1 de mar de 2009

Eventos na AMCHAM - Março

Câmara Americana de Comércio
03/03/2009 - São Paulo
Happy Tuesday Francês
Encontro entre os Associados da Câmara Americana e Consulado Geral da França em São Paulo, divulgando um pouco da cultura francesa através da música, da comida, bebida e uma vernissage.
Evento exclusivo para sócios da Câmara Americana e Consulado Geral da França em São Paulo.

04/03 a 05/03 - Curitiba
PACE - Excelência no Atendimento
Voltado para colaboradores de atendimento, onde abordará: as atitudes para ter sucesso na vida; as atitudes para ter sucesso no atendimento; e as habilidades para ter sucesso no atendimento.
Amcham Curitiba

16/03 a 17/03 - Belo Horizonte
PACE - Gerenciamento de Projetos (PMI) 16/03/2009 e 17/03/2009
O curso é voltado para profissionais e empresas tenham como objetivo melhorar o gerenciamento de seus empreendimentos, principalmente em momentos de crise, utilizando para isto os padrões do Project Management Institute - PMI, o maior instituto mundial de gerenciamento de projetos.
Amcham Business Center Rua da Paisagem 220, Vila da Serra - Nova Lima - MG

18/03 - São Paulo
Café de Crédito para Pequenas Empresas 18.03 (Amcham)
Trazer opções, oportunidades e soluções alternativas de crédito e financiamento para que pequenas empresas encontrem formas de se preparar para o momento econômico atual.
Amcham Business Center - São Paulo

18/03 a 19/03 - Curitiba
PACE - “Estratégias de Marketing para tempos de crise e de budget limitado”
Estratégias pouco conhecidas, pouco utilizadas e de baixo custo são a ferramenta ideal, se bem utilizadas, em momentos onde as verbas de marketing são escassas e incertezas no mercado.
Amcham Curitiba

23/03 a 26/03 - Belo Horizonte
PACE - Gestão Estratégica do Desempenho Empresarial - Baseada no Balanced Scorecard
Capacitar os gestores em metodologia e ferramentas de gestão do desempenho empresarial com base no modelo do Balanced Scorecard.
Amcham Business Center - BH

24/03 - Uberlândia
PACE - PGP (Planejamento & Gestão de Projetos)
Participe do curso de Planejamento & Gestão de Projetos! Em apenas 1 dia de atividades (10h/aula) os participantes são apresentados aos conceitos da linguagem TEvEP, participam de uma dinâmica prática para experimentar a aplicabilidade da ferramenta e desenvolvem projetos reais (1 projeto por participante).
Hotel San Diego

25/03 - Recife
PACE: Planejamento de Marketing
Como sua empresa deve preparar seu departamento de marketing
ABA - Associação Brasil América. 3º Andar.

25/03 - Campinas
Rodada de Negócios
Rodada de Negócios é uma iniciativa da Amcham para promover o relacionamento entre as empresas. De maneira dinâmica e eficaz, 25 empresas se organizam em um sistema de rodízio para apresentar e conhecer novos parceiros. São uma hora e meia de rodízio para 24 novos contatos e grandes negócios. A rodada será organizada de forma que cada empresa tenha 2 minutos para vender seus produtos e 1 minuto para expor suas necessidades de compra.
Tryp Hotel



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Corte de subsídios proposto por Obama sofre críticas nos EUA

Estadão - CHARLES ABBOTT - REUTERS

WASHINGTON - Wally Darneille tem quatro palavras para a proposta do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de encerrar o subsídio direto aos produtores agrícolas norte-americanos: "Isso é uma insanidade."

"Acho que realmente vamos pelo caminho errado", acrescentou Darneille, chefe de uma cooperativa de algodão pertencente a um agricultor em Lubbock, Texas. Um esquadrão de legisladores e grupos de agricultores concordam com ele.

Os opositores dizem que a proposta vem na hora errada e interfere em agricultores que formam três quartos da produção agrícola. Dois senadores que há muito tempo apoiam reformas nos subsídios se opõem à proposta de Obama.

Como parte de seu orçamento para 2010, Obama propôs interromper os subsídios diretos a agricultores com vendas maiores que 500 míl dólares por ano, para economizar 9,8 bilhões de dólares nos próximos dez anos.

Os pagamentos, que somam um total de 5,2 bilhões de dólares anuais, são pagos sem levar em conta cada colheita.

"Grandes produtores estão bem-posicionados para substituir esses pagamentos com fontes alternativas de renda dos mercados emergentes para serviços ambientais, como separação de carbono, produção de energia renovável e a provisão de ar limpo, água limpa e habitat para a vida selvagem", dizem os documentos orçamentários da Casa Branca.

Críticas ao plano de pagamento direto ofuscaram uma proposta conjunta para um teto de 250 mil dólares por ano de pagamento de subsídios.

"Grandes agricultores... acho que eles serão prejudicados", afirmou Daryll Ray, um economista da Universidade do Tennessee.

Um agricultor pode obter 500 mil dólares em vendas em 885 acres de milho ou em 2.250 acres de trigo com baixo rendimento.

Aproximadamente 126 mil produtores norte-americanos têm vendas superiores a 500 mil dólares por ano, de acordo com o Departamento de Agricultura.

"Fizemos algumas contas, e não demorará muito para chegar a esse teto", afirmou Tim Bartram, que administra 400 acres de trigo em Guthrie, Oklahoma. "Eles estão mostrando um real desconhecimento sobre agricultura."

A proposta de Obama enfrenta oposição no Congresso, que tomou o controle sobre políticas agrícolas nos últimos anos.

(Reportagem adicional de Karl Plume em Grapevine, Texas, Edição de Russell Blinch e Ted Kerr)

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Mapa promove agronegócio brasileiro no Oriente Médio

Portal do agronegócio - MAPA
Pela segunda vez, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa da maior feira de alimentos do Oriente Médio, a Gulfood. O evento acontece de 23 a 26 de fevereiro em Dubai (Emirados Árabes Unidos). Em parceria com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira, a equipe do Mapa estará acompanhada de 14 empresas do setor e associações de produtores e exportadores.

O pavilhão com produtos nacionais tem objetivo de apresentar o agronegócio brasileiro a possíveis parceiros comerciais do Oriente Médio. Os visitantes poderão encontrar lácteos, café, ovos, água de coco, mel, biscoitos, doces e confeitos, além de carnes, milho e frutas.

“A participação em feiras e missões comerciais dá oportunidade para as empresas encontrarem novos clientes em diferentes países e, com isso, intensificarem suas exportações”, ressaltou o diretor de Promoção Internacional do Agronegócio do Mapa, Eduardo Sampaio.

Exportações
Em 2008, o Brasil exportou para os Emirados Árabes Unidos US$ 763,9 milhões. As carnes estão em primeiro lugar na pauta do comércio com aquele país, alcançando US$ 473,4 milhões. Desse total, a carne de frango foi a mais vendida, com US$ 377,7 milhões. O açúcar também merece destaque. No ano passado, gerou receita de US$ 171,6 milhões.

O mercado dos Emirados Árabes Unidos representa, ainda, uma importante oportunidade para outros produtos. Só no ano passado, por exemplo, as exportações de ovos do Brasil para aquele mercado cresceram mais de 300%.

Vitrine
Para Sampaio, a Gulfood é uma porta de entrada, não só para o país que a promove, mas para diversos países árabes, como Arábia Saudita e Egito. “Esses países são grandes compradores de alimentos e o Brasil já tem boa participação nesses mercados, no entanto com poucos produtos”, comentou.

O diretor do Mapa acredita que o agronegócio brasileiro pode ampliar a presença nesses países. Os lácteos são exemplo disso. Os sauditas importam mais de US$ 1,5 bilhão de produtos lácteos. “Mesmo o café, tradicional produto de exportação nacional, tem presença reduzida naqueles países. Devemos aproveitar esse tipo de evento para divulgar a qualidade dos nossos produtos e viabilizar negócios”, concluiu.

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Retirada de subsídios beneficiará Mato Grosso

Portal do Agronegócio - Diário de Cuiabá
A redução dos subsídios agrícolas e o fim da sobretarifa para o etanol importado – medidas propostas pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no discurso da última terça-feira, no Congresso – poderão alavancar os investimentos no setor sucroalcooleiro e impulsionar a produção de álcool em Mato Grosso.

Na opinião do diretor executivo do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras do Estado (Sindálcool), Jorge dos Santos, a sinalização do corte dos subsídios para os grandes produtores norte-americanos pode ser positiva para um país agrícola como o Brasil, com impacto direto para Mato Grosso, que seria o mais beneficiado com a medida.

“Dos estados produtores [de álcool], Mato Grosso é o que tem a melhor posição. Já temos mapeados 1,5 milhão de hectares que podem ser incorporadas ao processo produtivo, o suficiente para abastecer 10 novas usinas aqui”, informa Santos.

