16 de abr de 2009

Trimestre aponta recuo de 26% nas exportações e aumento de 45,3% nas importações

Seguindo a tendência apresentada desde o final do ano passado e acentuada no início de 2009, a indústria calçadista brasileira apresentou no trimestre nova queda nas exportações tanto no faturamento como no volume.
Segundo os dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) com base da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) de janeiro a março deste ano o setor faturou US$ 384,6 milhões ao embarcar 40,7 milhões de pares, o que significou um declínio de 26% nas divisas e de 24,8% na quantidade de pares exportados. Ao mesmo tempo, a importação manteve a trajetória de crescimento que vem preocupando os empresários. No trimestre, o Brasil comprou 13,1 milhões de pares, somando US$ 109,9 milhões, gerando um aumento de 45,3% no pagamento e de 15,6% no volume físico. “É o reflexo da entrada desenfreada de calçados procedentes da Ásia, principalmente da China. Ao mesmo tempo em que perdemos mercado no exterior, deixamos em aberto nosso mercado interno para a desova dos excedentes de estoque s que estão “boiando” no mundo”, aponta Milton Cardoso, presidente da Abicalçados. O preço médio do calçado importado no trimestre foi de US$ 6,67, enquanto o preço médio do par exportado pelo Brasil foi de US$ 9,43. Segundo ele, o efeito mais nocivo desta disparidade é a diminuição no volume de empregos. Conforme a Pesquisa Industrial Mensal Emprego e Salário do IBGE, referente ao mês de fevereiro de 2009, o índice de pessoal ocupado assalariado na produção de calçados e couro apresentou, no comparativo a igual mês do ano anterior, uma redução de 9,56%. No acumulado dos últimos doze meses, a queda foi de 8,64%. “E isto não precisaria ser assim”, pondera o dirigente. Segundo ele, o mercado interno tem resistido bastante à crise mundial e a indústria poderia estar, pelo menos, mantendo o n& uacute;mero de empregos caso as importações predatórias fossem impedidas pelo Governo. “A Abicalçados vem reiterando a urgência e a relevância de se adotar medidas de emergência que possam estancar este surto de importações e seus danos sobre a indústria e o emprego no Brasil”, diz.
Estados exportam menos - A redução dos embarques refletiu-se também nos Estados. Com exceção da Paraíba, todos registraram desempenho negativo. O Rio Grande do Sul, maior exportador de calçados do país em faturamento, embarcou 10,7 milhões de pares, 39,6% a menos em comparação ao mesmo período de 2008, quando exportou 17,8 milhões de pares. O faturamento recuou e os gaúchos receberam US$ 212,2 milhões, 34,3% a menos.
O Ceará, atualmente o principal exportador em volume de pares, apresentou um declínio de 19,5% no volume e embarcou 18 milhoes de pares. No trimestre de 2008, os cearenses haviam colocado no exterior 22,4 milhões. O faturamento reduziu 6,19% e as empresas exportadoras do Ceará arrecadaram US$ 87,7 milhões.
Neste trimestre, os paulistas exportaram 1,77 milhão de pares, obtendo divisas na ordem de US$ 28,4 milhões. A queda foi de 35,66% no volume e de 35,77% no faturamento.
A Paraíba foi o único Estado a apontar crescimento nos embarques e no faturamento. Os paraibanos exportaram 6,5 milhões de pares, um aumento de 22,71% sobre o trimestre de 2008. O faturamento também ficou positivo e encerrou o período com 26,6% a mais, obtendo divisas de US$ 22,8 milhões.

ASCom Abicalçados



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BRASILPLAST receberá visitantes/compradores de 60 países

Os últimos avanços tecnológicos e as principais tendências globais dos segmentos que envolvem a cadeia produtiva do plástico serão apresentados por cerca de 1.300 expositores, de 30 países, na Brasilplast 2009. A feira, uma das cinco maiores do mundo no setor - ao lado da Feira K (Alemanha), NPE (EUA), Plast (Itália) e China Plastic (China) - deverá atrair 65 mil visitantes/compradores de 60 países. Além de se consolidar como um dos mais importantes pólos geradores de negócios para o setor na América Latina, A Brasilplast aparece como um dos maiores centros de lançamentos de produtos e serviços desse mercado.

O Brasil é o 8º consumidor mundial de produtos plásticos e um dos 15 maiores fabricantes de máquinas para este setor. O faturamento da indústria brasileira de transformados plásticos foi de U$ 18,69 bilhões em 2007, representando crescimento de 8,71% em relação ao ano anterior. O País produziu mais de 5,3 milhões de toneladas de resinas nesse mesmo período. Devido aos avanços tecnológicos das máquinas e equipamentos brasileiros para a indústria do plástico, o potencial de exportação do Brasil cresce a cada ano.

A Brasilplast 2009 mostrará as últimas tendências globais desse setor. A feira terá a organização e promoção da Reed Exhibitions Alcantara Machado, formada a partir da união entre a Reed Exhibitions, maior empresa de eventos do mundo, com mais de 500 eventos nos quatro continentes, e a Alcantara Machado, principal marca do segmento de eventos na América Latina.

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A tinta do futuro: tema central da ABRAFATI 2009

De 23 a 25 de setembro de 2009, realiza-se em São Paulo a ABRAFATI 2009, reconhecida como um dos principais eventos do gênero no mundo, reunindo o 11º Congresso Internacional de Tintas e a 11ª Exposição Internacional de Fornecedores para Tintas.

Com um ambiente de negócios e de produção em processo de transformação, este ano o tema central do evento será a TINTA DO FUTURO, destacando as mais recentes pesquisas e inovações relacionadas à sustentabilidade da cadeia produtiva. Novos processos, produtos, matérias-primas, aplicações, tecnologias, cuidados ambientais e outros aspectos serão tratados por palestrantes de todo o mundo, que procurarão mostrar os seus impactos no atendimento das necessidades das tintas do futuro. Ao mesmo tempo, os mais recentes desenvolvimentos estarão em destaque nos estandes dos principais fornecedores do setor.

Com esse enfoque e com as perspectivas que o mercado brasileiro oferece, o evento mobilizará as mais importantes empresas e especialistas ligados à cadeia de tintas, do Brasil e do mundo. E proporcionará oportunidades para que executivos, técnicos e outros profissionais ligados à indústria aprofundem seus conhecimentos e tenham uma visão panorâmica daquilo que já está acontecendo e das tendências futuras.

Informações:

ABRAFATI - Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas




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Marcopolo adia decisão sobre produção na Rússia

Paralisada desde dezembro por conta dos efeitos da crise mundial sobre a economia do país, a produção de ônibus da Marcopolo na Rússia, em associação com o fabricante local Ruspromauto, poderá ser retomada apenas no primeiro semestre de 2010. O plano original dos sócios era reavaliar as condições do mercado russo neste mês para definir a data da volta das operações, mas a situação continua "ruim", com restrição de crédito para os clientes, e a decisão foi jogada para setembro, disse o diretor de relações com investidores da companhia, Carlos Zignani.

Já está definido que uma das duas fábricas no país, localizada em Golitsino, na região metropolitana de Moscou, não voltará a operar. A produção será concentrada em Pavlov, a 400 quilômetros da capital russa, onde ainda resta um estoque de cerca de 40 veículos rodoviários e micro-ônibus, o suficiente para até três meses de venda no ritmo atual, disse Zignani. Em 2008 as duas unidades produziram 350 ônibus, sendo 50% do volume consolidado pela Marcopolo, e com a unificação das linhas Pavlov terá capacidade de 1,5 mil a 2 mil unidades por ano.

Mesmo com os percalços na Rússia, a Marcopolo vai confirmar amanhã, em reunião do conselho de administração, a previsão de receita líquida consolidada de R$ 2,6 bilhões e de produção de 23 mil ônibus em 2009, ante R$ 2,5 bilhões e 21,8 mil unidades em 2008. Segundo o executivo, a expectativa é que o desempenho melhore no segundo semestre principalmente no mercado interno, puxado pela venda de veículos escolares para as prefeituras como parte do programa Caminhos da Escola, financiado pelo governo federal, enquanto exportações serão beneficiadas pela valorização do dólar.

