28 de mar de 2009

Brasil e café têm tudo a ver

O país é o maior produtor mundial de café: em 2007 produziu 33,4 milhões de sacas;
É o maior exportador do mundo, com 28,1 milhões de sacas embarcadas em 2007;
E é o segundo maior mercado consumidor mundial, com a marca de 17 milhões de sacas
em 2007;
Mas não é só isso: o Brasil também começa a conquistar o mundo com a alta qualidade de
seus cafés torrado em grão ou torrado e moído!

Exportando Qualidade...
A exportação de cafés industrializados é relativamente nova: começou, oficialmente, em 2002. Mas o Brasil vem caminhando a passos largos para alcançar seus concorrentes internacionais, como Itália e Alemanha, maiores exportadores do mundo. Ao longo dos últimos anos, as torrefadoras brasileiras aprenderam com esses países a agregar valor ao produto, e hoje vendem para países da Europa, Ásia, África, América do Norte etc. Esses cafés para exportação são totalmente processados, industrializados e embalados nas nossas torrefadoras, o que gera mais empregos e renda para os brasileiros.

Essa atividade exportadora é incentivada e coordenada pelo Programa Setorial Integrado - PSI, uma parceria da Associação Brasileira da Indústria de Café - ABIC com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento - ApexBrasil (www.apexbrasil.com.br).

Executando projetos com mais de 60 entidades de classe representativas de setores da indústria e serviços, a ApexBrasil vem contribuindo para os excelentes resultados da balança comercial por meio da diversificação da pauta exportadora, abertura de novos mercados e consolidação e ampliação dos mercados tradicionais e, particularmente, do crescimento notável nas vendas de itens com maior valor agregado. Além disso, ao promover os produtos promove-se, simultaneamente, a imagem do Brasil lá fora.

Oportunidades comerciais imperdíveis
O PSI, que iniciou em 2002 com negócios da ordem de US$ 4 milhões, gradativamente, deu um grande salto: fechou 2007 com vendas no valor de US$ 26,6 milhões. Em 2008, as empresas que formam o PSI representaram 72% das exportações realizadas apenas no primeiro trimestre, o que permite estimar resultados na ordem de US$ 35 milhões até o final deste ano.

O PSI beneficia 30 empresas do setor cafeeiro e mantém as portas abertas para a inclusão de novos participantes entre empresa pequenas e médias torrefadoras, produtores, cooperativas e exportadores.

Nesses últimos seis anos, o PSI criou inúmeras oportunidades de negócios para a indústria do café e todo o agronegócio, uma vez que frequentemente tem participado de feiras internacionais e eventos de negócios em diversos lugares do mundo.

Cultura empresarial exportadora
As empresas que participam do projeto são orientadas para que realizem um gerenciamento eficiente, visando a adequação de seus produtos ao gosto e exigência dos mercados mundiais e para que usem o conceito de café de qualidade.

A idéia é que os produtos exportados, que se apoiarão nas estratégias de marketing desenvolvidas no PSI para a marca "Cafés do Brasil", sirvam também para criar uma percepção mundial da qualidade, da sustentabilidade e de excelência do nosso produto.

Os investimentos para a realização do Programa são divididos entre empresas e o projeto, sendo 50% originários da Apex Brasil e o restante das empresas integradas ao projeto. O objetivo é unir forças, com a junção das empresas, para mostrar qualidade do café brasileiro e, conseqüentemente, atingir o mercado mundial, elevando o faturamento das empresas exportadoras.

Durante a realização do programa as empresas são estimuladas a participar de feiras internacionais e de rodadas de negócios, além de alguns projetos especiais organizados entre a ABIC e a Apex Brasil, beneficiando os membros do PSI. Além disso, são produzidos materiais e folheterias para a promoção dos Cafés do Brasil no Mundo, e realizadas degustações, para fixar a imagem de excelência do produto brasileiro e estimular a sua demanda.

O Programa beneficia toda a cadeia produtiva do café. O produtor, que planta e colhe grãos de qualidade e cafés especiais, vai ganhar com o aumento da procura pelos torrefadores por esta matéria-prima para atender ao mercado externo.

Ganha também o comércio, pois com a elevação de produção dos cafés Superiores e Gourmets, que certamente também serão ofertados no mercado interno, o consumo interno cresce e novas cafeterias aparecem gerando mais renda e mais empregos.





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IRISH COFFEE FESTIVAL

O delicioso café do Brasil combinado com o uísque irlandês e finalizado com uma suave camada de creme transformou-se na bebida internacionalmente conhecida como Irish Coffee. Por representar a calorosa união entre Brasil e Irlanda, o Irish Coffee será um dos sabores irlandeses do festival 'Cara Irlanda' e estará presente em 38 das melhores cafeterias brasileiras, de 17 a 27 de março...

A iniciativa tem o apoio da ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café, por meio do seu programa CCQ - Círculo do Café de Qualidade e se integra ao 'Cara Irlanda', festival da cultura irlandesa, realizado pelo Irish Institute / Instituto Brasil-Irlanda na semana em que se comemora o Saint Patrick, no dia 17, data nacional daquele país.

Durante todo o período, as cafeterias darão destaque ao Irish Coffee e outros drinques, e ainda distribuirão folhetos que contam a história dessa bebida.

Todas as casas de café participantes fazem parte do CCQ. São elas: Maria Fumaça Caffé, de Salvador (BA); Santa Clara Café Orgânico, com uma loja em Fortaleza (CE) e outra em Natal (RN); Santa Sohia Capheteria, de Belo Horizonte (MG); Vozzuca Cafés Especiais, de Uberlândia (MG); Lucca Cafés Especiais, com duas lojas em Curitiba (PR); São Braz Coffee Shop, com quatro lojas em Recife (PE); Armazém do Café, com oito lojas; Rubro Café, com três lojas; Café Sorelle, com duas lojas, e Tabaco Café, com três lojas, todas no Rio de Janeiro (RJ); Café do Porto, com três lojas em Porto Alegre (RS); Fran´s Café, com duas lojas em São Paulo e uma em Bauru (SP); Suplicy Cafés Especiais, com quatro lojas em São Paulo (SP), e Cafeteria do Museu, instalada no Museu do Café, em Santos (SP).

Irish Coffee, a história
O frio, no inverno dos anos 1940, parecia insuportável aos passageiros que, vindos dos Estados Unidos, desembarcavam em Foynes, Country Limerick, cidade a Oeste da Irlanda, após 18 horas de vôo, nos então chamados "barcos voadores". Para aquecê-los, ao invés de oferecer apenas uma xícara de café quente, Joseph Sheridan, chef do restaurante do aeroporto, decidiu acrescentar uísque irlandês ao café. Reconfortados, perguntavam: "É café brasileiro"? "Não. É Irish Coffee", respondia.

Este casamento entre o bom, forte e saboroso café do Brasil e o uísque irlandês tornou-se sucesso absoluto na década seguinte, em San Francisco (EUA), levado por Stanton Delaplane, jornalista do San Francisco Chronicle, depois de prová-lo na Irlanda. Apresentado à Los Angeles, na era de ouro do cinema, rapidamente virou sucesso em todo o país e no mundo.

Irish Coffee (Caife Gaelach), a receita
Ingredientes:
1 dose (25 ml) de Irish whiskey;
1 colher (chá) de açúcar;
1 xícara grande de café, bem quente;
Creme de leite, batido.
Preparo:
1) Aqueça o copo (preferivelmente tipo caneca de vidro) em água quente;
2) Coloque o açúcar;
3) Despeje o uísque sobre ele;
4) Junte o café bem quente, deixando uns 3 cm de espaço livre, para o creme;
5) Mexa delicadamente para dissolver o açúcar e misturar o café ao uísque;
6) Coloque o creme batido sobre o líquido.
Dica: Para aproveitar todo o sabor, a mistura de café e uísque deve ser bebida através do creme.

Irish Institute e 'Cara Irlanda'
Criado para promover o intercâmbio cultural entre Brasil e Irlanda, em todos os seus aspectos, e a amizade entre brasileiros e irlandeses, o Irish Institute /Instituto Brasil-Irlanda, que completou recentemente um ano de existência, realiza, agora seu primeiro festival, 'Cara Irlanda', que será inaugurado no dia de St Patrick, 17 de março, também data nacional da Irlanda.

'Cara Irlanda' (Cara, em irlandês, significa amigo) terá um conjunto de eventos abrangendo Literatura, Música, Teatro, Dança,Turismo, Gastronomia, Cerveja, Tradições Celtas, Turismo, Educação. E mais: o Gaélico, idioma oficial do país, St Patrick e as ligações históricas entre Brasil e Irlanda, também terão destaque. Com exceção do Irish Coffee Festival, que tem abrangência nacional, as demais atividades terão como base principal a Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista 2073 - São Paulo/SP), onde acontecerão palestras e workshops. As atividades são gratuitas e abertas ao público e ainda haverá prêmios aos participantes.