Atualmente, Mato Grosso cultiva apenas 240 mil hectares de cana-de-açúcar, que na última safra garantiu uma produção de 850 mil litros de álcool. As 11 usinas em operação moeram 15 milhões de toneladas, mas a capacidade de moagem é de até 20 milhões de toneladas de cana por safra.

“Mato Grosso não exporta porque não tem logística para isso. Mas será beneficiado diretamente, pois aumentará suas vendas para os estados que exportam e são nossos clientes. Precisamos de novos investimentos, mas, para isso, é preciso estimularmos as exportações, uma vez que o mercado interno está atendido e as vendas externas não se desenvolveram”, frisou.

Ele entende que outro avanço no discurso de Obama é que, além de ressaltar que o etanol é uma questão de segurança nacional, ele também destaca a importância do produto no combate aos efeitos das mudanças climáticas. Obama também afirmou que irá destinar US$ 15 bilhões por ano para energias renováveis, incluindo biocombustíveis avançados.

Os produtores acreditam que existe a expectativa dos EUA considerarem o etanol brasileiro também como um biocombustível avançado e, desta forma, ser beneficiado por medidas para complementar a demanda norte-americana, que é mandatória e deve ser de 40 bilhões de litros em 2009.

Segundo Jorge dos Santos, nos Estados Unidos, o etanol de milho custa duas vezes mais do que o de cana, por isso está sendo subsidiado pelo governo. “O milho é também o mais importante alimento da humanidade, por isso não se justifica usar um produto desta importância para fabricar combustível, quando existem outras alternativas energéticas”.

Santos lembra que para que o álcool de milho fique competitivo, o produtor norte-americano tem que receber um subsídio fortíssimo. “Além disso, há uma sobretarifa de 54 centavos de dólar por litro de álcool importado, o que acaba tirando a nossa competitividade naquele mercado e praticamente inviabilizando as exportações”.

A retirada desta sobretarifa e dos subsídios aos produtores, na avaliação de Jorge dos Santos, são medidas decisivas para incrementar a produção e atrair novos investimentos para o setor sucroalcooleiro.

“Se considerarmos que o mercado norte-americano é um negócio gigantesco e consumiria toda a produção brasileira, o impacto seria enorme. Acredito que entraríamos em um novo ciclo de produção em nosso Estado”.

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Chile reconhece sete Estados como livres de febre aftosa

Portal do agronegócio - Estadão Online
O governo do Chile reconheceu os rebanhos bovinos dos Estados de Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná como livres de febre aftosa, informou na quinta-feira (26) a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

O Chile também referendou o status sanitário do Rio Grande do Sul, que já era reconhecido como livre da doença. Nos últimos anos, só os gaúchos tiveram acesso ao mercado do Chile, que tradicionalmente importa corte nobres de carne bovina, de maior valor.

O diretor executivo da Abiec, Otavio Cançado, explicou que as vendas de carne bovina dos sete Estados para o mercado do Chile estavam suspensas desde o final de 2005, quando foram diagnosticados focos de febre aftosa no extremo sul de Mato Grosso do Sul e no Paraná. Até então, o Chile estava na lista dos principais importadores de carne bovina do País.

Ele calcula que o potencial de vendas do Brasil para esse mercado é de cerca de 100 mil toneladas por ano. A partir de agora, a expectativa dos exportadores brasileiros é com a publicação da lista de frigoríficos aptos a vender para o Chile. O nome das plantas será definido pelo governo chileno.

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Avicultura brasileira vê recuperação no preço do frango no mercado internacional

Portal do agronegócio
A decisão do setor avícola brasileiro em promover um ajuste de produção como forma de não sofrer impactos da crise econômica mundial, com uma oferta do produto maior que as demandas externa e interna, trouxe uma rápida reação do mercado internacional. A principal resposta veio na recuperação dos preços no mercado externo, resultado principalmente da decisão do setor em reduzir o alojamento de corte em 20% e a meta de atingir um plantel máximo de 400 milhões de frango de corte alojadas no mês.
De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) e diretor do Setor de Abatedouros e Mercado da União Brasileira de Avicultura (UBA), Domingos Martins, os preços no mercado externo já demonstram uma recuperação. “Hoje, apesar do momento de crise econômica, os cortes específicos de frango no mercado internacional custam entre 150 e 200 dólares por tonelada a mais que no final do ano passado, o que se torna um alento para a avicultura, que vinha entrando nesse período de crise econômica com muita cautela”, informou.
Segundo Domingos Martins, os mercados compradores se mostraram bastante preocupado com a possibilidade de faltar frango devido à decisão brasileira em reduzir a produção. Essa manifestação foi informada durante a Gulfood 2009, feira do setor alimentício que aconteceu nesta semana em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O setor avícola do Paraná esteve presente ao evento, com todas as empresas exportadoras associados ao Grupo Unifrango Agroindustrial representadas na feira. Associada ao Sindiavipar, a Unifrango reúne 19 empresas do segmento avícola do Paraná e responde pela terceira colocação em abate de frango no país, com 1,8 milhão de cabeças abatidas/dia.
Para o presidente do Sindiavipar, a participação das avícolas paranaenses na feira foi bastante gratificante, pois possibilitou o fortalecimento de parcerias já consolidadas e a abertura para novos mercados. Hoje, o Oriente Médio é o principal destino da produção avícola do Paraná. De acordo com levantamento do Sindiavipar, dos dez principais mercados consumidores da carne de frango do Paraná, quatro são do Oriente Médio (Arábia Saudita, Emirados Árabes, Kuwait e Egito), que juntos somaram 30% de participação no volume das exportações paranaenses no ano passado. “A decisão em reduzir a produção avícola brasileira tem preocupado os importadores, que temem uma falta de frango no mercado. Na feira em Dubai eles demonstraram preocupação com o grande mercado brasileiro. No entanto, não há perspectiva dessa falta de oferta de frango, uma vez que o ajuste de mercado caminha de acordo com o desempenho das exportações do produto”, informa Domingos Martins.

Ajuste de mercado
Depois de atuar para reduzir o alojamento de corte em 20% desde novembro do ano passado, a avicultura de corte brasileira decidiu no final de fevereiro ampliar o seu ajuste de produção, numa recomendação nacional para se atingir um plantel máximo de 400 milhões de frango de corte alojadas por mês. De acordo com o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, a estimativa é de que com esse ajuste da produção o Paraná diminua o abate de cabeças de frango em aproximadamente 12%, comparado à média mensal obtida no ano passado. A média mensal de 2008 foi de 101.843.663 cabeças, com a avicultura paranaense finalizando o ano com o abate de 1.222.123.962 cabeças. Apesar disso, o estado irá se manter como o principal produtor de frango de corte do Brasil, respondendo por aproximadamente 27% da produção nacional.
O pacote pró-ajuste do mercado avícola foi sugerido pela União Brasileira de Avicultura (UBA) e pela Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (ABEF). O presidente do Sindiavipar destaca que o ajuste de mercado se faz necessário para afastar a possibilidade de crise sobre esse importante setor do agronegócio brasileiro, equilibrando a oferta e o consumo de frango no cenário interno. “Nos últimos meses, estamos enfrentando uma diminuição nas exportações de frango do Brasil, em virtude da crise econômica mundial, que traz como consequência a falta de crédito para viabilizar as exportações nacionais. No último mês, a diminuição nas exportações foi de aproximadamente 50 milhões de cabeças de frango, uma demanda que fica para o consumo interno. Então, para equilibrar a oferta e a demanda, tanto no cenário externo quanto no interno, propomos esse ajuste de produção”, explica Domingos Martins.

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Maior Evento Tecnológico Mundial

Câmara Brasil Alemanha
De 20 a 24 de Abril - 2009 - Hannover - Alemanha

Técnica de acionamento, prestação de serviços, técnica de compressão, técnica energética, economia energética, energias renováveis, técnica de fluidos, pesquisas e desenvolvimentos, serviços de TI, Nanotecnologia, técnicas de superfícies, Pipelines e equipamentos, tecnologias, técnicas de vácuo para laboratórios, peças de reposição.

Mais informações sobre esta missão, clique no link abaixo ou faça contato diretamente com Renata Xavier ou Ana Cristina Macedo, através do telefone (21) 2224-2123 ou por e-mail feiras@ahk.com.br

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Feira Internacional do Mercado Mundial das Padarias

Feira Internacional do Mercado Mundial das Padarias... Tudo para Padeiros e Confeiteiros

De 03 a 09 de Outubro - 2009 - Düsseldorf - Alemanha

Fornos, equipamentos para padarias, equipamentos para processamento de dados, decoração, produtos prontos, técnicas de refrigeração, sistemas de caixas registradoras, equipamentos para confeitarias, montagem de lojas, máquinas, matérias-primas, máquinas de sorvete, congeladores, alimentos congelados, máquinas para embalagens.

