialmente identificado. Dessa forma, os associados contam com um espaço para apresentação de seus produtos e podem efetuar contatos pessoais com os compradores internacionais. Trata-se de um mecanismo prático e eficiente para estreitar os relacionamentos de negócios no crescente mercado mundial de produtos orgânicos.

O Organics Brasil edita um catálogo oficial com as empresas e produtores associados, detalhando a variada oferta brasileira de produtos orgânicos. Este catálogo, somado ao portal Organics Brasil na Internet, apresenta-se como um recurso valioso para a promoção de negócios; e tem sido consultado por todos os compradores internacionais que buscam boas oportunidades no mercado de orgânicos.



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Argentina e Brasil vão buscar acordos setoriais

A Argentina apresentou ontem uma lista de cerca de 15 setores industriais que demandam proteção contra as exportações brasileiras. Em reunião realizada em Buenos Aires, os dois países decidiram que as desavenças comerciais serão solucionadas pelo setor privado, mediante acordos sobre volumes e preços dos produtos a serem exportados para ambos os mercados. Cada setor terá um tipo de negociação porque os setores são diferentes e os produtos também. Alguns poderão ter cotas e outros, preços mínimos, explicou o secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, após a reunião para discutir os atritos no comércio bilateral.

O clima da reunião entre os representantes dos dois países foi bem mais ameno do que o da reunião anterior, realizada no mês passado em Brasília. O secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, e o de Relações Econômicas Internacionais da chancelaria argentina, Alfredo Chiaradía, classificaram a reunião de frutífera e muito harmônica.

A Argentina é a nossa principal aliança estratégica e temos interesse essencial na prosperidade dos dois países, disse Pinheiro Guimarães. A crise econômica mundial tem uma dimensão enorme, talvez a maior da história, e o desafio do Brasil e da Argentina é o de tomar a crise como oportunidade para aprofundar a integração. Para Chiaradía, as posições mais radicais expostas anteriormente fazem parte da negociação. Não existem posições irreconciliáveis. Sempre que existe a intenção de encontrar soluções para os problemas, há margem de retrocesso para se chegar a um ponto de convergência.

Segundo Ivan Ramalho, os problemas que surgirem nas negociações setoriais serão levados para uma comissão bilateral de monitoramento, que deve começar a se reunir na próxima semana em São Paulo, com a visita que a presidente argentina Cristina Kirchner fará à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nos próximos dias 19 e 20.

Ramalho disse ter conversado com representantes de pelo menos nove dos setores que serão afetados e que todos estão dispostos a negociar. Entre as entidades dispostas a negociar uma autolimitação de exportações estão a Anfavea (automotivo), Abit (têxteis), Abimaq (máquinas e equipamentos), Abicalçados, Abrinq (brinquedos), Anip (pneus), Bracelpa (papel e celulose), Abimóveis e o setor de malas e artefatos de couros. Na lista argentina constam ainda eletrodomésticos, motocicletas, implementos agrícolas e ferramentas manuais.

Ramalho informou ainda que os empresários brasileiros dos setores de farinha de trigo, leite, vinho e aerossol querem fazer um acordo para que os argentinos também coloquem limite em suas vendas para o Brasil. FRASE
A crise econômica mundial tem uma dimensão enorme, talvez a maior da história, e o desafio do Brasil e da Argentina é o de tomar a crise como oportunidade para aprofundar a integração



Fonte: O Estado de São Paulo







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Indicado por Obama critica Brasil nos EUA

O indicado por Barack Obama para suceder Susan Schwab no comando do USTr (uma espécie de Ministério do Comércio Exterior), Ron Kirk, fez críticas ao Brasil às vésperas do encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o colega norte-americano.

Na sabatina a que foi submetido pela Comissão de Finanças do Senado dos EUA, Kirk, que foi prefeito de Dallas, disse que o Brasil, além da Rússia, da China e da Índia, não pode reclamar do Buy American (compre produtos americanos, em tradução livre) porque adota políticas semelhantes.

China, Rússia, Brasil e Índia mantêm políticas Buy National que restringem significativamente a participação das empresas dos EUA nas suas aquisições. Os Estados Unidos não têm obrigação de deixar nenhum país participar nas compras governamentais a não ser que esse país tenha concordado em permitir acesso recíproco e justo para os fornecedores americanos nas aquisições deles, disse Kirk aos senadores.

No final de fevereiro, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, reclamou de emenda protecionista para sua colega americana, a secretária de Estado Hil- lary Clinton. Eu disse que é preciso que nós encontremos uma maneira de defendermos o emprego nos nossos países sem criarmos problema de emprego para os outros países, porque, se não, o problema volta para nós.

O Buy American é a medida do pacote de US$ 787 bilhões aprovado no mês passado para estimular a economia do país que exige que todas as suas obras usem aço, ferro e itens manufaturados dos EUA ou de parceiros em tratados comerciais, o que exclui os quatro emergentes. A única exceção é se o custo da obra encarecer mais de 25% devido ao uso de produtos norte-americanos.