Cafeterias participantes:

BA - Salvador
MARIA FUMAÇA CAFFÉ
Rua Portão da Piedade, 155 Q 124 - Piedade - (71)3328-3675

CE - Fortaleza
SANTA CLARA CAFÉ ORGÂNICO
Rua Dragão do Mar, 81 - Praia de Iracema - (85) 4006-5598
www.santaclara.com.br

MG - Belo Horizonte
SANTA SOPHIA CAFETERIA
Rua Bárbara Heliodora 59 -Lourdes - (31)3292-4237
www.santasophiacafe.com

MG - Uberlândia
VOZZUCA CAFÉS ESPECIAIS
Praça Rui Barbosa 9 - Centro -Uberlândia - (34)3217-6823
www.cafeteriavozzuca.com.br

PR - Curitiba
LUCCA CAFÉS ESPECIAIS
Lojas:
Alameda Presidente Taunay,40 -Batel - (41) 3024-6950
Rua Ébano Pereira, 19 - Centro - (41) 3039-9330
www.luccacafesespeciais.com.br

PE - Recife
SÃO BRAZ COFFEE SHOP
Lojas:
R. Padre Carapuceiro, 777 - Pc 02 Boa-Viagem - (83) 3216-4781
Plaza Shopping - Av. D. João Santos Filho, 255 - lj. 043/044, Casa Forte - (81) 3265-0917
Shopping Tacaruna - Av. Agamenon Magalhães,153 - 1º Piso, Santo Amaro - (81) 3223-0259
Aeroporto Internacional de Recife/Guararapes - R. Gilberto Freire, loja C02 - (81) 3464-4956
www.saobraz.com.br/coffee_shop

RJ / Rio de Janeiro
ARMAZÉM DO CAFÉ
Lojas:
R. Maria Quitéria, 77 Loja G- Ipanema - (21) 2522-5039
Av. das Américas, 500, Lj 138 - Centro Empresarial Downtow -Barra da Tijuca - (21)3153-7903
R. Rita Ludouf, 87 - loja B - Leblon - (21) 3874-2609
R. Visconde de Pirajá, 261 Loja A - Ipanema - (21) 2267-8234
Av. Ataulfo de Paiva, 375 - loja C, Leblon - (21)3874-5935
R. do Ouvidor, 77- Centro - (21) 2292-6987
R. Visconde Pirajá, 547 loja 101/102- Ipanema - (21) 3874-2920
R. Visconde Pirajá, 595 loja 111 - Ipanema - (21) 2540-8286
www.armazemdocafe.com.br

RUBRO CAFÉ
Lojas:
Rua da Quitanda, 191 - loja A- Centro - (21) 2516-0610
Av. das Américas, 7777 - Rio Desing Barra - Barra da Tijuca - (21) 2431-0921
Estrada da Gávea, 899 - Lj. 119 - Fashion Mall - São Conrado - (21)2422 - 6381
www.rubrocafe.com.br

CAFÉ SORELLE
Lojas:
Rua Capitão Salomão, 14 loja G e F -Humaitá - (21)2527-9991
Praia de Botafogo, 400 loja 317/318/319 -Botafogo - (21) 3171-9890

TABACO CAFÉ
Lojas:
Av. Rio Branco, 156 - Sub-solo loja 121 - Centro - (21) 2220-2156
Av. Rio Branco, 156 - Sub-solo loja 129 Centro - (21) 2240-4871
Rua da Assembléia, 83 - Centro - (21) 2220-6026
www.tabacocafe.com.br

RN - Natal
SANTA CLARA CAFÉ ORGÂNICO
Shopping Midway - Av. Bernardo Vieira, 3775 - Tyrol - (84) 3221-6576
www.santaclara.com.br

RS - Porto Alegre
CAFÉ DO PORTO
Lojas: . Rua Padre Chagas, 293 - Moinhos de Vento - (51) 3061-1907
Rua Olavo Barreto Vianna 100 - Moinhos de Vento - (51) 3511-4308
Rua Mostardeiro 5 -Independência - (51) 3314-8525
www.cafedoporto.com.br

SP - São Paulo
FRAN´S CAFÉ
Lojas:
Av. Angélica, 2530 - Consolação - (11) 4191-3141
Rua Afonso Braz, 664/668 - Nova Conceição- (11)3845-3705
www.franscafe.com.br

SUPLICY CAFÉS ESPECIAIS
Lojas:
Alameda Lorena, 1430 Cerqueira César - (11) 3061-0195
Rua Dr. Renato Paes de Barros, 198 - Itaim Bibi - (11) 3079-7926
Shopping Center Iguatemi - Lj B-01 Piso 2 - Av. Brig. Faria Lima, 2232 - (11) 3814-8696
Shopping Market Place - Lj Q-13 - Piso 1 - Av. Chucri Zaidan, 902 - (11) 5181-2929
www.suplicycafes.com.br

SP - Bauru
FRAN´S CAFÉ
Av. Getulio Vargas, Qd 06 - 15 - Loja 01 -Vila Mariana
www.franscafe.com.br

SP - Santos
CAFETERIA DO MUSEU
Museu do Café - Rua XV de Novembro n° 95 - Centro -Santos/SP - (13) 9788-8693
www.museudocafe.com.br

Para mais informações sobre o festival visite: www.irishinstitute.com.br/carairlanda.html


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Exportações de produtos químicos cresceram em fevereiro

Foram exportadas 846,1 mil toneladas no mês, volume 24,2% superior ao de janeiro...

As exportações brasileiras de produtos químicos aumentaram em fevereiro. Em valor, as exportações somaram US$ 661 milhões, 7,5% a mais na mesma comparação. No acumulado do primeiro bimestre, contudo, as vendas externas de produtos químicos, que somaram US$ 1,2 bilhão, recuaram 29,6% ante igual período de 2008. O volume exportado, de 1,5 milhão de toneladas, declinou 4,7%. As exportações brasileiras de produtos químicos aumentaram em fevereiro. Em valor, as exportações somaram US$ 661 milhões, 7,5% a mais na mesma comparação. No acumulado do primeiro bimestre, contudo, as vendas externas de produtos químicos, que somaram US$ 1,2 bilhão, recuaram 29,6% ante igual período de 2008. O volume exportado, de 1,5 milhão de toneladas, declinou 4,7%.

Em fevereiro, as importações brasileiras de produtos químicos somaram US$ 1,5 bilhão, com recuo de 22,6% em relação a janeiro. Na comparação com fevereiro de 2008, a queda é ainda mais acentuada, de 33,3%. Em volume, as compras externas chegaram a 953,3 mil toneladas, com declínio de 18,3% na comparação com janeiro deste ano e de 57,6% em relação a fevereiro de 2008. No primeiro bimestre, as importações alcançaram US$ 3,5 bilhões, valor 28,2% menor do que o registrado no mesmo período de 2008. O volume das importações, de 2,1 milhões de toneladas, recuou 56,6%.

Com a queda nas importações, houve redução no déficit na balança comercial de produtos químicos, que totalizou US$ 2,2 bilhões no primeiro bimestre do ano. Esse valor é 27,4% inferior ao apurado no mesmo período de 2008.

As resinas termoplásticas mantiveram-se como o principal produto químico exportado pelo país. Nos dois primeiros meses deste ano, foram embarcadas 234,2 mil toneladas de resinas termoplásticas, que geraram receita de US$ 201,2 milhões. Em relação ao mesmo período de 2008, o volume das exportações cresceu 51,1%. Em valores, contudo, houve recuo de 19,5%.





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Via Uno inaugura showroom em Milão

A marca de calçados e acessórios femininos Via Uno inaugurou na última sexta-feira um showroom em Milão...
Dando seqüência a um grande processo de internacionalização iniciado em 2005, a marca de calçados e acessórios femininos Via Uno inaugurou na última sexta-feira (13/03) um showroom em Milão, a capital financeira e da moda italiana. O espaço tem 191 m² e segue a decoração padrão das lojas da marca.
A intenção da Via Uno é que o showroom torne-se um centro de atração de negócios na Europa e Oriente Médio. Além de uma loja na própria Milão, a Via Uno está em outros nove importantes pontos da Itália, incluindo Roma, Turim e Gênova.
Com produção anual em torno de 8 milhões de pares, a marca exporta cerca de 50% da produção. Na Europa, está em países como Alemanha, França, Holanda, Portugal e Espanha. Ao todo são 84 lojas no exterior e 151 no Brasil.