Mais informações sobre esta missão, clique no link abaixo ou faça contato diretamente com Renata Xavier ou Ana Cristina Macedo, através do telefone (21) 2224-2123 ou por e-mail feiras@ahk.com.br

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Evento Mundial de Clima e Energia

A Câmara de Comércio e Indústria Brasil Alemanha gostaria de chamar a sua atenção para o RIO 9 - Evento Mundial de Clima e Energia que acontecerá de 17 a 19 de março de 2009 no Rio de Janeiro.

Através da participação neste evento a sua empresa terá a oportunidade de ampliar a rede de contatos e gerar relações de negócios, com empresas e grupos na área das energias renováveis no Brasil e no mundo.

Para obter mais informações de como expor ou visitar a feira, entre em contato com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil Alemanha através do email feiras@ahk.com.br ou fale diretamente com Ana Cristina Macedo e Renata Xavier no telefone (021) 2224-2123.

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German Business Portal indica a executivos o caminho para a Alemanha

Câmara Brasil Alemanha
O portal de Internet www.germany-business-portal.info oferece a empresários internacionais uma plataforma em que se pode obter informações sobre a Alemanha, com dados sobre o país e sobre o mercado alemão. Basta um clique para informar-se sobre temas como, por exemplo, autorização de trabalho e tarifas aduaneiras.
As informações estão divididas em tópicos: Business Information, Business Location e Country Information e ainda organizadas em Travel, Work e Life, para disponibilizar aos estrangeiros interessados uma visão geral e compreensível sobre o mercado alemão. O GBP canaliza as perguntas em torno do engajamento na Alemanha, indicando ofertas relevantes na Internet e interlocutores competentes.
O portal assume o papel de plataforma que facilita o acesso às informações disponibilizadas eletronicamente por associações alemãs, câmaras de comércio e indústria, órgãos públicos, ministérios, promotores econômicos, sociedades de feiras, entre outras. Para assuntos mais complexos, que devem ser atendidos individualmente, existe um fórum no qual o usuário pode entrar em contato com os peritos das instituições mencionadas: http://forum.german-business-portal.info.
O portal em língua inglesa é um projeto do Ministério Federal para a Economia e Tecnologia. Para questões em inglês, espanhol, português ou alemão envie um e-mail para: info@german-business-portal.info ou acesse: www.german-business-portal.info.

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O Líder em Momento de Crise! - Palestra Câmara Junior Brasil-Alemanha

Câmara Brasil Alemanha
Palestra

Palestrante: Deise C. Engelmann
- Consultora responsável pela Sincrony - Consultoria em Gestão de Pessoas.
- Já atuou em projetos de Gestão de Pessoas no Brasil, Estados Unidos, Itália, Eslováquia e China.
- Sua formação em Gestão de Pessoas foi facilitada por consultores do Brasil, Inglaterra, Estados Unidos, Austrália e Índia.
- Pós-graduada em Psicologia do Trabalho pela UFPR e graduada em Administração de Empresas também pela UFPR.
- Possui mais de 15 anos de experiência na atuação em Gestão de Pessoas


Tema: O Líder em Momento de Crise!

Sinopse: A palestra focará comportamentos que um líder (em especial, os empreendedores) podem e devem ter durante processos de crise. O comportamento do líder durante a crise vai interferir diretamente na forma como as equipes vão atravessá-la e, como conseqüência, nos resultados que serão alcançados.

Também serão apresentadas formas que os líderes podem usar para se prepararem para os momentos de crise, antes que elas aconteçam. As crises sempre vão existir e podem ser grandes oportunidades de "pensar diferente" se forem percebidas dessa forma (o que dependerá muito da atitude do líder).

Idioma: Português

Data/Hora: quinta-feira, 19 de março de 2009 às 19:30 até as 20:30hs

Local: Câmara Junior Brasil-Alemanha (Edificio Metropolitan Building)

Valor: Associado: R$10,00 - Não associado: R$10,00
R$ 10,00 (Dez Reais) + 1 Creme Dental**

Inscrições: Confirmar presença através do e-mail: contato@ahkjunior.com.br (Informar: Nome e Telefone p/contato)

Por:

E-mail: contato@ahkjunior.com.br

Observações: VAGAS LIMITADAS!
Duração: aprox. 1 (uma) hora
**Doação para ACOA - Associação Curitibana dos Órfãos da AIDS


Prazo: 17/03/2009

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Programa Internacional de Business e Marketing

Câmara Brasil Alemanha
Palestras

- Gestão da Inovação
- Gestão de Projetos
- Gestão de Recursos Humanos
- Gestão Intercultural
- Gestão de Segurança Industrial
- Marketing Internacional
- Mercado Farmacêutico Mundial
- Oportunidades e Riscos de um Mundo Globalizado


Visitas Técnicas

- BASF AG (Ludwigshafen)
- BOSCH GmbH (Reutlingen)
- Kärcher GmbH & Co. KG (Winnenden)
- Mercedes V-Motorenwerk (Bad Cannstatt)
- Daimler Museum (Stuttgart)
- Porsche AG (Museu em Zuffenhausen)
- Ritter-Sport (Waldenbuch)
- Frankfurt Stock Exchange, Frankfurt am Main (opcional)
- UBS, Zürich (opcional)

20/7/2009 a 28/7/2009 às 00:00hs
Alemanha

Inscrições: pelo site da AHK

Por:
E-mail: eventos@ahk.com.br
Site: http://www.ahk.com.br
Telefone: (21) 2224-2123


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Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2009 - De 30 de Agosto a 01 de setembro - Vitória, Espírito Santo

Câmara Brasil Alemanha
Congresso

Tema: Temas de Cooperação Brasil-Alemanha

Sinopse: A Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação da Indústria da Alemanha - Bundesverband der Deutschen Industrie (BDI) e a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, convidam para o Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2009.

O evento, a ser realizado de 30.08 a 01.09 de na cidade de Vitória, Espírito Santo, Brasil, é o mais importante encontro bilateral na área econômica e oferece uma plataforma ideal para ampliar as relações comerciais entre os dois países.


Idioma: Português e Alemão



Data/Hora: 30/8/2009 a 1/9/2009 às 08:30hs



Local: Vitória - Espírito Santo



Valor: Gratuito



E-mail: secgeral@ahkbrasil.com
Site: http://www.encontrobrasilalema...
Telefone: (11) 5187-5202



Observações: Sugerimos reservarem esta data em sua agenda. Caso sua matriz esteja sediada na Alemanha, solicitamos que esta também seja informada do evento.

Mais informações através do e-mail: secgeral@ahkbrasil.com

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Rodada de negócios, dia 14 de março, em São Paulo, na Ecogerma2009

Câmara Brasil Alemanha
Expositores alemães no estande coletivo do Ministério da Educação e Pesquisa na ECOGERMA buscam cooperação com empresas e instituições brasileiras para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

Impulsionado pela internacionalmente reconhecida excelência da Alemanha como país exportador de soluções tecnológicas sustentáveis, o Ministério da Educação e Pesquisa alemão (BMBF) estará presente com um estande coletivo na ECOGERMA, onde mais de 20 instituições alemãs apresentarão suas propostas de cooperação e parcerias sustentáveis a empresas e instituições brasileiras.
Para explorar essas oportunidades, a rodada de negócios reunirá instituições alemãs de diversos setores, a saber:

* Tecnologia para tratamento de água e efluentes
* Tecnologias de reciclagem e gerenciamento de resíduos
* Saneamento de passivos ambientais
* Gerenciamento ambiental
* Engenharia agrícola
* Eficiência energética
* Nanotecnologia
* Biotecnologia
* Biônica/Biomimética
* Construção sustentável
* Geoinformática

Os encontros individuais e pré-agendados estão programados para acontecer no próximo dia 14 de março, em São Paulo. Neste sentido, convidamos todos os interessados a conhecer brevemente o perfil detalhado de cada instituição alemã e de seus objetivos.
Em caso de dúvidas ou mais informações dos participantes alemães, solicitamos entrar em contato com o Departamento de Comércio Exterior da Câmara Brasil-Alemanha pelo telefone (011) 5187-5110 ou e-mail comex@ahkbrasil.com, por meio do qual poderá ser coordenada a sua participação neste evento. Clique no link da empresa de seu interesse para solicitar um agendamento do encontro.