Kirk disse ainda que o sucesso da Rodada Doha, de liberalização do comércio global, depende se mercados emergentes importantes como o Brasil, a China e a Índia vão se comprometer a abrir mais seus mercados. A rodada começou em 2001 e está travada depois dos fracassos das negociações no ano passado. O ex-prefeito de Dallas foi aprovado ontem pela comissão do Senado, mas ainda precisa ser referendado por toda a Casa para assumir o USTr.

Fonte: Folha de São Paulo



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MIssão Empresarial à feira Cosmoprof 2009





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Encontro Empresarial Brasil - Bolívia





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Rodada de Negócios Brasil - Argentina







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Seminário Texas: seu parceiro de negócios nos EUA

Data: 19 de março de 2009
Local: FIESP - Av. Paulista, 1313, 4º andar.

Informações:

Área de Relações Internacionais
Franco Frugiuele
Tel: (11) 3549-4285

Área de Promoção Comercial
Ana Helena de Almeida
Tel: (11) 3549-4360



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Embraer nomeia Grupo Al Saif como representante de vendas

O grupo, com sede em Riad, vai comercializar todo o portfólio de jatos executivos da empresa brasileira na Arábia Saudita.
Da redação
São Paulo - A Embraer nomeou o Grupo Al Saif, com sede em Riad, capital da Arábia Saudita, como representante de vendas autorizado no país árabe. O grupo vai comercializar a linha completa de produtos Embraer para aviação executiva.

O portfólio de jatos executivos da Embraer é composto por seis aeronaves: Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 600 e Lineage 1000, das categorias entry level, light, midlight, midsize, super midsize e ultra-large, respectivamente. Essas aeronaves têm tamanhos de cabine e alcances que atendem as mais diversas demandas, permitindo maior produtividade no trabalho e oferecendo, com conforto e privacidade, melhor aproveitamento do tempo despendido com viagens.

Colin Steven, diretor de marketing e vendas da Embraer para a Europa, África e Oriente Médio, deu as boas-vindas ao Grupo Al Saif, em nota divulgada pela companhia.“Nosso compromisso é trabalhar conjuntamente para continuar atendendo os clientes dessa região com um portfólio completo de jatos executivos, oferecendo inovação, conforto, alto desempenho e requinte”, afirmou Steven.

“Nossas parcerias com empresas mundialmente reconhecidas demonstram a credibilidade do nosso Grupo”, disse Khalifa Abdulmohsin Al Saif, Presidente do Conselho de Administração do Grupo Al Saif. “É uma honra encontrar na Embraer os valores e a busca da excelência que desejamos em uma parceria de negócios. Os jatos executivos da Embraer nos ajudarão a manter nosso crescimento sustentável.”

Sobre o grupo

O Grupo Al Saif foi fundado por Khalifa Abdulmohsin Al Saif, em 1985. O portfólio bem administrado é composto por dez empresas, todas registradas na Arábia Saudita, e abrange dez divisões, que atuam nos setores imobiliário, de investimentos, comunicação, vigilância, assistência médica e suprimentos médicos, automóveis, equipamentos pesados, militar e segurança.

Os investimentos do grupo concentram-se nos mercados emergentes, iniciativas inovadoras e empresas em expansão, tornando-o uma das principais organizações no mundo dos negócios.




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Inscrições para fórum de negócios vão até dia 15

Encontro empresarial vai ocorrer paralelamente à 2ª Cúpula América do Sul-Países Árabes, no Catar. Ele será voltado a setores como agronegócio, turismo, engenharia e construção, energia, entre outros.
Alexandre Rocha alexandre.rocha@anba.com.br
São Paulo – Estão abertas as inscrições para o fórum empresarial que vai ocorrer paralelamente à 2ª Cúpula América do Sul Países Árabes (Aspa), em Doha, no Catar. O encontro de negócios será realizado nos dias 29 e 30 deste mês e a reunião de chefes de estado e de governo nos dias 31 março e 01 de abril. O objetivo é aproveitar o impulso do evento diplomático para colocar frente a frente empresários dos 34 países dos dois blocos, sendo 22 árabes e 12 sul-americanos.

De acordo com o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, que acaba de voltar de viagem a Doha, onde participou de uma reunião preparatória do fórum, será realizado um seminário sobre as economias das duas regiões, com a apresentação de oportunidades de negócios, investimentos e casos de sucesso de empresas sul-americanas no mundo árabe e vice-versa.

Vão ocorrer também rodadas de negócios. Os setores selecionados para os encontros são os de agronegócio, alimentos, turismo, infraestrutura, imóveis, softwares, energias alternativas (exceto etanol), engenharia e materiais de construção. “Os setores foram escolhidos de acordo com as perspectivas de ambos os lados”, disse Alaby.

A organização do evento está a cargo da Associação dos Empresários do Catar (QBA, na sigla em inglês). No caso da América do Sul, os organizadores querem atrair 10 empresários de cada país e se comprometem a pagar as despesas de estadia e traslados. Até o último final de semana, 38 empresas árabes já haviam se inscrito para participar do fórum.

As inscrições devem ser feitas até o dia 15 junto à QBA. O formulário de inscrição deve ser baixado no site da instituição, preenchido e enviado por fax.