Para julho ou agosto também está previsto o início da operação da fábrica no Egito em parceria com a GB Auto e no fim do ano a produção da unidade na Índia, em associação com a Tata Motors, deverá passar dos atuais 300 para 1 mil ônibus por mês (com 50% para cada sócio). Na África do Sul as vendas devem crescer para atender a demanda gerada pela Copa do Mundo de 2010, enquanto na Argentina e na Colômbia os níveis de atividade vêm se mantendo. No México, onde foram produzidos 3,2 mil veículos em 2008, a previsão é de uma queda de 10% neste ano devido à influência da crise americana sobre a economia local.

Segundo Zignani, a receita da empresa no primeiro trimestre deverá ficar cerca de 10% abaixo do apurado no mesmo período de 2008 e, no acumulado do semestre, a queda deverá ser um pouco menor. O começo da recuperação é esperado para a segunda metade do exercício, com retorno aos bons tempos em 2010. Mesmo assim, as margens já começam a melhorar por conta dos últimos reajustes de preços, do efeito positivo da desvalorização do real sobre as exportações e da redução de custos de algumas matérias-primas.
fonte: IBS


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Gerdau e Steinbruch pedem medidas contra importações

Um dos maiores produtores e exportadores de aço do mundo, com sua empresa presente em 14 países, o controlador do grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, fez um apelo ontem para que o governo federal adote medidas de proteção à indústria siderúrgica nacional. Gerdau quer o estabelecimento de barreiras contra a entrada de aço estrangeiro no país.

"No Brasil, os mecanismos de proteção hoje são zero e no mundo inteiro se pratica em torno de 12% de alíquota. A opção por mecanismos antidumping é morosa, pode levar doze a dezoito meses e temos que preservar nosso mercado", afirmou o empresário.

De acordo com Gerdau, "o nível histórico de importação no Brasil é de 2% e agora está atingindo 15% do mercado nacional". O empresário afirmou que há grande quantidade de estoques de material siderúrgico no mundo e a crise econômica global desequilibrou o mercado. "O desespero no mercado internacional pode trazer o preço do aço a um nível aviltado e o mercado doméstico precisa ser preservado através de medidas de incentivo ao consumo e ao investimento e a adoção de medidas contra as importações predatórias".

O empresário disse que a retomada de encomendas no setor siderúrgico ainda não permite falar em recuperação dessa indústria. "Há um crescimento de vendas mês a mês, mas a queda de produção ainda é a característica deste momento, exatamente em função do alto nível de estoques".

A circunstância faz com que a empresa ainda mantenha investimentos congelados. A unidade de laminação de chapa grossa da subsidiária Açominas, em Ouro Branco (MG), anunciada há alguns meses, aguarda melhores dias. Trata-se de projeto para fazer quase 900 mil toneladas/ano, com investimento além de US$ 400 milhões.

"Poucos setores caíram tanto de atividade como o naval, que é o foco deste investimento. O frete médio naval da tonelada embarcada caiu de US$ 100 para apenas US$ 7, em razão da crise. Estamos com todo o projeto pronto, mas parado para analisarmos como irá evoluir a demanda", observou o empresário.

Jorge Gerdau participou ontem de um seminário organizado pelo governo de Minas Gerais e pela Assembleia Legislativa mineira sobre a crise econômica global. Durante a sua apresentação, Gerdau reclamou da "situação medieval" que sua empresa enfrenta em razão da carga tributária do setor. Afirmou que recolheu de maneira antecipada R$ 350 milhões em pagamentos de impostos sobre um investimento realizado pela Açominas. "Temos que atingir custo zero em impostos sobre exportação e sobre o capital imobilizado", disse.

Benjamin Steinbruch, presidente da Cia. Siderúrgica Nacional (CSN) também defende medidas de proteção diante do atual cenário crise mundial. "Nesse momento de desequilíbrio mundial, em que oferta é superior à procura, é preciso proteger todos os setores de importações para poder garantir o mercado interno e assegurar empregos", disse ao Valor. O empresário afirmou que essa situação deixa o país suscetível à entrada excessiva de produtos externos, o que significa perda imediata de mercado para fabricantes locais e empregos.

Atualmente, o Brasil tem mais de dez produtos de aços planos com alíquota zerada desde 2005, quando o imposto era de 14%.

Steinbruch destacou ainda que é obrigação do governo proteger os 23 milhões de novos consumidores introduzidos na economia nos últimos anos e os 43 milhões de assistidos que ganharam condições de acesso a bens pela primeira vez, como geladeira. "O aumento do emprego no país e do mercado interno é o Lula (presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva) fez de melhor", afirmou. (Colaborou Ivo Ribeiro, de São Paulo).
fonte: Valor Econômico


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GOVERNO ESTUDA FINANCIAR IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS SEM JUROS

O governo do Estado de São Paulo estuda financiar implementos agrícolas sem juros, com desconto de até 15%, pagamento parcelado e prazo de carência para o início da amortização. O pedido, negociado entre a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Secretaria de Agricultura há alguns meses, está em fase final de detalhamento. O projeto, batizado de Pró-implementos, funcionaria nos moldes do Pró-trator, anunciado na Agrishow 2008, em Ribeirão Preto (SP), mas oficializado a partir de dezembro do ano passado.

O programa oferece a possibilidade de financiamento de 6 mil tratores, entre 50 e 120 cavalos de potência, a produtores com até 80% da renda bruta anual advinda da atividade agropecuária, limitada a R$ 400 mil por ano. O prazo para pagamento é de até cinco anos e a carência é de até três anos, dependendo de critérios técnicos e da cultura agrícola onde o trator será utilizado.

Os preços dos tratores oferecidos são 20% abaixo do valor de mercado, após uma negociação entre o governo e montadoras. Para o Pró-implementos, no entanto, o desconto deve ser de 15%, de acordo com as negociações entre o governo e a Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq. Esse porcentual é o mesmo oferecido pelo governo federal para o financiamento da compra de implementos agrícolas dentro do programa "Mais Alimentos".

"É possível que esse programa seja anunciado na Agrishow 2009 (que acontece entre 27 de abril e 2 de maio), pois estamos nesta fase de acerto de preços. Mas temos o compromisso do secretário João Sampaio que o programa sai, o que iria aquecer o mercado de implementos", disse Francisco Maturro, vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq.
A assessoria de imprensa da Secretaria da Agricultura informou que o projeto segue em estudo dentro da Pasta e que ainda não há uma definição sobre o assunto. O principal entrave para a finalização do programa seria o grande número de fabricantes e de tipos de implementos agrícolas, o que atrasa o processo de negociação entre a indústria e o governo. No caso dos tratores esse acordo foi rápido, porque há cerca de uma dezena de fabricantes e cinco faixas de potência.