Biônica/Biomimética
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
101536

- Técnicas de produção limpas
- Eficiência energética
- Biônica/Biomimética
- Integração em rede e inter-câmbio de informações com universidades, institutos de pesquisa e empresas alemãs/européias nas áreas biônicas/biomimética

www.biokon.net

- Prestação de serviços em conjun-to
- Transferência de know-how

- Empresas
- Instituições de P&D
- Faculdades/Universidades
Entrar em contato


Biotecnologia vegetal
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
097229

- Matérias primas renováveis
- Biotecnologia vegetal
- Sistemas avançados de cultivo híbrido
- Serviços de pesquisa

- Intercâmbio e ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas no setor agrícola
Entrar em contato


Eficiência Energética
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
094627

- Técnicas de produção limpas
- Eficiência energética
- Modificação de superfícies

www.igb.fraunhofer.de

- Interesse em desenvolvimento de projetos industriais para P&D

- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
- Indústria de grande porte
Entrar em contato


Engenharia agrícola
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
101621

- Engenharia agrícola
- Máquinas para avaliação do solo
- Máquinas para correta aplicação de fertilizantes no solo

www.bodenprobetechnik.de

- Intercâmbio e ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

- Pequenas e médias empresas no setor agrícola
- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
Entrar em contato
101617

- Engenharia agrícola
- Desenvolvimento sustentável de utilização de terras
- Serviços de pesquisa

www.zalf.de

- Intercâmbio e ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

-Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas no setor agrícola
Entrar em contato
101614

- Engenharia Agrícola
- Gerenciamento ambiental
- Desenvolvimento de uso sustentável de terras
- Cadeias de agregação de valor
- Cultivo e gerenciamento da qualidade
- Biotecnologia
- Serviços de pesquisa

- Intercâmbio e/ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
Entrar em contato
085349

- Tecnologias hídricas
- Saneamento de passivos ambientais
- Proteção de solos
- Engenharia agrícola
- Matérias-primas renováveis
- Eficiência energética
- Gerenciamento ambiental /CSR

- Intercâmbio e ou cooperação em conjunto de tecnologias hídricas
- Desenvolvimento de projetos em conjunto

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
Entrar em contato


Engenharia agrícola
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
101623

- Engenharia agrícola
- Gerenciamento ambiental
- Redução de emissões de CO2 na agricultura

www.satconsystem.de

- Intercâmbio e/ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

- Pequenas e médias empresas no setor agrícola
- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
Entrar em contato


Gerenciamento ambiental
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
101535

- Técnicas de produção limpas
- Tecnologias de reciclagem
- Gerenciamento de resíduos
- Tecnologias hídricas
- Saneamento de passivos ambientais
- Proteção de solos
- Engenharia agrícola
- Matérias primas renováveis
- Eficiência energética
- Gerenciamento ambiental
- Avaliação de sustentabilidade e engenharia de ciclo de vida

www.lbpgabi.uni-stuttgart.de

- Intercâmbio e ou cooperação em conjunto de tecnologias hídricas

- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
- Indústrias de grande porte
Entrar em contato
101539

- Técnicas de produção limpas
- Tecnologias de reciclagem
- Gerenciamento de resíduos
- Gerenciamento ambiental

Oferece: Eficiência de recursos na produção, gestão de fluxos de materiais e energia, respon-sabilidade social corporativa, gerenciamento ambiental, inter-mediação e comercialização de tecnologias de reciclagem

www.encros.de

- Intercâmbio e/ou cooperação no setor mencionado

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas e ou indústrias de grande porte
Entrar em contato


Inovação e nanotecnologia
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
101517

- Desenvolvimento de técnicas de produção limpa
- Eficiência energética
- Energias renováveis (principalmente solar e eólica)
- Micro e nanotecnologia
- Tecnologia de sensoriamento

www.vdivde-it.de

- Cooperação para o desenvolvimento de projetos em conjunto

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Empresas de pequeno e médio porte
- Detentores de programas de financiamento de inovações e tecnologia
Entrar em contato


Tecnologia de reciclagem
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
101526

- Tecnologias de reciclagem
- Gerenciamento de resíduos
- Eficiência energética
- Pesquisa energética para edificações
- Integrações de energias renováveis em edificações
- Operação sustentável de edificações

- Intercâmbio e/ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

- Empresas que atuam com tecnologias de reciclagem / gerenciamento de resíduos
- Administradoras prediais
- Interessados nos segmentos de energias renováveis para edificações/construções
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101525

- Tecnologias de reciclagem
- Gerenciamento de resíduos
- Tecnologias hídricas
- Matérias-primas renováveis
- Eficiência energética
- Gerenciamento ambiental /CSR

- Intercâmbio e ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
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100617

- Tecnologias de reciclagem
- Gerenciamento de resíduos
- Tecnologias hídricas
- Saneamento de passivos ambientais
- Proteção de solos
- Matérias-primas renováveis
- Eficiência energética
- Gerenciamento ambiental /CSR

Oferece:
- Levantamento de passivos ambientais com métodos inovadores de detecção
- Saneamento de passivos ambientais métodos inovadores de saneamento
- Aplicação de energias regenerativas com ênfase em instalações de biogás

www.gicon.de

- Instituições de cooperação para P&D nos setores mencionados

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
- Indústria de grande de porte
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101540

- Tecnologias de reciclagem
- Gerenciamento de resíduos
- Tecnologias hídricas
- Saneamento de passivos ambientais
- Eficiência energética
- Gerenciamento ambiental /CSR
- Pesquisa e desenvolvimento e consultoria nas seguintes áreas:

- (Bio) tecnologia ambiental
- Gerenciamento de água
- Tratamento de resíduos orgânicos
- Saneamento de águas sub-terrâneas
- Bioenergia
- Sistemas interados de infra-estrutura

www.syswater.de

- Desenvolvimento de projetos em comun
- Parceiros para prestação de serviços em conjunto

- Faculdades / Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
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094631

- Tecnologias de reciclagem
- Gerenciamento de resíduos
- Hidrotecnologias
- Saneamento de passivos ambientais, proteção de solos
- Matérias renováveis
- Eficiência energética
- Gerenciamento ambiental
- Biotecnologia ambiental e biotec-nologia de processo
- Gerenciamento sustentável de água e efluentes
- Otimização de estações de tratamento de efluentes
- Purificação de biogás para padrões de gás natural e utilização de biometano como combustível

www.igb.fraunhofer.de

- Intercâmbio para desenvolvimento de projetos em conjunto

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
- Operadores de tratamento de efluentes
- Operadores de aterro sanitário
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Tecnologia hídrica
Código

Produto / Segmento

Cooperação visada

Grupo-alvo
101513

- Tecnologias hídricas
- Saneamento de passivos ambientais
- Proteção de solos
- Gerenciamento ambiental /CSR

www.uno-oldenburg.org

- Intercâmbio e ou cooperação para desenvolvimento de projetos
- Transferência de know-how

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas
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101534

- Tecnologias hídricas
- Gerenciamento hídrico
- Planejamento territorial e espacial
- Agricultura irrigada
- Geoinformática
- Modelagem
- Teledetecção
- Alterações climáticas globais

www.geoinf.uni-jena.de

- Desenvolvimento de projetos em conjunto

- Instituições de manejo hídrico e planejamento territorial
- Escritório de engenharia do setor hídrico
- Faculdades / Universidades
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101534

- Tecnologias hídricas
- Gerenciamento hídrico
- Planejamento territorial e espacial
- Agricultura irrigada
- Geoinformática
- Modelagem
- Teledetecção
- Alterações climáticas globais

www.geoinf.uni-jena.de

- Desenvolvimento de projetos em conjunto

- Instituições de manejo hídrico e pla-nejamento territorial
- Escritório de engenharia do setor hídrico
- Faculdades / Universidades
Entrar em contato
101530

- Tecnologias hídricas
- Saneamento de passivos ambientais
- Proteção de solos
- Prestação de serviços para transferência de tecnologia e know-how (demonstrações de produtos, treinamentos, cursos de graduação, con-sultoria para aplicação de tecnologias, organização de workshops e diálogos com especialistas) nos segmentos de saneamento de solos e águas subterrâneas e revitalização de áreas

- Transferência de tecnologia no setor hídrico e ambiental

- Instituições para tratamento de solos e lençóis freáticos
- Instituições de pesquisa e desenvolvimento
Entrar em contato
101528

- Tecnologias hídricas
- Amostradores automáticos para monitoramento de águas, efluentes e corpos de água superficiais
- Sistemas de dosagens
- Estações de medição

- Busca um parceiro para representação
- Prestação de serviços em conjunto

- Potenciais importadores e ou comer-ciantes
- Estações de tratamento de efluentes
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101538

- Técnicas de produção limpas
- Tecnologias hídricas
- Tecnologia de processos químicos
- Gerenciamento de resíduos
- Tecnologias de reciclagem
- Matérias renováveis

Oferece: Integração em rede / acesso a informações em um estágio muito diferenciado da tecnologia de membranas na Alemanha

www.dgmt.org

- Intercâmbio e ou cooperação em conjunto no setor mencionado
- Apresentação da competência em membranas brasileira

- Faculdades/Universidades
- Instituições de P&D
- Pequenas e médias empresas

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Missão Empresarial à Feira Alimentaria



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Missão Empresarial Prospectiva à Feira de Hannover



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Encontro Empresarial Brasil-Vietnan



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Missão Empresarial Brasil-Chile



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Seminário de Interesse Econômico para Indústria de Defesa Brasil-França



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Feira Perumoda reúne principais exportadores e importadores do setor

Agência Indusnet Fiesp
De 22 a 24 de abril ocorrerá em Lima, no Peru a feira Perumoda. O evento, considerado o maior da indústria peruana de moda e um dos maiores da América Latina, apresentará artigos de confecção, calçados, acessórios e joalheria.