Na ocasião da primeira Cúpula Aspa, que ocorreu no Brasil em 2005, um fórum de negócios semelhante reuniu cerca de 500 empresários de diferentes áreas. A organização foi da Câmara Árabe Brasileira.

Mais informações e inscrições

Qatari Businessmen Association
Com Amal Shehab (em inglês)
Tel: +974 435-3120
Fax: +974 435-3934 ou 435-3847
E-mail: amal@qataribusinessmen.org




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Encontro abordou aspectos tributários atuais

Com um público composto por executivos e funcionários das empresas associadas à Câmara e expositores, especialistas pertencentes aos escritórios de advocacia e firmas de consultoria também filiados à entidade, a Comissão Jurídica realizou a sua reunião mensal no dia 12 de março, na sede social, com início às 16h. O encontro teve por finalidade esclarecer dúvidas, receber orientações, buscar algo prático, aplicável como ferramenta na vida diária das empresas.

Eis os temas e respectivos palestrantes:

1. "Regime Tributário de Transição (RTT)" .
Marcelo Natale Rodriguez e Roberto Hideki Kochiyama
. Respectivamente, sócio e gerente de Consultoria Tributária de Deloitte Touche Tohmatsu .

2. "Preços de Transferência: documentação suporte do método CPL – abordagem das Autoridades Fiscais -
Método PRL60% (IN SRF 32/01) - Cálculo pela matéria prima individual e matéria-prima total" .
Edson José da Costa
. Gerente do Departamento de Impostos (TAX) de KPMG .

3. "Os impactos da MP 449 (sem entrar na questão do RTT) .
Tiago Moreira Vieira Rocha
. Advogado do Departamento Tributário de Pinheiro Neto Advogados .

4. "Obrigação tributária acessória" .
Noriaki Nelson Suguimoto
. Sócio, consultor jurídico e empresarial de Saeki Advogados .



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Câmara fez Assembléia Geral

A Câmara realizou sua 59ª Assembléia Geral Ordinária, que aconteceu no dia 13 de março, das 12h às 12h15, em São Paulo. Na assembléia os associados aprovaram o relatório anual e balanço de 2008 e plano de atividades e orçamentário de 2009.

Antes da assembléia, no mesmo local, das 11h40 às 11h55 foi realizada a reunião ordinária do Conselho Diretor, que aprovou o relatório anual e balanço de 2008; plano de atividades e orçamentário de 2009 e fusão e extinção das Comissões.

Após a assembléia, ainda no mesmo local, das 12h15 às 14h, ocorreu a confraternização dos associados da Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil.





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Encontro Econômico - AHK

Vitória, 30 de agosto a 01 de setembro 2009

Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2009 que engloba o XXVII Encontro Empresarial e a XXXVI Reunião da Comissão Brasil-Alemanha de Cooperação Econômica, será realizado de 30 de agosto a 1 de setembro de 2009 em Vitória no Estado do Espírito Santo.

Ao longo do tempo, o Encontro Econômico Brasil-Alemanha tornou-se o mais importante evento bilateral na área econômica. Assim sendo, ele oferece uma plataforma ideal para ampliar as relações comerciais entre os dois países e fazer novos contatos.

Sugerimos reservarem esta data em sua agenda. Caso sua matriz esteja sediada na Alemanha, solicitamos que esta também seja informada do evento.

Assim que maiores detalhes do programa estiverem definidos, a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, participante ativa na organização do Encontro Econômico, voltará a informá-lo a respeito.

Esperamos poder cumprimentá-lo na ocasião do Encontro Econômico 2009 em Vitória



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Intermodal receberá CCBC pela primeira vez

Pela primeira vez, a Câmara de Comércio Brasil-Canadá participará da Intermodal South America, a mais importante feira da América Latina voltada ao comércio exterior, logística e transporte mundial. A 15ª edição do evento acontece entre os dias 14 e 16 de abril, das 13h às 21h, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.



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CCBC organiza missão comercial para a SIAL Montreal

Empresas da área de alimentos têm a oportunidade de ampliar seus negócios dentro e fora do Brasil por meio da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, que está organizando uma missão comercial para a SIAL Montreal, maior evento da indústria alimentícia da América do Norte, marcado para o período de 1 a 3 de abril.

O Canadá, que está aberto a novos negócios, é hoje um dos maiores mercados consumidores do planeta e oferece uma imensa gama de oportunidades não só para exportação, mas também para importação.

Durante a missão, além dos produtos locais, os participantes vão poder conhecer de perto a atual situação mercadológica da América do Norte e o comportamento de seus fornecedores tradicionais.

O roteiro inclui ainda visitas a redes de supermercado de Ontário, com foco em logística, e de Quebec. Também está sendo planejada uma reunião sobre assuntos regulatórios junto à Canadian Food Inspection Agency (CFIA). A missão tem o apoio do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf) e do Centro de Logística de Exportação.

Veja o roteiro completo e não perca a chance de impulsionar seus negócios.

