3 de abr de 2009

Benefícios do Certificado de Origem Digital (COD) serão apresentados na Fiesp

Certificado permite livre circulação de produtos no mercosul e coíbe barreiras não tarifárias de comércio

Na próxima terça-feira (7), a partir das 8h30, a Fiesp reunirá mais de mil empresas no teatro do Sesi-SP, com objetivo de apresentar ao setor privado a importância e os benefícios do Certificado de Origem Digital (COD) para a livre circulação de produto e o fortalecimento da União Aduaneira no Mercosul...

A princípio, o novo mecanismo seria utilizado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, e posterior expansão do sistema para os países da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi).

Com a implantação do COD, haverá eliminação do papel nas Aduanas, desburocratizando o processo exportador, com reconhecimento jurídico do documento digital pelos países. No atual cenário de crise, alguns países utilizam o atual Certificado de Origem como uma forma de imposição de barreiras não tarifárias. Com a implantação do COD, está prática será coibida.

A Fiesp é a maior emissora de Certificados de Origem da América Latina, sendo responsável por 50% do total certificado no Brasil.


Agência Indusnet Fiesp





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Vigilância Sanitária fiscaliza ingresso de alho importado

O alho importado será rastreado do local de ingresso até a indústria de destino.
As partidas de alho importado destinado à indústria serão fiscalizadas nos pontos de ingressos, por meio de amostras para análise laboratorial, para avaliação dos aspectos fitossanitários e higiênico-sanitários. A determinação consta da Instrução Normativa Nº 5, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (05/02).

O importador ou representante legal deverá apresentar o requerimento de fiscalização de produtos agropecuários à unidade do Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional do ponto de ingresso. Além da cópia do contrato de compra e venda, deverá especificar a quantidade do produto necessária para suprir a demanda e a capacidade de processamento da indústria...

O alho importado será rastreado do local de ingresso até a indústria de destino. A verificação dos documentos, a inspeção para comprovar se o produto se destina à indústria e a liberação da partida de alho serão responsabilidade do fiscal federal agropecuário.



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Líderes mundiais discutem fundo florestal

A reunião, organizada pelo príncipe Charles, contou com as presenças dos primeiros-ministros do Japão, Austrália, Noruega e Itália; os presidentes da França e da Indonésia, o rei da Arábia Saudita, além da chanceler alemã, e a secretaria de estado americana
Numa reunião sem precedentes, lideres das principais economias e dos maiores países tropicais do mundo estiveram reunidos, em Londres, para discutir a criação de um mecanismo internacional de até US$ 15 bilhões para o financiamento da conservação e uso sustentável das floretas tropicais...

A reunião, organizada pelo príncipe Charles, contou com as presenças dos primeiros-ministros do Japão, Austrália, Noruega e Itália; os presidentes da França e da Indonésia, o rei da Arábia Saudita, além de Angela Merkel, chanceler alemã, e a secretaria de estado americana, Hilary Clinton. Participaram ainda o secretario geral do ONU, Ban Ki-moon, o presidente do Banco Mundial, Robert Zelik, e o presidente da Comunidade Europeia, Durão Barroso.

O Brasil foi representado pelo chanceler Celso Amorim, acompanhado pelo diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo. Segundo Azevedo, esse foi o encontro de mais alto nível de poder de decisão já realizado para discutir a questão da floresta no contexto do aquecimento global. O que, para ele, significa uma vitória. “Essa reunião mostra que conseguimos definitivamente incluir nas discussões da Conferência do Clima o tema florestal e seu uso sustentável”, afirma.

Durante o encontro, foi debatida a ideia de se gerar um mecanismo internacional de financiamento, que levante entre US$ 10 e 15 bilhões, por ano, entre 2010 e 2020, para apoiar a conservação e uso sustentável da floresta. Esses recursos seriam repassados aos países tropicais com base em resultados alcançados na conservação das florestas – usando os mesmos princípios que o Brasil aplica no Fundo Amazônia.