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Mapa realiza 21º Seminário para Exportação em SP, nesta terça-feira

Será realizado nesta terça-feira (31), o 21º Seminário do Agronegócio para Exportação (AgroEX), na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), em São Paulo/SP...
De 9h às 18h, produtores rurais, associados de cooperativas e distribuidores terão acesso a informações, como linhas de financiamento, apoio ao exportador no exterior, formas de agregar valor ao produto e outros instrumentos de apoio à exportação de produtos do agronegócio. Também serão apresentados casos de sucesso de exportadores.
Esta edição, que faz parte das comemorações dos 40 anos do Ceagesp, terá a participação do secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto, do diretor do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio e do presidente do Ceagesp, Rubens Boffino.

Serviço:
21º Seminário do Agronegócio para Exportação – AgroEX
Local: Ceagesp, Avenida Dr. Gastão Vidigal, 1946, Vila Leopoldina, São Paulo/SP
Hora: 9h às 18h

Mais informações
Laila Muniz (assessora de imprensa MAPA)
(61) 3218-2203/2204/9951-6477



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Missão do Mapa busca mercado na Indonésia

Missão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa da 3ª Reunião do Comitê Consultivo Brasil/Indonésia (CCA), na cidade de Mataram (Indonésia), nos dias 4 e 5 de maio...
Serão discutidos temas sanitários e fitossanitários e as perspectivas de exportação de carnes bovina e de aves, além de lácteos brasileiros.
De acordo com a coordenadora de Assuntos de África, América, Ásia e Oceania da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio SRI/Mapa, Denise Euclydes, a Indonésia é um país populoso e as reuniões realizadas indicam possibilidades de parcerias com o Brasil. “Nossa intenção é estreitar o comércio bilateral”, afirmou.

CCA Brasil/Indonésia - O Comitê Consultivo foi criado em 2007, a partir de acordo firmado pelos ministérios da Agricultura dos dois países para aumentar o comércio bilateral. As reuniões acontecem anualmente e o último encontro, em março de 2008, foi em Brasília, com a presença do ministro da Agricultura indonésio, Anton Apriyantono.

A Indonésia reexaminou sua legislação para importação de produtos de origem animal e reconheceu o princípio da regionalização, o que possibilita a importação de carne bovina proveniente de áreas livres de febre aftosa.

O farelo de soja foi o principal produto brasileiro exportado para a Indonésia em 2008, com movimentação de mais de 426 mil toneladas.



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Embrapa leva tecnologia e pesquisa brasileira para 35 países africanos

Foco da empresa brasileira em África é a transferência de tecnologia e do conhecimento para a sustentabilidade da produção agropecuária, florestal e de agroenergia...

Em maio deste ano, quatro países africanos (Benin, Burquina Faso, Mali e Chade) vão colocar em prática o Cotton-4 (C4), programa de fortalecimento do sistema produtivo da cultura do algodão, principal fonte de renda dos agricultores desses quatro países. Com aval tecnológico da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, uma unidade de validação e demonstração de experimentos será instalada em Sotuba, no Mali.

O Cotton-4 é um exemplo de projeto estruturante em execução no continente africano, com suporte técnico da Embrapa. Em Angola, há outro exemplo: a estruturação de uma empresa nos moldes da Embrapa, com financiamento do governo do país, que se encontra em andamento. Por projeto estruturante entendem-se aqueles que dão retorno a prazos mais longos, são mais duradouros e mais permanentes.

Essa explicação é do pesquisador da Assessoria de Relações Internacionais da empresa, Antônio Carlos do Prado. Em entrevista ao Portugal Digital, ele afirma que a Embrapa também atua na África com projetos de resultados mais imediatos, em áreas como a de capacitação técnica, com bons resultados. A Embrapa mantém um escritório em Gana, com três pesquisadores.

Empresa atua em função da demanda
Atualmente a Embrapa tem projetos em 35 países africanos, em dez dos quais em fase de execução. "O foco da ação da Embrapa na África é a transferência de tecnologias e difusão do conhecimento para o desenvolvimento sustentável da produção agropecuária, florestal e de agroenergia", afirma Antônio Carlos do Prado. Ele também explica que todo o trabalho desenvolvido pela empresa no continente africano atende a demanda dos países, que indicam as áreas nas quais eles mais necessitam de cooperação.

Segundo ele, são seis prioridades: fortalecimento e reestruturação de instituições de pesquisa agrícola, inclusive com capacitação em procedimentos laboratoriais; transferência de tecnologias agrícolas e pecuárias viáveis que respondam ao ambiente agroecológico da África para redução do risco alimentar, e para desenvolvimento da agroenergia; aplicação de instrumentos e tecnologias de geoprocessamento, zoneamento agroclimático, e outros (biotecnologia e recursos genéticos) desenvolvidos pela Embrapa; manejo conservacionista de solos/agricultura de conservação; parcerias no estabelecimento e manutenção de campos de demonstração e testes de validação em países africanos; e fornecimento de tecnologias e assistência em parcerias com o agronegócio brasileiro que investe na agropecuária africana.

Os principais produtos e processos agroindustriais são mandioca, arroz, milho, algodão, hortaliças, caju, castanha de caju, dendê, soja, fruticultura tropical, cana/álcool, pastagens, bovinocultura, caprinocultura, ovinocultura (corte e leite) e plantios florestais.

De acordo com o pesquisador Antônio Carlos do Prado, os países abaixo do Saara necessitam de grande aporte de conhecimento. Ele lembra que muitas nações africanas tiveram no passado posição de destaque como produtores de determinadas culturas, como Angola, que já foi o quarto produtor mundial de café, e que hoje luta para recuperar essa posição, perdida em resultado dos conflitos no país.

Mali vai sediar campos experimentais de algodão

O plantio das lavouras experimentais de algodão ocorrerá a partir de maio - nos quatro países o ano agrícola se dá entre maio e outubro -, numa área do Centre Regional de Recherche Agronomique de Sotuba (CRRA, ou Centro Regional de Pesquisa Agronómica), localizado a oito quilômetros de Bamako, capital do Mali. Atualmente a instituição ocupa cerca de 40 hectares com experimentos nas culturas de algodão, milho e sorgo.

"Os pesquisadores da Embrapa vão disponibilizar variedades algodoeiras de alto rendimento, pois as cultivadas naquelas terras não produzem mais do que 400 quilos por hectare. Outra atividade do projeto, que conta com recursos da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), vai tratar de um dos piores problemas enfrentados pelos conicultores: a degradação do solo. Além disso, há riscos climáticos devido à diminuição das chuvas e dificuldades no controle de pragas e manejo não adequado do solo", informa a Embrapa, por meio de sua assessoria de comunicação.

Segundo José Madeira, da assessoria de Relações Internacionais (ARI) da empresa, a qualidade do algodão do C4 deixa a desejar devido ao manejo manual na maioria das lavouras. Ele explica: "Não queremos mudar o sistema de produção dos agricultores do Cotton4, mas sim possibilitar que se torne produtivo. Por isso se pretende acompanhá-los, entendê-los".

Para entender como atuam os agricultores do C4 os técnicos da ABC e pesquisadores da Embrapa conheceram as instalações do CRRA, visitaram lavouras na região do Mali, ouviram os produtores filiados a cooperativas e discutiram o desenvolvimento das atividades, que segue uma nova estrutura para projetos da ABC, destinados a fortalecer as ações de cooperação técnica no eixo Sul-Sul.

Para consolidar as ações, o ministro da Agricultura do Mali, Tiémoko Sangaré, formalizou a parceria com a Embrapa e ABC, assinando documento para utilização da área do Centre Regional de Recherche Agronomique de Sotuba (CRRA).

Fonte: Portugal Digital



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Embaixadores da UE conhecerão projetos de preservação ambiental e agricultura sustentável

Os 13 embaixadores dos Países Membros da União Europeia, que visitam o Estado de Mato Grosso nos dias 26 e 30 de março, para conhecerem projetos de preservação ambiental e agricultura sustentável praticados na região, foram recebidos no início da tarde desta quinta-feira (26.03) pelo governador Blairo Maggi e o vice-governador Silval Barbosa...
A visita de trabalho, como definiu o embaixador da República Tcheca, Ivan Jancarek, visa a princípio explorar as possibilidades de cooperação entre os países e Mato Grosso, considerando, sobretudo, o desenvolvimento sustentável e a proteção ao meio ambiente na produção regional. O grupo já esteve na Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt) e prossegue roteiro de visitas nesta tarde na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Famato) e Assembleia Legislativa.

Ainda hoje segue para Sapezal, município a 480km a Noroeste de Cuiabá, para o reconhecimento do desenvolvimento da produção local, com visita nesta sexta-feira (27.03) à Aldeia Parecis e Fazenda Tucunaré. No sábado (28.03), as visitas continuam no município de Alta Floresta (803km ao Norte da capital) onde participam de reuniões com a prefeita da cidade e lideranças municipais, e visitam o Parque Cristalino.