Dia 29 de março - Saída: São Paulo x Toronto - Air Canada

30 de março - Chegada: Toronto
Check in: Hotel Toronto (Best Western Primhouse Hotel)
Visita a rede de supermercado - a confirmar

31 de março - Check out: Hotel Toronto
Vôo: Toronto x Montreal - Air Canada
Check in: hotel Montreal (Le Meredien)
Visita a rede de supermercado - a confirmar
01 de abril - Visita a feira Sial Montreal

02 de abril - Visita a feira SialMontreal

03 de abril - Visita a feira SialMontreal
Check out: hotel Montreal (Le Meridien)
Vôo: Montreal x São Paulo - Air Canada

Pacote:*
Passagem aérea São Paulo - Toronto - Montreal - São Paulo, voando Air Canada em classe econômica
4 noites de hospedagem nos hotéis acima mencionados sujeitos a confirmação, com café da manhã incluso
6 dias de assistência viagem MIC Easy ***
Taxas de embarque
Acompanhamento e assessoria CCBC
Sala de reunião durante a feira para meeting point e matching making

Valores:
US$ 3.000,00 (três mil dólares americanos)

Pagamento:
passagem aérea pode ser parcelada em cartão de crédito em até cinco vezes sem juros. O restante deve ser pago via boleto bancário emitido pela operadora de turismo

*Não estão inclusos no pacote: refeições, extras em hotéis, acesso à internet, transporte interno no Canadá e/ou Brasil, custos relativos ao visto Canadense, despesas com telefonia, tradução, etc.
** valores sujeitos a alterações e disponibilidade sem prévio aviso
*** cobertura conforme estipulada em apólice. Limite de idade: De 71 a 80 anos, acréscimo de 50% na tarifa. Acima de 80 anos, acréscimo de 50% na tarifa e terá direito a 50% das coberturas.

Caso a missão tenha mais de 10 integrantes, poderá haver reduções nos custos, que serão passadas integralmente aos participantes.

Inscrições:
A inscrição pode ser feita através dos e-mails events@ccbc.org.br e services@ccbc.org.br até o próximo dia 13. Para maiores informações, basta ligar para (11) 3044-4535. Falar com Janaina Calonga ou Rafael Carneiro.



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Portal de Empregos da Cámara Española!

A partir de agora está disponível para todos nossos associados uma ferramenta que aproximará sua empresa do mercado de trabalho.

A Câmara Española, em parceria com a Trabalhando.com.br, pertence agora à Comunidade de Trabalho Líder da América Latina e opera em rede com Universidades, Associações Comerciais e Veículos de Comunicação, maximizando assim as suas ofertas de emprego.

Ao publicar uma vaga no portal ela será replicada para todos os portais desta Comunidade que apresentarem o perfil desejado, ou seja, sua vaga vai atingir um maior número de candidatos sem qualquer esforço adicional.

Este benefício é exclusivo para os associados da Câmara Española. Para publicar vagas, receber currículos e administrar seus processos é necessário ter uma conta (login e senha).

Já os currículos podem ser cadastrados gratuitamente por qualquer profissional ou estudante que busque uma oportunidade de emprego.

Clique aqui e conheça agora nosso portal!

Para saber mais detalhes sobre essa nova ferramenta entre em contato com: raquel@camaraespanhola.org.br ou (55 11) 5508-5967






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Exportação e importação caem, mas o Paraná mantém superávit

As exportações do Paraná totalizaram US$ 596,5 milhões em fevereiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O resultado representou uma queda de 38,8% em comparação ao mesmo mês de 2008, confirmando a redução da demanda externa, por conta do agravamento da crise mundial. Nas importações, o Paraná também apresentou diminuição (-49%). Ainda assim, o Paraná manteve um superávit: US$ 39,743 milhões.

Já no primeiro bimestre deste ano, as vendas externas paranaenses atingiram o valor de US$ 1,3 bilhão, resultado obtido principalmente com as exportações de carne de frango, açúcar bruto, cereais e soja em grão. Na pauta das exportações estaduais, houve destaque para as vendas de automóveis, farelo de soja e papel, comprovando a diversificação do comércio exterior do Paraná.

Em relação aos mercados de destino das mercadorias produzidas no Estado, Alemanha, Argentina e Estados Unidos lideraram o ranking nos dois primeiros meses de 2009. Apesar da crise internacional, as exportações do Paraná para alguns países vêm crescendo de forma significativa, como para a Venezuela (com alta de 62,5%), China (23,2%) e Índia (360,8%).

Fonte: AEN




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Receita com as exportações brasileiras do complexo soja deverá diminui

A receita com as exportações brasileiras do complexo soja deverá diminuir 28,5% no ano fiscal 2009 (janeiro a dezembro), para US$ 12,865 bilhões, de acordo com estimativa da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). Em 2008, a receita foi de US$ 17,986 bilhões e em 2007, de US$ 11,323 bilhões.A redução na receita das exportações deve-se mais à queda dos preços da soja em grão, farelo e óleo, que do volume a ser embarcado. De acordo com estimativa da entidade, o preço médio do grão - principal produto de exportação do complexo - deverá recuar 26,2% para US$ 330 por tonelada, de US$ 447/t em 2008. A Abiove também reduziu a estimativa para a produção de soja no País durante o ano-indústria 2009/10 (equivalente ao ano-safra 2008/09) para 57,7 milhões de toneladas. Em fevereiro a entidade previa 58,1 milhões de toneladas. A estimativa é praticamente igual à da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que na segunda-feira estimou 57,6 milhões de toneladas. A projeção da Abiove para o volume de exportação também recuou, de 25 milhões para 24,5 milhões de toneladas, enquanto a estimativa de esmagamento ficou inalterada em 32,2 milhões de toneladas, e a dos estoques finais da safra, previstos em 1,5 milhão de toneladas.
Fonte: AE




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BC leiloa US$ 1 bilhão para financiamento de exportações

O Banco Central (BC) realizou nesta quinta-feira (12), no final da manhã, leilão no qual ofereceu US$ 1 bilhão exclusivamente para financiamento das exportações. Foram aceitas as 11 propostas oferecidas pelo banco.