Fonte: Agência Estado – Jornal Cruzeiro do Sul – Último Segundo



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FABRICANTES DE TRATORES ANIMADOS COM A AGRISHOW

Empresas nacionais preparam novidades tecnológicas para garantir maior visibilidade de marca e atender a grandes, médios e pequenos proprietários rurais. A 16ª edição da Agrishow contará com mais de 700 empresas e instituições, que apresentarão cerca de dois mil produtos e serviços voltados ao agronegócio entre os dias 27 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP). Entre as novidades, destaque para os novos tratores de tecnologia avançada para uso nas grandes, médias e pequenas propriedades rurais. A Montana/Landini, tradicional expositora que participa desde a primeira edição da Agrishow, lançará o trator modelo Landini Landpower, com potência de 180 cv, ideal para todos os tipos de aplicação agrícola, e tratores telescópicos, que reúnem funções de um manipulador telescópico para movimentação de cargas e de um trator agrícola, com capacidade de elevação de até dezoito metros e de carregamento de cargas de até 4,5 ton. A Landini é a 4ª maior fabricante mundial de equipamentos agrícolas. Para o diretor comercial da empresa, Carlos Magno, a Agrishow é a feira de agronegócio mais importante do Brasil, que propicia grande visibilidade e realização de efetivas vendas, uma vez que recebe potenciais compradores nacionais e internacionais. “A Agrishow responde por 30% do nosso faturamento anual. Fazemos de 4 a 5 vezes mais negócios em Ribeirão Preto do que em outras feiras”, afirma. Por esse motivo, a Montana/Landini ampliou a sua área de exposição, passando de 1,2 mil m2 para mais de 3 mil m2 visando atender maior número de visitantes e incrementar sua comercialização. Outra empresa que espera realizar bons negócios na feira é a Tramontini, fabricante gaúcha de máquinas agrícolas e tratores voltados, principalmente, para a agricultura familiar. “A feira traz muita visibilidade e divulgação para nossa marca”, diz o gerente comercial, Julio Cesar Cercal. A Tramontini também ampliou sua área de exposição em mais de 100% - decisão tomada desde setembro do ano passado – e contará com um estande de cerca de 450 m2, que irá apresentar, além de sua linha tradicional, dois novos tratores, modelo série Brasil, com potência de 32 cv e 50 cv. Os lançamentos farão parte do programa “Mais Alimentos” do Governo Federal, que visa o fortalecimento da agricultura familiar por meio do aumento da produtividade proporcionada pela mecanização da produção. Já a Green Horse lançará o trator GH 454 Cafeeiro, com 1,26 de largura, direcionado a produtores de café e fruticultores e apresentará toda linha de produtos, desde o motocultivador DF 18 até o maior trator da empresa, o GH 754, com cabine dotada de ar condicionado e som. “Sendo a Agrishow o maior evento da America Latina, em se tratando de máquinas agrícolas, torna-se fundamental nossa participação, visto que nosso crescimento é muito vertical. Não poderíamos simplesmente sair da vitrine”, afirma o Superintendente da Região Sudeste, Anderson Rodrigues. As três empresas expositoras estão trabalhando intensamente seu marketing para levar o maior número de clientes ao evento, pois com maior área de exposição esperam ganhar muita visibilidade e interesse dos compradores de tratores. “Temos mais de 70 revendas no país e cada uma delas está multiplicando o convite com seus clientes para participar da maior feira do setor na América Latina”, conta Cercal. “Uma possível ausência de alguns concorrentes tornará fantástica nossa participação, porque os produtores terão oportunidade de conhecer nossa avançada tecnologia em máquinas agrícolas, capaz de suprir amplamente as necessidades da cadeia do agronegócio”, enfatiza Magno. A expectativa dos organizadores da Agrishow 2009 é a presença de 140 mil visitantes qualificados, vindos de várias regiões do País e do Exterior, interessados na realização de negócios - estimados em R$ 870 milhões.

Fonte: Radar Industrial



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Indústria da Argentina presente na Feira da Floresta

Gramado/ RS - Uma amostra do caráter internacional da Feira da Floresta será a exposição de produtos da empresa argentina Tetraquímica S/A, cuja planta industrial tem 6 mil metros quadrados e fica localizada em Hurllingham, na província de Buenos Aires. O contrato foi assinado pelo distribuidor no Brasil dos produtos Gelforest e Gelplant que a companhia desenvolve - José Toigo, de Caxias do Sul.

O Gelforest é um aditivo de solo - atóxico e biodegradável - com a propriedade de armazenar água. Ao ser misturado no solo ou num substrato, melhora as condições de arejamento e armazenagem de água. É utilizado em plantios florestais e também em viveiros.

O composto ao entrar em contato com a água, transforma-se num hidrogel que retém mais facilmente o líquido para o consumo das raízes das plantas. Uma grama do Gelforest é capaz de armazenar entre 250 e 400 gramas de água. Já o Gelplant é um inovador sistema que aumenta a produtividade na aplicação do plantio florestal com os tubetes e raíz com água armazenada por hidrogel.

Assessoria de Imprensa | Feira da Floresta




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15ª edição do curso "Como de preparar para Feiras de Negócios" acontece em junho

São Paulo/ SP - Não basta ter capital para investir na participação em feiras. É preciso estar preparado para enfrentar a concorrência e aproveitar todas as oportunidades que os eventos oferecem. É com esta tônica que será realizada dia 25 de junho na cidade de São Paulo a 15ª edição do curso Como se Preparar para Feiras de Negócios. O evento, que acontece periodicamente há quatro anos e já recebeu mais de 1.100 empresas, é um dos poucos treinamentos existentes no país dirigido às reais necessidades dos expositores nacionais. "Desenvolvemos um conteúdo sob medida, pensando com a cabeça do expositor. O principal objetivo é mostrar os caminhos para a obtenção de bons resultados", explica Reginaldo Valentim Chaves, coordenador do Programa de Treinamento do Feiras do Brasil.

O curso destina-se a novos colaboradores e tem por objetivo traçar os caminhos para um bom retorno dos investimentos. Os debates são divididos em três fases, o pré, o durante e o pós-feira, abordando temas como a escolha da feira certa, análise do calendário de eventos, treinamento de equipes, como atrair visitantes ao estande, materiais marketing, brindes e cortesias, relacionamento com a imprensa, análise dos resultados, entre muitos outros.

O objetivo do evento é trazer informação privilegiada, alertar os participantes sobre pontos estratégicos de uma feira e promover a troca de opiniões com muito dinamismo. “Nosso enfoque é auxiliar aqueles que desejam ampliar seus investimentos e direcionar aqueles que pretendem investir em feiras de negócios. Sabemos da necessidade do mercado por uma preparação adequada para eventos e, inclusive, que somos uma das poucas empresas brasileiras focadas na capacitação em feiras de negócios. Daí insurge nossa responsabilidade de realizar bons eventos que atendam às necessidades do nosso público que, sem duvida, é bastante exigente”, finaliza Chaves.

Para conferir a grade completa do evento, acesse: www.feirasdobrasil.com.br/cursos

Anote na agenda:
Como se Preparar para Feiras de Negócios
Data: 25 de junho de 2009 (quinta-feira)
Horário: das 8.30 às 13 horas
Local: Novotel Jaraguá São Paulo Convention

Mais informações:
Internet: www.feirasdobrasil.com.br/cursos
Telefone: 11 3361- 4477
E-mail: atendimento@feirasdobrasil.com.br

Assessoria de Imprensa | Feiras do Brasil



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Feira da Floresta acontece de 22 a 25 de abril em Gramado (RS)

Gramado/ RS - A cidade de Gramado (RS) recebe entre os dias 22 e 25 de abril de 2009 a primeira edição da Feira da Floresta, a ser realizada no Centro de Eventos Serra Park. Com o objetivo de dar maior visibilidade ao setor de florestas plantadas e oportunizar novos negócios, o evento colocará em exposição produtos madeireiros e inovações na área da tecnologia de produção florestal e industrial. No conjunto das empresas expositoras, reúne-se equipamentos para o plantio, manejo, colheita, transporte, controle e acompanhamento ambiental, assim como tecnologias e recursos mateirais para a produção em médias e pequenas propriedades rurais que desenvolvam a integração agrossilvipastoril. De forma simultânea, ocorre uma mostra educativa sobre os benefícios das florestas e um fórum internacional de debates sobre o agronegócio florestal, entre outras reuniões paralelas de entidades apoiadoras.

"A Feira da Floresta nasce com a proposta de se inserir como um marco de afirmação do setor florestal no no Rio Grande do Sul, onde a atividade é desenvolvida há mais de 100 anos e hoje ganha destaque com novos projetos em instalação. Trata-se de um momento único para esta cadeia produtiva projetar seu avanço baseado na promoção do desenvolvimento sustentável, capaz de gerar o crescimento econômico com justiça social e conservação ambiental", afirma Roque Justen, presidente da Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor) e também sócio da Futura Feiras e Empreendimentos, empresa organizadora do evento.

O Rio Grande do Sul é um dos principais estados brasileiros no plantio de acácia negra, eucalipto e pínus e a Feira da Floresta será o momento de apresentar o que está sendo feito e o que será feito no futuro pelo setor da cadeia produtiva de base florestal. Para isso, a expectativa é de reunir um público amplo na exposição, que envolve desde fabricantes, representantes, distribuidores, importadores e exportadores de máquinas e equipamentos para a produção florestal, industrialização da madeira e produtos não-madeireiros, fornecedores de matérias-primas, componentes, acessórios, ferragens e ferramentas para a indústria do processamento da madeira e indústria química até os produtores rurais, prestadores de serviços, profissionais, acadêmicos e estudantes do setor, entidades, governo, entre outros.

