18 de mar de 2009

Do Acre ao Pacífico

Após percorrerem 10 dias as cidades que ligam Rio Branco aos portos de Ilo e Matarani, no Peru, a caravana da indústria formada por 19 pessoas, entre empresários e técnicos do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), retornou ao Acre no dia 13 de setembro.
Liderada pelo presidente da instituição, João Francisco Salomão, a comitiva partiu de Rio Branco, no dia quatro de setembro, passou por Assis Brasil, e sua primeira estada foi em Porto Maldonado – a capital do Estado de Madre de Dios. Depois, após alguns obstáculos e muita chuva, seguiu para o acampamento da Conirsa (Consórcio de Infra-Estrutura de Integração Sul-Americana) responsável pelos trechos 2 e 3 da estrada do Pacífico. A Conirsa é composta pelas empresas peruanas JJC, ICCGSA e Graña y Monteiro e pela brasileira Norberto Odebrecht, que tem participação majoritária.
Dali seguiu para Cusco – a capital do Império Inca. Acompanhando as belas paisagens da Amazônia Andina, a caravana da indústria seguiu para Puno – a última cidade antes do Porto de Ilo. A cidade fica na beira do Lago Titicaca a uma altitude de 3.800m e divide o Peru e a Bolívia. Este é o mais alto lago navegável do mundo: 274m de profundidade, 194 quilômetros de extensão e 60 quilômetros de largura.
Nos Portos de Ilo e Matarani, a caravana recebeu uma apresentação sobre a gestão e os principais produtos importados e exportados do Peru. Na seqüência, a comitiva seguiu para a cidade de Arequipa – uma das mais tradicionais e de maior importância histórica e comercial do Peru, localizada mais ou menos a 1.000km ao sul de lima, capital do país.
Seguindo, o grupo se deslocou para as cidades de Juliaca e Mazuco, onde recebeu, nesse trecho, uma apresentação da Intersur – consórcio integrado pelas empresas brasileiras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Queiroz e Galvão, responsável pelo trecho 4 da carretera interoceânica – como é conhecida a Estrada do Pacífico, no lado peruano. Após Mazuco a caravana se deslocou a capital acreana
O presidente da FIEAC, João Francisco Salomão, manifestou sua admiração pelo grau de organização das empresas na execução de uma das maiores obras nesta região da América Latina. “A pavimentação da rodovia, que materializa o sonho da integração nesta região começa a se tornar uma realidade. Eu fico muito contente em poder constatar que a estrada já está aberta de inverno a verão, disse Salomão – presidente da FIEAC.
O objetivo da caravana da indústria foi cumprido em sua totalidade, proporcionando aos participantes a emoção de percorrer os 3.781 quilômetros da viagem, atravessando sítios paisagísticos da Amazônia e conhecendo os portos do oceano pacífico (Ilo e Matarani) e uma das regiões mais visitadas do planeta: os Andes. O grupo integrado por empresários do setor da construção civil, panificação, alimentação e confecção teve a oportunidade de verificar no próprio local as vantagens e desvantagens de se exportar pelo Oceano Pacífico, já que é de lá que serão escoadas as cargas brasileiras para outros países ao término da obra.
Quando concluída, presume-se daqui a dois anos, a Estrada Interoceânica terá mais de 2,5 mil quilômetros entre Iñapari e os portos. Com isso, o Brasil terá mais uma opção de saída, além da expectativa de incrementar o comércio com o Peru. O valor da obra está orçado em cerca de 800 milhões de dólares.
“O que me anima é ver que as obras da estrada estão adiantadas no cronograma e que, neste ritmo, a estrada sai antes do prazo previsto e isso é muito bom. Significa que nós temos que trabalhar muito no Acre e nos prepararmos cada vez mais para essa nova realidade que, se soubermos aproveitá-la, vai ser muito boa para gerar emprego, renda e fortalecer ainda mais nossa economia”, falou Salomão.
FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO ACRE



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PINHÃO NO TANQUE

Folha de São Paulo
O Brasil fará sua primeira exportação de pinhão-manso, grão não-comestível destinado à produção de biodiesel e bioquerosene de aviação, para a Alemanha. Segundo Roberto Murat, da ABPPM (associação de produtores), o primeiro embarque é de 15 toneladas do produto, mas já está prevista a exportação de 3.000 toneladas até maio. A ABPPM estima que o Brasil tenha 60 mil hectares de plantio do produto, a maioria no sistema de agricultura familiar agregado a outras culturas. A associação quer incluir o produto nos programas de crédito rural do governo, como o Pronaf. Segundo Murat, companhias petrolíferas e geradoras de energia internacionais garantem a compra de toda a produção dos associados.



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Fiesp, Ciesp e MRE realizam Encontro Empresarial Brasil-Bolívia para ampliar relações

Evento na sede das entidades, em São Paulo, vai apresentar vantagens comerciais do vizinho andino a empreendedores brasileiros

No dia 24 de março, o Centro e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp e Fiesp) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) realizam o Encontro Empresarial Brasil-Bolívia.

Na ocasião, empreendedores dos dois países se reúnem com o objetivo de intensificar a corrente de comércio bilateral, que apesar da proximidade geográfica é pequena. Em 2008, a troca de produtos movimentou aproximadamente US$ 4 bilhões, com superávit de quase 60% para o lado boliviano da balança, devido, principalmente, à compra de gás natural pelo Brasil.

Haverá seminário de apresentação das vantagens comerciais da Bolívia. Além de rodada de negócios com encontros pré-agendados entre empresários brasileiros e bolivianos dos setores de alimentos e bebidas; artefatos de couro; farmacêutico; mineração; móveis, pisos e revestimentos; têxtil e confecção; transportes e agenciamento de cargas.

Serviço:
Encontro Empresarial Brasil-Bolívia
Data: 24 de março (terça-feira)
Informações: (11) 3549-4666 ou e-mail: promocaocomercial@fiesp.org.br

Agência Indusnet Fiesp






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Lula e Critistina Kirchner participam de Encontro Empresarial Brasil-Argentina na Fiesp

Presidentes fazem encerramento de seminário que vai reunir empreendedores para estreitar os laços comerciais entres os parceiros do Mercosul

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Fernandéz de Kirchner participam do segundo dia do Encontro Empresarial Brasil-Argentina, que a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) promovem quinta (19) e sexta-feira (20), na sede das entidades, em São Paulo.

Com o objetivo de estreitar os laços comerciais entre os vizinhos sul-americanos, o Encontro será marcado por rodada de negócios entre empresários brasileiros e argentinos dos setores de alimentos e bebidas; engenharia e construção civil; máquinas e equipamentos; serviços; têxtil e artefatos de couro; tecnologia da informação; produtos diversos.

Haverá, ainda, workshops sobre investimentos na Argentina, com a presença de governadores das províncias de Buenos Aires, Chubut, Entre Rios, Mendonza e Salta.

Na sexta-feira, os presidentes Lula e Cristina Kirchner fazem o encerramento, após reunião diplomática no edifício sede da Fiesp e do Ciesp.

Serviço:
Encontro Empresarial Brasil-Argentina
Data: 19 e 20 de março de 2009
Informações: tels. (11) 3549-4666 / 4653 / 4606 ou e-mail: promocaocomercial@fiesp.org.br

Nivaldo Souza, Agência Indusnet Fiesp






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Banco Central dos Emirados vai cortar juros

Da redação*
São Paulo – O Banco Central dos Emirados Árabes Unidos vai implementar um plano de corte na taxa de juros praticada no país, entre outras medidas. O anúncio foi feito ontem (17) pelo presidente da instituição, Sultan Nasser Al Suwaidi, e divulgado pelo site de notícias Emirates Business 24/7.

A medida tem como meta minimizar a desaceleração econômica causada pela falta de liquidez resultante da crise financeira internacional.

"O plano está quase pronto e os detalhes serão anunciados em breve", afirmou Al Suwaidi. "As medidas vão ajudar a estimular a economia dos Emirados", acrescentou.

O presidente do banco não revelou de quanto será o corte, mas disse que "a taxa não será reduzida a zero, como aconteceu nos Estados Unidos. Pretendemos introduzir e manter uma taxa de juros baixa".

"Os depósitos estão voltando aos bancos e a liquidez está voltando de forma gradual, mas precisamos de tempo para implementar as decisões e introduzir as regras que já definimos", disse Al Suwaidi.

Ele afirmou que o Banco Central quer isolar o setor bancário dos Emirados do sistema financeiro global, e assim blindar a economia do país árabe contra qualquer crise internacional futura. No entanto, Al Suwaidi afirmou que o dirham (moeda do país) vai permanecer atrelado ao dólar.