De acordo com comunicado do Departamento de Operações das Reservas Internacionais do BC, os dólares foram negociados no mercado de câmbio a R$ 2,334, para repasse na segunda-feira que vem (16).

O BC assumiu compromisso de recompra a R$ 2,345919, no próximo dia 13 de abril. A taxa de corte para o empréstimo foi de 1,5% sobre a taxa Libor, de Londres, emitida ontem (11).

As instituições financeiras que participaram da operação têm um mês para fechar operações de financiamento de exportações, por meio de Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) ou Adiantamentos sobre Cambiais Entregues (ACE), com vencimento em 7 de abril do ano que vem. O que não for usado deve ser devolvido ao BC em 13 de abril, na cotação especificada no compromisso de recompra.

O último leilão com igual objetivo foi realizado em 11 de fevereiro, também no valor de US$ 1 bilhão.

Fonte: Agência Brasil




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Brasil é convidado a participar de importantes fóruns internacionais

Brasília - O Brasil foi convidado a integrar o Comitê de Basiléia para Supervisão Bancária. Anunciada nesta sexta-feira (13/03/09), a decisão atende à proposta dos líderes do G-20 de revisão dos critérios de associação aos mais importantes órgãos formuladores de padrões de regulação financeira. Além do Brasil, foram convidados a entrar no Comitê de Basiléia o México, Austrália, China, Coréia, Índia e Rússia. O convite ao Brasil é reflexo da qualidade da regulação e supervisão do sistema financeiro implementadas pelo país. Sediado na Suíça, o Comitê de Basiléia busca promover e fortalecer as práticas de supervisão e de gerenciamento de riscos mundialmente. Os presidentes de bancos centrais e autoridades máximas dos novos integrantes passarão a ter representação na instância de governança do comitê.

O Brasil também recebeu o convite para integrar o Fórum de Estabilidade Financeira (Financial Stability Forum). Criado em 1999, o Fórum tem como objetivo promover a estabilidade financeira em nível internacional por meio do intercâmbio de informações e da cooperação internacional. Além do Brasil, foram convidados a fazer parte do Fórum outros países do G-20 (África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, China, Índia, Indonésia, México, Rússia e Turquia).


Brasília, 13 de março de 2009

Banco Central do Brasil
Assessoria de Imprensa
imprensa@bcb.gov.br
(61) 3414-3462



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Presidente da ALL quer tirar caminhões do Porto de Santos

13/03 - “Podem escrever aí: quero tirar os caminhões de Santos”. O desafio foi lançado, nesta quarta-feira (11), em São Paulo, pelo presidente da empresa ferroviária América Latina Logística (ALL), Bernardo Hees. Ele argumenta que um porto da magnitude do de Santos não pode depender somente do modal rodoviário para escoar 30% de nosso PIB. “Prova disso é que, no Mato Grosso, vamos expandir em 250 km as ferrovias. É o Projeto Rondonópolis, para facilitar a saída da soja para os portos. E, além destes R$ 600 milhões, estamos em outro projeto pioneiro. Uma parceria com a Cosan prevê a criação de um corredor de açúcar capaz de movimentar 9 milhões de toneladas ao ano do produto. A idéia é escoar isso por Santos mesmo”.

Nos seus projetos de expansão, a ALL está de olho, também, em três grandes filões de mercado para 2009: grãos, álcool e contêiner. Este último ainda não é um dos focos principais da empresa, admite o diretor-presidente da empresa, por causa da infraestrutura disponibilizada. No exterior, por exemplo, é comum os cofres serem transportados uns sobre os outros, em um sistema “double deck”. No Brasil, essa hipótese fica bastante prejudicada, pois não são poucos os portos cuja malha ferroviária foi construída em áreas fechadas, com túneis por seguidos quilômetros. Mesmo assim, estudos estão sendo feitos.

“É uma fase inicial, até porque sabemos que as dificuldades são muitas. Levar um contêiner sobre o outro só nos traria vantagens, pois a velocidade da locomotiva não precisa ser diminuída e a malha que hoje leva um cofre passaria a levar dois sem despesas para expansão e compra de trilhos. Mas o que faremos com túneis que, em Santos, fazem parte da malha ferroviária que sai do Interior de São Paulo? Vamos continuar os testes e ver se é possível aplicar o conceito de “double deck” em outros portos aqui ou na Argentina”.