Os lideres concordaram em estabelecer um grupo de trabalho internacional que deverá apresentar um modelo de operacionalização da ideia até julho deste ano, com vistas a buscar um modelo passível de consenso antes da conferência das partes da Convenção de Mudanças Climáticas, a ser realizada em Copenhagem, no final do ano.


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Feinco 2009 começa terça-feira, dia 10

A 6ª edição da Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Feinco) começa na próxima terça-feira (10) e segue com sua programação até sábado (14). Realizada no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP), o evento tem como foco o progresso, desenvolvimento e evolução dos setores de ovinos e caprinos...

A grade de atividades da feira será composta por 11 leilões, o Congresso Internacional Feinco – que tem como tema a “Difusão de conhecimentos e tendências para a evolução da ovinocaprinocultura” e contará com a presença de especialistas da França, Argentina, Espanha e Inglaterra. Além disso, o evento promoverá palestras ministradas por conceituadas instituições como a FMVZ/USP, UFMG, Embrapa, UNESP, Sebrae e MAPA.

A organização da feira reunirá 180 empresas ligadas aos dois setores, em uma área de 40 mil m2 e prevê um fluxo de mais de 25 mil visitantes. Estarão em exposição na Feinco cerca de 4 mil animais de 14 raças distintas, provenientes de 500 criadores de todo o país.

Serviço: Feinco 2009 -6ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos
Data: 10 a 14 de março
Local: Centro de Exposições Imigrantes – São Paulo – SP
Horário: 9h às 20h
Entrada gratuita
fonte: Rural News


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Estado de alerta

A crise mundial que afeta o mercado desde o final de 2008, aliada a quebra de safra de algumas frutas devido ao clima, prejudicaram as exportações no primeiro bimestre de 2009. “Tais problemas climáticos ocasionaram, por exemplo, redução de 30% dos volumes de banana exportados no ano de 2008 quando comparados ao ano anterior, redução esta que se mantêm no comparativo do primeiro bimestre de 2009” afirma Moacyr Saraiva Fernandes, presidente do Instituto Brasileiro de Frutas - Ibraf...

“A falta de crédito e políticas públicas de incentivo ao setor produtivo, desestimulam os produtores a investirem em novas áreas de produção e até mesmo de retomarem o plantio afetado pelo clima no ano de 2008”, complementa Fernandes. Segundo estatísticas divulgadas pela Secretaria de Comercio Exterior – SECEX, a maioria das culturas frutícolas apresentaram quedas nas exportações com relevante atenção para o melão e o mamão que apresentaram números preocupantes.

O melão, que diminuiu seu volume de exportação em aproximadamente 15%, foi afetado principalmente pelo aumento dos fertilizantes e fretes marítimos. Para Carlos Prado, presidente da Itaueira Agropecuária e superintendente do nordeste do Instituto Brasileiro de Frutas - Ibraf, ninguém quer assumir a responsabilidade pela situação. “Importadores que contrataram a compra da safra, pagando um adiantamento como garantia, estão deixando de lado o pagamento final, com receio de não conseguirem completar o ciclo de comercialização. É o inicio do desastre.” – atesta o presidente.

Ainda segundo Prado outro agravante é o descaso da política com relação ao setor primário. “Como o governo brasileiro tem por característica o não cumprimento de suas obrigações, os produtores já enfraquecidos pela não devolução de créditos fiscais, ou alongamentos dos prazos vão se enfraquecendo. Isso, posto a queda na produtividade e a redução nas áreas plantadas tornam-se uma conseqüência natural. E o melão continua esperando que o governo descubra que algo tem que ser feito imediatamente.” – Afirma.