"Quando afirmei que queria isolar nosso sistema econômico do sistema financeiro global, eu queria dizer que devemos nos isolar de ferramentas perigosas que vinham sendo utilizadas pelos nossos bancos para financiar o boom econômico recente", declarou Al Suwaidi.

"Precisamos minimizar nossa exposição a essas ferramentas perigosas, mas o desatrelamento está fora de questão no momento, porque o dólar ainda é a maior moeda para comércio e investimento no mundo, e não existe alternativa", disse Al Suwaidi.

O presidente do BC dos Emirados disse ainda que, no futuro, a política bancária e monetária dos Emirados terá como meta garantir a expansão do crédito com baixas taxas de juros.



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Iraque abre licitação para perfuração de poços de petróleo

Da redação
São Paulo – A companhia estatal iraquiana Maysan Oil Co. abriu licitação para a perfuração de 30 poços de petróleo, em três campos petrolíferos localizados no sul do país. A informação foi divulgada pelas agências de notícias Associated Press e Saudi Press Agency.

A licitação se refere aos campos de Halfaya, Noor e Abu Gharab. Dez poços deverão ser perfurados em cada campo, em um período de até 18 meses. De acordo com a companhia, as propostas devem ser enviadas até 15 de abril. O anúncio foi feito hoje (18) no site da Maysan.

Os campos em questão contêm reservas equivalentes a mais de 5 milhões de barris de petróleo e ficam nos arredores da cidade de Amarah.

O Iraque possui o terceiro maior volume de reservas petrolíferas do mundo: 115 bilhões de barris. O país produz cerca de 2,4 milhões de barris de petróleo por dia, e pretende aumentar o volume em pelo menos 300 mil barris por dia até o final de 2010.




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Argélia pretende fabricar automóveis

A meta é para os próximos cinco anos. A indústria que atuará na área deverá comprar componentes de pequenas e médias empresas locais.
Da redação
São Paulo - A Argélia, país árabe africano, deverá produzir automóveis dentro de cinco anos. O anúncio foi feito pelo presidente e diretor-geral da Empresa Nacional de Veículos Industriais, Mokhtar Chahboub. A notícia foi publicada na agência africana Panapress.

Segundo o executivo, para que esta indústria seja estabelecida serão necessários alguns acordos como o determinação de que pequenas e médias empresas sejam responsáveis por pelo menos 15% dos componentes dos veículos.

Chahboub afirma que as baterias, os vidros, os pneus e as carrocerias são produtos que poderiam ser fornecidos pelas empresas locais. A Argélia tem grande parte da sua economia baseada na produção de gás, mas vem se preocupando com a diversificação.



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Embratur promove destinos brasileiros em Dubai

A entidade vai participar pela terceira vez da Emirates Holidays World, feira de turismo que ocorre em maio, com o objetivo de divulgar o Brasil para profissionais do setor da Ásia e Oriente Médio.
Marina Sarruf marina.sarruf@anba.com.br

São Paulo – Para atrair mais turistas árabes ao Brasil, o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) vai divulgar o país na Emirates Holidays World, feira de turismo que será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, em maio. Essa vai ser a terceira participação brasileira no evento. “O mercado árabe para nós é muito importante”, afirmou o diretor de Turismo de Negócios e Eventos da Embratur, Marcelo Pedrosa.

A feira, que é organizada pela Emirates Holidays, empresa de comercialização de pacotes turísticos que pertence à companhia aérea Emirates Airline, reúne mais de 400 agentes de viagens que têm a oportunidade de divulgar seus destinos turísticos. No caso do Brasil, representantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Amazonas e Paraná deverão participar do evento. “Todos esses destinos já estão no catálogo da Emirates Holidays”, disse Pedrosa.

De acordo com ele, a Embratur passou a participar da feira desde o início dos vôos diretos da Emirates ao Brasil, em 2007. O público, a maioria agentes e operadores de viagens, é de vários países, principalmente Ásia e Oriente Médio. “Nossa atuação nesse mercado está focada em função do vôo da Emirates”, disse Pedrosa. O diretor aposta também na vinda de turistas árabes por vôos da África do Sul e da Turquia, pela Turkish Airlines, que deve começar a operar em São Paulo em abril.

“Em curto prazo não vamos ter uma grande quantidade de vôos diretos da região, mas podemos trabalhar com conexões e vôos de regiões próximas”, afirmou Pedrosa. Segundo ele, a Emirates está bem satisfeita com a ocupação da rota Dubai-São Paulo. “A idéia é intensificar nossa participação nesse mercado e gerar cada vez mais volume [de passageiros]”, acrescentou.

Além do Emirates Holidays, a Embratur já participou de outros eventos de turismo nos Emirados, como a feira Arabian Travel Market (ATM) e o World Travel & Tourism Council Summit (WTCC), no ano passado. Deste último, a presidente da Embratur, Jeanine Pires, participou. Ele reúne investidores do setor e este ano vai ocorrer em Florianópolis, capital de Santa Catarina. “Existem muitas oportunidades de investimentos em infraestrutura no Brasil. O país oferece uma maior segurança agora, principalmente no setor imobiliário”, afirmou o diretor.

De acordo com ele, o Brasil está se colocando entre as principais economias de turismo e, com a Copa de 2014, que o país vai sediar, novas demandas de investimentos irão surgir. Pedrosa deu as declarações ontem (17), no 7º Fórum Panrotas.

Companhias aéreas

O fórum contou também com a participação das companhias aéreas. Apesar da crise, as empresas brasileiras devem continuar investindo neste ano. De acordo com o presidente da TAM, David Barioni Neto, a meta da companhia em 2009 é abrir uma nova rota para Johannesburgo, na África do Sul; fechar o ano com 132 aeronaves em operação; e continuar com planos de investimentos até 2018 de US$ 6,9 bilhões. Já o presidente da Webjet, Wagner Ferreira, acredita num crescimento de 5% na demanda doméstica neste ano.

Divulgação Divulgação

Presidentes de empresas aéreas dizem que investimentos continuam
Para o presidente da Azul, Pedro Janot, a companhia espera encerrar o ano com 1,8 milhão de passageiros transportados e continuar com o plano de investimentos de US$ 600 milhões para o Brasil em 2009. O presidente da Trip, José Maio Capriollo, também garantiu que os planos da empresa de investir US$ 200 milhões este ano em novos equipamentos serão mantidos. “Seria imprudente não continuar investindo”, afirmou.

No caso da Gol, o presidente da companhia, Constantino de Oliveira Júnior, acredita que fechar as contas este ano será difícil, principalmente porque a programação de investimentos em encomendas de aviões é feita com antecedência e é difícil cancelar pedidos por conta da mudança do cenário econômico. Apesar disso, o executivo afirmou que a empresa deve fechar o ano com 108 aeronaves, contra 104 no ano passado.

Copa

O ministro do Turismo, Luiz Barreto, que também participou do fórum, aposta na Copa do Mundo de 2014 para melhorar a qualidade do setor no Brasil. “A Copa é uma das maiores oportunidades de exposição do Brasil para o mundo”, afirmou.

A meta do ministério é chegar em 2014 com 65 destinos brasileiros altamente qualificados para atender os turistas. “Será um grande desafio”, afirmou Barreto, que em janeiro, assinou um convênio com a Fundação Roberto Marinho para qualificação de 80 mil pessoas para o setor turístico.

Com relação à crise internacional, o ministro afirmou que o país deve manter o pé no chão. “A crise financeira nos obriga a viver com o pó no chão. Com a queda do PIB no último trimestre de 2008, estão sendo reavaliadas as projeções de crescimento da economia para 2009”, disse.

Apesar disso, no setor de turismo, o ministro afirmou que o Brasil vem ganhando posições. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, no que se refere à competitividade e atratividade turística, o Brasil está posicionado em primeiro lugar na América do Sul, em segundo na América Latina e em quinto no ranking das Américas. Já nos estudos de maiores economias do turismo do WTTC, o país subiu da 14ª posição, em 2008, para 13ª este ano.

Além disso, o turismo de negócios no país também vem crescendo, representando hoje 30% do volume dos turistas que vêm ao Brasil. Em 2007, o turismo gerou receitas de US$ 39 bilhões, o que representou 2,6% do PIB. “É a quinta pauta das exportações brasileiras. É uma indústria muito forte que movimenta muito a economia”, disse o ministro.