A ALL atua também nas regiões de Paso de los Libres, Buenos Aires e Mendoza, na Argentina. E por lá, a conclusão é de que o ano passado poderia ter sido muito mais rentável para ela e outras empresas de logística. Mesmo com uma interrupção de tráfego por 90 dias – culpa de seguidos protestos comandados por agricultores contrários ao aumento das alíquotas nas exportações de grãos – o total de cargas movimentadas no país vizinho subiu 4,5% e a receita obtida a partir dos trilhos portenhos aumentou 19,2% em 2008.

Dos R$ 600 milhões a serem investidos pela ALL em 2009, cerca de R$ 30 milhões (ou 5% do total) desembarcarão no Porto de Santos, o complexo que receberá mais investimento direto da empresa. A maior parte deste recurso será usada na readequação da malha ferroviária existente no cais. Ela será modificada por causa dos avanços das obras da Avenida Perimetral da Margem Direita, que há mais de 12 anos é prometida, mas só agora saiu do papel.

Adequação

Em meio ao furacão causado pela crise global, a ALL anunciou, na capital paulista, que obteve um aumento de 12% no total de cargas movimentadas em 2008 por seus trilhos. O diretor-presidente da corporação, Bernardo Hees, garantiu que não foi feito nenhum corte significativo nas projeções de 2009 e que a quantidade de cargas transportadas por seus 21 mil km de ferrovias deve subir entre 10 e 12% em 2009. Para Hees, não há segredo para seu otimismo destoante em relação ao resto do mercado.

“Na ALL, o custo é que nem unha: cortamos sempre que é possível. Por causa da filosofia, quando a crise se instalou e surpreendeu muita gente, já estávamos adequados. Não temos mais onde fazer cortes, operamos uma máquina enxuta e eficiente. Vamos investir R$ 600 milhões em melhorias no sistema e só estipulamos os 12% de crescimento porque sabemos que nem todo mundo reagiu bem à crise e o humor do mercado é volátil. Não vamos colocar o pé no freio agora, pois o modal ferroviário e sua competitividade não nos permitem isso”.

PortoGente



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Collor reestreia em nova vitrine

13/03 - Às 8h36 da manhã de ontem, 16 anos depois de sair do Planalto debaixo de um processo de impeachment por corrupção, Fernando Collor de Mello, agora senador pelo PTB de Alagoas, assumiu novamente uma presidência... da Comissão de Infraestrutura. Um cargo infinitamente menor que a Presidência da República, que ele ocupou entre 1990 e 1992, mas que o senador Collor, no primeiro dia de trabalho, deixou claro que vai transformar na vitrine para não ser apenas mais um no plenário de 81 parlamentares.

Armado de um sorriso sempre aberto, cabelos grisalhos meticulosamente penteados e gestos calculados, Collor desempenhou ontem o papel de fiscal do poder público, ressuscitando o jeito "caçador de marajás" que o tornou conhecido nos anos 90. Rebatendo as suspeitas da oposição de que iria presidir a comissão como um "parceiro do governo Lula", Collor vestiu o figurino de fiscal das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) e se declarou "parceiro dos interesses nacionais".

No papel de senador/vereador, Collor criticou o Planalto por não renegociar dívidas de municípios e disse que a redução do IPI na venda de carros só favorece os Estados produtores. "Nenhuma política dará resultado, como o pacote habitacional da ministra Dilma, se não for resolvido o problema da inadimplência dos municípios."

Para marcar a estreia na presidência, Collor aprovou um ato que ele propôs: a partir de agora, além da sabatina, quem for indicado para a direção das agências reguladoras terá de provar que não tem dívidas fiscais com a União, os Estados e os municípios.

O Estado de S.Paulo



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Ano pode ser desastroso para o comércio mundial

13/03 - O comércio mundial terá em 2009 um de seus piores momentos no século. As estimativas do Banco Mundial apontam que a queda será a maior em 80 anos. Já o secretário-geral da Conferência da ONU para Comércio e Desenvolvimento, Supachai Panitchpakdi, ousa fazer uma previsão: a queda será de pelo menos 10%, chegando a 17% no pior dos cenários. Nesta quinta-feira, o governo alemão anunciou que as exportações em janeiro sofreram uma queda de 20%. Berlim é o maior exportador da Europa e sofre com a recessão generalizada. Já em Londres, o governo do Reino Unido alertou para uma queda de 15% de suas exportações para fora da Europa.
A Organização Mundial do Comércio (OMC) vem prevendo que a redução das exportações no mundo seria de 3%. Mas já alertou que, no dia 31 de março, irá rever os números diante da queda generalizada. "O número será feio", alertou Patrick Loew, economista-chefe da OMC. Supachai, que já ocupou o cargo de diretor-geral da OMC, acredita que o número da entidade já está "amplamente superado". "Temos países importantes que tiveram quedas de mais de 20% em seu comércio ", disse.
Pelo menos dois fatores estão tendo um impacto no comércio. Um é a queda nas linhas de crédito aos países emergentes, que já foram reduzidas em 50%. Outro problema é a queda na demanda, diante da recessão nas maiores economias do mundo. O resultado é uma queda generalizada das exportações. Na Ásia, plataformas de exportações sofrem um colapso em seus comércios. Na Coreia do Sul, as exportações sofreram uma queda de 33% em janeiro, contra 35% de redução em Cingapura e mais de 43% em Taiwan.
O Japão registrou uma queda de quase 46% em suas exportações em janeiro. A maior exportadora europeia, a Alemanha, teve uma queda de 7%, o suficiente, segundo analistas, para gerar uma retração de 2% no PIB do país. Na China, a queda de exportações é a maior desde 1979, com 29%.