Hoje, existem aproximadamente 560 mil hectares de florestas plantadas com fins comerciais em todo o Rio Grande do Sul. O número representa 1,9% da superfície do Estado, distribuídos em centenas de municípios gaúchos. Com novos investimentos a serem confirmados, existe a previsão de atingir até 900 mil hectares, não mais que 3,2% do território gaúcho, tornando o Estado o segundo pólo florestal-industrial brasileiro, com as novas indústrias que chegam e ampliação das já existentes, como nos projetos de fábricas produtoras de MDF e celulose. Na forma de plantios de empresas e de médios e pequenos produtores rurais, próprios ou em parceria, difunde-se cada vez mais a integração agrossilvipastoril no interior do Estado. "A base dessa verdadeira revolução verde que ocorre no Rio Grande do Sul está alicerçada na formação de florestas de qualidade, com boas práticas de manejo, destinada a usos múltiplos e garantia de sustentabilidade", afirma o presidente da Ageflor, Roque Justen.

Mostra Florestal

A área da Mostra Florestal será aberta à população e incentivará principalmente a visita de escolas para que os estudantes conheçam o setor florestal gaúcho, sua história, sua importância econômica e social, além dos produtos fabricados a partir de matéria-prima florestal para que com isso haja uma desmistificação dos impactos gerados pelos plantios. Uma das atrações da Mostra Florestal será o Jogo da Floresta. A atividade interativa simula um tabuleiro gigante com uma trilha com florestas nativas e plantadas. Em algumas das casas do tabuleiro há uma ordem a ser cumprida, em função de uma atitude a ser tomada em relação ao meio ambiente. O objetivo do jogo é que os visitantes da Mostra compreendam de forma lúdica os diversos papéis das florestas, especialmente os de proteção e produção, mostrando que ambos são importantes.

Fórum Internacional do Agronegócio Florestal

Com programação formada por painéis, palestras e reuniões-técnicas, o Fórum Internacional do Agronegócio Florestal acontece entre os dias 22 e 25 de abril e irá discutir temas estratégicos para o desenvolvimento do setor, particularmente nos países do Mercosul, com análise de relevantes questões ambientais, sociais, econômicas e tecnológicas a fim de promover o intercâmbio técnico e científico. Em debate, os desafios e oportunidades para as atividades de base florestal, o desenvolvimento sustentável e a Legislação Florestal brasileira.

Eventos Paralelos

Entre os encontros paralelos à realização da Feira da Floresta está a reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Silvicultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que tem confirmada sua agenda de para o dia 23 de abril de 2009, em Gramado. A Câmara Setorial está composta por 30 entidades, destacando-se entre estas 12 associações relacionadas à produção de florestas, como a AGEFLOR (Associação Gaúcha de Empresas Florestais). É estrutura do Conselho Nacional do Agronegócio, órgão colegiado consultivo que tem por finalidade articular, entre os setores públicos e privados, o planejamento e implementação dos instrumentos institucionais de promoção do agronegócio brasileiro. A Associação Brasileira de Florestas Plantadas (ABRAF) e as associações estaduais também promovem seus encontros durante a Feira.

Já no dia 24 de abril, a Associação Gaúcha de Engenheiros Florestais (AGEF) realiza o “Fórum das Associações de Engenheiros Florestais do RS” do qual participarão além da AGEF, a Sociedade Santamariense de Engenheiros Florestais (Santa Maria), a Associação de Engenheiros Florestais da Quarta Colônia e a Sociedade dos Engenheiros Florestais Autônomos do Rio Grande do Sul. Outras entidades que farão suas reuniões são a Associação de Engenharia de Segurança no Trabalho, o Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Rio Grande do Sul, Associação Gaúcha de Professores Técnicos do Ensino Agrícola e a SARGS (Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul) que promove reunião preparatória ao XXVI Congresso Brasileiro de Agronomia.

Mais informações

Para mais informações sobre a Feira da Floresta e inscrições, visite o site www.feiradafloresta.com.br. A inscrição antecipada garante acesso preferencial na chegada no evento sem a necessidade de enfrentar filas no local para preenchimento de cadastro. A visitação à área da feira de negócios e da Mostra Florestal tem entrada franca, mas requer inscrição. Já o Fórum Internacional do Agronegócio Florestal tem o número de vagas limitadas e um custo no valor de R$ 100,00 (cem reais). Estudantes pagam R$ 30,00 (trinta reais), mediante apresentação de comprovante de matrícula. A inscrição no Fórum permite também visitação à Feira da Floresta. Grupos organizados de escolares podem visitar a Mostra Florestal, sendo necessária apenas uma inscrição a ser preenchida no site.

Assessoria de Imprensa | Feira da Floresta



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Móvel Brasil terá produtos diferenciados

São Bento do Sul/ SC - Uma feira com produtos diferenciados e voltados ao consumidor brasileiro. Essa é a Móvel Brasil 2009, que será realizada entre 20 e 23 de maio de 2009 em São Bento do Sul/ SC. O evento reunirá 110 expositores, distribuídos numa área útil de 7.000 metros quadrados do Centro de Eventos Promosul.

Os moveleiros estão preparando lançamentos totalmente voltados ao consumidor brasileiro para mostrar na Móvel Brasil 2009. Os móveis fabricados na região são caracterizados pelo design personalizado, pelo alto padrão de qualidade e pela visão ambiental. A feira será ainda a primeira exposição oficial dos produtos com o selo ecológico Biomóvel.

A Móvel Brasil 2009 irá mostrar o potencial de um dos maiores e mais avançados clusters moveleiros. O setor na região, formado atualmente por 472 empresas e 10,5 mil trabalhadores, possui experiência de mais de um século. A movimentação econômica alcançada em 2007 pelo setor alcançou R$ 807 milhões. As empresas possuem parques industriais tecnologicamente avançados, processos altamente eficientes e um padrão de atendimento mundial, que se reflete na qualidade do produto, no respeito às negociações e no cumprimento do prazo de entrega.

Assessoria de Imprensa | Móvel Brasil




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Design brasileiro será exposto em Milão durante Salão Internacional do Móvel

Milão/ Itália - A 48º edição do Salão Internacional do Móvel de Milão, o maior evento de decoração do mundo, acontece apenas no fim de abril, mas já começou a movimentar designers, arquitetos e decoradores. Este ano, a loja de decoração e design A Lot Of organizou a mostra Brasil É Così, paralela ao grande evento, com o objetivo de expor o que há de melhor no design brasileiro. A mostra se divide em três exposições: “Design do Brasil para o mundo”, que levará peças de designers brasileiros para serem exibidas durante o Salão; “Homenagem para o designer Michel Arnoult”, com releituras da cadeira Pelicano, assinada pelo renomado arquiteto, feitas por designers estrelados, como Francisco Cálio e Brunete Fraccaroli; e “Dis Pares; Rio e São Paulo”, com fotografias de Giovanna Nucci que estabelecem paralelos entre as duas cidades.
Junto com a exposição Brasil É Così, os curadores Christian Ullmann, designer, e Pedro Paulo Franco, diretor da A Lot Of, também vão implantar uma filial da loja em Milão, com o intuito de vender móveis e objetos de design brasileiros. A inauguração está prevista para o começo de junho.

O que é: mostra Brasil É Così
Quando: 22 a 27 de abril
Onde: Milão, na Itália
Endereços: “Design do Brasil para o mundo” – Via San Orsola, 5 – Duomo
“Homenagem para o designer Michel Arnoult” – Via Pasquale Sottocorno, 8 – San Babila
“Dis Pares; Rio e São Paulo” – Via Mazzinni, 8 – Duomo




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Brasil - Maior exportador de mel do mundo!

PAÍS KG
Brasil 18.271.294,00
EUA 12.060.997,33
Alemanha 1.770.688,67
Canada 624.618,33
Reino Unido 413.390,00
Africa do Sul 131.313,00
Belgica 75.592,33
India 32.560,00
Arabia Saudita 30.986,67
França 26.913,33
Japão 25.338,00
Australia 19.645,00
Panama 14.246,67
Espanha 13.923,00
Uruguai 8.400,00
Italia 4.000,67
Angola 1.387,67
Mexico 1.325,00
China 1.295,00
Hong Kong 1.287,67
Coreia do Sul 833,33
Paraguai 444,67
Paises Baixos (Holanda) 369,00
Cabo Verde 253,00
Taiwan (Formosa) 175,67
Mongolia 81,67
Argentina 65,00
Malasia 19,33
Bolivia 3,00
Portugal 3,00
Equador 0,33




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Embalagem para todos

Todos os consumidores, independentemente da idade, gênero ou habitações, são influenciados de forma positiva por embalagens inteligentes, fáceis de utilizar e bem concebidas. Clientes e consumidores esperam que as embalagens alimentares cumpram certas funções básicas como: proteger o seu conteúdo, ser robustas, fáceis de transportar, fáceis de abrir e manusear e ambientalmente sustentáveis. O que se debate é a crescente procura por embalagens altamente convenientes, mais simples e leves. Os impulsionadores deste debate são o crescente envelhecimento da população e o aumento de certos setores, como as pessoas que vivem sozinhas ou aquelas que têm mãos frágeis ou falta de visão.