De acordo com ele, na atual conjuntura o turismo interno cresceu, e este ano o ministério aposta num aumento maior ainda nesse mercado. “São quase 100 milhões de brasileiros participando do mercado de consumo”, afirmou.



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Nossa Missão - Brasil - França

O setor comercial da CCFB tem como missão ajudar as empresas brasileiras durante a fase de primeira aproximação do mercado francês.
Por realizar essa tarefa a CCFB trabalha com uma rede extensa de parceiros no Brasil e na França:

* Associados da CCFB
* Rede das Câmaras de Comércio e de Indústria Francesas
* Entidades de classe



Para facilitar o trabalho de prospecção das empresas brasileiras o setor comercial pode transmitir informações gratuitas através dos links de seu site, indicar os serviços de seus associados, e/ou propor serviços comerciais básicos cobrados (lista sob medida, programa de encontros profissionais, ficha cadastral).



Contato SP Carine: comercialsp@ccfb.com.br
Contato RJ Morgane Charlier: comercialrj@ccfb.com.br

Contato MG: Arley Antunes: comercialmg@ccfb.com.br
Contato PR: Michelle : ccfbpr@ccfb.com.br






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Criatividade e Inovação na Gestão Empresarial: O Poder de Inovar e Estratégias de Inovação

Curso-oficina

Objetivo:
- Promover o autodesenvolvimento do potencial criativo por meio da prática de algumas das principais técnicas de geração de idéias.
- Capacitar o participante a entender as abordagens estratégicas complementares e conflitantes para a inovação.
- Refletir sobre tipos de inovações consistentes dentro de estratégias coerentes
- Fornecer ferramentas concretas para a avaliação da inovação na empresa. saiba mais...



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VISITA PRESIDENCIAL

PROGRAMA GENERAL DE LA
SEMANA ARGENTINA EN SAN PABLO
Y DE LA MISION COMERCIAL MULTISECTORIAL -2009-

SABADO 7 DE MARZO AL 12 DE ABRIL

“EXPOSICION INTEMPERIES” EN EL MARCO DE LA SEGUNDA EDICION DE LA BIENAL DEL FIN DEL MUNDO (7/3 al 12/4)
Lugar: Edificio de la OCA (Parque Ibirapuera de San Pablo)

LUNES 16 DE MARZO

SEMANA TEMATICA DE TURISMO DEDICADA A LA ARGENTINA
(16 al 22/3 de 10:00 a 22:00 hs.)
Informaciones: www.semana-argentina.com
Lugar: Shopping El Dorado – Av. Rebouças, 3970. Pinheiros

SEMANA GASTRONOMICA ARGENTINA (16 al 21/3)
Informaciones: www.semana-argentina.com
Lugar: Hotel Grand Hyatt São Paulo – Av. Das Nações Unidas, 13.304

MARTES 17 DE MARZO

10:00 a 19:00 PRESENTACION DE MODA ARGENTINA (17 al 19/03)
Lugar: Clube de Estilo -por invitación

MIERCOLES 18 DE MARZO

09:00 a 18:00 RONDAS DE NEGOCIOS para la comitiva empresaria.
Lugar: oficinas de empresas brasileñas

10:00 a 19:00 PRESENTACION DE MODA ARGENTINA (17 al 19/03)
Lugar: Clube de Estilo -por invitación

19:00 a 21:00 MESA REDONDA SOBRE LA NARRATIVA ARGENTINA Y SUS
CRUCES CON LA NARRATIVA BRASILEÑA
Lugar: Casa Das Rosas - Av. Paulista, 37

ESPECTACULO “TANGO DE RUA”
(18 al 20/3 de 12:00 a 14:00 hs. y de 18:00 a 20:00 hs.)
Lugar: puntos estratégicos de la ciudad de San Pablo
Informaciones: www.semana-argentina.com

1
JUEVES 19 DE MARZO

09:00 a 11:30 WORKSHOPS SOBRE OPORTUNIDADES DE NEGOCIOS E
INVERSIONES EN LAS PROVINCIAS ARGENTINAS

APERTURA
09:30 a 11:30 PRESENTACIONES DE LAS PROVINCIAS
Lugar: Sede de la Federación de Industrias del Estado de San Pablo
(FIESP) – Av. Paulista, 1313.

10:00 a 19:00 PRESENTACION DE MODA ARGENTINA (17 al 19/03)
Lugar: Clube de Estilo -por invitación

13:00 a 14:00 ALMUERZO BUFFET OFRECIDO POR LA PROVINCIA DE SALTA
Ofrecido por la Provincia de Salta
Lugar: Hotel Tívoli -Alameda Santos 1437

14:30 a 18:00 RONDAS DE NEGOCIOS para la comitiva empresaria.
Lugar: Sede de la Federación de Industrias del Estado de San Pablo
(FIESP) – Av. Paulista, 1313 – Espaço FIESP
Inscripciones: www.fiesp.com.br

15:00 a 18:00 WORKSHOPS SOBRE OPORTUNIDADES DE NEGOCIOS E
INVERSIONES EN LAS PROVINCIAS ARGENTINAS

MESAS INFORMATIVAS DE LAS PROVINCIAS
Lugar: Sede de la Federación de Industrias del Estado de San Pablo
(FIESP) – Av. Paulista, 1313-

19:30 SEMANA DE CINE ARGENTINO (19 al 26/3)
Conferencia de Prensa, junto con director y actores

20:00 Cocktail de Inauguración de la Semana del Cine Argentino-por invitación

21:00 Estreno de la película “Motivos para no Enamorarse”
Lugar: Salas de Cine HSBC Belas Artes – Rua da Consolação, 2423

21:00 SHOW “ARGENTINA DE GALA”
Recepción y Espectáculo de Tango a cargo del grupo Esquina de Carlos
Gardel, ofrecidos por la Secretaría de Turismo de la Nación
Lugar: Espaço Buffet Torres (Alameda Dos Jurupis 1718 – Moema)
Por invitación - 0800-7700066

2
VIERNES 20 DE MARZO

08:30 a 12:30 CIERRE DEL ENCUENTRO EMPRESARIAL ARGENTINO-BRASILEÑO
Y DE LA SEMANA ARGENTINA EN SAN PABLO

08:30 Acreditaciones

09:00 Apertura

Palabras de Bienvenida a cargo de la Federación de Industrias del
Estado de San Pablo (FIESP).

-Sr. Ministro de Relaciones Exteriores de la República Federativa del
Brasil, Emb. CELSO AMORIM
-Sr. Ministro de Relaciones Exteriores, Comercio Internacional y Culto de
la República Argentina, Lic. JORGE TAIANA

Presentaciones
-Sr. Ministro de Desarrollo, Industria y Comercio Exterior de la República
Federativa del Brasil, D. MIGUEL JORGE
-Sra. Ministra de la Producción de la República Argentina, Lic. DEBORA
GIORGI (a confirmar)
-Sres. Gobernadores de Provincias Argentinas (a confirmar)

11:30 Cierre

-Sr. Presidente de la Federación de Industrias del Estado de San Pablo
(FIESP), D. PAULO SKAF,
-Sr. Presidente de la Unión Industrial Argentina (UIA), Lic. JUAN CARLOS
LASCURAIN

Palabras de los Señores Presidentes:

-Sr. Presidente de la República Federativa del Brasil, D. LUIZ INÁCIO
LULA DA SILVA;

-Sra. Presidenta de la República Argentina,
Dra. CRISTINA FERNÁNDEZ DE KIRCHNER;

Lugar: Auditorio de la Federación de Industrias del Estado de San Pablo
(FIESP) – Teatro do Sesi (Planta Baja) – Av. Paulista, 1313.

13:30 a 15:00 ALMUERZO EMPRESARIAL
Almuerzo ofrecido por FIESP en honor de los Sres. Presidentes de
ambos países, con la presencia de altas autoridades gubernamentales y
empresarios. Durante el almuerzo se realizará un Espectáculo de Música
Clásica a cargo del Ensamble Las Hayas (15 minutos).
Se prevé un brindis con palabras de ambos Presidentes.

Lugares:
- Federación de Industrias del Estado de San Pablo (FIESP)
- Hotel Tívoli -Alameda Santos 1437

3
13:00 a 17:30 WORKSHOP DE TURISMO
Destinado a operadores y agentes de turismo
Lugar: Hotel Intercontinental– Alameda Santos, 1123.