Esta edição contará com a participação de mais de 400 empresas exportadoras peruanas do setor e mais de 500 empresas importadoras dos Estados Unidos, União Européia, América Latina e Ásia.

Além disso, a Perumoda 2009 ocorrerá juntamente com a feira Perugiftshow, que é o maior evento do setor de presentes e decoração do Peru e considerado um dos mais importantes da América do Sul.

Para saber mais detalhes e inscrever-se como expositor, acesse as páginas das feiras (http://www.perumoda.com/ e http://www.perugiftshow.com.pe/). Os organizadores poderão cobrir, mediante prévia avaliação, os custos de passagens ou alojamento dos expositores.

Promoção Comercial Fiesp

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Taiwan Trade Center do Brasil promove Encontro Empresarial Brasil-Taiwan

Agência Indusnet Fiesp
Evento contará com uma delegação de 70 empresas taiwanesas

No dia 9 de março, o Taiwan Trade Center do Brasil organiza o Encontro Empresarial Brasil-Taiwan + Show de Tecnologia, no Hotel Caesar Park Faria Lima, Capital.

O evento contará com uma delegação de 70 empresas taiwanesas dos setores automobilístico, de produtos químicos, TI, eletroeletrônicos, cosméticos, máquinas e equipamentos, entre outros.

Para mais informações e inscrições, clique aqui.

Promoção Comercial Fiesp

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Hong Kong Foshan: Seus parceiros de sucesso na China

Agência Indusnet Fiesp
No próximo dia 24 de março, será realizado no Hotel Intercontinental o evento Hong Kong Foshan: Seus parceiros de sucesso na China.

O evento contará com a presença de empresas chinesas nos setores de equipamentos elétricos, materiais de construção, móveis, brinquedos, entre outros, e tem o objetivo de atrair investimentos e criar parcerias.

Para mais informações, contatar:

Marina Barros
TDC Consultant Brazil
Tel. (11) 3159-0765
Fax. (11) 3159-0778
E-mail: sao.paulo.consultant@hktdc.org

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Empresários do setor médico-hospitalar da Malásia e do Brasil terão rodada de negócios em São Paulo

Agência Indusnet Fiesp
Evento visa facilitar alianças comerciais entre fornecedores e empresários dos dois países

Entre os dias 28 de março e 1º de abril, uma delegação empresarial da Malásia estará em São Paulo para cumprir missão de marketing focada em dispositivos médicos descartáveis.

O objetivo da missão, organizada pelo escritório comercial da embaixada da Malásia, a Malaysia External Trade Development Corporation (Matrade), é estabelecer alianças e formentar o comércio bilateral.

Para facilitar o encontro entre fornecedores de produtos e serviços do setor médico-hospitalar da Malásia e empresários brasileiros interessados, haverá uma rodada de negócios no dia 31 de março, no Hotel Intercontinental (Al. Santos, 1123), em São Paulo.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3285-2966 ou e-mail saopaulo@matrade.gov.my, com Júlio César Barbosa ou Adriana Bibini.

Agência Indusnet Fiesp

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Empresários de Defesa da França buscam parceiros no Brasil

Agência Indusnet Fiesp
Executivos dos dois países discutirão parcerias comerciais em seminário, dia 3 de março, na Fiesp

Com o objetivo de abrir conversações entre empresas francesas e brasileiras e promover plena transferência de tecnologia, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Rafale Internacional – empresa do consórcio Dassault, Thales e Snecma – realizam no dia 3 de março, em São Paulo, seminário aberto à imprensa sobre tecnologia e indústria de defesa.

A Rafale Internacional participa da seleção de novos caças multiemprego realizada pela Força Aérea Brasileira (FAB), uma compra estimada em torno de 2 bilhões de dólares. O encontro visa a uma aproximação de fornecedores franceses do setor de defesa com potenciais parceiros brasileiros para a produção da aeronave de combate Rafale.

Além de apresentar a aeronave, o seminário prevê palestras sobre transferência de tecnologia com 24 empresas francesas que hoje são fornecedoras do consórcio na França.

Serviço
Seminário de Interesse Econômico para a Indústria de Defesa: Brasil-França Apresentação da Proposta para o Programa FX-2
Local: Sede da Fiesp (Av. Paulista, 1313, 15º andar)
Data: 3 de março de 2009
Horário: das 9h às 18h


Lucas Alves, Agência Indusnet Fiesp

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Primeiro-ministro dos Países Baixos se encontra com Lula e Skaf

Agência Indusnet Fiesp
Reunião focará busca por soluções que minimizem os efeitos nocivos da crise econômica e fortaleçam o comércio bilateral

A recessão econômica que assola a Europa não inibiu uma comitiva formada pelos presidentes das doze maiores empresas holandesas de aportar no Brasil em busca de investimentos e negócios recíprocos.

O grupo de empresários será liderado pelo primeiro-ministro dos Países Baixos, Jan Peter Balkenende, que nesta segunda-feira (2) se encontrará com o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, na sede da entidade.

Medidas para reaquecer a economia mundial ganharão destaques nas conversas, além de questões como energia, clima e sustentabilidade.

Brasil - Países Baixos

Em abril de 2008, o Presidente Lula visitou os Países Baixos com o objetivo de fechar acordos de cooperação em setores estratégicos. Durante a visita, foram assinados cinco Memorandos de Entendimento:

# Responsabilidade no Desenvolvimento Portuário,
# Biocombustíveis,
# Parcerias em Águas,
# Herança Cultural e
# Educação Superior.

O Memorando de Entendimento e Cooperação na Área de Bioenergia, incluindo Biocombustíveis, prevê a atuação dos dois países em projetos comuns em terceiros mercados e no etanol de segunda geração, produzido a partir de celulose.

Os países também devem buscar mecanismos "sustentáveis" de produção do etanol. O texto do memorando inclui uma cláusula reconhecendo a localização estratégica dos Países Baixos para o transporte e o trânsito de biocombustíveis do Brasil para a Europa.

Comércio

Na corrente de comércio entre as duas nações, a vantagem fica com o lado brasileiro, superavitário em US$ 9 bilhões. Em 2008, o Brasil exportou aos Países Baixos cerca de US$ 10,5 bilhões e importou apenas US$ 1,5 bilhão. Os números colocam os holandeses na quarta posição no ranking dos principais destinos das exportações brasileiras.

Os Países Baixos figuraram, em 2008, como o terceiro investidor estrangeiro no Brasil, com US$ 4,6 bilhões, ou cerca de 10,4% do total de investimentos estrangeiros diretos (IED) no País.


Fábio Rocha, Agência Indusnet Fiesp


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Eventos Câmara de Comércio França Brasil

Câmara de Comércio França - Brasil
Comissão Logística CCFB SP

12 de março de 2009 às 09h00

Tema: A Visão Logística dos contratos de Transportes na Navegação. Assuntos abordados: Contratos de Afretamento - Time Charter Parties; -Contratos de Afretamento - Bareboat Charter Parties; -Contrato de Transporte - Voyage Charter Party -Termos Usuais no Comércio Internacional: De transporte marítimo; De compra e venda; www.estudosmaritimos.com.br

Gestão de Carreiras

17 de março de 2009 às 08h30

Tema: Educação Continuada e Corporativa Curso: Gestão de Carreiras Moderador: Gilberto Guimarães Local: CCFB-SP

Comissão de Sustentabilidade

24 de março de 2009 às 09h00

Tema: Sustentabilidade em Tempos de Crise Local: CCFB-SP

Almoço Convival CCFB SP

25 de março de 2009 às 13h00

Almoço Convival Tema: A definir Palestrante: A definir Local: Hotel Intercontinental

Comissão de Inteligência Estratégica

06 de abril de 2009 às 18h00

Comissão de Inteligência Estratégica Tema: Inovação Participativa com apresentação de cases em empresas francesas Palestrante: Marie Reine Boudarel – Chefe do departamento de Gestão da Ecole des Mines de Saint-Etienne Local: CCFB-SP

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Emirados planejam missão ao Brasil

Agência de Notícias Brasil-Árabe
O diretor-geral da Câmara de Dubai, Hamad Buamim, afirmou que o país árabe pretende levar uma delegação comercial a São Paulo para conhecer os setores de alimentos e de construção.
Marina Sarruf, enviada especial marina.sarruf@anba.com.br
Dubai – O diretor-geral da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai, Hamad Buamim, afirmou hoje (25) ao secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, que a entidade pretende fazer uma missão comercial ao Brasil. “É um país muito importante para nós”, disse o diretor. A visita deve ser realizada no final do ano.

Os setores de maior interesse citados por Buamim foram os de commodities, material de construção e alimentos em geral. De acordo com o diretor, a idéia da missão é levar também algum ministro do país árabe, além de empresários. “O Brasil é um mercado que Dubai está de olho e vamos trabalhar em conjunto para realizar essa missão”, afirmou. Ele disse ainda que nos últimos anos a Câmara de Dubai tem recebido muitas delegações do Brasil, o que mostra o grande interesse brasileiro no mercado dos Emirados.