Dentro do possível, todas as embalagens devem ser acessíveis e fáceis de utilizar por todos independentemente da idade, gênero ou capacidades funcionais. As alterações demográficas, em combinações com os problemas físicos associados ao envelhecimento, estão por trás da necessidade de produtos e embalagens com um design adequado.

As embalagens são habitualmente adaptáveis à capacidade da mão de um homem, mas as mulheres em regra têm as mãos menores e 40% a menos de força comparativamente com os homens. Além disso, por várias razões, muitas pessoas têm a funcionalidade da mão reduzida – são 70 milhões de pessoas apenas na Europa. Por exemplo, alguém que sofra de reumatismo tem cinco necessidades básicas no que diz respeito à embalagem: capacidade de abrir a embalagem de primeira, capacidade de verter a quantidade desejada, possibilidade de voltar a fechar a embalagem, capacidade de voltar a abri-la e capacidade de verter todo o seu conteúdo. Se estas necessidades forem satisfeitas, facilita-se a vida de todos os outros consumidores. As funções básicas simples são, portanto, muito importantes do ponto de vista concorrencial.

De acordo com a informação existente, mais de 160 milhões de pessoas em todo o mundo têm limitações visuais. Só na União Européia falamos de 30 milhões de pessoas, além dos que têm falta de visão considerada “normal”, que são daltônicos ou têm dificuldades em ler e escrever. Se tivermos deficiências na visão é difícil sermos um consumidor esclarecido na medida em que a capacidade visual para ler a informação existente na embalagem é mais limitada.

É interessante notar, com base em vários estudos, que os critérios correspondentes às necessidades das pessoas com incapacidades são os mesmos que estimulam o comportamento de compra no consumidor normal.

A necessidade básica para todos os consumidores é ser capaz de diferenciar entre produtos de uma mesma categoria e entre diferentes categorias. No setor lácteo, por exemplo, as embalagens são, com freqüência, muito similares; encontrar leite com uma percentagem específica de gordura pode ser um problema até para um consumidor normal.

Para alguém que seja daltônico ou que tenha limitações de visão, as embalagens que não têm contraste fornecem pouca ou nenhuma orientação.

A necessidade de identificar rápida e corretamente o produto/embalagem na prateleira do supermercado aplica-se a todos os consumidores quer sofram ou não de alguma limitação. Nessa medida, uma embalagem bem concebida, simples e distintiva é também uma vantagem competitiva para o produtor.
Atributo da embalagem
Influência total em %
Fácil de segurar e transportar 76,3
Mantém a frescura do produto 75,5
Protege o produto 74,5
Informação nutricional 69,1
Protege de violação 69,1
Fácil de abrir 68,1
Amiga do ambiente, reciclagem 67,0
Torna o produto seguro 64,9
Fácil de armazenar 62,8
Um design reconhecido facilita a compra 56,4
Informação sobre o fabricante 44,7
Design original e interessante 35,1
(Fonte: Dataminitor Consumer Survey, 2007, Europe and USA)
(Fonte: Tetra Pak Magazine, n.96, março de 2009)



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CANADÁ: POTENCIAL PARA OS CAFÉS INDUSTRIALIZADOS DO BRASIL

A primeira participação do programa Cafés do Brasil no SIAL 2009 - Salão Internacional de Alimentação, uma das mais importantes feiras do Canadá, realizada no início do mês no Palácio dos Congressos, em Montreal, terminou com saldo positivo. Só com a Reseau Laurentides, uma rede de 32 butiques de café com sede em Quebec, foi fechado negócio no valor de 350 mil dólares canadenses, com a venda de aproximadamente 60 toneladas de café torrado e moído (com certificado de responsabilidade social) no decorrer dos próximos 12 meses.

"Nossa participação era mais institucional e de prospecção de negócios, mas o resultado superou todas as expectativas", diz Christian Santiago e Silva, coordenador executivo do PSI - Projeto Setorial Integrado de Promoção à Exportação de Cafés Industrializados, realizado pela Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos em parceria com a ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café.

De acordo com Santiago, além de cafeterias e butiques de café, o produto brasileiro atraiu o interesse de importadores e distribuidores canadenses. "Nos três dias de contatos na feira e nas visitas que fiz a alguns supermercados de Montreal, ficou evidente as grandes possibilidades que podem surgir para os Cafés do Brasil, pois não há referencia do nosso produto junto ao consumidor final, o que possibilita que o empresário brasileiro ofereça essa oportunidade ao varejo desse país". Como potencial de negócios, Santiago cita os preços dos cafés premium, de maior qualidade e maior valor agregado: em média 26,00 dólares canadenses o quilo, equivalente a 52,00 reais. "É um valor que remunera todos os agentes da cadeia, e o Brasil tem condições de se firmar nessa categoria, considerando a qualidade dos cafés em grão torrado ou torrado e moído que já exporta para diversos países".

O Pavilhão Brasileiro no Sial, que contou com a presença de 29 empresas e entidades, foi organizado pelo Setor de Promoção Comercial do Brasil (SECOM), do Consulado Geral do Brasil em Toronto. O SECOM é responsável pela promoção de produtos e serviços brasileiros e, entre outras realizações, dá apoio a missões empresariais, cuida da captação de investimentos e coordena a participação de empresas brasileiras em feiras e congressos no território canadense.

Foco nos mercados 'traders'
A exportação de café torrado e moído com marca brasileira é uma iniciativa muito recente, que assumiu uma característica de negócios consistentes a partir de 2002. Com apoio da Apex-Brasil, que mantém convênio com a ABIC na realização do PSI, as vendas para o exterior totalizaram US$35,6 milhões em 2008, contra US$26,0 milhões em 2007, um crescimento de 37%. Em sete anos, as vendas aumentaram em quase 800%, considerando que em 2002 os embarques foram de US$4 milhões.

O novo convênio firmado entre Apex-Brasil e ABIC, com validade até 2010, prevê novas estratégias para a inserção dos Cafés do Brasil em diferentes mercados, principalmente os considerados "traders", que são países ou regiões com um alto potencial de comercialização dos produtos. É esse o caso do Canadá, que já é um tradicional comprador de café verde e café solúvel do Brasil. Em 2008, o país importou US$53,521 milhões de café verde (19.728 toneladas), e US$17,711 milhões de café solúvel (1.968 toneladas). Esses volumes sinalizam o potencial que existe para a venda do produto industrializado.
fonte: ABIC


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ABIT sedia o Fórum de Competitividade para o setor têxtil

A ABIT sedia, no dia 28 de abril, o ciclo de palestras do Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva de Têxtil e Confecções. O evento também conta com o apoio do Sinditêxtil-SP. Os temas abordados serão “Ferramentas Eletrônicas de Apoio ao Exportador”, ministrado por Márcia Magalhães Valença, analista de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, “Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico das Empresas”, com o palestrante Reinaldo Fernandes Danna, coordenador geral de inovação tecnológica do Ministério de Ciência e Tecnologia. Marco Aurélio Militelli, conselheiro fiscal e membro do Comitê de Ética da Associação Brasileira de Franchising (ABF) encerra o Fórum com a palestra “Os Benefícios do Sistema de Franquias para o Setor Têxtil e de Confecções”.
Anote:

Fórum de Competitividade da Cadeia Produtiva de Têxtil e Confecção

Rua Marquês de Itu, 968 – Vila Buarque – São Paulo – SP

A partir das 14h

Dia 28 de abril de 2009

Confirmações: Isabel Cristina Isabel@abit.org.br



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Setor têxtil quadriplica o valor agregado no CE

Com maior valor agregado, os têxteis cearenses perdem em preço apenas para os cariocas (Foto: Silvana Tarelho)Em 2008, o produto cearense teve um valor médio de US$ 47,58, por quilo, acima da média nacional, de US$ 34,88

Em 15 anos, a indústria de vestuário cearense praticamente quadruplicou o valor agregado de suas exportações. Em 2008, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), descontados os insumos utilizados na produção, o produto feito no Ceará teve um valor médio de US$ 47,58, por quilo. Hoje, é o segundo maior do País, atrás apenas do Rio de Janeiro, onde o valor agregado pelas empresas gira em torno de US$ 68 por quilo. A média nacional é de US$ 34,88.