Fazem parte da comitiva os embaixadores da Bélgica (Claude Misson), Dinamarca (Christian Albert Konigsfeldt), Eslováquia (Branislav Hitka), Finlândia (Ilpo Ilmari Manninen) , França (Antoine Pouillieute), Hungria (Csaba Pólyi), Itália (Michele Valensise), Polônia (Jacek Junosza Kisielewski),Portugal (João Manue Guerra Salgueiro), Países Baixos (Onno Willem Corneli Hattinga van ´t Sant-Hulleman), Suéci (Annika Markovic e o esposo Drasko Markovic), mais o embaixador e chefe da Comissão Européia em Brasília, João José Soares Pacheco.

Acompanham a visita da comitiva, o secretário-chefe da Casa Militar, Alexander Torrer Maia, e secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf.

Fonte: Governo do Mato Grosso



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Feinco 2009 começa terça-feira, dia 10

A 6ª edição da Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Feinco) começa na próxima terça-feira (10) e segue com sua programação até sábado (14). Realizada no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP), o evento tem como foco o progresso, desenvolvimento e evolução dos setores de ovinos e caprinos....

A grade de atividades da feira será composta por 11 leilões, o Congresso Internacional Feinco – que tem como tema a “Difusão de conhecimentos e tendências para a evolução da ovinocaprinocultura” e contará com a presença de especialistas da França, Argentina, Espanha e Inglaterra. Além disso, o evento promoverá palestras ministradas por conceituadas instituições como a FMVZ/USP, UFMG, Embrapa, UNESP, Sebrae e MAPA.

A organização da feira reunirá 180 empresas ligadas aos dois setores, em uma área de 40 mil m2 e prevê um fluxo de mais de 25 mil visitantes. Estarão em exposição na Feinco cerca de 4 mil animais de 14 raças distintas, provenientes de 500 criadores de todo o país.

Serviço: Feinco 2009 -6ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos
Data: 10 a 14 de março
Local: Centro de Exposições Imigrantes – São Paulo – SP
Horário: 9h às 20h
Entrada gratuita



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Biodiesel - fonte de energia renovável

O biodiesel é um combustível feito a partir de gorduras animais ou, principalmente, de óleos vegetais, ou seja, de fontes renováveis. Foi criado e desenvolvido para substituir parcial ou totalmente o óleo diesel derivado do petróleo, em motores de automóveis, caminhões, tratores, etc. e, ainda em motores estacionários, como geradores de energia elétrica, motobombas, entre outros....

No Brasil, devido à grande diversidade vegetal, é possível utilizar muitas plantas como matéria-prima para a produção do biodiesel. Entre elas podemos citar a mamona, a palma, que produz o óleo de dendê, o amendoim, a soja e o babaçu, entre outras. Esta grande variedade vegetal é uma grande vantagem competitiva do Brasil em relação aos outros países que também estão apostando neste combustível, pois nunca haverá falta de matéria-prima para a produção.

Desta forma, o nosso país poderá facilmente ser um dos grandes produtores e exportadores de biodiesel do planeta. Esta atividade poderá representa para o Brasil um significativo aumento de receita, geração de empregos, aumento na arrecadação de impostos e um destaque internacional.

A Alemanha (que é a maior produtor de biodiesel da Europa), por exemplo, utiliza-se basicamente de apenas uma planta para a produção deste combustível (a colza). Isto faz com que haja certa fragilidade na cadeia produtiva, pois se houver uma quebra na produção deste vegetal, toda a produção do biodiesel alemão poderá ser afetada.

Para os produtores rurais brasileiros, o crescimento do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) do Governo Federal é uma possibilidade real para o aumento da produção e de ganhos com as atividades agrícolas, pois representa o crescimento da demanda por óleos vegetais, que serão produzidos a partir de diferentes espécies vegetais, de acordo com a região do País.

O biodiesel, além de ser fruto de fontes renováveis, ainda contribui para a redução de gases de efeito estufa na atmosfera, gases estes que são os principais causadores do aquecimento global. Por esta razão, além do seu potencial econômico muito grande, o fator ecológico torna-se ponto vital para a continuidade das pesquisas, desenvolvimento e utilização deste combustível que pode trazer grandes benefícios econômicos para o Brasil e se tornar um importante produto para exportação.




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Confira os novos eventos agendados pelo Escritório de Negócios dos Estados Unidos

O Escritório de Negócios dos Estados Unidos no Brasil divulgou seu novo calendário de feiras e eventos a serem realizados até agosto de 2009. Confira:...

APEX/Expor
29 de março a 02 de abril de 2009
Las Vegas, NV
Eletrônicos, hardware, EMS e fabricantes de placas de circuito impresso.

ISC WEST 2009 - International Security Conference
1 a 3 de Abril de 2009
Las Vegas, NEVADA
Setor: Segurança

CTIA WIRELESS 2009
1 a 3 de Abril de 2009
Las Vegas, NEVADA
Telecomunicações, Tecnologia da Informação e todos os segmentos que tenham aplicativos “wireless”

ISC WEST 2009 - International Security Conference
1 a 3 de Abril de 2009
Las Vegas, NEVADA
Setor: Segurança

NAB - National Association of Broadcasters Trade Show
17 a 23 de Abril de 2009
Las Vegas, NEVADA
Setores: Equipamentos e tecnologias TV, Rádio, Banda Larga, Entretenimento, Audiovisual e Mídia Eletrônica em geral

NRA SHOW 2009
16 a 19 de Maio de 2009
McCormick Place
Chicago, Illinois
Hotéis e Restaurantes

INTEROP 2009
17 a 22 de Maio de 2009
Mandalay Bay Convention Center
Las Vegas, NV
Tecnologia da Informação

THE MAKEUP SHOW 2009
17 a 23 de Maio de 2009
New York, NY
Beleza

INFOCOMM 2009
17 a 19 de Junho de 2009
Orlando, Flórida
Setor: Indústria Aúdio-Visual (equipamentos e tecnologia)

INFOCOMM 2009
17 a 19 de Junho de 2009
Orlando, Flórida
Setor: Indústria Aúdio-Visual (equipamentos e tecnologia)

SUPERCOMM
8 a 11 de Junho de 2009
Chicago, Illinois
Setores: Banda Larga, Conectividade e Rede, Hadware/Software de equipamentos, fibra ótica, tecnologia da informação,Internet, IP, Aplicacoes e plataformas, Video, VoIP, tecnologia
sem fio

NPE 2009 - The International Plastics Showcase
22 a 26 de Junho de 2009
McCormick Place
Chicago, Illinois
Plastico

MATTECH 2009
5 e 6 de Agosto de 2009
Miami
Chicago, Illinois
Setores: Logística e Movimentação





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Encontro ENCOMEX 2009

GOIÂNIA - GO Inscreva-se
Data: 28 a 30 de Abril de 2009
Local: Oliveira's Place - Rua T-36 Nº 3.588 Setor Bueno
Informações:
As inscrições são gratuitas e abertas ao público. Telefone:
Credenciamento dia 29 de abril 08:00 às 09:00



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Celso Amorim e embaixador na Venezuela vão discutir entrada do país no Mercosul

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, e o embaixador do Brasil na Venezuela, Antônio José Ferreira Simões, serão convidados pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) para debater a entrada da Venezuela no Mercosul Entenda o assunto.. .

A comissão aprovou requerimento nesse sentido do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Também serão convidados para debater o assunto os embaixadores Rubens Barbosa e Sérgio Amaral, além do governador de Roraima, José de Anchieta Júnior. O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) elogiou a iniciativa do convite ao governador e destacou a importância do tema para Roraima, estado que tem fronteiras com a Venezuela.

Tasso Jereissati destacou a relevância do mercado venezuelano para o comércio dos países membros do Mercosul, mas salientou que há divergências relacionadas com a situação política da Venezuela e a entrada do país no bloco econômico.
Geraldo Sobreira / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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Sabor da Amazônia chega à culinária de Brasília

Chefs de Brasília criam pratos à base de Pirarucu para avaliar a qualidade da carne do peixe; dados serão repassados para o Projeto Integrado de Desenvolvimento do Pirarucu da Amazônia...

Chef Maria de Fátima Hamu prepara três diferentes receitas com o peixe

Brasília - Chefs de cozinha de Brasília (DF) testam, até o fim desta semana, um dos peixes símbolos da bacia amazônica, o pirarucu. A idéia é que eles tenham contato com a carne do peixe criado em cativeiro e possam utilizá-la em diferentes pratos. Participam dessa degustação chefs de restaurantes como Lagash, Peixe na Rede, Calaf, Grande Muralha e Carpe Diem.

A iniciativa faz parte do Projeto Integrado de Desenvolvimento do Pirarucu da Amazônia, desenvolvido pelo Sebrae e realizado em seis estados do Norte do País: Acre, Amazonas, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins. “O peixe fornecido para a degustação é proveniente das Unidades de Observação implantadas em diversas pisciculturas participantes do projeto”, explica José Altamiro da Silva, coordenador nacional do projeto.