19:30 APERTURA DE LA EXPOSICION “1961 – A Arte Argentina na
Encruzilhada: Informalismo e Nova Figuração”
Lugar: Federación de Industrias del Estado de San Pablo (FIESP) –
Salón de Exposiciones – Av. Paulista, 1313 -.

a confirmar
ANUNCIO SOBRE MONUMENTO DE AGRADECIMIENTO A LA
CIUDAD DE SAN PABLO POR PARTE DE LOS EXILIADOS
ARGENTINOS

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O que é Ponto Focal sobre Barreiras Técnicas.

Inmetro. O Ponto Focal do Brasil

Quando você exporta para um determinado país é fundamental o conhecimento das exigências técnicas desse país sobre seu produto. Sem isso, você corre o risco de ver seu produto ir e voltar gerando enorme prejuízo. O Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC) determina que cada país tenha seu “ponto focal” que deve informar sobre novas exigências técnicas referentes a produtos. Cada ponto focal recebe da OMC as informações enviadas pelos outros países e as disponibiliza para os exportadores. No Brasil, o Inmetro é Ponto Focal do Acordo TBT (OMC) e dispõe de serviços que podem ajudar os exportadores a obter mais informações sobre exigências técnicas de outros países. Use essas informações em benefício das suas exportações.

Você só tem a ganhar.



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Com exportações reduzidas, abate de aves cai em MS

As exportações de aves no primeiro bimestre deste ano caíram em 30% e os abates acompanharam, conforme mostram os dados da SFA (Superintendência Federal de Agricultura).

Em janeiro deste ano foram abatidas 10,2 milhões aves e em fevereiro 7,8 milhões, queda de 23,5%. Em comparação com fevereiro do ano passado a retração é de 25%.

Segundo dados da balança comercial, as exportações de aves teve queda de 31% considerando os cortes e 11%, levando em consideração miudezas e pedaços.

O presidente da Abef (Associação Brasileira dos Exportadores de Frango), Francisco Turra, disse esta semana que espera reação nas exportações a partir do segundo trimestre deste ano e a projeção de crescimento para este ano é de 5%.

Em âmbito nacional houve redução de 28% nas exportações de aves no primeiro bimestre. Ao fim do ano passado, a Abef recomendou um corte de 20% na produção para adequar os estoques à demanda.

"Vamos avaliar qual o porcentual de redução mais adequado, mas com certeza vamos continuar reduzindo até que as exportações se normalizem. O mercado interno continua bom, mas ele não absorve tudo o que deixamos de exportar", disse o presidente da entidade.



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Impactos da PDP sobre comércio exterior se manifestarão no longo prazo

A Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), anunciada pelo governo federal em maio de 2008, ainda apresenta resultados tímidos quando se trata das medidas de apoio ao comércio exterior. Os frutos serão colhidos a longo prazo, pois dependem de um processo de maturação, afirma José Manoel Cortiñas Lopez, coordenador geral de Logística e Promoção das Exportações do Departamento de Planejamento e Desenvolvimento do Comércio Exterior (Depla) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Saiba mais...



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Circuito Amcham de Desenvolvimento regional

Durante o ano a Amcham através do Circuito Amcham de Desenvolvimento Regional irá realizar encontros promovendo a aproximação entre o setor público/privado nas principais cidades da região e a primeira cidade a receber o evento será Sorocaba devido a sua importante posição econômica. Saiba mais...



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PACE - Diferenciação em Vendas

Aproveite a oportunidade de realizar um excelente curso e aperfeiçoar suas habilidades em vendas com uma das mais renomadas empresas de treinamento do mercado em uma condição especial. Saiba mais...



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Paranaguá terá R$123 milhões em obras para receber grandes navios do mundo

Ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito participou nesta quinta-feira (12) do Bom Dia Ministro. Durante a entrevista com âncoras de diversas rádios, o ministro apresentou as principais ações promovidas pela Secretaria, como o Programa Nacional de Dragagem e o Plano Nacional Estratégico dos Portos. O programa é produzido e coordenado pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, e transmitido ao vivo, via satélite, para emissoras de todo o País. Leia abaixo os principais trechos.

Programa Nacional de Dragagem - Uma das intervenções mais importantes que podemos fazer nos portos brasileiros é a dragagem. Com o aprofundamento do canal de aproximação, podemos disponibilizar para os armadores que operam os maiores navios do mundo a possibilidade de escalarem esses portos para que grandes embarcações que hoje não atuam em nenhum porto latino-americano possam chegar aos portos brasileiros. Paranaguá, um dos mais importantes do Brasil, é hoje responsável por grande parte da exportação de grãos e pela competitividade desses produtos. Vamos investir R$ 123 milhões na dragagem de aprofundamento do porto que, com isso, passará a ter uma profundidade de 15 metros, ficando pronto para receber os maiores navios do mundo. Daremos a ele as condições hoje disponibilizadas nos maiores portos do mundo. Pernambuco, por exemplo, tem hoje um dos sistemas portuários mais bem equipados do País. Além do Porto de Recife, temos o Porto de Suape, que está recebendo hoje investimentos muito fortes por parte do governo federal, e maiores ainda da iniciativa privada, com a instalação de uma indústria naval importante, de uma refinaria, e de outras indústrias, o que lhe dá a configuração de um porto-indústria. Temos que destacar a profundidade natural de Suape, em torno de 16, 17 metros, que aumentará p ara 19 metros e será a maior do País. O Porto de Recife, embora menor, é hoje de grande importância para a exportação de açúcar e para o turismo. Pretendemos desenvolver muito mais o guia turístico e estamos também iniciando a dragagem desse porto que já começa a operar a partir desta sexta-feira (13). Poderá atender toda a demanda do setor e exportação de Recife.

Porto Sem Papel - O projeto prevê a desburocratização dos portos brasileiros. Hoje sabemos que vários órgãos federais atuam de forma simultânea nos portos. Então, pretendemos resolver com um sistema de controle automatizado, onde haverá uma única entrada de dados, que vai alimentar um banco de dados e todos os órgãos de governo terão acesso. Esse projeto será implantado em todos os portos brasileiros, já tendo começado no Porto de Santos, onde está sendo desenvolvido um projeto-piloto.

Desburocratização - Além de reduzir custos diretamente do p róprio governo, na medida em que a atuação dos órgãos vai se tornando mais eficiente, a desburocratização vai diminuir a necessidade de tempo das equipes e pessoas envolvidas nesse processo de fiscalização das cargas e do desembarque. Reduzirá custos também para operadores e armadores, porque sabemos que o navio parado no porto gera um custo importante para os armadores e para todo o complexo portuário. Na medida em que sistemas mais eficientes de fiscalização e de atendimento determinam que a parada de embarcações nos portos seja reduzida, estaremos sendo mais competitivos na hora de exportar nossos produtos. Também estaremos dando mais competitividade aos importadores brasileiros. Naturalmente que essa maior eficiência que estamos buscando - investimentos na infraestrutura de dragagem, reequipamento portuário de incentivo à iniciativa privada - será certamente ampliada com a possibilidade da implantação do projeto "Porto Sem Papel". Esse sistema já está s endo desenvolvido em associação com todos os órgãos do governo. Contratamos o Serpro, que vai fazer o desenvolvimento do sistema, e nosso prazo, pela complexidade, é de um ano para implantá-lo nos portos brasileiros. Esperamos que até o final de 2010 ele já esteja funcionando e a economia brasileira seja beneficiada com o processo de maior racionalidade na operação portuária. Todos os editais serão lançados até junho deste ano.

PAC - O dinheiro do PAC está garantido. As obras estão em processo.e temos vários editais que já foram lançados. Algumas obras que já estão sendo executadas, como o caso do Porto de Itaguaí, e o porto de Recife. As obras emergenciais da dragagem de Itajaí e Paranaguá, que estão sendo realizadas. O contrato do Porto de Rio Grande, que vamos assinar na próxima semana. Estamos em processo de escolha da empresa que vai fazer a dragagem do porto de Santos. Os editais de Aratú, de Salvador, de Fortaleza já foram lançados e estão n o processo também de escolha. Vamos lançar até o final do mês o edital do Rio de Janeiro, o edital da segunda fase de Itaguaí e, na sequência, os editais de aprofundamento de Paranaguá, de Itajaí, de Vitória no Espírito Santo, de São Francisco do Sul, em Santa Catarina. Enfim, iremos lançar todos os editais até o final de junho deste ano. Todas as obras serão concluídas até o próximo ano e 2009 será a separação entre o presente e o futuro dos portos brasileiros. Iremos dar condição para que sejam escalados para os portos brasileiros os maiores navios do mundo, que hoje não têm acesso a nenhum porto latino-americano por força dessa falta de profundidade. Além disso, procuramos estimular a iniciativa privada a continuar investindo nos portos brasileiros, porque todos os portos são operados pela iniciativa privada.