Outra queda significativa nas exportações foi o mamão papaia, que iniciou os dois primeiros meses do ano com um déficit de 9,11% em volumes enviados ao exterior e quase 20% em valor. Para Roberto Pacca, diretor presidente da Agra Produção e Exportação LTDA, as principais causas para este resultado são as dificuldades que o produtor encontra, em situações de crise. “Há uma barreira das exportadoras em financiar necessidade de capital de giro. Depois de um período de 3 anos sem rentabilidade devido à valorização do Real, a crise ajudou a culminar o processo de dificuldades financeiras; redução da área plantada devido ao preço ruim no mercado interno e queda na demanda do mercado internacional”, afirma Pacca. Para solucionar os problemas o diretor aposta na liberação de financiamento, por parte do governo (como o Revitaliza BDNES); liberação por parte dos governos estaduais dos créditos de ICMS; e na desoneração de encargos na folha de pagamento do setor exportador agrícola.

Dentre as estatísticas divulgadas, a maçã é a única fruta que apresentou saldo positivo. Contudo, Pierre Nicolas Péres, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Maçã - ABPM, afirma que este resultado irá mudar. “Percebemos que as exportações diminuirão, assim como o preço. Para conter essa queda apostaremos em mercados como a Argélia, Oriente Médio e Ásia, que crescem e proporcionam uma saída para o setor. Devemos também privilegiar outros paises da Europa, estabelecer laços mais estreitos, prospectar novos clientes, estudar os mercados e sair em busca de novas alternativas.” – afirma.

A fruticultura, assim como a maioria dos setores exportadores do Brasil, passa por esse processo. Em 2008 as estatísticas foram positivas e efetivas. Contudo a crise mundial afetou as principais empresas, que agora buscam uma maneira de reencontrar o caminho do crescimento.

Fonte: IBRAF



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Projeto entre Apex-Brasil e Câmara de Comércio Brasil-Índia terá fórum de executivos, road shows em cidades indianas e vinda de compradores ao Brasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Câmara de Comércio Brasil-Índia promoveram na quarta-feira, 1º de abril, o lançamento do projeto “Brasil-Índia: Grandes Países, Grandes Negócios”. O evento foi realizado no Hyatt, em São Paulo. Atualmente, a corrente de comércio entre Brasil e Índia – um dos mercados prioritários da Apex-Brasil em 2009 – é de US$ 4,6 bilhões. Os dois países querem elevar o número para US$ 10 bilhões em 2010...

Em 2007, o Brasil exportou US$ 957,854 milhões para a Índia. Este número passou para US$ 1,102 bilhões no ano passado, o que representa crescimento de 15,08%. Em janeiro e fevereiro de 2009, as vendas externas para o país asiático já atingiram a cifra de US$ 203,388 milhões. Dentre os principais produtos comercializados do Brasil para a Índia estão açúcar em cana (US$ 109,974 milhões), sulfetos de minério de cobre (US$ 21,211 milhões), minérios de cobre e seus concentrados (US$ 15,489 milhões), óleo de soja (US$ 13,053 milhões), amianto (US$ 5,481 milhões) e bombas injetoras de combustível (US$ 3,670 milhões).
Entre as ações do projeto estão previstos road shows, fóruns e rodadas de negócios, além da vinda de compradores indianos para eventos no Brasil. “Queremos apresentar oportunidades de negócio não de um setor em geral, mas de um serviço ou produto específico, que tenha demanda na Índia”, explica Gilberto Lima, coordenador da área de mercados regionais da Apex-Brasil.

Entre 27 de abril e 6 de maio a Agência realizará um road show em sete cidades indianas (Nova Délhi, Mumbai, Chemai, Bangalore, Pune, Indore e Hyderabat – estas duas últimas a confirmar) mostrando oportunidades de negócios específicas do interesse de cada região. Ao todo, seis setores serão priorizados nas ações: tecnologia da informação (TI), alimentos processados, biocombustíveis, medicamentos e infraestrutura e logística. Para cada segmento haverá uma abordagem particular, chamada “ponto de refinamento”, indicando detalhes do mercado para um produto específico dentro do setor.