Jornal do Comércio



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Diretor-geral do DNIT participa de reunião sobre o Novo Modelo Agropastoril e Logístico para Mato Grosso

13/03 - O Diretor-Geral do DNIT, Luiz Antonio Pagot, participou, nesta quinta-feira (12), em Sinop/MT, de reunião com o Ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira Unger, os secretários executivo e de política de transportes do ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Passos e Marcelo Perrupato e o governador do estado, Blairo Maggi. No evento, discutiram-se as bases de implementação de um Novo Modelo Agropastoril e Logístico para o estado do Mato Grosso. O encontro faz parte do Plano Amazônia Sustentável – Área de Influência da BR-163.

O novo modelo prevê a gestão compartilhada da área ambiental, do sistema agropastoril, da logística e das verbas para pavimentar as estradas vicinais que dão acesso à BR-163, bem como a intensificação produtiva para a geração de oportunidades econômicas na região. Além disso, no programa Amazônia Sustentável, serão desenvolvidos projetos de recuperação de áreas degradadas, incluindo ações relacionadas ao licenciamento ambiental, à compensação de possíveis danos ao meio-ambiente e à expansão da produção na região.

Pagot lembrou que o DNIT tem projetos de obras para a BR-163 e todas as demais rodovias do país, mas que em alguns casos ainda ocorrem atrasos devido à emissão de licenças de instalação pelo IBAMA. Ele destacou ainda a necessidade de simplificar e desburocratizar essas autorizações. “Faço um apelo para que seja encontrada uma nova metodologia de condicionantes ambientais que preserve o meio ambiente, mas que não atrase o cronograma de obras”, afirmou. O diretor acrescentou que, atualmente, o DNIT tem cerca de dois mil quilômetros de rodovias em todo o Brasil com obras contratadas e licitadas esperando apenas a licença de instalação para ter início.

DNIT




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MOVELPAR 2009 Projeto comprador internacional estimula perspectivas de US$ 12,9 milhões em vendas

20 importadores de 17 países negociaram com 48 indústrias durante 3 dias

O Projeto Comprador Internacional, realizado de 10 a 12 de março na Movelpar 2009 – Feira de Móveis do Paraná, que se encerra hoje (13/03) no Expoara, em Arapongas (norte do Paraná), promoveu 402 rodadas de negócios entre 20 importadores e 48 fabricantes de móveis expositores da feira e participantes do programa Brazilian Furniture, promovido pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e Abimóvel (Associação Brasileira do Mobiliário). Durante a Movelpar, o Projeto foi realizado pelo Expoara, Sima (Sindicato das Indústrias de Móveis de Arapongas) e Sebrae/PR.

Pesquisa realizada entre os importadores que vieram de 17 países (África do Sul, Angola, Costa Rica, Índia, México, Marrocos, Jordânia, Moçambique, Venezuela, Peru, Sérvia, El Salvador, Equador, Emirados Árabes Unidos, Guatemala, Uruguai e Rússia) indicou que 75% dos encontros realizados apresentam perspectivas de negócios futuros, estimados em US$ 12,9 milhões. As pesquisas feitas com as indústrias participantes apontaram que, durante as rodadas, foram efetivados negócios de US$ 3,782 milhões.

EXPORTAR É SAÍDA PARA CRISE, DIZ ABIMÓVEL

Uma das principais alternativas para os fabricantes de móveis driblarem a crise é a exportação. A opinião é do presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel), José Luiz Diaz Fernandez. “É, sem dúvida, uma grande saída”, disse ele na Movelpar 2009. Para Fernandez, o Brasil tem condições de competir com preço e qualidade. O presidente da Abimóvel cobrou do governo federal a redução, “ainda que temporariamente”, do imposto sobre importação de chapas para que o setor moveleiro ganhe competitividade.

Ao mesmo tempo, disse Fernandez, a entidade está estabelecendo uma parceria com profissionais do ramo de design para que o produto nacional adote um conceito que o identifique perante o mercado externo. “Em termos de matéria-prima e design, somos melhores que a China”, ele considera. O presidente da Abimóvel disse que o móvel chinês está se tornando caro devido a uma série de fatores – entre eles, o preço do frete para exportação, que teria dobrado nos últimos meses, e a jornada de trabalho, hoje estabelecida em 40 horas semanais, enquanto no Brasil é de 44. “A China está caindo de moda”, acredita Fernandez, que sugere a prospecção de novos mercados para o produto nacional, em especial Rússia, Índia e países da África.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), divulgados pela Abimóvel na Movelpar, mostram um recuo de 1,7% na exportação de móveis em 2008 em comparação com 2007. Em janeiro deste ano, as vendas para o exterior despencaram 27,4%, em comparação com janeiro do ano passado. O Brasil exporta cerca de 10% da produção.