Infraestrutura aquaviária - O Brasil tem cerca de 40 mil quilômetros de rios navegáveis. Esse potencial na estrutura aquaviária é p raticamente inexplorado do ponto de vista econômico. Uma providência importante para esses rios para que sejam navegáveis em toda sua extensão é a construção de eclusas, como a que está sendo feita em Tucuruí. Ela será concluída até meados do próximo ano e dará condição ao Porto de Vila do Conde, por exemplo, no Pará, para que possa ser uma alternativa para a exportação de grãos e certamente para que o novo projeto da Vale do Rio Doce de produção e exportação de minério possa se concretizar. Além de Vila do Conde, estamos fazendo investimentos necessários para Barcarena e para Santarém,. Santarém é um porto que hoje mesmo sem todas as condições já é uma grande opção para a exportação de soja, imagine quando tivermos concluído o acesso, seja aquaviário, através da construção das eclusas necessárias para que os rios possam ser usados, seja nos acessos terrestres, que vão permitir que os portos tenham essa condição de escoar rapidamente essas mercadorias quando chegam ou quando saem dos portos.

Temos que ver que essa eclusa vai beneficiar diretamente o porto de Itaqui, no Maranhão. Com a conclusão também da Ferrovia Norte-Sul, um complexo logístico está se formando no Norte do Brasil, atendendo o Pará e o Maranhão. O porto, para funcionar, depende desse conjunto de logística. Além de o próprio porto ter os investimentos na dragagem, na modernização dos equipamentos, há que se construir toda essa logística de acesso terrestre e aquaviário.

Este ano é um marco decisivo que vai separar o presente e o futuro em relação aos portos brasileiros por conta de todos esses investimentos que estão sendo feitos. Só na dragagem, o presidente Lula determinou a inclusão no PAC de R$ 1,5 bilhão nos 20 mais importantes portos brasileiros.





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Brasil e países da CPLP discutem política de recursos hídricos e cooperação mútua

Nesta quinta-feira, 19/03, representantes da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) se reúnem no stand do Brasil, no V Fórum Mundial da Água, para tratarem da política de recursos hídricos dos países lusófonos e as possibilidades de cooperação entre eles. A reunião ocorrerá em Istambul, Turquia, das 18h30 às 20h30 (hora local).

O diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, abre a reunião. Em seguida, serão apresentadas as ações em curso e as perspectivas do tema recursos hídricos no contexto da cooperação técnica entre os países da CPLP. Brasil (por meio de Dalvino Franca, diretor da ANA), Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste têm representantes inscritos para fazer apresentações.

Segundo o diretor-presidente da ANA, José Machado, avanços já foram obtidos desde 2006, quando os ministros de Meio Ambiente da CPLP decidiram que Brasil (por intermédio da Agência Nacional de Águas) e Portugal (por meio do Instituto Nacional da Água de Portugal – Inag) liderassem o tema da gestão integrada de recursos hídricos no contexto da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa. “Esta reunião contribuirá para que possamos alterar a situação atual e avançar na identificação de parcerias para projetos relacionados a recursos hídricos”, conclui Machado.

Protocolo de cooperação entre ANA e Inag

Antes da reunião da CPLP, das 15h às 15h45 (hora), a ANA e o Inag assinam um protocolo de cooperação que deverá orientar futuras ações de cooperação técnica entre estas instituições. A Agência e o Instituto identificam como temas prioritários: qualidade da água e proteção de suas origens, projetos de saneamento e infra-estrutura hidráulica, monitoramento de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, instrumentos de planejamento de recursos hídricos e avaliação ambiental estratégica, prevenção e mitigação de eventos críticos (cheias e secas, por exemplo).

Para as ações de cooperação técnica sugeridas para 2009, a ANA propõe tratar prioritariamente dos seguintes assuntos: instrumentos da Política Comunitária da Água, instrumentos de planejamento dos recursos hídricos e avaliação ambiental estratégica, além da qualidade da água e proteção de suas origens. Para tanto, a Agência Nacional de Águas apresentará aos portugueses a proposta de realização de duas missões: uma do Inag no Brasil, em junho, e outra da ANA em Portugal, em novembro, para intercâmbio de experiências nos temas contemplados pelo protocolo de cooperação.




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Apesar da crise, avicultura paranaense foca em novos mercados na China e em Cuba para 2009

Apesar da crise econômica mundial, que fechou as portas para a exportação de diversos produtos brasileiros, o setor avícola paranaense busca em novas alternativas de mercado, com a ampliação de negócios em mercados já consolidados e a conquista de novos centros consumidores, para crescer no ano de 2009. Nesse cenário, dois mercados se tornam como grandes referências para novas negociações para o frango do Paraná: a China, que recentemente abriu suas portas para a importação do frango brasileiro, e Cuba. A projeção é do presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins.
Para facilitar o processo de habilitação das empresas paranaenses para esses dois mercados, estimulando os contratos de negociação com esses países, o Sindiavipar está fazendo um trabalho, em parceria com o Ministério da Agricultura e a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef), para conseguir uma habilitação conjunta de todas as empresas que já atuam no mercado internacional para vender para esses dois países. “Nossa estimativa é de que até a metade deste ano o processo já esteja concluído, primeiramente com Cuba e na sequência com a China”, revela o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins.

Outra alternativa para estimular as vendas do frango paranaense encabeçada pelo Sindiavipar, é a participação em feiras internacionais, levando a marca do frango paranaense para mercados em potencial na Ásia e Oriente Médio. Representantes do sindicato e das empresas associadas participaram da Feira de Alimentos em Dubai e ainda marcarão presença nas feiras de Xangai, na China, em maio, e Anuga, na Alemanha, no mês de outubro.

Ajuste de mercado

Temendo um excesso de oferta de frango no mercado interno, devido à queda nas exportações, o segmento propôs a redução no alojamento de corte em 20% desde novembro do ano passado. Este ano, aa avicultura de corte brasileira optou em apliar o ajuste de produção, numa recomendação nacional para se atingir um plantel máximo de 400 milhões de frango de corte alojados por mês. De acordo com o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, a estimativa é de que com esse ajuste da produção o Paraná diminua o abate de cabeças de frango em aproximadamente 12%, comparado à média mensal obtida no ano passado. A média mensal de 2008 foi de 101.843.663 cabeças, com a avicultura paranaense finalizando o ano com o abate de 1.222.123.962 cabeças. Apesar disso, o estado irá se manter como o principal produtor de frango de corte do Brasil, respondendo por aproximadamente 27% da produção nacional.

No acumulado janeiro-fevereiro deste ano já é possível sentir reflexos da diminuição na produção. No período, foram abatidas 184.264.791 cabeças de frango – média de 92.132.395 cabeças por mês, desempenho 9,53% inferior à média de 2008.

As exportações paranaenses também tiveram queda neste início de ano. No acumulado de janeiro e fevereiro, foram exportados 130.853.249 quilos de frango, desempenho 7,21% inferior ao mesmo período do ano passado, quando o Paraná havia exportado 141.023.981 quilos.

O presidente do Sindiavipar destaca que o ajuste de mercado se faz necessário para afastar a possibilidade de crise sobre esse importante setor do agronegócio brasileiro, equilibrando a oferta e o consumo de frango no cenário interno. “Nos últimos meses, estamos enfrentando uma diminuição nas exportações de frango do Brasil, em virtude da crise econômica mundial, que traz como consequência a falta de crédito para viabilizar as exportações nacionais. No último mês, a diminuição nas exportações foi de aproximadamente 50 milhões de cabeças de frango, uma demanda que fica para o consumo interno. Então, para equilibrar a oferta e a demanda, tanto no cenário externo quanto no interno, propomos esse ajuste de produção”, explica Domingos Martins.

Recuperação de preço

De acordo com o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, a decisão do setor avícola brasileiro em promover um ajuste de produção como forma de não sofrer impactos da crise econômica mundial, com uma oferta do produto maior que as demandas externa e interna, trouxe uma rápida reação do mercado internacional. A principal resposta veio na recuperação dos preços no mercado externo. Segundo ele, os preços no mercado externo já demonstram uma recuperação. “Hoje, apesar do momento de crise econômica, os cortes específicos de frango no mercado internacional custam entre 150 e 200 dólares por tonelada a mais que no final do ano passado, o que se torna um alento para a avicultura, que vinha entrando nesse período de crise econômica com muita cautela”, informou.