Em outra ação do projeto, está prevista, de 18 a 21 de maio, a vinda de representantes de cinco empresas indianas para a APAS, grande feira de supermercados que acontece anualmente em São Paulo. E, ainda em 2009, será organizado um fórum de chefes executivos (CEOs) de Brasil e Índia, do qual devem participar os 15 mais importantes executivos dos dois países. Paralelo ao encontro, acontecem rodadas de negócios.

Por fim, no segundo semestre, empresários brasileiros participarão de duas feiras na Índia, além de um seminário sobre etanol, a ser ministrado por empresas nacionais e parceiras indianas.

Fonte: Portal Apex






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Governo quer estreitar o diálogo com o setor privado sobre a nova legislação da União Europeia para substâncias químicas.

Objetivo é identificar e coordenar ações conjuntas para que os empresários não deixem de exportar para o bloco
Para ampliar o diálogo entre o Governo Federal e o setor privado sobre a nova legislação da União Européia para substâncias químicas (Reach, sigla em inglês de Registration, Evaluation and Authorization of Chemicals) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) realizarão, no dia 7 de abril, na sede da Apex-Brasil, das 9h às 19h, Workshop Internacional sobre o Reach...

O objetivo do evento é identificar e coordenar ações conjuntas entre o Governo e setor privado na identificação dos impactos que essa legislação pode provocar no comércio exterior brasileiro. Durante o Encontro, haverá atualização das informações referentes ao período de pré-registro das substâncias químicas comercializadas na União Européia – em vigor desde 1º de dezembro do ano passado – e o início da obrigatoriedade de registro das substancias químicas a partir de 1º de dezembro de 2010.

Também participam do evento representantes dos ministérios das Relações Exteriores (MRE), Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Meio Ambiente (MMA), Ciência e Tecnologia (MCT), Fazenda (MF), Saúde (MS), Trabalho e Emprego (MTE), Casa Civil, do Congresso Nacional, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Universidade de São Paulo(USP), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Fundação Oswaldo Cruz,( Fiocruz), Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), Petrobras, além de representantes de entidades setoriais da indústria.

Nova legislação da UE

O Reach foi aprovado em 18 de fevereiro de 2006 pelo Conselho da União Européia e entrou em vigor a partir de 1º de junho de 2007. A legislação criou a Agência Européia de Substâncias Químicas (Echa – European Chemicals Agency), responsável por operar o novo sistema de registro, que será efetuado com base nas quantidades produzidas ou importadas de produtos químicos colocados no mercado europeu e avaliar os riscos, que estes produtos podem causar à saúde humana e ao meio ambiente.

A legislação se aplica a empresas localizadas na União Européia, produtoras ou importadoras de substâncias químicas, a empresas exportadoras de produtos químicos para aquele mercado e a empresas de outros setores, que sejam exportadoras de artigos que contenham substâncias químicas como parte de sua composição, em condições especiais determinadas na legislação européia. O ônus da prova de segurança das substâncias químicas comercializadas é de responsabilidade da indústria.

Prazos

Desde 1º de dezembro do ano passado, as substâncias químicas comercializadas na União Européia passaram a ser pré-registradas na Agência Européia de Produtos Químicos. Com relação ao registro definitivo, todas as empresas que produzem ou importem mais de 1.000 toneladas por ano de uma determinada substância química terão até 1º de dezembro de 2010 para registrarem essas substâncias; o prazo as empresas que produzem ou importem entre 100 a 1.000 toneladas por ano é até 1º de junho de 2013. Já as empresas que comercializam entre 1 a 100 toneladas de uma determinada tonelada têm até 1º de junho de 2018 para efetuarem o registro da substância.

Fonte: Apex-Brasil




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Organics Brasil fecha 1° trimestre com US$ 36 mi em exportação

O Projeto Organics Brasil encerra o primeiro trimestre com US$ 36.755. 000,00 em exportação entre negócios fechados e potencial para os próximos 12 meses, com duas feiras internacionais: Biofach Nuremberg (Alemanha) e Expo West (Estados Unidos).