´O Ceará é um dos pólos mais importantes, com uma indústria de tradição, com volume de exportações´, afirmou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Aguinaldo Diniz Filho. Ele esteve em Fortaleza para reunião itinerante mensal do Conselho da entidade, realizada ontem, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec). Na ocasião, fez um balanço das exportações nacionais do setor e analisou o atual panorama econômico.

Países como Argentina, Paraguai, Bolívia, Portugal e Uruguai foram os que mais compraram os produtos cearenses no ano passado. Para Diniz Filho, o aumento de 284% no valor agregado do vestuário feito no Estado se deve à modernização tecnológica do setor. Atualmente, o Ceará alcançou valor médio superior ao de São Paulo (US$ 42,74, por quilo) e Santa Catarina (US$ 25,88), estados que lideram o ranking de exportadores brasileiros.

Para o presidente do Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem em Geral do Estado do Ceará (Sinditêxtil), Ivan Bezerra Filho, o resultado é fruto de pesquisas, além de modernização tecnológica. Ele acredita que o setor têxtil e de confecções do Ceará precisa trabalhar sua infra-estrutura. ´A indústria tem que investir em capacitação não apenas da mão-de-obra, mas do próprio empresariado, na cadeia como um todo´, frisou ele, que também estava presente à reunião.

Entre os produtores nacionais, o Ceará ocupa a sexta posição vindo logo atrás de São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro, e responde por 6,1% do PIB têxtil brasileiro. ´Em 2008, a indústria têxtil e de confecção cearense registrou quase 130 mil empregos diretos, dos quais 4,7 mil foram novos postos gerados ao longo do ano. No entanto, com a redução de 2.780 postos de trabalho, em janeiro deste ano, o total caiu para mais de 126 mil empregos diretos´, analisa Diniz Filho. Atualmente, o Ceará tem 5.965 empresas formais, sendo que 5.238 são confecções.

Redução de margens

O presidente da Abit, Aguinaldo Diniz Filho, falou sobre a crise financeira internacional: ´Ela existe, está instalada e é profunda, mas muito dela é crise de confiança. Na crise, se adequa oferta à demanda´. Para minimizar os impactos da crise, o setor têxtil e de confecções já admite perdas nas margens de resultados. ´Não é nada de alarmante. Ainda não temos prejuízo, mas há empresas com sobra de produção e para se desfazer disso fica até com ganho zero´, disse o presidente da Fiec, Roberto Macedo.

Investimentos

Os dois setores receberam US$ 1,5 bilhão de investimentos em todo o País, em 2008. Embora tenha peso na pauta de exportações (no Ceará, quinto maior exportador, estão entre os dez itens mais importantes), têm 93% de sua produção voltados para o mercado interno. Por isso, a entidade defende que o governo federal atue mais efetivamente na defesa comercial — em especial nas condições tributárias, cambiais e ambientais. ´O Brasil não tem competitividade econômica para trabalhar com o dólar a R$ 1,60, como estava antes (da crise). Agora, a R$ 2,30, atingimos o dólar de equilíbrio´ .

Apesar dos efeitos da crise, Aguinaldo crê que a adequação da oferta à demanda, aliada ao reforço no mercado interno, fará com que a indústria têxtil e de confecções cresça acima da média nacional. Em 2008, o faturamento nacional de US$ 43 bilhões representou uma alta de 4% sobre o ano anterior.

Fonte: Diário do Nordeste - CE




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ONG Orientavida lança coleção "Bonecas Descoladas"

Em comemoração aos 10 anos da ONG Orientavida, será lançada, no dia 15 de abril, em São Paulo, a coleção "Bonecas Descoladas". Trata-se de uma homenagem para as mulheres que, ao longo da existência da instituição, ajudaram de alguma maneira na continuidade das ações desenvolvidas em pról da capacitação de donas de casa, por meio do ensino de técnicas de costura, bordado, crochê e tricô, com vistas a gerar renda para suas famílias.

Maria Celeste Chad, fundadora da Orientavida, contou que o ingresso/convite para a festa dará direito a uma boneca de R$ 125,00 confeccionada pelas artesãs da ONG. Hoje, os produtos da entidade estão em mais de 500 postos de venda em todo o País, em butiques, lojas de roupas, de decoração e de moda infantil, além dos artigos serem exportados para os Estados Unidos, França, Portugal e Espanha. Periodicamente a instituição realiza bazares para a venda dos seus produtos.

A respeitabilidade da entidade alcançou tamanha projeção que tem sido objeto de constantes reportagens em diversas revistas e outros meios de comunicação, a tal ponto que as suas bordadeiras foram convidadas a bordar o enxoval de cama para o Papa Bento XVI, em sua recente visita ao Brasil.

A Orientavida possui titulação de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) concedida pelo Governo Federal, além do registro no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS). Está cadastrada também no Conselho Estadual de Assistência Social e foi declarada entidade de Utilidade Pública pelo município de Potim, onde está instalada, tendo recebido ainda o registro do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS).
fonte: ABIT


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Exportações e Importações Brasileiras de Rochas Ornamentais no 1º Trimestre de 2009

Continuam retraídas, porém com evolução favorável, as exportações brasileiras de rochas ornamentais efetuadas no 1º trimestre de 2009. O volume físico mensal exportado avançou de 86,0 mil t em janeiro, para 95,8 mil t em fevereiro e 111,0 mil t em março. O faturamento mensal, da mesma forma, avançou de US$ 33,6 milhões em janeiro, para US$ 39,8 milhões me fevereiro e US$ 49,5 milhões em março.
fonte: ABIROCHAS



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Setor de suínos aposta em novos mercados

Depois de um ano em que a produção cresceu num ritmo mais lento, em que as exportações recuaram e em que o consumo per capita subiu, a expectativa para o setor de carne suína é de estabilidade em 2009. "E estabilidade já é grande coisa", afirma Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Relatório que a Abipecs acaba de fechar sobre 2008 mostra que o desempenho da produção no ano passado foi influenciado pela estabilização dos alojamentos de matrizes e redução da produção no mercado spot no ano anterior. E novamente - com a expansão de 3,4% no alojamento de matrizes em 2008, que compensou em grande parte a retração do rebanho de subsistência -, o crescimento, se houver, da produção deve ser modesto este ano. Além do alojamento, outro fator que influencia é a rentabilidade do setor neste semestre, afetada pela queda dos preços da carne suína na exportação em quase 50% por causa da crise financeira global, segundo Camargo Neto. Com menor lucratividade, a tendência é de uma redução no peso dos animais para abate. Num ano em que as exportações de carne suína caíram 77 mil toneladas, para 529,4 mil toneladas - em grande parte pela crise financeira internacional a partir do último trimestre -, o que se viu, em 2008, foi um aumento do consumo per capita no mercado doméstico, segundo a Abipecs, já que houve maior disponibilidade interna. Ao contrário do volume, a receita com os embarques subiu - 20% - para US$ 1,48 bilhão - com a valorização dos preços devido à oferta mais ajustada. Conforme com a Abipecs, o aumento da produção de industrializados, a maior oferta de cortes suínos frescos e a menor disponibilidade de carne bovina foram os principais responsáveis pela elevação do consumo interno de carne suína em 2008, para 13,44 quilos per capita. O recorde de consumo foi registrado em 2002, com 13,79 quilos. O principal foco dos exportadores este ano é reduzir a dependência da Rússia, principal cliente do Brasil e um dos maiores afetados pela crise financeira. Em decorrência da crise, o país exportou 19% menos do Brasil ano passado. "As Filipinas devem abrir, há grandes esperanças em relação à China - o Brasil já forneceu todos os documentos - e [a abertura dos] os Estados Unidos devem sair este ano", afirmou Pedro de Camargo Neto. Além disso, a União Europeia também deve mandar uma missão para avaliar a produção de suínos. Mas o executivo não acredita que essas aberturas alterem os números esperados para a exportação este ano, já que devem ocorrer mais perto do fim do ano. No primeiro bimestre deste ano, as exportações de carne suína somaram 83.793 toneladas e renderam US$ 169,1 milhões - 22,5% e 5,7%, respectivamente, mais que em igual intervalo de 2008.
fonte: ABIPECS


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Paraná quer voltar a exportar suínos à UE

Fora do grande mercado de exportação de carne suína desde outubro de 2005, quando houve a suspeita de focos de febre aftosa no seu rebanho bovino, o Paraná está antecipando medidas para se habilitar a vender para a União Europeia. No segundo semestre deste ano uma missão da UE visitará estados produtores de carne suína como o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná para verificar as condições de produção.