Altamiro destaca que a degustação serve para que “após o preparo, os chefs emitam opinião sobre a carne, a facilidade ou não de preparo e a aparência do produto”. Para isso, o coordenador do projeto está aplicando questionários com esse público. “Essas respostas irão orientar o trabalho que estamos fazendo para toda a cadeia produtiva do pirarucu, desde a produção até o consumo”, conta.

Pratos

A primeira degustação em Brasília foi realizada no restaurante Lagash. Lá, a chef Maria de Fátima Hamu preparou três diferentes receitas com o pirarucu. Serviu primeiro uma ceviche, peixe marinado em suco de limão e acompanhado de molho à base de coalhada. O outro prato era uma receita africana cujo peixe assado recebe molho feito com curry, leite de coco e castanha-de-caju.

A chef também fez uma adaptação do prato Peixe Taratur, que é servido no restaurante Lagash. “Utilizei o pirarucu no lugar do robalo, peixe usado na receita original. Pelo resultado, a substituição agrada o paladar e não deixa nada a desejar na comparação com o prato que já temos no cardápio”, diz Fátima Hamu.

Nesse último prato, o peixe é cozido no vapor e depois vai para a chapa. É assado ao molho de gergelim, hortelã e nozes. O acompanhamento é o arroz alitria, que é cozido também com macarrão tipo cabelo-de-anjo.

Fátima Hamu gostou da experiência de utilizar pirarucu em suas receitas. Segundo ela, apesar de ser um peixe muito gordo, o cozimento no vapor consegue deixá-lo agradável na montagem dos pratos e com a retirada de um pouco da gordura, mas deixando-o ainda suculento. “Também gostei da carne firme”, destaca.

Nesse primeiro momento, a degustação é restrita a chefs de cozinha, donos de restaurantes e a um representante de um grande supermercado. Eles também responderão ao questionário sobre o peixe. Cinco capitais já realizaram a degustação do pirarucu: Belém (PA), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE) e Curitiba (PR).

Projeto

O objetivo do Projeto Integrado de Desenvolvimento do Pirarucu da Amazônia é buscar respostas como a melhor forma de engorda do peixe, o aumento de reprodução em cativeiro, formas de manejo e até mesmo verificar como seria sua comercialização. Essas informações serão disponibilizadas ao final do projeto para que produtores interessados em criar o peixe em cativeiro possam utilizar a melhor técnica.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 e 2107-9362 www.agenciasebrae.com.br



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Jogo que transforma universitário em empreendedor abre inscrições

Expectativa da coordenação do Desafio é que cerca de 100 mil estudantes participem...

Brasília - A partir desta terça-feira (24), começam as inscrições para o Desafio Sebrae 2009. A expectativa da coordenação do Desafio é que cerca de 100 mil estudantes participem do jogo virtual que transforma universitários em empreendedores. Em 2008, mais de 90 mil participaram. Voltado para estudantes do ensino superior, o Desafio Sebrae é um jogo virtual que simula as atividades de uma empresa real. As inscrições prosseguem até o dia 13 de maio e são feitas pela internet no endereço: http://www.desafio.sebrae.com.br .

Para participar, deve ser montada uma equipe com no mínimo três e no máximo cinco alunos de qualquer curso universitário. Este ano, os estudantes irão administrar virtualmente uma fábrica de brinquedos artesanais por meio do software desenvolvido pelo Sebrae em parceria com o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ).

Depois de se inscrever, as equipes baixam o jogo pela internet (procedimento adotado a partir deste ano, até então era enviado em CD) e montam a empresa: escolhem o nome, localização, contratam funcionários, fazem o orçamento.

Em seguida, a Coppe começa a enviar os problemas para as equipes (pode ser a qualquer hora: em dias úteis, fins de semana ou feriados). Os integrantes das equipes se reúnem, discutem o problema e elaboram uma solução, que é enviada de volta à universidade. Para cada problema há uma espécie de gabarito, que são as decisões empresariais esperadas pelos coordenadores que formularam os problemas. Quanto mais as decisões das equipes se aproximarem do gabarito, mais pontos a empresa receberá.

O desafio é dividido em cinco fases. As três primeiras são virtuais, em que as equipes jogam via internet e competem em seu próprio estado, divididas em chaves. As duas últimas fases, a semifinal nacional e a final nacional serão realizadas em Brasília, em comemoração aos 10 Anos do Desafio Sebrae.

Os prêmios para os vencedores estaduais são cursos no Sebrae, laptops e viagens. Já a equipe campeã nacional ganha uma viagem de 10 dias para conhecer centros empreendedores na Europa. Além do Brasil, mais sete países sul-americanos promovem suas edições do Desafio Sebrae: Argentina, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Chile e Uruguai. Este ano, mais dois países farão parte do grupo.

Novidades em 2009

O Desafio Sebrae 2009 vem com uma série de novidades. A começar pelo ambiente virtual com imagens realistas e do ponto de vista do jogador. Para administrar a fábrica de brinquedos artesanais, os participantes vão dispor de sete áreas: Recepção, Desenvolvimento de Produtos, Gestão de Produção, Recursos Humanos, Design, Sala de Reunião da Diretoria e Oficina. Todos os ambientes foram criados de forma a dar a sensação de mergulhar no universo lúdico, a mesma dos jogos sofisticados em que o jogador atua sem distanciamento. Mesas personalizadas de acordo com o perfil do profissional, brinquedos espalhados pelas mesas, blocos de anotação, plantas e outros detalhes reforçam essa impressão.

"O ambiente é realista e instigante. Dá ao jogador a oportunidade de trabalhar muito próximo da realidade", avalia uma das coordenadoras do Desafio pelo Sebrae Carla Virgínia Lima Costa. "A plataforma é muito mais sofisticada e representa um passo importante para a modernização. Os vídeos com notícias, por exemplo, que ajudam os jogadores a tomar decisões, poderão ser atualizados a cada rodada. Esta é apenas uma das oportunidades que se abrem para o futuro", completa Maurício Guedes, da Coppe.

O Sebrae prepara ainda este ano um projeto-piloto envolvendo alunos do ensino médio, que deverá ser realizado em Brasília. O gerente nacional de Atendimento do Sebrae, Enio Pinto, destaca a importância da ferramenta para a geração de negócios. "Queremos sinalizar nas faculdades, universidades e escolas a possibilidade concreta de formar empreendedores e não só colaboradores ou funcionários. O jovem pode gerar o seu próprio emprego e empregar outras pessoas ao apostar no empreendedorismo", diz o gerente.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 e 2107-9362 www.agenciasebrae.com.br
Site do Desafio Sebrae - http://www.desafio.sebrae.com.br

Licença
Os textos veiculados pela Agência Sebrae de Notícias podem ser reproduzidas gratuitamente, apenas para fins jornalísticos, mediante a citação da agência. Para mais informações, os jornalistas devem telefonar para (61) 3348-7494 ou (61) 2107.9362, no horário das 10h às 19h.



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Ipea revela dados otimistas sobre a economia brasileira

Situação deve apresentar melhora gradual ainda em 2009; número de empregos com carteira assinada voltou a crescer em fevereiro...

Brasília - O pior da crise internacional já foi superado. A economia, tanto a interna quanto a externa, ainda que de forma lenta, apresentará uma melhora gradual no decorrer dos próximos anos, em resposta às medidas de política econômica adotadas por diversos governos. Essas afirmações compõem a primeira Carta de Conjuntura de 2009, apresentada nesta quarta-feira (25) pelo pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Roberto Messenberg.

A previsão do instituto para a economia brasileira em 2009 é positiva. O Produto Interno Bruto (PIB) deverá encerrar este ano com um crescimento acumulado em torno de 2%. Este resultado é reflexo de uma trajetória de recuperação ao longo do ano, em que o PIB cresceria a taxas mais expressivas a partir do segundo semestre. Para o PIB crescer em termos reais 2%, espera-se as seguintes taxas de crescimento trimestrais ao longo de 2009: 0,2%, 1,6%, 2,5% e 3,1%.

A taxa de inflação medida pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá se situar no intervalo 3,7% a 4,7%, podendo ficar ligeiramente abaixo da meta de 4,5%, definida pelo Conselho Monetário Nacional.

“Acreditamos que a inflação não será um problema em 2009”, afirmou Roberto. Um fator que segundo ele poderia pressionar os preços está associado à depreciação ocorrida na taxa de câmbio, a partir de outubro de 2008. “Este efeito, contudo, deverá ser amortecido pela queda dos preços internacionais. Além disso, em momentos de baixa demanda, o repasse torna-se menor”, acrescentou o especialista.