Domingos Martins avalia que a estimativa nacional do alojamento de fevereiro de 2009 girou em torno de 407 milhões de cabeças. Isso satisfaz a cadeia produtiva, pois vem ao encontro da meta de redução de 20% estabelecida anteriormente, o que permite deixar estabilizado o mercado de oferta e demanda do produto. O presidente do Sindiavipar salienta, ainda, que o Paraná tem respondido ao pleito nacional de redução, com esforço pontual das empresas locais, cada uma dentro das suas condições para cumprir os contratos firmados com o mercado internacional.





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Previsões

Se a globalização foi a responsável para disseminação da turbulência financeira pelo mundo todo, a globalização também propiciará a saída da crise. A afirmação é do economista Albert Fishlow, professor da Universidade de Columbia, dos Estados Unidos, para quem processo de recuperação da economia brasileira passa, inevitavelmente, pela retomada do crescimento nos países desenvolvidos.
Fishlow está no Brasil para participar do 3º Seminário Internacional de Renda Fixa, organizado pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Andima) e pela Cetip - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos, que será realizado quinta-feira.
O professor não endossou a previsão do Morgan Stanley de que a economia brasileira vai cair 4,5% neste ano.
Apenas disse que a queda é mais rápida do que a recuperação. Há uma semana, Fishlow trabalhava com a previsão de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil poderia crescer 2% neste ano; ontem já falou que a variação pode ser zero. Mas, ressaltou, isso depende de as economias desenvolvidas, especialmente Estados Unidos, União Europeia e Japão, continuarem aumentando gastos para elevar a demanda e criar condições para a recuperação da economia global. Espero que a economia americana e de outros países melhore em 2009 e volte a crescer em 2010, disse Fishlow.
O cenário ideal de recuperação, do ponto de vista de Fishlow, também exclui novas turbulências no sistema financeiro internacional.
Com esse processo de recuperação consolidado ao longo do tempo, Fishlow avalia que já em 2010 seria possível para o Brasil ter crescimento entre 3,5% e 4%. Ele acredita, ainda, que não restam mais dúvidas sobre a necessidade de continuar o ciclo de redução do juro básico, que deve fechar o ano, segundo ele, em 8,5%. Acho que a taxa de juro no Brasil era de fato alta, disse, reforçando que o tempo que o BC levou para iniciar esse processo não foi o esperado.
Mas Fishlow elogiou a política do BC de acumular reservas internacionais. Tem muita gente no Brasil que gosta de criticar o Banco Central, que sempre representa o diabo na história, mas o fato é que se não fossem os US$ 200 bilhões de reservas conseguidos pelo BC, a situação do Brasil hoje poderia estar muito pior, avaliou.
Segundo o economista, o Brasil não tem muito espaço para usar a política fiscal para enfrentar a crise, como estão fazendo outros países por causa das dificuldades de financiar os gastos. pois não pode elevar tanto o déficit nominal - o resultado final das contas públicas, após o pagamento de juros. Ao contrário de grandes economias como EUA, Japão e China, o Brasil não tem uma poupança interna capaz de um financiamento extenso como os que têm sido anunciados pelos países afetados mais intensamente pela crise econômica.
No entanto, já conta com uma redução do superávit primário. Uma redução deve acontecer e vai acontecer. Atualmente a meta estabelecida pelo governo para o superávit primário é de 3,8% do PIB. Na visão de Fishlow, a redução da meta deve ser estabelecida após o Congresso revisar o Orçamento de despesas deste ano, contemplando a provável queda nas receitas do governo com a desaceleração econômica.
Para dar conta da necessidade de investimentos, além de manter a economia aberta, Fishlow acredita que a melhor estratégia é diversificar as exportações, tanto em produtos quanto em mercados. Tem gente que pensa que a melhor estratégia é se fechar, mas eu acho que não, afirmou.


Fonte: Valore Econômico




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Previsão negativa

As exportações brasileiras devem cair pelo menos 11% em volume em 2009, e a redução mundial do comércio já passa a ser equivalente à queda nos anos 1930. Pior: uma plena recuperação do fluxo de comércio aos níveis de 2007 e 2008 deverá ocorrer apenas a partir de 2012.
Os dados foram divulgados ontem pelo Escritório de Análise Econômica da Holanda, considerada uma entidade de referência sobre dados comerciais. A constatação é de que a América Latina terá um dos piores resultados comerciais neste ano. No mundo, a nova projeção indicou ontem uma queda do comércio de 12,5% em volume em 2009. Para 2010, os países ricos continuarão a sofrer queda das exportações.
Como o Estado antecipou no domingo, os especialistas holandeses estimavam que o comércio mundial iria encolher em mais de 10% em 2009, bem acima de qualquer previsão da Organização Mundial do Comércio (OMC). Em valores, a queda seria de 22%.
Esses números não eram vistos desde os anos 30. A partir de 1945, não há nenhum registro de quedas como a que teremos neste ano, afirmou Wim Suyker, autor da projeção. O encolhimento do comércio é drástico e afetará em cheio a América Latina. A queda na demanda nos países ricos, a falta de créditos para exportação e ainda as medidas protecionistas devem aprofundar a crise no setor comercial.
A América Latina sofrerá uma queda de 11,5% nas exportações no ano. A redução é a maior entre todas as regiões de países em desenvolvimento. Na Ásia, a queda será de 10,75%, ante 6,5% apenas na China.
Os últimos meses de 2008 já tiveram um impacto no comércio latino-americano. O ano terminou com uma queda de 2% no volume exportado pela região ao mundo e a América Latina foi o único continente a sofrer uma contração.
O Brasil, por sua dependência em exportações de commodities, será um dos países mais afetados, afirmou Suyker. Segundo ele, a queda deverá ser de pelo menos 11%. Outro país na região que sofrerá em 2009 será o México, diante de sua relação comercial de proximidade com a economia americana, em plena recessão.
Parte da explicação para o resultado negativo no Brasil está nos países ricos. A previsão é de que os Estados Unidos reduzirão as compras de produtos importados em 14% em volume em 2009. Na Europa, a queda será de 10,5%, e no Japão de 20%. Já a China, um dos principais mercados para as exportações latino-americanas, sofrerá redução nas importações de 9,5% em 2009. A queda das importações na América Latina também será substancial, com 12,5% neste ano, após um crescimento de 3,5% em 2008.
Entre os países ricos, as estimativas apontam para uma queda das exportações de 13,75% em 2009. Nos Estados Unidos, a redução será de 16% em volume, ante 23% no Japão e 12,5% na Europa. Já em 2008, o comércio dos países ricos ficou praticamente estagnado, com alta de apenas 0,7%, já afetados pelos últimos três meses do ano.
O Escritório de Análise Econômica da Holanda, porém, destaca que as exportações mundiais terão leve recuperação em 2010, com alta de 2,25% graças à recuperação da Ásia. A taxa é ainda menor que a de 2008, de 2,7%. A recuperação tímida indica que o mundo levará alguns anos para voltar a ter os mesmos volumes de comércio de 2007 e 2008. Segundo especialistas, isso poderia ocorrer apenas em 2012 ou 2014.
No caso da América Latina, a estimativa é de que as exportações voltem a se expandir em 2% em 2010, em comparação aos níveis baixos de 2009. A taxa será bem abaixo dos demais emergentes, que, em média, vão crescer 4,25%.


Fonte: O Estado de São Paulo




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Queda mineira

O agronegócio mineiro ainda dá sinais de vigor, mesmo com a crise financeira global. É o que mostra levantamento sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio mineiro em 2008, feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP). Patrocinado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o estudo apurou crescimento de 14,8% do PIB do setor no ano passado.
O presidente da Faemg, Roberto Simões, informa que o PIB do agronegócio estadual atingiu R$ 90,534 bilhões. O agronegócio da pecuária respondeu por fatia maior, de 51,8%, e o da agricultura, por 48,2%. O PIB do agronegócio mineiro já corresponde a 35% do PIB total do Estado e a 12% do PIB do agronegócio nacional. Esse crescimento, segundo ele, foi possível devido ao excelente desempenho do setor nos três primeiros trimestres de 2008. No último trimestre, no entanto, o dinamismo do setor começou a arrefecer, reflexo da crise econômica mundial.
Segundo o secretário de Estado de Agricultura, Gilman Viana Rodrigues, entre os quatro segmentos que compõem o PIB do agronegócio, o que registrou maior crescimento em 2008 foi o de insumos, com alta de 41,22%, devido ao aquecimento da demanda e à conseqüente alta dos preços. Seguiram-se os segmentos básico (23,02%) e de distribuição (10,93%). Já a indústria sofreu queda de 0,78%, desempenho negativo similar ao verificado em 2007, em função especialmente do decréscimo dos preços em meio à crise internacional irradiada dos Estados Unidos.
Todos os segmentos do agronegócio já sentem os efeitos da crise. Na agricultura, os produtores de café e cana-de-açúcar estão entre os que sofreram maior baque na rentabilidade. Na safra 2008/2009, a área plantada com grãos caiu 2,3%, mas ainda assim o volume deve crescer 0,5%, resultado do aumento da produtividade. Na pecuária, carne bovina e leite foram os mais afetados. Gilman Viana e Roberto Simões consideram que ainda é cedo para traçar um panorama para 2009, mas alertam que o momento é de cautela e que os indicadores do setor devem diminuir.