Atualmente, o estado é o terceiro maior produtor de carne suína do País e exporta menos de 10% da sua produção para Hong Kong, Uruguai e Casaquistão.

A primeira medida para atender as possíveis exigências dos visitantes será a formação de um cadastro completo da suinocultura em todo o Estado, passo fundamental para avançar na política de sanidade animal. O cadastro poderá ser acessado on-line pelo setor público e pelas indústrias que processam suínos, com controle eletrônico da movimentação do rebanho, como a origem e o destino dos animais.

Para atender o mercado importador, a Secretaria da Agricultura paranaense, em parceria com o setor privado, já fez o trabalho com a pecuária bovina, quando foram cadastradas mais de 200 mil propriedades em todo o estado e realizou o georreferenciamento da avicultura, que permite acessar on-line onde estão localizadas as granjas avícolas.

Agora chegou a vez da suinocultura ter maior rastreabilidade. Em 2008, o Paraná exportou 31,4 mil toneladas de carne suína e faturou US$ 74,9 milhões, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura. Naquele ano, a produção foi de 454 mil toneladas (4,6 milhões de cabeças abatidas). No ano passado as exportações brasileiras de carne suína diminuíram em 77 mil toneladas, ficando no patamar de 529,4 mil toneladas.

Com a crise financeira internacional, por sinal, o que se registrou foi um aumento do consumo no mercado doméstico devido a maior disponibilidade interna. As receitas com as vendas ao exterior, no entanto, subiram 20%, alcançando US$ 1,48 bilhão, numa valorização de preços devido a ajustes de oferta.

No primeiro bimestre de 2009, as exportações chegaram a 83.793 toneladas e renderam US$ 169,1 milhões, num crescimento de 22,5% e 5,7%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2008.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Carne do Paraná (Sindicarne), Péricles Salazar, a adoção de procedimentos únicos nos estados produtores de suínos será uma demonstração de que há estrutura e entendimento entre os estados e isso é muito importante para a abertura de mercado. Segundo o Secretário de Agricultura, Valter Bianchini, o Paraná adotou procedimento único de vacinação contra febre aftosa e tomou a decisão de caminhar para área livre de febre aftosa sem vacinação.

O diretor da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Jurandi Soares Machado informou que o Paraná sedia empresas importantes no setor como Sadia, Perdigão e Frimesa. Ele não vê dificuldades para o setor privado formalizar a parceria com o governo estadual para a criação do cadastro. “A transparência que será criada será fundamental para ampliar as exportações. É importante que a base de dados seja compartilhada entre o setor público e privado”, concluiu.
fonte: GAZETA MERCANTIL



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GOVERNO DEVE ISENTAR DE TARIFA A IMPORTAÇÃO DO TRIGO

O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho, disse que a menor oferta de trigo na Argentina este ano pode levar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) a discutir a isenção da Tarifa Externa Comum (TEC) para importação do cereal de outros países. A declaração foi dada ontem durante reunião entre os dois países. Segundo ele, tudo depende de um levantamento que o governo argentino está fazendo para saber qual é o volume ainda disponível de trigo para exportação. Os últimos registros para vendas externas do grão foram liberados em fevereiro e já foram todos tomados. "Existe uma preocupação em relação à quantidade de trigo que a Argentina poderá exportar este ano e o governo do país vai nos dar informações mais precisas futuramente", disse Ramalho após reunir-se, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com o secretário de Indústria da Argentina, Fernando Fraguío. "Se a Argentina, como já estou prevendo, de fato não conseguir atender à demanda brasileira de trigo, muito provavelmente a Camex voltará a examinar a possibilidade de isentar a TEC (de 10%) para importação também neste ano", disse o secretário. Em 2008, com as restrições do governo argentino às exportações do cereal, a indústria nacional apontou risco de desabastecimento. Preocupado com o impacto dos preços do trigo na inflação, o governo brasileiro isentou a TEC para a importação de um volume de até 2 milhões de toneladas do Canadá e dos Estados Unidos. Neste ano, a Argentina exportou menos porque produziu menos trigo. A safra caiu pela metade por conta da maior seca dos últimos 100 anos, segundo Fraguío. Na reunião realizada ontem entre Brasil e Argentina para discussão do comércio bilateral também foi tratada a questão da farinha de trigo. Nos últimos anos, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) vem pedindo.
Leite
A declaração do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, de que a Argentina estaria empurrando leite a preços baixos no mercado brasileiro já repercute na imprensa do país vizinho. A notícia é a de que o Brasil teme que o concorrente esteja praticando dumping, o que eles consideram uma dura acusação de Stephanes. Segundo ele, uma única empresa seria responsável por 50% do leite importado do país vizinho, a preços baixíssimos, e venceu licitações para fornecimento de leite a vários estados brasileiros.

Fonte: DCI



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Investimentos publicitários devem cair 6,9% em 2009

A receita total da publicidade em todo o planeta deverá sofrer uma queda de 6,9% neste ano em relação ao seu desempenho em 2008. A previsão resultou de um relatório realizado periodicamente pela agência Zenith Optimedia, do grupo Publicis, que avaliou o volume das verbas publicitárias já sob um cenário que tenta se recuperar dos efeitos da crise econômica mundial. De acordo com a agência de mídia, os investimentos realizados em propaganda deverão ser reduzidos, o que causará a diminuição da receita total de publicidade do globo para o patamar de US$ 453 bilhões (valor 6,9% menor do que a receita de 2008). A América Latina terá redução de 2%, ficando estacionada na casa de US$ 29 bilhões. Segundo a Zenith, Brasil e Colômbia, países cujas moedas sofreram forte desvalorização nos últimos meses, são os principais responsáveis pela queda. Mas vale ressaltar que o estudo analisa somente o valor em dólares, o que enfraquece um pouco esse parâmetro para o mercado brasileiro, onde o real predomina nas negociações. Ainda segundo a agência, as previsões negativas só não valem para a internet, canal que, embora também deva sofrer uma desaceleração, não deixará de crescer. Para 2009, a Zenith Optimedia projeta que os investimentos aplicados em comunicação digital cresçam 8,6% em relação ao ano passado. Em 2008, entretanto, o crescimento dos investimentos em publicidade via internet foi 20,9% maior do que o montante de 2007.

Fonte: Meio & Mensagem



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CONGRESSO BRASILEIRO DE CERÂMICA É DESTAQUE NA INTERCERAM

No artigo “Santa Catarina (Brasil): Invitation to the 50th Brasilian Ceramic Congress at Blumenau”, publicado pela revista Interceram, vol. 41, nº 4, em julho de 2008, o consultor alemão da área de cerâmica elétrica, Johannes Liebermann, relata sua participação no 50º Congresso Brasileiro de Cerâmica, realizado pela Associação Brasileira de Cerâmica, em 2006, na cidade de Blumenau. Como convidado da ABC, sua palestra abordou o tema: “ A Influência da Microestrutura sobre as Propriedades de Isoladores Elétricos de Alta Tensão”.

Ao longo de seu artigo, Liebermann direciona seus elogios às contribuições oferecidas pela indústria brasileira de cerâmica e pelas universidades envolvidas em pesquisas voltadas à área, as quais expuseram os resultados de seus estudos e trabalhos nas diversas palestras apresentadas durante o Congresso. Liebermann não deixou de citar as visitas a empresas oferecidas aos participantes do evento, por meio das quais foi possível conhecer, como disse, as novas e modernas tecnologias utilizadas no processo de fabricação dos produtos cerâmicos e conseqüente alta qualidade destes.
fonte: ABC



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Iveco e Coca-Cola inovam com Eurocargo Híbrido

O primeiro caminhão híbrido diesel-elétrico de baixas emissões de carbono a operar em ambiente urbano na Europa será um Iveco EuroCargo, a serviço da Coca-Cola. O veículo protótipo foi entregue na última semana de março a Hubert Patricot, presidente da Coca-Cola Enterprises na Europa, por Franco Miniero, Vice-Presidente Sênior de Vendas e Marketing da Iveco SpA. A Coca-Cola é parceira da Iveco no projeto que vai verificar a viabilidade da utilização da tecnologia híbrida para caminhões comerciais. O veículo será utilizado para entregar produtos da Coca-Cola em Bruxelas até o final de julho. A Iveco, que já comercializou na Europa ônibus híbridos, inicia testes de campo com um produto com trem de força híbrido diesel-elétrico. Com esta tecnologia, espera-se diminuir as emissões de CO2 em até 30%, dependendo do tipo de utilização do veículo.
fonte: ABERJE


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Iveco e Exército apresentam nova viatura blindada

A Iveco e o Exército Brasileiro apresentam, dia 14 de abril, uma maquete em escala real da nova Viatura Blindada de Transporte de Pessoal Médio sobre Rodas (VBTP-MR), na Latin America Aero & Defence (LAAD), a maior feira de equipamentos militares da América Latina, no Rio de Janeiro.