Roberto explica que essas projeções otimistas para 2009 estão baseadas no aumento dos investimentos das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC); lançamento do Programa Habitacional do governo; efeitos da política monetária de redução da taxa de juros básica da economia, com ampliação do crédito e redução de suas taxas ‘na ponta’.

Também são levadas em conta o aumento real significativo do salário mínimo, que começou a ser pago no início do mês de março e que amplia o valor dos benefícios previdenciários; as mais de 1,3 milhão de famílias beneficiadas no programa Bolsa-Família; ampliação de créditos direcionados, especialmente concedidos pelas instituições financeiras públicas; e por fim, o consumo da administração pública deverá manter um bom desempenho.

Avaliação 2008

Durante a apresentação da Carta de Conjuntura, Roberto Messenberg fez uma avaliação do último trimestre de 2008. Segundo ele, nesse período, houve uma queda de 3,6% do PIB ante o trimestre anterior. Pelo lado da oferta, todos os setores refletiram o mau resultado nesses últimos meses do ano passado.

O pior desempenho ficou por conta da indústria, que recuou 2,1% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Tal resultado pode ser explicado pela retração anual de 4,9% da indústria de transformação, influenciada, por sua vez, pela queda na produção de bens duráveis.

O setor de serviços registrou crescimento de 2,5% na comparação entre o quarto trimestre de 2008 e o mesmo período do ano anterior. Já no acumulado do ano, o segmento cresceu 4,8%, resultado inferior aos 5,4% alcançados em 2007. Os segmentos que mais sentiram os efeitos da crise foram: comércio, transporte, armazenagem e correio, e intermediação financeira e seguros.

Ainda segundo informações do Ipea, houve uma forte desaceleração da demanda das famílias, cuja queda de 2% pode ser explicada basicamente por dois fatores: aumento das restrições ao crédito e queda do nível de confiança dos consumidores. Já a escassez ao crédito está associada a um aumento de aversão ao risco por parte dos agentes financeiros. "Em momentos de crise, ocorre naturalmente uma elevação do spread bancário, tornando o crédito mais caro e mais seletivo", disse Messenberg. Além disso, os prazos de financiamento ficaram mais curtos, dificultando ainda mais a aquisição de bens de consumo duráveis.

Crédito e emprego

Após o recuo das concessões de crédito para pessoa física no último trimestre de 2008, os resultados divulgados pelo Banco Central mostram, no entanto, que houve recuperação a partir de janeiro, o que melhora as perspectivas para o desempenho do consumo no decorrer do ano. Além disso, o movimento de flexibilização da política monetária iniciado em janeiro deste ano, ao favorecer o barateamento e a expansão do crédito, também deve influenciar positivamente a trajetória do consumo, em especial, no segundo semestre do ano.
A crise financeira internacional também refletiu na dinâmica do mercado de trabalho dos brasileiros. Enquanto em outubro de 2007 foram criados 205.260 novos postos, em 2008, para igual mês, esse número foi de apenas 61.401. Em fevereiro deste ano, após três meses de resultados negativos, o saldo de empregos formais voltou a ser positivo, sendo criados 9.179 empregos com carteira assinada, o que pode ser um primeiro sinal de recuperação.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 e 2107-9362 www.agenciasebrae.com.br



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Concurso vai selecionar Equipe de Baristas Cafés do Brasil

Inscrições estão abertas até dia 15 de abril. Serão selecionados dois times que apresentarão os Cafés do Brasil no mundo...

Os baristas, especialistas no preparo de café ‘espresso’, passam a fazer parte das ações do calendário 2009/2010 do PSI – Projeto Setorial Integrado de Promoção à Exportação de Cafés Industrializados, realizado pela Apex-Brasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos em parceria com a ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café.

A seleção das duas duplas – times titular e reserva – será feita através do concurso ‘Equipe de Baristas Cafés do Brasil 2009/2010’ (Brazilian Barista Coffee Team), que está sendo organizado pela ABIC.

As inscrições, gratuitas, já estão abertas e devem ser feitas até dia 15 de abril pelo hotsite www.abic.com.br/baristas, onde está também o regulamento completo. Após preencher e enviar a ficha de inscrição (com um currículo detalhado e elaborado de acordo com os critérios de seleção), o candidato receberá um e-mail de confirmação com as instruções para a remessa, on-line, de fotos e/ou vídeos de suas performances.

A coordenação do concurso fará uma pré-seleção, com base na análise do perfil e qualificação dos inscritos, e indicará 10 finalistas do sexo masculino e 10 do sexo feminino que realizarão uma prova presencial, na sede do Sindicafé-São Paulo (Praça Dom José Gaspar, 30 – 21º andar – Centro – São Paulo-SP), em data e horário a serem divulgados. Todas as despesas de transporte, hospedagem e alimentação correm por conta do candidato interessado.

Os grupos masculino e feminino serão classificados na ordem do 1º ao 10º colocado. O 1º colocado do grupo masculino e a 1ª colocada do grupo feminino formarão o time titular. Os segundos colocados de cada grupo formarão a equipe reserva, que poderá ser convocada nos casos de impossibilidade dos titulares.

Critérios da pré-seleção
A pré-seleção dos inscritos será feita por um júri de quatro experts que irá avaliar o potencial de cada candidato. No regulamento estão todos os detalhes e pontos do que será avaliado

Serão levados em consideração critérios como: Formação - serão valorizados cursos e workshops relacionados ao café e formação do barista; Experiência - serão valorizados os locais onde atuou e há quanto tempo desenvolve a atividade; Títulos e Prêmios/Colocação em Concursos - serão valorizados os prêmios ou a colocação obtida em concursos de baristas (comprovação é obrigatória); Habilidades Performáticas - descrição de cursos e habilidades performáticas que podem colaborar com uma interação diferenciada com o público; Idiomas - como os vencedores participarão de atividades no exterior, o domínio de idiomas é decisivo. Requer-se, no mínimo, fluência em Inglês (a falta de fluência em inglês poderá vir a desclassificar o candidato); Disponibilidade para viagens – é pré-requisito para a escolha a disponibilidade para viagens no Brasil ou para o exterior; e Referências pessoais e profissionais.

Prova presencial: teórica, prática e oral
A prova presencial contará com apoio técnico da ACBB – Associação Brasileira de Café e Barista e será composta de três modalidades, todas realizadas no mesmo dia.

As duas primeiras modalidades são: Prova Teórica, com 8 questões sobre café (20 minutos), e Prova Prática, na qual o candidato deverá preparar em 15 minutos, para avaliação do júri, 4 cafés espressos, 4 cappuccinos e 4 drinques de assinatura à base de ‘espresso’, e servir corretamente aos 4 juízes sensoriais que avaliam e dão notas para qualidade e apresentação das bebidas. Além de técnica, os candidatos têm que mostrar que entendem de café e, durante a apresentação, explicar, por exemplo, sobre a escolha do blend, origem dos grãos, características da produção, colheita, torra e moagem. A terceira modalidade da prova é um Teste Oral para comprovação da fluência em inglês e outros idiomas (20 minutos).

Na prova presencial, cada jurado atribuirá notas de zero a 10 para itens como: forma de servir, qualidade e apresentação das bebidas; conhecimento sobre café, mediante resultados da prova teórica e explanação durante a apresentação acerca de regiões produtoras, blends, características da produção, colheita, torra e moagem, e apresentação performática durante o preparo e ao servir as bebidas.

Sobre o PSI
O Projeto Setorial Integrado de Promoção à Exportação de Cafés Industrializados da Apex-Brasil tem sido fundamental para fomentar as vendas mundiais, e com maior valor agregado, de cafés em grão torrado ou moído produzidos no Brasil.

A exportação com marca brasileira é uma iniciativa muito recente, que assumiu uma característica de negócios consistentes a partir de 2002, quando foi firmado o primeiro convênio entre a Apex-Brasil e a ABIC. Nesses sete anos, em função das ações do PSI, as vendas aumentaram em quase 800%: de US$ 4 milhões, em 2002, para US$ 35,6 milhões, em 2008.

O novo convênio firmado entre Apex-Brasil e ABIC, com validade até 2010, prevê novas estratégias para a inserção dos Cafés do Brasil em diferentes mercados e também junto à alta gastronomia, principal porta de entrada para os cafés gourmet. Daí a grande importância do Brazilian Barista Coffee Team.

Informações sobre o Concurso: no hotsite www.abic.com.br/baristas, pelo e-mail baristas@abic.com.br ou diretamente na ABIC, pelo telefone (21) 2206 6161, com Christianne Monteiro ou Pablo Carmelo.

Divulgação: Tempo de Comunicação – 27/03/2009
Jorn. Resp.: Marília Moreira (MTb 11.381) – Contato: Eduardo Buitron.
Fone/Fax: (11) 3868 4037 – tempocom@uol.com.br




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Vinhos brasileiros participam pela 5ª vez consecutiva da ProWein na Alemanha

Principal feira do maior mercado importador de vinhos do mundo terá a presença de dez vinícolas brasileiras no final de março...