Fonte: Governo de Minas Gerais



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Brasil - Japão

Representantes do grupo japonês Nippon Koei realizaram uma visita de inspeção ao município de Palmeira dos Índios na tarde da última quinta-feira (12). O objetivo do grupo econômico era conhecer as potencialidades econômicas do município com vistas a futuros projetos na área de recursos hídricos e fruticultura no município palmeirense. O grupo estava em companhia do professor Eduardo Magalhães Júnior, da Assessoria Especial para Assuntos Internacionais do governador Teotônio Vilela Filho.
A comitiva de empresários foi recebida pelo prefeito James Ribeiro (PSDB) e após uma reunião o grupo foi até a barragem do Bálsamo, na zona rural do município. A obra possui seis quilômetros de lâmina d’água onde serão desenvolvidos projetos de piscicultura, fruticultura e terá capacidade para atender a uma área de um mil hectares irrigados. Acompanharam a comitiva o secretário de municipal de Articulação Política, Antônio Fonseca, e os vereadores França Júnior e Geraldo Alencar ambos do PSDB.
Os empresários japoneses ficaram impressionados com a potencialidade hídrica da barragem do Bálsamo, localizada na região serrana do município, entre Palmeira dos Índios, em Alagoas, e Bom Conselho no estado de Pernambuco.
“Vamos analisar todas as potencialidades no sentido de futuros investimentos em Palmeira dos Índios e Alagoas”, assegurou o representante do grupo japonês ao prefeito James Ribeiro, que ficou muito feliz com a possibilidade de investimentos do grupo na “Princesa do Sertão”, o que promoveria uma melhor condição de vida para o povo e, principalmente, a geração de emprego e renda.

Fonte: Alagoas em tempo real




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Diversidade Agrícola

Um projeto custeado com recursos captados junto ao Ministério da Integração Nacional vai possibilitar que agricultores de sete municípios da Mesorregião Metade Sul (Mesosul) do Vale do Rio Pardo possam encontrar novas alternativas de renda em suas propriedades. Entre as áreas atendidas estão a produção leiteira e a fruticultura, que podem ser desenvolvidas de forma paralela ao cultivo de tabaco.
Conhecida como Vitamina, por ter o propósito de reforçar a agricultura, a iniciativa começou a ser articulada há um ano e meio a partir de um projeto elaborado pela Prefeitura de Passo do Sobrado. Ao todo, foram obtidos R$ 300 mil para a compra de tratores, ordenhadeiras, resfriadores, computadores e cercas elétricas. Outros R$ 120 mil serão usados para custeio das propriedades.
A entrega dos equipamentos ocorreu ontem pela manhã, em Passo do Sobrado, e as máquinas serão destinadas a agricultores selecionados em cada um dos sete municípios que integram o Mesosul do Vale do Rio Pardo – Passo do Sobrado, Encruzilhada do Sul, Vale Verde, Pantano Grande, Rio Pardo, Candelária e General Câmara. Após receberem as chaves dos tratores, os beneficiados saíram em carreata pelas ruas do município.
Essas cidades, de acordo com o prefeito de Passo do Sobrado, Caio Baierle (PT), estão entre as mais carentes da mesorregião e por isso foram selecionadas. A partir dos resultados obtidos nelas, outras também poderão ser contempladas com o Vitamina. “Serão feitos trabalhos nas áreas específicas que visam a melhorar a qualidade de vida dos agriculores”, explica. O acompanhamento dos trabalhos contará com apoio do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede) e Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc).
Segundo Baierle, a partir da articulação dessa rede passarão a ser trabalhadas iniciativas voltadas ao desenvolvimento social regional. “É uma iniciativa pioneira de organização, voltada à busca e promoção da justiça social”, aponta.
A expectativa é de que em um ano já comecem a ser vistos os primeiros resultados. Antes do repasse do maquinário, representantes das cidades atendidas participaram de uma reunião na qual foram detalhados os objetivos e atribuições de cada um.

Fonte: Gazeta do Sul



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Sebrae

Acessar as linhas de crédito disponíveis no mercado e oferecer as garantias exigidas pelos bancos. Hoje, esses são os principais gargalos enfrentados pelos pequenos produtores rurais, em especial, os empreendimentos agrícolas familiares no acesso aos serviços financeiros. O universo de trabalhadores rurais soma 4,8 milhões de pessoas, sendo que 4,1 milhões são familiares. Eles empregam 12 milhões de trabalhadores e respondem por 40% do valor bruto de produção agropecuária do País.
Essas dificuldades enfrentadas pelos pequenos produtores rurais foram debatidas, nesta terça-feira (17), por técnicos das áreas de Acesso a Serviços Financeiros, Agronegócios e Acesso a Mercados das unidades estaduais do Sebrae. Os debates acontecem em Brasília, durante a 1ª Reunião Nacional de Gerentes de Agronegócios 2009.
“O Sebrae quer trabalhar mais intensamente o agronegócio, incorporando questões de acesso a serviços financeiros e acesso a mercados. Essa integração chega em um momento crítico, com a crise financeira. Nosso objetivo é construir de forma continuada ferramentas de comunicação, como, por exemplo, sites setoriais, além de melhorar o acesso dos pequenos produtores às linhas de financiamento e ampliar a aproximação com mercado”, explica o gerente da Unidade de Agronegócios do Sebrae, Paulo Alvim.
Como apoio a esse trabalho, o gerente da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae, Alexandre Guerra, afirma que a área irá atuar em três frentes. “Para ampliar a oferta, vamos desenvolver políticas junto ao Sistema Financeiro Nacional para reduzir os custos. Já pelo lado da demanda nosso objetivo é trabalhar as questões da orientação e informação levando o tema aos pequenos do agronegócio. Por fim, atuaremos na quebra de paradigmas, organizando grupos para adquirir soluções coletivas”.
Durante o encontro, o consultor Antônio Augusto de Castro apresentou as linhas de financiamento para as atividades rurais e agroindustriais anunciadas pelo Governo Federal para a safra 2008/2009. Ele destacou as exigências de enquadramento e condições operacionais dessas linhas, tais como limites, prazos e encargos.
De acordo com o consultor, a meta para a safra 2008/2009 era superar a produção anterior (143,3 milhões de toneladas de grãos, fibras e cereais) em 5%, atingindo 150,5 milhões de toneladas.
Porém, ainda segundo Antônio, a crise financeira internacional não vai permitir esse crescimento previsto. Ele destacou que com a crise houve uma redução nas exportações brasileiras de produtos agropecuários (carne de bovinos e suínos) e uma diminuição global no preço de várias commodities. “Além disso, houve uma retração geral no crédito e consumo o que, indiretamente, afeta o setor rural, que pode comprometer ainda mais a safra nesse período”, disse o consultor.
Para amenizar os efeitos negativos da crise sobre a agricultura brasileira, o consultor defende que os pequenos produtores rurais devem ser destaque no próximo Plano Agrícola e Pecuário, previsto para ser anunciado em junho, pelo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. “Há previsões otimistas que ressaltam a competitividade da agropecuária brasileira e a necessidade mundial de continuar produzindo e comercializando alimentos e combustíveis de fontes renováveis, o que seria um estímulo para a manutenção das atividades do agronegócio”, afirma.
Recursos de crédito rural
As principais linhas de financiamento rural do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) são: o Programa de Modernização da Agricultura e Conservação de Recursos Naturais (Moderagro), com taxa de juros 6,75%; Programa de Modernização de Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), com taxa de juros 9,5% ao ano. Para produtores que se enquadrem como beneficiários do Proger Rural, a taxa de juros cai para 7,5% ao ano.
Também fazem parte das linhas do BNDES, o Programa de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra), com taxa de juros 6,75% ao ano; Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop), com taxa de juros 6,75% ao ano; Programa de Plantio Comercial e Recuperação de Florestas (Propflora), com taxa de juros 6,75 ao ano; Programa de Estímulo á Produção Agropecuária Sustentável (Produsa), com taxa de juros 6,75% ao ano; e Programa Nacional de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Pronaf); para o agronegócio, as linhas BNDES Automático e Finame são as mais apropriadas. Para mais informações acesse o site www.bndes.gov.br.