Apesar desses índices negativos, José Luiz Diaz Fernandez projeta, para 2009, um crescimento de 5% nas vendas para o mercado interno e de 3% para fora do País. A Abimóvel também está cobrando do governo federal a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 10% para 5% e a inclusão do setor no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da habitação, que deve consumir cerca de R$ 90 bilhões até 2010.


ASSESSORIA DE IMPRENSA MOVELPAR 2009

CRCOM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
CLAUDIAROMARIZ E EQUIPE
43 3322-3388 / 43 9987-9561 43 9987-7456



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Falta cultura inovação no Brasil, diz consultor

O Brasil ainda carece de uma cultura de inovação, tanto por parte das empresas como da academia, segundo Ivo Vargas de Andrade, diretor da Lever Assessoria em Desenvolvimento de Negócios. Ele participou na quinta-feira (12/03) do comitê de Finanças da Amcham-Porto Alegre.

“Para uma empresa, é fundamental inovar, mas o Brasil infelizmente não possui essa característica. O que se tem, na maioria dos casos, são melhoramentos e avanços, mas que não chegam a ser inovações propriamente”, explicou.

Para Vargas, a inovação pode estar presente tanto em um novo produto como em uma nova forma de atender um cliente ou oferecer um serviço. Ele ressaltou, contudo, que gerar valor nesse processo axige alinhar utilidade, preço e baixo custo.
leia a íntegra

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Adoção de medidas protecionistas cresce em tempos de crise

Mesmo com grande parte dos líderes mundiais posicionando-se a favor do livre comércio, o número de medidas protecionistas cresceu consideravelmente neste período de crise internacional, avalia Rodrigo Gabardo, sócio da Castro e Lee Sociedade de Advogados.

“Devido a dificuldades para alcançar bons resultados, o número de medidas protecionistas se acentuou nos últimos meses, deixando de ser uma tendência para se tornar realidade”, pontua Gabardo, que participou do comitê de Comércio Exterior da Amcham-Curitiba na quarta-feira (11/03).
leia a íntegra

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Ação brasileira foca abertura de mercado a produtos para eqüinos nos Emirados árabes

A Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anfalpet) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) levam empresas brasileiras para a Dubai International Horse Fair, em Dubai - Emirados Árabes Unidos, um dos principais mercados de produtos para equinos, entre os dias 19 e 21 de março. Em paralelo ocorrerá também a International Arabian Horse Championship, uma competição para cavalos árabes.
Na edição de 2008, a Feira teve mais de 200 expositores de 30 países distintos, e 8 mil visitantes de 68 países. Este ano, as empresas brasileiras Total Alimentos, Vetnil e Guabi vão representar os segmentos de alimentos, medicamentos e suplementos. A participação é mais uma ação do Pet Products Brasil - um projeto desenvolvido pela Anfalpet e pela Apex-Brasil com o objetivo de promover comercialmente as empresas do setor, fomentando as exportações dos fabricantes de alimentos, acessórios, medicamentos, suplementos, mastigáveis e produtos de higiene e embelezamento para animais de companhia.
Mercado
Estudo realizado pela Apex-Brasil constatou que há boas oportunidades na região para empresas exportadoras de cavalos vivos e calçados para montaria. Foram avaliados 13 países da região, destacando-se os mercados da Arábia Saudita, Bahrein, Egito, Emirados Árabes, Kuwait, Líbano e Qatar. Em 2008 o Brasil exportou US$1,97 milhões nestes dois segmentos (99% foram calçados para montaria) para o Oriente Médio. Os Emirados Árabes centralizam a comercialização de produtos equinos no Oriente Médio (90% das importações e 99,5% das exportações em 2007). Assim, o país é a melhor opção estratégica do Brasil para o setor na região. No caso dos cavalos vivos, há exportações registradas do Brasil para os Emirados Árabes apenas a partir de 2006, ou seja, é um mercado ainda incipiente. A Arábia Saudita também aparece na pauta de vendas externas brasileiras para o segmento, em 2004, com retorno em 2008.
O Emirado possui uma das melhores infra-estruturas para tratamento, treinamento e cuidados de cavalos, com centros de equitação, estabelecimentos específicos para a venda de produtos para equinos, hospitais e clínicas veterinárias especializadas. Ali também acontecem muitas corridas de cavalos. Os árabes apreciam muito o animal e chegam a gastar uma média de US$ 1.400,00 por mês com a manutenção de cada cavalo. A família real e os membros das classes mais altas da sociedade local são os grandes propulsores do mercado e a população eqüina dos Emirados Árabes chega a quase 9 mil animais. Até 2010 deverá estar pronto o Escape, um projeto de US$ 720 milhões, um avançado complexo habitacional orientado para cavalos. Serão 80 hectares de área com 500 vilas e 140 apartamentos com jardim, com 12 a 14 arenas de cavalgada para treinamento. Os animais contarão com um hotel especial de equitação com 150 quartos suficientes para abrigar mais de 200 cavalos, além de um SPA para reabilitação de animais machucados.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Imprensa Apex-Brasil
(61) 3426 0202
Lilian Leão
lilian.leao@apexbrasil.com.br




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