"A crise econômica está no mercado mundial, mas podemos dizer que chegou de forma menos intensa ao segmento de orgânicos, e, em alguns casos, como o dos cosméticos, a crise tem dado lugar as palavras inovação e mercado de nichos. Na Biofach, por exemplo, que foi o primeiro evento mundial do setor no ano, apesar de um público cerca de 30% menor, o volume de negócios surpreendeu com pouco mais de US$10 milhões em negócios fechados e os US$ 23 milhões restantes em negócios a serem fechados nos próximos 12 meses. Foram visitas firmes e negócios fechados...

Observamos que o consumidor do segmento não deixará de comprar orgânicos, e seguirá firme, com forte demanda, mas haverá maior briga por preços. Agora os novos consumidores e recentes podem, sim, diminuir o interesse e até deixar de consumir, mas o mercado tem seu consumidor consolidado e cativo", define Ming Liu, coordenador executivo do Projeto Organics Brasil.

O Brasil é o terceiro maior país do mundo em área de plantação de orgânicos, segundo último levantamento da Federação Internacional de Movimentos de Agricultura Orgânica International (IFOAM). Pela diversidade de produtos, as frutas continuam sendo as mais procuradas, como o açaí que é exportado para Holanda, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos. Já o umbu (fruta exótica, do Nordeste do Brasil, rica em sais minerais e vitaminas) está nos mercados da Áustria, Alemanha, França e Espanha.

A novidade levada na Biofach foi o baru, uma noz do centro-oeste brasileiro, que teve grande aceitação no mercado europeu. Na Feira do oeste americano (março 2009), os cosméticos com ingredientes amazônicos e o açúcar continuaram sendo os principais negócios.

"O Projeto Organics Brasil recebe novos associados, como a Korin - empresa de frangos, carnes, verduras, legumes, frutas - e Rush Direct - uma empresa de comida para cães e gatos. Acreditamos que o Brasil vai crescer muito no cenário mundial de orgânicos, apesar da crise", enfatiza Ming Liu.

No total, o Projeto Organics Brasil fechou US$ 33 milhões e 755 mil na Biofach Nuremberg (Alemanha) e US$ 3 milhões na Expo West (Estados Unidos).

As próximas feiras do primeiro semestre, com participação do Organics Brasil são: SIAL Montreal (1- 3 abril) e All Things Organic - Chicago (16-18 junho). As informações partem da Assessoria de Imprensa do Projeto Organics Brasil.

Fonte: Último Segundo




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Destino árabe

Em 2008, os países árabes ocuparam a segunda posição no ranking dos destinos mais importantes de bens de consumo do Brasil. De alimentos, passando por moda até móveis, os árabes compraram de empresas brasileiras quase US$ 6 bilhões no ano passado. Em relação a 2007, o crescimento foi de 31%.

Prato cheio

E a grande maioria – 95% – foi de alimentos. Os países árabes são grandes compradores dos produtos alimentícios que consomem. Entre os principais destinos das exportações brasileiras de bens de consumo estão a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Egito...

Os sauditas, por exemplo, importam altos valores do Brasil. Além de alimentos, os produtos de moda figuram entre os produtos brasileiros que fazem sucesso no país. E podem crescer ainda mais nas prateleiras da nação árabe, pois o setor varejista é bastante dinâmico e tem passado por um período de aquisições. Entre os líderes em participação no mercado e crescimento estão: Azizia Panda, Al Othaim Commercial Group, Jarir Marketing Co entre outros.

Outro ponto importante do mercado saudita é que, além de ter uma grande população com elevada renda per capita, a Arábia Saudita ainda tem mais um fator de relevância: fazer compras é um hobby.

Plataforma

Os Emirados Árabes Unidos tem ocupado um espaço importante no novo cenário econômico mundial. Tem se destacado como vitrine e centro de re-exportação. Recebe cerca de 5,5 milhões por ano. E os turistas que passam por lá tem ideias fixas na cabeça, como comprar e fazer bons negócios. Foi depois de descobrir essa característica especial que começou a ser promovido o Dubai Shopping Festival. A primeira edição foi em 1996. O evento oferece grandes descontos em dezenas de shopping’s da cidade. Há também o Dubai Summer Surprises, que atrai compradores mesmo na época mais quente do ano no país.