Dez vinícolas brasileiras participam da ProWein 2009, de 29 a 31 de março, em Düsseldorf, na Alemanha, o maior mercado importador de vinhos do mundo e o 4º país em consumo da bebida. Casa Valduga, Miolo, Aurora, Salton, Lidio Carraro, Boscato, Garibaldi, Lovara e Cordilheira de Santanna integram o time do Projeto Setorial Wines From Brazil (WFB) - desenvolvido pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil)-, presente pela 5ª vez consecutiva na feira, que está na sua 16ª edição. “Como a Alemanha está entre os principais mercados do mundo, é obrigatório participar da ProWein, principalmente para mostrar a consistência e a crescente evolução de qualidade dos vinhos brasileiros”, afirma a gerente de Promoção Comercial do WFB, Andreia Gentilini Milan.

A persistência tem mostrado resultados práticos. De 2007 a 2008, a Alemanha passou de 7º para o 5º destino das exportações brasileiras de vinhos e espumantes. O crescimento no volume foi de 120%, com vendas de 123 mil litros em 2007 para 271,1 mil litros no ano passado. O retorno financeiro também foi expressivo, registrando um incremento de 81,6%. As exportações brasileiras renderam US$ 248,2 mil em 2007, saltando para US$ 450,9 mil em 2008. “A tendência continua sendo de crescimento”, destaca Andreia.

Com quatro anos de investimentos no marcado alemão, a feira deste ano deve trazer resultados ainda melhores para as vinícolas brasileiras. “Todas as dez empresas presentes na ProWein possuem importador para a Alemanha, o que facilita muito a exportação”, observa Andreia, acrescentando que, de todas as bebidas alcoólicas, o consumo de vinhos foi o único que não caiu nos últimos anos no país tradicionalmente conhecido como o berço da cerveja. “O vinho brasileiro é autêntico, jovem e focado nas pessoas que procuram uma vida mais alegre e são atentas a novas experiências”, aponta.

Para comprovar esta descrição, Andreia informa que serão promovidas duas degustações dos produtos brasileiros no estande de 60 m” do WFB na ProWein. As dez vinícolas brasileiras receberão oito jornalistas especializados no domingo (29) e na segunda-feira (30), sempre a partir das 13h. No ano passado, a feira recebeu 33 mil visitantes de 50 países, sendo 787 jornalistas de todo o mundo. Foram 3.160 expositores de 45 nações. “O mais importante é o perfil dos visitantes: 83% estão envolvidos na tomada de decisão de compra das suas empresas”, observa a gerente de Promoção Comercial do WFB.

Exportações – Em 2008, as exportações de vinhos e espumantes brasileiros das 34 empresas que integram o Projeto Wines From Brazil (WFB) do Ibravin, em parceria com a Apex-Brasil, somaram US$ 4,68 milhões – o dobro das vendas de 2007, que renderam US$ 2,34 milhões. O objetivo para este ano é exportar US$ 6 milhões. Para alcançar este crescimento nas exportações de vinhos e espumantes made in Brazil, o Ibravin e a Apex-Brsil programaram a participação em 22 feiras e eventos internacionais pelo mundo afora. A estreia foi em Dubai, em feverereiro, no evento Sabores do Brasil.

SAIBA MAIS SOBRE OS VINHOS BRASILEIROS

- Maior país da América Latina e quinto maior produtor do Hemisfério Sul, o Brasil é um legítimo representante dos países reunidos no chamado Novo Mundo do vinho, mas com características peculiares que o diferenciam de todas as demais nações. Os vinhos e espumantes brasileiros, em termos gerais, são leves, frescos e frutados.
- Apesar de jovem em comparação com as históricas regiões produtoras de vinhos do Continente Europeu, a indústria vinícola brasileira deu saltos formidáveis em termos de inovações tecnológicas e manejo dos vinhedos nos últimos 15 anos.

- O investimento é constante nos 88 mil hectares dedicados à produção no Brasil, distribuída em seis regiões principais: a Serra Gaúcha (incluindo a Indicação Geográfica – I.G. – do Vale dos Vinhedos, com 90% da produção), a Campanha, a Serra do Sudeste e os Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul; o Planalto Catarinense, em Santa Catarina; e o Vale do São Francisco, no Nordeste do País.

- Os resultados são colhidos, a cada safra, na forma de produtos de excelente qualidade, comprovada em mais de 1.800 premiações internacionais. Já possuem notório reconhecimento os espumantes da Serra Gaúcha, pela sua leveza e frescor, e muitos vinhos tintos e brancos, pela complexidade e diversidade encontrada entre os tradicionais paralelos 28º e 32º Sul até o Vale do São Francisco (entre 8º e 9º), a maior região de vinhedos próxima ao Equador, com a elaboração de duas safras anuais.
Mais informações www.winesfrombrazil.com.br.

SAIBA MAIS SOBRE O MERCADO ALEMÃO DE VINHOS

Descrição do Mercado Alemão de Vinhos

· Existe uma grande variedade de diferentes vinhos presentes no mercado alemão, que é um mercado competitivo.
· De todo o mercado, 55% dos vinhos são tintos, 35% brancos e 10% rosé. Embora a Alemanha seja um país produtor predominantemente de vinhos brancos, o consumo principal é de vinhos tintos.
· A Alemanha é o maior mercado do mundo para espumantes (3 milhões de hectolitros = 15% do mercado). No entanto, a maior fatia de fornecimento é nacional.
· Os supermercados de descontos tiveram um importante papel em aumentar as vendas de vinhos através das suas estratégias de preços agressivas. Estas cadeias de descontos oferecem boa qualidade por um preço baixo.
· Por outro lado, as vendas no setor HORECA (Hotéis, Restaurantes e Cafés) sofreram devido a circunstâncias econômicas, pois menos consumidores estão escolhendo comer e beber fora de casa. O que resultou num mercado mais ou menos estagnado nos últimos anos, e é esperado que cresça numa pequena escala em termos de volume nos próximos anos.

Consumo e Tendências

· Consumo em 2007: 20 milhões de hectolitros, o 4º maior mercado de vinhos do mundo.
· Consumo per capita em 2007: 24,3 litros
· Boa qualidade, garrafas e rótulos criativamente desenhados tornaram o vinho mais atrativo para todos os consumidores.
· Acredita-se que aumentará a participação de vinhos rosés nos próximos anos.
· Nos últimos anos, os consumidores têm solicitado vinhos com 1 a 1,5% menos de teor alcoólico e vinhos brancos e rosés secos, frescos, jovens e frutados, sem muito carvalho.
· O mercado de vinhos orgânicos oferece uma boa oportunidade para vinhos de países em desenvolvimento. Importadores especializados neste nicho estão indo muito bem.

Canais de Distribuição

· HORECA – 18%

Varejo – 82%, sendo:
* 20% vendas diretas das vinícolas
* 10% lojas especializadas
* 70% supermercados e discounters

· Edeka, Metro Group e Rewe, bem como Lidl, Aldi, Norma, Netto, Penny e Plus correspondem juntas a 70% do mercado e continuam a aumentar sua participação de vendas.
· Existem algumas grandes empresas distribuidoras de vinhos como Pernod Ricard, Racke e Weinwolf, mas no geral o mercado é bastante fragmentado com vários importadores pequenos e independentes.
· Lojas especializadas em vinhos mais caros estão ganhando mercado.


ASSESSORIA DE IMPRENSA do Ibravin
Orestes de Andrade Jr.
+55 51 8445.6676
+55 51 3276.7035
imprensa@ibravin.org.br
www.ibravin.org.br



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Apex-Brasil e Anfacer trazem 152 compradores e jornalistas estrangeiros para Expo Revestir

Feira de revestimentos cerâmicos que começa terça-feira (24) em São Paulo deve gerar US$ 145 milhões em negócios...

A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e a Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Revestimentos Cerâmicos) estão trazendo 106 compradores internacionais e 46 formadores de opinião estrangeiros para visitar a Expo Revestir 2009 – principal feira de revestimentos cerâmicos da América Latina, que acontece de 24 a 27 de março, em São Paulo, no Transamérica Expo Center.

O objetivo das duas entidades com a iniciativa é gerar negócios e divulgar o setor de revestimentos cerâmicos em diversos mercados-alvo para as exportações brasileiras. Os 152 visitantes internacionais terão parte de suas despesas custeadas pelas entidades e, durante os quatro dias de evento, irão se reunir com empresários, além de visitar fábricas e show-rooms do setor.