O projeto VBTP-MR é fruto de uma licitação promovida pelo Exército em 2007, vencida pela Iveco. Um dos fatores decisivos nesta escolha foi a experiência da divisão Iveco Defence Vehicles, que projeta, produz e comercializa diversos veículos militares, incluindo modelos similares ao VBTP-MR brasileiro.

O acordo prevê um projeto desenvolvido em conjunto entre o Exército e a Iveco, contemplando um veículo de transporte de 18 toneladas, equipado com motor diesel, com tração 6x6 e capacidade anfíbia, capaz de carregar 11 militares. As especificações básicas indicam 6,9 metros de comprimento, 2,7 metros de largura e 2,34 metros de altura. O modelo poderá ser equipado com uma torre armada com operação por controle remoto para diversas aplicações diferentes. O modelo pode ser aerotransportado por um avião tipo Hercules C-130.

Boa parte dos componentes dos primeiros 16 veículos será importada, mas o projeto tem como diretiva a meta de elevar o conteúdo nacional acima dos 60%, com o objetivo de reduzir custos de produção e de manutenção. Segundo a Iveco, essa meta pode ser alcançada porque o parque nacional de fornecedores é de alta qualidade, seja em termos de componentes automotivos e de motores.
fonte: ABERJE


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FedEx Express participa do Fórum Econômico Mundial

Com o forte posicionamento de impulsionar o acesso de pequenos e médios empresários ao mercado global, a FedEx Express, subsidiária da FedEx Corp. (NYSE: FDX) e a maior companhia de transporte expresso do mundo, anuncia sua participação no Fórum Econômico Mundial - FEM, que será realizado entre os dias 15 e 16 de abril, no Rio de Janeiro.

A FedEx, que atua como provedora de acesso ao mercado global e consultora do pequeno e médio empreendedor que quer exportar, irá compartilhar sua experiência e expertise adquiridos com o programa FedEx PyMEx ao participar da discussão sobre o tema "Implicações da Crise Econômica Global para a América Latina", e de que forma a educação e inovação são vitais para o futuro da região.

"O momento mundial pede empreendedores preparados e a FedEx sabe que eles só se desenvolverão em um ambiente favorável e com ferramentas que permitam não só sua sobrevida, mas sua plena inserção no cenário global", diz Carlos Ienne, diretor-geral da FedEx para o Mercosul, que estará entre os mais destacados líderes mundiais que levantarão idéias para lidar com a crise. O painel do qual a FedEx participa - "Valores e competências para destravar a capacidade empreendedora" - será realizado no dia 16 de abril, às 14 horas.
fonte: ABERJE


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Importações e exportações de produtos químicos reagiram em março

As exportações e importações brasileiras de produtos químicos voltaram a crescer em março. As vendas externas, de US$ 830 milhões, aumentaram 25,6% em relação a fevereiro. As importações tiveram incremento de 18,1%, totalizando US$ 1,8 bilhão. Em volume, foram embarcadas 990,3 mil toneladas de produtos químicos, acréscimo de 17% ante fevereiro. As importações, de 1,1 milhão de toneladas, aumentaram 19,8% na mesma comparação. Em relação a março de 2008, as vendas externas tiveram crescimento de 22,6% em volume e queda de 8,8% em valor. As importações recuaram 5,9% em valor e 21,6% em volume. Apesar do crescimento em março, no acumulado do primeiro trimestre, as importações de produtos químicos, que somaram US$ 5,3 bilhões, tiveram retração de 21,9% em relação ao mesmo período de 2008. As exportações, de US$ 2,1 bilhões, declinaram 22,6% na mesma comparação. O déficit na balança comercial no período chegou a US$ 3,2 bilhões, com recuo de 20% em relação ao primeiro trimestre de 2008. As resinas termoplásticas foram o principal item, em valor, da pauta de importações e de exportações de produtos químicos do País no primeiro trimestre. Foram importados US$ 528,7 milhões e exportados US$ 354,4 milhões. Em relação ao mesmo período de 2008, as importações recuaram 22,8% e as exportações declinaram 6%. Em volume, foram importadas 346,4 mil toneladas de resinas termoplásticas, 10% menos do que no primeiro trimestre do ano passado. As exportações, de 408,1 mil toneladas, cresceram 76,9% na mesma comparação. As importações de intermediários para fertilizantes tiveram redução de 76,3% no primeiro trimestre, tanto em valor quanto em volume, na comparação com igual período de 2008. As compras desses produtos, de 772,3 mil toneladas, somaram US$ 280,8 milhões no período.

Comunicação Abiquim



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Barbato participa da entrega de propostas para enfrentar a crise

O presidente da ABINEE, Humberto Barbato, ao lado do ex-ministro Reis Velloso, do presidente da CNI, Armando Monteiro Netto, e de membros da Cúpula Empresarial, participou nesta quarta-feira (15), em Brasília, da entrega do Plano de Ação Contra a Crise na Sociedade ao presidente da Câmara Federal, Deputado Michel Temer, e ao presidente do Senado, Senador José Sarney.

O trabalho, que será apresentado no Fórum Nacional do INAE (Instituto Nacional de Altos Estudos) a ser realizado de 18 a 21 de maio próximo, no Rio de Janeiro, traz propostas estratégicas para o enfrentamento da crise, transformando-a em oportunidades. O plano destaca a necessidade de o governo colocar em prática as medidas já anunciadas para o combate da crise.
fonte: ABINEE


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Mão Santa lamenta que Piauí tenha o menor Índice de Desenvolvimento Socioeconômico do Brasil

O senador Mão Santa (PMDB-PI) lamentou que o Piauí seja o estado brasileiro com o menor Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (IDSE), novo indicador elaborado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas. Em uma escala de zero a cem, o Piauí tem um índice de 11,4. O líder é São Paulo, com 99,1, seguido do Distrito Federal, com 98,9. Em terceiro vem o Rio de Janeiro, com 98,6.

De acordo com o senador, o IDSE foi construído a partir de 36 variáveis sociais e econômicas. O indicador mediu fatores como saneamento básico, qualidade da moradia, educação, segurança pública, renda, emprego, desigualdade e pobreza. Na ponta de baixo, depois do Piauí, vêm Maranhão (15,8), Alagoas (21,5), Ceará (31,6), Tocantins (34,2) e Acre (35,7).

Tocantins, Bahia e Maranhão foram os estados que obtiveram o maior crescimento no índice. O representante piauiense citou o coordenador do estudo, Fernando Blumenschein, o qual destacou que Pernambuco, Paraíba, Bahia, Tocantins e Ceará deixaram o grupo de baixíssimo desenvolvimento, com avaliação inferior a 25. Já Alagoas, Maranhão e Piauí registraram uma considerável melhora, mas permaneceram no patamar de IDSE baixíssimo.

No mesmo pronunciamento, o senador disse que o governador de seu estado não cumpre promessas, tendo recebido a alcunha de "Senhor Mentira" por um blog produzido na cidade de Batalha (PI). Entre as promessas não cumpridas citou a construção de cinco hidrelétricas, dois aeroportos internacionais, um voo direto de Buenos Aires para Parnaíba (PI) e uma linha férrea ligando Parnaíba a Luís Correia (PI). Também afirmou que há quatro pontes no estado que contam com verbas federais cuja construção está parada.

Em aparte, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) afirmou que o governador também prometeu a construção de três hotéis em Luís Correia.

Agência Senado
BISMS

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