E, para fechar o pacote de boas notícias dos Emirados como destino de exportações, é bom lembrar que o país re-exporta 35% das suas compras para os países vizinhos.

Entre tumbas e faraós

O Egito tem a maior população entre os países árabes, são 75 milhões de habitantes. E, para alimentar o crescente número de pessoas em território egípcios, grandes redes de hipermercados abrem lojas e mais lojas todos os anos. Tal crescimento fez com que as vendas no Egito crescessem 18%, em relação ao ano anterior. Foram US$ 12,7 bilhões. Os brasileiros ‘participaram’ com US$ 733,56 milhões, valor de bens de consumo exportado em 2008.

Mas o número egípcio é uma boa oportunidade para o Brasil, principalmente para o país diversificar a sua pauta de exportações, já que os hipermercados tem, cada vez mais, oferecido aos clientes artigos não alimentares. E podem anotar um nome importante na hora de negociar, a rede Mansour Manufacturing e Distribution. As informações são de Rodrigo Solano, gerente de Desenvolvimento de Mercados da Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB). Mas uma coisa é fundamental, avisa Solano, a empresa tem de investir em três coisas: inovação, diferencial e, claro, muita promoção.

Ela é carioca

E no assunto importações, deu Rio de Janeiro. Arábia Saudita e Iraque se destacaram entre os países que mais exportaram para o estado brasileiro, seguindo de perto o primeiro do ranking, os Estados Unidos. O produto: petróleo. No acumulado de 12 meses, Iraque e Arábia Saudita registraram, respectivamente, crescimentos nas vendas ao Rio de 242,4% e 61,3%, em relação ao período anterior.

A Arábia Saudita é a segunda no ranking dos exportadores para o estado fluminense, com 16,3% das vendas no acumulado dos últimos 12 meses. O primeiro são os Estados Unidos, com 21,4% e, em terceiro, aparece o Iraque, com 7,8%. No acumulado do ano, o quadro muda um pouco. Estados Unidos continuam em primeiro, com 25,2%, seguido pela Arábia Saudita, com 12% das vendas, e em terceiro, aparece a China, com 7,5%. O Iraque fica em oitavo, com 4,6%.

Embrapa em Angola

O anúncio foi feito na semana passada, durante a visita de uma delegação angolana ao Brasil. Entre os visitantes, estava o vice-ministro para a Agricultura, Zacarias Sambeny, que informou aos profissionais da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) a intenção de instalar um campus avançado da entidade no país africano. Brasil e Angola assinaram um acordo de cooperação na área de pesquisa agrícola em 2007. A entidade brasileira já tem um pé na África, o escritório de Gana, aberto no ano passado.

Caprinos e ovinos

No Brasil, os angolanos visitaram a Embrapa Caprinos e Ovinos, no Ceará, Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, na Bahia, Embrapa Arroz e Feijão, em Goiás, Embrapa Transferência de Tecnologia, em Brasília, e Embrapa Milho e Sorgo, em Minas Gerais. Segundo Sambeny, em Angola, 65% da população vive no meio rural e o país é muito carente no que diz respeito à tecnologia e conhecimento em agricultura tropical, que a Embrapa domina - e exporta.

Fonte: ANBA




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Açaí conquista os EUA como o "fruto milagroso"

Quando dois surfistas norte-americanos arriscaram essa pronúncia em 1999, começaram a abrir espaço para que o nome se transformasse em mania nos Estados Unidos, nove anos depois. Ryan Black e Ed Nichols, então com 24 anos, queriam apenas curtir a virada do milênio no Brasil. "Ed e meu irmão foram apresentados ao açaí por surfistas da região e ficaram assombrados com o fruto roxo carregado de incrível valor nutritivo", contou ao Correio, por e-mail, Jeremy Black, de 34 anos, que se juntou à dupla para se tornar um dos jovens milionários dos Estados Unidos...