Alemanha, Arábia Saudita, Bahamas, Bolívia, Cabo Verde, Colômbia, Emirados Árabes Unidos, França, Gâmbia, Gana, Ilhas Cayman, Ilhas Virgens, Jamaica, Líbia, México, Moçambique, Namíbia, Paquistão, Romênia, Uruguai e Venezuela enviarão um representante cada para o evento. Chile, Paraguai, Peru e Porto Rico terão dois representantes por país. Costa Rica, Equador, Guatemala, Honduras e República Dominicana enviarão três representantes cada, enquanto Panamá e Trinidad e Tobago serão representados, cada um, por quatro empresários. A delegação Sul-Africana terá cinco representantes e a Argentina, nove. Os Estados Unidos terão trinta representantes.

Aliado ao Projeto Comprador, o Projeto Imagem, também desenvolvido pela Apex-Brasil e Anfacer, trará ao país jornalistas de 12 países para encontros com empresários do setor. Já estão confirmadas as presenças de veículos de imprensa de África do Sul (Floors in Africa), Argentina (Vivienda, Suma), Austrália (Tile Today Australia), Canadá (Canada Floor Coverings), Costa Rica (Revista Construir), Emirados Árabes Unidos (Architect Middle East), Estados Unidos (Tile Magazine, Interiors & Sources Magazine, Architecture Magazine, Building Design & Construction / Reed Business Information / BD+C Magazine), França (ICV), Itália (Ceramic World, Faenza Italia), Paraguai (Costos Paraguay) e Reino Unido (Tile and Stone Journal).

Com base nos resultados da última edição da Expo Revestir, a previsão é de que sejam gerados US$ 145 milhões em negócios durante a feira, o que representa um crescimento de 12% com relação a 2008. Com a expectativa de receber 40 mil visitantes de 65 países, a feira terá 180 empresas expositoras. Além dos fabricantes nacionais, estarão presentes representantes de países como Itália, Espanha, Argentina e Turquia.

Simultaneamente à Expo Revestir 2009, acontece o 7 º Fórum Internacional de Arquitetura e Construção, evento que receberá especialistas do Brasil e do exterior para palestras sobre arquitetura, design, técnicas para a produção de revestimentos cerâmicos e perspectivas para o setor.



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RESOLUÇÃO No 18, DE 26 DE MARÇO DE 2009.

O CONSELHO DE MINISTROS DA CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR, conforme o deliberado em reunião realizada no dia 24 de março de 2009, com fundamento nos incisos XIV e XIX do art. 2º do Decreto no 4.732, de 10 de junho de 2003, e tendo em vista as Decisões nos
67/00, 68/00, 05/01, 06/01, 21/02, 31/03, 33/03, 34/03, 38/05, 39/05, 40/05, 13/06, 27/06, 59/07, 61/07 e 58/08, do Conselho do Mercado Comum - CMC e as Resoluções nos
33/08, 56/08 e 57/08, do Grupo Mercado Comum - GMC, do MERCOSUL,

RESOLVE:

Art. 1o
A Nomenclatura Comum do MERCOSUL - NCM e as alíquotas do Imposto de Importação que compõem a Tarifa Externa Comum - TEC, de que trata o Anexo I da Resolução CAMEX no 43, de 22 de dezembro de 2006, ficam alteradas na forma do Anexo a esta Resolução.

Art. 2o
Esta Resolução entra em vigor a partir de 1º de abril de 2009.




MIGUEL JORGE
Presidente do Conselho

veja a íntegra da resolução




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RESOLUÇÃO N° 17, DE 26 DE MARÇO DE 2009.

O CONSELHO DE MINISTROS DA CÂMARA DE COMÉRCIO
EXTERIOR, conforme o deliberado em reunião realizada no dia 24 de março de 2009, com
fundamento nos incisos XIV e XIX do art. 2° do Decreto no 4.732, de 10 de junho de 2003, e tendo em vista o disposto nas Decisões nos 67/00, 68/00, 05/01, 06/01, 21/02, 31/03, 33/03, 34/03, 38/05, 39/05, 40/05, 13/06, 27/06, 59/07, 61/07 e 58/08 do Conselho do Mercado Comum - CMC, do MERCOSUL e nas Resoluções CAMEX nº 43, de 22 de dezembro de 2006 e no 81, de 18 de dezembro de 2008,

RESOLVE:

Art. 1o
Na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum, de que trata o Anexo II da Resolução CAMEX n° 43, de 22 de dezembro de 2006:

I - ficam excluídos os códigos NCM 3004.39.25, 8409.99.11, 8409.99.12, 8409.99.13, 409.99.20, 8483.10.10 e 8483.30.90, cujas alíquotas do Anexo I da citada Resolução deixam de ser assinaladas com o sinal gráfico “#”:

II - fica incluído o seguinte Ex-tarifário no código NCM 3004.39.29:

III - fica excluído o Ex 001 do código NCM 3004.90.59.

IV - fica alterada a redação do Ex 001 do código NCM 8409.99.90 para:

V - a redução da alíquota do código NCM 2926.90.91 continua limitada a uma quota de 40.000 (quarenta mil) toneladas para importações realizadas em um prazo de até 12 meses, contados a partir da publicação desta Resolução, resguardadas as possibilidades de modificação da referida Lista, conforme a Decisão CMC no 59/07.

Art. 2° A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior poderá editar norma complementar, visando estabelecer os critérios de alocação da quota mencionada no artigo anterior.

Art. 3° Na Lista de Exceções de Bens de Informática e de Telecomunicações, de que trata o Anexo III da Resolução CAMEX n° 43, de 22 de dezembro de 2006, ficam excluídos os códigos NCM 8443.32.33, 8443.32.36, 8443.32.40, 8443.32.52 e 8443.32.91, cujas alíquotas do Anexo I da citada Resolução deixam de ser assinaladas com o sinal gráfico “§”.
NCM Descrição Alíquota (%)
3004.39.29 Outros 8
Ex 009 - Contendo acetato de octreotida 0

NCM Descrição Alíquota (%)
8409.99.90 Outras 16
Ex 001 - Camisas soldadas a cabeçotes, para motores diesel com potência máxima
igual ou superior a 800HP, para uso exclusivo em locomotivas diesel-elétricas
0



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Brasil reduz Lista de Exceções à TEC de 99 para 92 produtos

Para atender determinação do Mercosul, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicou hoje (27/3) no Diário Oficial da União, a Resolução nº 17, que reduz de 99 para 92 itens na composição da Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum (TEC). A medida faz a exclusão de seis itens do segmento de ferro-peça para locomotivas e o medicamento calcitonina. Aprovada pelo Conselho de Ministros da Camex, em reunião realizada na terça-feira (24/3), a resolução entrará em vigor a partir do dia 1º de abril...

Com a retirada das peças para a indústria ferroviária: bielas (NCM 8409.99.11); blocos de cilindros, cabeçotes e cárteres (NCM 8409.99.12); injetores – incluídos os bicos injetores (NCM 8409.99.13); pistões ou êmbolos (8409.99.20); virabrequins (8483.10.10); e, outros (8483.30.90) da Lista Brasileira de Exceções à TEC, as alíquotas para importação de produtos com esses códigos passam de 0% para 2%. Para o medicamento calcitonina (NCM 3004.39.25) – utilizado no tratamento de pacientes com osteoporose ou doença de Paget dos ossos – a alíquota será de 8%.

Também foi excluído da Lista o código Ex 001 da NCM 3004.90.59 – medicamento com Micofenolato de Mofetila, utilizado para combater a rejeição de órgãos transplantados, que volta a tarifa de 8%; e a inclusão do código Ex 009 da NCM 3004.39.29, o Acetato de Octreotida, com redução da tarifa de 8% para 0%.

A diminuição da alíquota do produto Adiponitrila (NCM 2926.90.91), de 12% para 2%, continua limitada a uma cota de 40 mil toneladas para importações realizadas em até 12 meses, após a vigência. Além disso, foi alterada a redação do texto do Ex 001 do código 8409.99.90, de “camisas soldadas a cabeçotes, para motores diesel com potência máxima igual ou superior a 800 HP, para uso exclusivo em locomotivas diesel-elétricas”.

Alterações na TEC

A Camex publicou ainda a Resolução nº 18, de 26 de março de 2009, que incorpora alterações na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e na Tarifa Externa Comum (TEC), de acordo com a Resolução 56/08 do Grupo Mercado Comum do Mercosul. Essas alterações podem ser visualizadas no link abaixo e passam a vigorar na próxima quarta-feira (1º/4).

As modificações buscam aperfeiçoar textos de nomenclatura entre as línguas portuguesas e espanholas, como a posição 64.03 (calçados); fechamento de posições (Juta); abertura de subposições (bonés); abertura de códigos (partes e peças de motores diesel para locomotivas diesel-elétricas e máquinas de costura industriais).

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
Aline Cruz Moura
aline.moura@desenvolvimento.gov.br



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