Fonte: Interjornal



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Receita Federal iniciará a Estratégia Nacional de Atuação da Fiscalização 2009

A Secretaria da Receita Federal do Brasil anuncia que, a partir da próxima semana, terá início a Estratégia Nacional de Atuação da Fiscalização – ENAF – para o ano de 2009.

A ENAF compreende um conjunto de programas de fiscalização definidos nacionalmente, executados de forma integrada e simultânea pelas unidades da Receita Federal e voltados para o combate à sonegação e aos ilícitos fiscais.

A seleção dos contribuintes é fundamentada em parâmetros técnicos, respeitada a relevância e interesse fiscais, e executada de forma impessoal e objetiva.

Por intermédio da ENAF, a Receita busca elevar a percepção de risco dos contribuintes, estimulando-os ao cumprimento espontâneo de suas obrigações fiscais, bem como promover um incremento na arrecadação tributária.

Pessoas Físicas

O primeiro programa será direcionado às pessoas físicas com indícios concretos de sonegação.

A Receita Federal cruzou dados e informações em diversas vertentes, tendo gerado relatórios de contribuintes com variados tipos de omissão de rendimentos.

Os relatórios gerados apontam divergências demonstrando que rendimentos auferidos não foram oferecidos à tributação regular. Como resultado, a Receita Federal fiscalizará contribuintes:

* que não entregaram DIRPF, mas são beneficiários de rendimentos tributáveis;

* omissos na entrega da DIRPF, mas com dispêndios em cartão de crédito bem acima do limite de obrigatoriedade de entrega da declaração;

* com dispêndios efetuados com cartão de crédito em montantes superiores aos rendimentos declarados;

* sócios, dirigentes ou titulares de Pessoa Jurídica, que possuem movimentação financeira elevada, incompatível com os rendimentos declarados em DIRPF;

* por ocupação principal que apresentem movimentação financeira (com base na CPMF) em valor superior aos rendimentos declarados;

* que declararam receita bruta da atividade rural na DIRPF em valor inferior ao informado por empresas na DIPJ como compras;

* omissos de DIRPF, mas que possuem valores informados por empresas na DIPJ como compras;

* com acréscimo de dívida e ônus reais em valores expressivos, utilizados para "justificar" a variação patrimonial positiva;

* que apresentam variação patrimonial a descoberto de acordo com as informações declaradas em DIRPF.

Procedimentos Fiscais

A partir de 23 de março, a Receita Federal iniciará os procedimentos de fiscalização, intimando 1.470 contribuintes, com estimativa de lançamento de créditos de R$ 475 milhões.

Os contribuintes que optarem por regularizar a sua situação, desde que antes do recebimento da intimação inicial da Receita, deverão providenciar a retificação das suas declarações, pagando eventuais diferenças de impostos, devidamente acrescidos de juros e multa de mora, limitada a 20%.

Após a ciência da intimação, perderão a oportunidade de retificar espontaneamente as suas declarações e estarão sujeitos à cobrança dos impostos, acrescidos de juros e multa de ofício variável de 75% a 150%.

Nos casos em que for comprovada fraude, poderão responder criminalmente.

Ascom/RFB





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Bimestre tem recuo de 26% nas exportações de calçados. Importações aumentam 15,7%

Bimestre tem recuo de 24% nas exportações de calçados. Importações aumentam 49%

Os dados do primeiro bimestre deste ano mostram o dilema do setor calçadista nacional. Enquanto os embarques apresentaram nova redução tanto no volume quanto no faturamento, as importações mantiveram sua trajetória de crescimento. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) obtidos através da Secex/MDIC, neste bimestre, os calçadistas receberam US$ 280,1 milhões, uma queda de 24%. Nos dois meses de 2008, as divisas ficaram em US$ 368,6 milhões. A quantidade de pares embarcados caiu 26%, ficando em 28,8 milhões de pares, contra os 39 milhões exportados de janeiro a fevereiro de 2008. O preço médio foi o único item que apresentou desempenho positivo e fechou com 2,8% de aumento. O par do calçado brasileiro foi vendido a US$ 9,71.

Já a entrada de calçados do exterior, principalmente da Ásia, registrou elevação nas divisas pagas pelos importadores, que aumentaram em 49% “Estamos muito preocupados com esta situação. O Brasil, além de perder mercado internacional, está sendo continuamente invadido pelos estoques excedentes dos chineses”, avalia Milton Cardoso, presidente da Abicalçados. Ao analisar todo o capítulo 64 da NCM, que inclui partes de calçados, o montante das importações no bimestre somaram US$ 40,8 milhões, o dobro em relação a janeiro e fevereiro de 2008, quando o pagamento havia sido de US$ 27,4 milhões.
A entidade está aguardando as conclusões da investigação de antidumping de calçados chineses que está em curso no Departamento de Comércio Exterior (Decom) do MDIC. O maior alerta da entidade é quanto a perda de empregos no setor, que somente no último trimestre de 2008 chegou a 42 mil postos de trabalho.

Destinos – Todos os principais países reduziram suas compras do Brasil. Os Estados Unidos mantêm a liderança, mas importaram 32,8% menos no volume e receberam, no bimestre, 8,6 milhões de pares e pagaram US$ 72,2 milhões. O preço médio ficou em US$8,38 e o faturamento foi reduzido em 29,3%.
A Itália agora está na segunda posição do ranking. Aquele país, que vem se destacando pela elevação das importações de calçados, neste bimestre apresentou, porém, um recuo de 1,4% no volume e fechou o período com 1,9 milhões de pares pelas quais pagou US$ 32 milhões. O preço médio do par foi de US$ 16,66. O Reino Unido acompanhou a tendência e diminuiu as importações em 39,4% e recebeu 1,4 milhões de pares. Mesmo sendo o país que paga o preço médio mais alto (US$ 21,03) entre os principais compradores, não evitou a redução também do pagamento, que foi 27,3% menor em relação ao bimestre do ano anterior e enviou para o Brasil US$ 30,7 milhões.

RS aponta maior queda

Dos seis principais estados exportadores de calçados, o Rio Grande do Sul registrou o maior percentual de queda. No primeiro bimestre deste ano, reduziu 39,36% o volume físico e embarcou 7,7 milhões de pares. O faturamento seguiu a tendência e também ficou negativo em 29,55%. Os gaúchos receberam US$ 160,7 milhões. No mesmo período de 2008, o faturamento havia sido de US$ 228,1 milhões. Com este desempenho, o Rio Grande do Sul foi responsável por 57,37% do total faturado pelo Brasil, que foi de US$ 280,1 milhões.

O RS é o estado líder em faturamento, mas perde em volume para o Ceará. O estado nordestino exportou 13,1 milhões de pares, 21,91% a menos do que no mesmo período de 2008. O faturamento caiu 7,66% e as divisas ficaram em US$ 13,1 milhões.
Os paulistas também tiveram resultados negativos com as operações no exterior. São Paulo exportou 1,2 milhões de pares, 38,97% a menos comparativamente ao primeiro bimestre do ano passado, obtendo divisas de US$ 19,4 milhões, 40,36% a menos.

Calçados de couro tem faturamento maior

Os produtos em couro continuam tendo valorização maior no mercado internacional. Mesmo com a redução de 36% no volume exportado no bimestre, que foi de 8,6 milhões de pares, os calçados do grupo de NCM 6403 (couros) foram responsáveis pelo faturamento de US$ 192 milhões. Já os calçados em sintético (NCM 6401), mesmo com o embarque de 19 milhões de pares, receberam US4 73 milhões. No período, este grupo de calçados teve redução de 36% no volume exportado e de 26,2% no faturamento.

Calçados de couro tem faturamento maior

Os produtos em couro continuam tendo valorização maior no mercado internacional. Mesmo com a redução de 36% no volume exportado no bimestre, que foi de 8,6 milhões de pares, os calçados do grupo de NCM 6403 (couros) foram responsáveis pelo faturamento de US$ 192 milhões. Já os calçados em sintético (NCM 6401), mesmo com o embarque de 19 milhões de pares, receberam US4 73 milhões. No período, este grupo de calçados teve redução de 36% no volume exportado e de 26,2% no faturamento.

ASCom Abicalçados / Brazilian Footwear
18 de março de 2009




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