Entre as delegações brasileiras que já estiveram na Câmara de Dubai estão de Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso. Segundo Alaby, desde 1998 mais de 10 delegações do país já estiveram em Dubai. A programação da missão ainda será definida pelas câmaras, mas Buamim mostrou interesse em visitar os estados das delegações que já estiveram em visita à Câmara de Dubai.

Durante o encontro de hoje, Alaby disse que anos atrás era preciso “implorar” para as empresas brasileiras participarem de feiras comercias em Dubai e que agora são tantas companhias interessadas que não há espaço no pavilhão de exposições. Exemplos disso são as feiras Big 5 Show, do setor de construção, e a Gulfood, maior feira da indústria alimentícia do Oriente Médio, que está sendo realizada essa semana em Dubai e conta com a participação de mais de 30 empresas brasileiras.

A questão da crise mundial também foi tratada pelos dirigentes das câmaras. Alaby disse que agora as empresas terão mais concorrência e os preços serão um fator importante na conquista de mercado. Buamim manifestou a mesma opinião. “Isso é uma crise. As companhias que tiverem maiores benefícios são as mais concorrentes”, disse. O diretor afirmou também que os investimentos dos Emirados Árabes em infraestrutura não vão parar. “A Arábia Saudita já afirmou que vai continuar investindo em Dubai. O que muda agora é que o ritmo será menos acelerado”, acrescentou.

Alaby disse ao diretor sobre a reunião de Cúpula da América do Sul-Países Árabes, que será realizada no final de março e início de abril em Doha, capital do Catar. “Nossa idéia é levar no mínimo uma delegação de 150 empresários”, afirmou.

Corrente comercial

As exportações brasileiras aos Emirados Árabes no ano passado somaram US$ 1,32 bilhão, o que representou um aumento de 10,5% em relação a 2007. Os principias produtos embarcados para o país árabe foram carnes, açúcar, veículos e tratores, ferro e aço, maquinários e aeronaves. Por outro lado, as importações brasileiras dos Emirados somaram US$ 592 milhões, um crescimento de 85% na mesma comparação. Combustíveis e óleos minerais, enxofre, vestuário e plástico foram os produtos mais comprados pelo Brasil.

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Dubai reexporta mais de US$ 1 bilhão em alimentos

Agência de Notícias Brasil-Árabe
No ano passado, a Câmara de Comércio e Indústria de Dubai emitiu 9,7 mil certificados de origem para empresas exportadoras da indústria alimentícia. Os produtos foram embarcados para 83 países.

Marina Sarruf, enviada especial marina.sarruf@anba.com.br

Dubai – As reexportações da indústria alimentícia de Dubai no ano passado somaram 4 bilhões de dirhans (US$ 1,1 bilhão), segundo a Câmara de Comércio e Indústria de Dubai divulgou nesta terça-feira (24) em um almoço no emirado para cerca de 200 empresários que participam da Gulfood, maior feira da indústria do Oriente Médio, que segue até quinta-feira (26).

A Câmara de Dubai emitiu 9,7 mil certificados de origem para companhias exportadoras do setor alimentício em 2008. Os produtos foram embarcados para 83 países, sendo o Irã o maior destino, com 48,8% das reexportações; seguido pelo GCC, bloco que engloba Arábia Saudita, Barhein, Catar, Kuwait, Omã e Emirados Árabes, com 33,7%, e em terceiro estão os outros países árabes fora do GCC, com 10,8%.
Marina Sarruf/ANBA Marina Sarruf/ANBA

De acordo com informações da Câmara de Dubai, a indústria de alimentos e bebidas está entre as mais bem posicionadas para aproveitar as vantagens de mercado tanto domesticamente como internacionalmente. A entidade acredita que os países árabes fora do GCC têm as melhores oportunidades para os produtores de alimentos. Há padrões de consumo similares nestes países e, além do mais, a proximidade deles os torna um mercado muito interessante.

Em discurso de apresentação, o diretor-geral da Câmara de Dubai, Hamad Buamim, disse que o mercado da indústria alimentícia no Oriente Médio movimenta US$ 30 bilhões por ano, sendo que US$ 12 bilhões são apenas no GCC. “Dubai é a porta de entrada para os negócios do mundo”, afirmou.
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Em relação à crise mundial, Nicholas Stadtmiller, do Departamento Executivo de Desenvolvimento de Negócios e Mercados da Câmara de Dubai, disse que o setor de alimentos é bem diferente dos outros. “Existe uma crise de crédito. Não podemos dar conselhos sobre isso, mas no setor de alimentos é diferente, as pessoas não vão parar de comer”, afirmou. Segundo ele, as empresas terão que investir mais na concorrência sem diminuir a qualidade do produto.

Stadtmiller disse ainda que em Dubai existem muitas vantagens para investir, principalmente pela boa infraestrutura e a proximidade com outros grandes mercados. Além disso, o emirado é responsável por 50% da produção de embalagem dos produtos importados, devido às grandes indústrias de polietileno e alumínio, “o que torna vantajoso para as empresas exportarem para cá”, acrescentou.

Ele também falou das oportunidades da formação de joint-ventures com empresas do GCC e citou como exemplo a parceria do laticínio saudita Almarai, que também produz sucos, com a PepsiCo, que juntas formaram a International Dairy and Juice.

O almoço oferecido pela Câmara de Dubai contou com a participação de representantes de 31 países. Do Brasil, participaram o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby; a gerente de marketing Andréa Monteiro, e a coordenadora do Departamento de Comércio Exterior da entidade, Francisca Barros; o diretor de promoção internacional de agronegócio do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio Marques, e o consultor de política do ministério, Danilo Gennari.

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Grupo dos Emirados busca maquinário do Brasil

Agência de Notícias Brasil-Árabe
A Al Ghurair Foods, do grupo Al Ghurair Investments, quer dobrar sua capacidade de produção de ovos e vai enviar representantes ao Brasil em abril para comprar máquinas.

Marina Sarruf, enviada especial marina.sarruf@anba.com.br

Dubai – A empresa do setor alimentício Al Ghurair Foods, do grupo de Dubai Al Ghurair Investments, está de olho nos maquinários do Brasil. Para conseguir ampliar sua capacidade de produção de ovos, de 500 mil para 1,5 milhão por dia, o gerente de negócios da companhia, Firas Rabah, irá visitar a feira brasileira AveSui, de soluções e informações para a indústria de aves e suínos, que será realizada em abril, em São Paulo.
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“Já importamos milho, soja e trigo do Brasil. Agora queremos conhecer os maquinários e equipamentos”, afirmou Rabah, que está com um estande na Gulfood no hall 4, mesmo local onde estão os pavilhões brasileiros na feira de Dubai. De acordo com o gerente, seu principal interesse é nas gaiolas para guardar as aves e nas máquinas para separar e embalar os ovos.

Atualmente, o maquinário das sete fábricas de alimentos da Ghurair Foods é importado da Holanda e da Bélgica. Além dos ovos, a empresa produz macarrão instantâneo, óleo de soja, farinha de trigo, ração animal, entre outros. A matéria-prima é importada de diversos países, como Argentina, Estados Unidos, Canadá e Brasil.

Com mais de 100 anos no mercado, o grupo está presente em mais de 50 países e emprega cerca de 20 mil funcionários. Com um giro de caixa anual de mais de US$ 1 bilhão, o grupo atua em diversas áreas como banco, seguro, embarques marítimos, elétrico-mecânica, educação, trading, construção, cimento, alumínio, energia, mármore, entre outros.

Mais negócios na feira

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Docile fechou pedido de 25 toneladas para Síria
No segundo dia da Gulfood, mais empresas brasileiras fecharam negócios. A Docile, fabricante de doces, fechou a venda de um contêiner de 25 toneladas de balas, pastilhas, chicletes e refrescos em pó para um distribuidor da Síria. “Essa vai ser a nossa primeira exportação para Síria”, afirmou o diretor comercial da empresa, Alexandre Heineck.

Segundo ele, a empresa já exportou para Marrocos, Argélia, Egito, Palestina, Jordânia, Líbano e Iraque, entre os países árabes. Cerca de 20% do faturamento da companhia, com sede no Rio Grande do Sul, vem das exportações. Nos dois primeiros dias de feira, a Docile já fez mais de 60 contatos. O principal objetivo no evento é conseguir um distribuidor no mercado árabe.

Outra empresa que fechou pedidos nesta terça-feira (24) foi a Serlac, trading da Itambé, fabricante de leite. Segundo o gerente comercial da trading, André Campos, foram fechados três pedidos para o Iêmen, Líbia e Sudão. Os três juntos somam 15 contêineres de leite em pó e evaporado. “Estamos esperando mais clientes, que com certeza devem fechar novos pedidos”, disse Campos.
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Os ovos do Aviário Santo Antonio também fizeram sucesso na feira. A empresa fechou a exportação de um contêiner com 1.248 caixas para o Iêmen. De acordo com o diretor financeiro, Aulus Assumpção, a empresa já tem três clientes no país árabe, mas esse foi um novo contato. “Ele tem interesse de importar um contêiner por semana”, afirmou o diretor. Para ele, a parceria da Câmara de Comércio Árabe Brasileira com o Ministério da Agricultura para organização do estande foi muito boa para o aviário.

Além dessas empresas, estão no estande da Câmara Árabe mais nove empresas. A feira que começou segunda-feira em Dubai segue até quinta-feira (26).

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Serra fala sobre investimentos em Abu Dhabi

Agência de Notícias Brasil-Árabe
O governador de São Paulo, José Serra, esteve com uma comitiva no emirado para convidar os empresários árabes a investir em projetos de infraestrutura, alimentos e energia no estado.

Marina Sarruf, enviada especial marina.sarruf@anba.com.br

Abu Dhabi – Uma comitiva de São Paulo, liderada pelo governador José Serra, esteve nesta quinta-feira (26) em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, para apresentar as oportunidades de investimentos no estado. Os principais setores apresentados foram os de infraestrutura, alimentos e energia. “Vir para Abu Dhabi é uma oportunidade de aproximar as relações entre as duas regiões”, afirmou o governador.
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Mais de 50 empresários foram ao seminário


O seminário, que reuniu mais de 50 empresários árabes e brasileiros, foi organizado pela Federação das Indústrias do Estando de São Paulo (Fiesp) com o apoio de diversas entidades brasileiras. “O evento foi muito importante para despertar a atenção dos árabes sobre o Brasil, que é muito pouco conhecido. Acho que o país surpreende com seus números, com a pujança de algumas áreas, principalmente no agronegócio, na produção de alimentos e de energia, e investimentos em infraestrutura”, afirmou o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Roberto Gianetti.

De acordo com ele, o seminário criou muito interesse, boas expectativas e desejo de visitar o Brasil. “Eles [os árabes] estão procurando investimentos alternativos, não querem só investir nos Estados Unidos e Europa. E o Brasil apresenta em São Paulo oportunidades de investimentos muito interessantes, com altas taxas de retorno, segurança e liberdade de entrada e saída de capital”, disse Gianetti, lembrando que no ano passado o país recebeu US$ 45 bilhões de investimentos estrangeiros diretos.

Marina Sarruf/ANBA Marina Sarruf/ANBA

Gianetti falou do etanol brasileiro
Durante as apresentações, os palestrantes falaram do potencial do estado de São Paulo, que tem uma população de 41,5 milhões de habitantes, é responsável por 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, 40% da produção industrial, 22% das importações brasileiras e 45% das exportações para o Mercosul. “São Paulo é o centro financeiro do Brasil”, afirmou Serra.

Segundo ele, o país tem 12 milhões de árabes e descendentes, sendo que a maioria vive em São Paulo. “Precisamos aumentar os nossos contatos entre Brasil e os Emirados Árabes para nos conhecermos melhor. Eu espero ver vocês em São Paulo para podermos discutir melhor seus interesses”, disse o governador.

No setor de energia, Gianetti defendeu o etanol brasileiro, afirmando que existem muitas oportunidades nesse segmento para investimentos. “O etanol não é competitivo ao petróleo, é complementar ao petróleo”, disse. O diretor afirmou ainda que o Brasil tem 45,8% do mercado de energia renovável e, além do etanol, o país tem experiência em energia solar e eólica. “Hoje, mais de 90% dos carros vendidos no Brasil são flex fuel, os consumidores não querem mais carros só à gasolina”, acrescentou.

No setor de alimentos, os palestrantes falaram das 200 milhões de cabeças de gado que o país possui, das 200 milhões de toneladas de carne exportada por ano, da grande capacidade de terras agricultáveis e das empresas e institutos tecnológicos para o melhoramento da agropecuária.

O secretário de Desenvolvimento e ex-governador paulista, Geraldo Alckmin, falou aos empresários dos grandes projetos de infraestrutura do estado, que deverão receber investimentos de mais de US$ 4 bilhões. “Os Emirados Árabes são a porta de entrada para o Oriente Médio e o interesse de São Paulo é procurar abrir novos mercados”, afirmou. Ele falou também da experiência de São Paulo em infraestrutura. “Nós damos há mais de 10 anos concessões de rodovias, um grande sucesso, e agora mostramos novos projetos de concessão de rodovias, inclusive o rodoanel, mais metrôs, aeroportos e terminais no Porto de São Sebastião”, disse.

Alckmin disse ainda que o estado é o maior exportador de álcool do mundo. “Então os polidutos também são investimentos importantes em infraestrutura”, concluiu.

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US$ 55 milhões em negócios na Gulfood

Agência de Notícias Brasil-Árabe
Essa é a estimativa das 12 empresas brasileiras que participaram do estande organizado pela Câmara Árabe e Ministério da Agricultura na maior feira da indústria alimentícia do Oriente Médio.

Marina Sarruf, enviada especial marina.sarruf@anba.com.br

Dubai – Os contatos realizados pelas 12 empresas que participaram do estande da Câmara de Comércio Árabe Brasileira e do Ministério da Agricultura na Gulfood, feira da indústria alimentícia que terminou nesta quinta-feira (26) em Dubai, podem render cerca de US$ 55 milhões em negócios, sendo US$ 15 milhões em pedidos feitos na própria mostra e US$ 40 milhões em encomendas nos próximos 12 meses, de acordo com levantamento feito pela Câmara Árabe e pelo ministério.
Marina Sarruf/ANBA Marina Sarruf/ANBA

Estande do Brasil recebeu mais de 2 mil contatos


“Nessa edição o movimento foi menor que no ano passado, mas foi muito bom. Foi além do esperado”, afirmou o gestor do ministério, Danilo Gennari. Nos quatro dias de feira, as empresas do estande receberam mais de 2 mil contatos de pelo menos 20 países. “Apesar do movimento menor, os contatos foram melhores e o movimento foi mais qualificado”, disse Gennari.

De acordo com ele, no ano passado o mundo estava demandando muito, mas em 2009 os negócios tendem a se estabilizar. “Para alimento sempre vai existir demanda, com crise ou sem crise”, afirmou o gestor, que garante que para a próxima edição mais empresas deverão participar da Gulfood. “Muita gente já nos procurou. Vamos tentar fazer um estande maior em parceria com a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e a Câmara Árabe”, declarou.

“Mesmo com a crise de falta de crédito, que atingiu inclusive o setor de alimentos, a expectativa foi satisfatória, indicando que as empresas brasileiras devem necessariamente manter suas estratégicas nos países do Golfo”, afirmou o secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby. Segundo ele, as companhias devem considerar que a partir do Golfo elas podem atingir outros mercados próximos, como Irã, Paquistão, Índia, Uzbequistão, Cazaquistão, entre outros que são grandes consumidores de produtos agroindustriais.

De acordo com Alaby, a feira também teve grande número de visitantes de países africanos árabes e não árabes. Os produtos que o secretário acredita que apresentam maiores potenciais na região são de leite, ovos naturais e industrializados, biscoitos, bolos, doces, queijos e mel. “Além dos já tradicionais, como café, açúcar e carnes”, acrescentou.

No estande brasileiro, quase todas as empresas fecharam negócios e pretendem voltar em 2010. Nos outros estandes brasileiros, como do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), as companhias também fecharam negócios com produtos como guaraná, açaí e frutas cítricas. Também estavam presentes no evento, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef), todas com a parceria da Apex.

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Sandálias da Paraíba para o mundo

Agência de Notícias Brasil-Árabe
Os sapatos femininos da Donna, com fábrica em Campina Grande, já são exportados para países da América Latina, Europa e África. A marca também iniciou contatos com um importador de Dubai.

Geovana Pagel geovana.pagel@anba.com.br

São Paulo – A fabricante de calçados e componentes Donna é pequena, mas sonha grande. Instalada no Pólo de Calçados Manuel Raimundo de Sousa, em Campina Grande, no estado da Paraíba, começou a produzir em 2001 e um ano depois já mandou os primeiros contêineres para o exterior.

Hoje os calçados da marca Donna são exportados para Chile, Equador, Venezuela, Guianas, Alemanha e Angola. Em breve, devem desembarcar também em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. "Fizemos contato com um importador de Dubai durante a Francal do ano passado (feira do setor realizada em São Paulo) e estamos aguardando dar continuidade ao negócio", afirma um dos sócios-proprietários da empresa, Francimar Rodrigues de Carvalho.

"Ele ficou bastante interessado na nossa linha de sapatos mais sofisticada, com modelos arrojados e design diferenciado", afirma. Os mesmos modelos estão entre os mais vendidos para o importador da Alemanha. "Temos dois profissionais, um estilista e um modelista, que trabalham integralmente no desenvolvimento de novos produtos, buscando aliar tecnologia, conforto, durabilidade e estilo", destaca o empresário.

Um dos segredos do sucesso da marca, segundo Carvalho, é a diversificação. Além de sapatos femininos, a Donna fabrica bolsas, componentes como solados, palmilhas e saltos. Na fábrica de calçados trabalham 40 funcionários que produzem cerca de 1.200 pares/dia na alta temporada e 600 pares/dia nos demais meses do ano. Já na fábrica de componentes trabalham 27 funcionários que produzem em média cinco mil componentes/dia.

A empresa mantém um showroom no Chile e outro na Venezuela. Do total produzido em 2008, 30% foi enviado para o mercado externo. Os embarques das mercadorias para o exterior são feitas por meio dos portos do Rio Grande do Sul, Santos e via aeroporto de Viracopos, interior de São Paulo.

"Além de comprarem nossos produtos, os clientes também adquirem mercadorias de fábricas paulistas e gaúchas, preferindo assim embarcar todos os produtos juntos em contêineres. Dessa maneira, fica mais econômico para eles", explica.

No mercado interno a Donna trabalha com representantes em Santa Catarina, Rio de Janeiro, Goiânia, Pernambuco e Ceará. Também iniciou um sistema de franquias. "Já temos uma franquia na Paraíba, três no Rio Grande do Norte e estamos negociando a instalação de uma loja exclusiva em Brasília e duas em Goiânia", destaca o empresário.

Em janeiro desse ano, a indústria chamou bastante a atenção dos visitantes da Couromada, feira do setor que ocorre em São Paulo, e seus proprietários foram surpreendidos pelo crescimento das exportações de sandálias rasteirinhas. "Nossas exportações aumentaram em mais de 100% comparadas a janeiro de 2008. Com o dólar subindo, os importadores estão fugindo dos produtos chineses e buscando mais estilo e qualidade", diz.

Entre as mais recentes novidades desenvolvidas pela empresa, Carvalho destaca a linha Confort, com sandálias de salto alto de 10 centímetros e extremamente confortáveis. "Desenvolvemos uma palmilha com espuma de EVA expandida, muito macia e com memória, ou seja, retoma sempre o formato original", diz.

Contato
Telefone: +55 (83) 3333 3978
Site: www.beladonna.com.brJustificar
E-mail: dona@beladonna.com.br

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Kassab busca em Beirute soluções para São Paulo

Agência de Notícias Brasil-Árabe
O prefeito paulistano estará no Líbano a partir deste domingo. Além de conhecer o projeto de reconstrução da capital, ele terá encontros com empresários libaneses e potenciais investidores.

Alexandre Rocha alexandre.rocha@anba.com.br

São Paulo – O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, estará no Líbano a partir deste domingo (01) para uma visita de sete dias. Um dos principais objetivos da viagem será conhecer o programa de reconstrução do centro de Beirute implementado após o fim da guerra civil que devastou o país entre 1975 e 1990. Kassab atende também a um convite do presidente libanês, Michel Suleiman, por quem será recebido.

A idéia, de acordo com a prefeitura paulistana, é levantar informações sobre a experiência libanesa, considerada bem sucedida, para eventual aplicação na solução de problemas em São Paulo. Iniciativas realizadas em Beirute podem ser utilizadas em programas de revitalização, como o do centro da capital paulista.

“Vamos conhecer qual é o modelo de revitalização do centro de Beirute, considerado um caso de sucesso internacional”, disse à ANBA o secretário municipal de Relações Internacionais, Alfredo Cotait Neto, que fará parte da delegação. Outro integrante será o secretário de Desenvolvimento Urbano, Miguel Luiz Bucalem. “Ele [Bucalem] vai verificar como [os libaneses] fizeram e ver se é possível replicar o modelo”, acrescentou.

Wanderlei Celestino/Divulgação Wanderlei Celestino/Divulgação

Região da Luz pode se beneficiar da experiência de Beirute
Segundo Cotait, um dos projetos onde a experiência libanesa pode eventualmente ser aproveitada é o da Nova Luz, que envolve a recuperação de 225 hectares de áreas degradas na região central da capital paulista.

O centro de São Paulo, área mais nobre da cidade no passado, sofreu um forte processo de degradação nas últimas décadas. Apesar de alguns esforços de recuperação em anos recentes, várias áreas da região ainda precisam ser revitalizadas, o que depende de projetos viáveis e investimentos.

Segundo a prefeitura, o projeto libanês Solidere, que incluiu a criação de uma empresa de desenvolvimento urbano com o mesmo nome, resultou até agora da revitalização de 191 hectares no centro da capital libanesa, sendo que a área total dos prédios recuperados soma 4,7 milhões de metros quadrados (470 hectares).

Os libaneses também estão interessados em experiências da capital paulista, tanto que pediram a presença do secretário dos Transportes, Alexandre de Moraes, para tratar de um eventual intercâmbio nessa seara.

Negócios

Além de conhecer o programa, Kassab vai apresentar aos libaneses oportunidades de negócios e investimentos em São Paulo. Haverá um seminário empresarial promovido pela Câmara de Comércio, Indústria e Agricultura de Beirute, seguido de rodadas de negócios.

De acordo com Cotait, o prefeito vai acompanhado por mais de 50 empresários e representantes de entidades setoriais, entre eles o presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Salim Taufic Schahin, e o vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, Helmi Nasr. O secretário acrescentou que boa parte dos empresários é ligada ao ramo de construção.

Kassab terá também um encontro com investidores árabes organizado pelo banqueiro libanês Adnan Kassar, presidente da União Geral das Câmaras de Comércio, Indústria e Agricultura dos Países Árabes, entidade à qual a Câmara Árabe Brasileira é filiada. “Vamos convidar os investidores a conhecer São Paulo”, disse Cotait.

São Paulo, maior cidade e principal pólo econômico do Brasil, tem quase 11 milhões de habitantes, sendo que uma boa parcela da população é formada por descendentes de árabes, especialmente sírios e libaneses que começaram a chegar ao país no final do século 19.

O próprio Kassab é descendente de libaneses. Engenheiro e economista de 48 anos, ele foi reeleito prefeito no ano passado para um mandato de quatro anos. Antes ele ocupou os cargos de vice-prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador.

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Fabricante de móveis negocia com Emirados

Agência de Notícias Brasil-Árabe
A Lopas, com fábrica em Rodeiro, Minas Gerais, já enviou amostras e visitou potenciais clientes no país árabe. A empresa já exporta para África, América Latina e Europa.

Geovana Pagel geovana.pagel@anba.com.br

A Lopas já enviou amostras e visitou clientes nos Emirados
São Paulo – A fabricante de móveis Lopas, instalada em Rodeiro, cidade do pólo moveleiro de Ubá, no estado de Minas Gerais, está negociando com importadores dos Emirados Árabes Unidos. "Estamos investindo neste mercado, com viagens, envios de amostras, entre outras ações que estão em nosso planejamento", afirma a gerente de exportação, Sabrina Leitão.

Segundo ela, a empresa está bastante interessada em fechar negócios com países do Oriente Médio e Norte da África, considerados um mercado potencial para as exportações da Lopas. "Já fizemos contato com vários importadores árabes do Líbano, Kuwait e Catar. Inclusive estivemos recentemente visitando alguns cliente em Dubai e constatamos ser um mercado muito interessante para nossos produtos", destacou a gerente. Segundo ela, os primeiros embarques para o emirado devem ocorrer no próximo mês de abril.

De acordo com Sabrina, as vendas externas da Lopas iniciaram em 2003. Hoje a empresa exporta para os países da África, América Latina e Europa. Os embarques para o mercado externo incluem a linha completa de móveis com dormitórios, salas de jantares e cozinhas. As vendas são diretas e também por meio de alguns representantes locais. Do faturamento total da empresa, a receita de exportação atual é de 26%.

Apesar da crise, a empresa está otimista em relação ao ano de 2009. "Estamos confiantes ser este um ano promissor para o aumento das exportações da Lopas, pois além do mercado árabe, estamos negociando com outros países potenciais", disse.

A Lopas iniciou suas atividades no dia sete de outubro de 1985, e de lá para cá, vem ocupando posição de destaque entre as maiores indústrias de móveis do Brasil. A fábrica da Lopas ocupa hoje uma área de 65 mil metros quadrados, sendo 45 mil metros quadrados de área construída. Gera mil empregos diretos e mantém uma produção mensal de cerca de 60 mil peças. No mercado interno está presente em praticamente todos os estados.
Divulgação Divulgação

Empresa investiu em logísitca e na ampliação da frota


Além de se preocupar com a qualidade de seus produtos, a empresa está investindo em logística de distribuição, com a ampliação de sua frota de caminhões e do novo Centro de Distribuição, com área de 7.600 metros quadrados.

Contato
Site: www.grupolopas.com.br
Telefone: +55 (32) 3577 1224

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