"Antes do fim de suas férias, eles viram uma oportunidade que beneficiaria as comunidades locais e preservaria a Floresta Amazônica, e começaram a montar um plano para repartir o açaí com o mundo", afirmou o empresário. Os dois amigos e Jeremy criaram a Sambazon - Manejo Sustentável da Amazônia Brasileira -, empresa baseada em San Clemente (Califórnia), e introduziram o fruto da palmeira na América do Norte.

Para impulsionar o negócio e conquistar o consumidor norte-americano, eles gastaram cerca de US$ 500 mil em investimentos no Brasil e montaram uma indústria de beneficiamento de açaí em Santana, no estado do Amapá, onde empregam 80 brasileiros. "Nossos produtos são vendidos em mais de 10 mil pontos de distribuição, incluindo lojas de alimentos naturais, mercearias convencionais e máquinas de suco em todo os EUA", explicou Jeremy. "Nós compramos os frutos diretamente de agricultores devidamente certificados do Amapá e do Pará, e exportamos centenas de contêineres anualmente", acrescentou.

Patente

Mas a Sambazon -com seus sucos, vitaminas, polpas, sorvetes de açaí e a bebida energética Amazon Energy - foi apenas o chamariz para que uma série de empresas vendesse o fruto brasileiro como "milagroso". Apesar de lucrar anualmente US$ 20 milhões com o açaí, Jeremy descarta planos de patentear o fruto. "Seria irresponsável buscar tal patente."

Se em 2004, quatro produtos à base de açaí estavam nas prateleiras, no ano passado 53 foram lançados. Entre 2007 e 2008, as vendas aumentaram 70%, de US$ 62 milhões para US$ 106 milhões. O comércio foi impulsionado por estratégias de marketing polêmicas. O site da apresentadora de TV Oprah Winfrey publicou artigos nos quais médicos descrevem as "maravilhas" do açaí para emagrecimento. Um deles, Mehmet Oz, foi até o programa de televisão e listou o fruto como o campeão no ranking dos 10 alimentos mais saudáveis. Diante da repercussão, Oprah recuou e divulgou um comunicado no qual afirma não endossar produtos de açaí e ofertas online. O fruto roxo amazônico ganhou a alcunha de "a dieta de Rachael Ray", em referência à celebridade da rede de TV CBS.

Basta uma busca no Google para se entender a febre do açaí nos EUA. Muitos sites oferecem uma amostra grátis do produto. Depois de digitar o número do cartão de crédito, os consumidores precisam pagar até US$ 89 por mês pelo açaí. Os próprios médicos têm reservas em relação às propriedades do fruto e defendem estudos. "O açaí é rico em poderosos antioxidantes, gorduras ômega, aminoácidos, fibras, proteínas, vitaminas e minerais. O óleo faz bem para a pele e os cabelos", garantiu Jeremy Black, que descobriu no Brasil a fonte de riqueza.

Da Amazônia para o tio Sam

No império do capitalismo, norte-americanos vendem o açaí como se fosse uma maravilha. Confira o que já se sabe sobre o fruto:

O açaí é rico em antioxidantes

MITO Qualquer fruta com a casca escura contém antioxidantes. No entanto, o açaí é considerado apenas uma fonte média dessas substâncias - tem mais antioxidantes que a maçã e menos que a romã

O açaí combate o envelhecimento

NÃO SE SABE Não existem estudos de longo prazo mostrando que o açaí remove rugas ou limpa o corpo de toxinas

O açaí emagrece

MITO O fruto contém um alto teor calórico. Cada 100g de açaí possuem 12g de lipídios (gordura) e equivalem a 247 calorias. De acordo com Stephen Talcott, professor de química alimentar da Universidade A&M do Texas, não há pesquisa científica que sustente essa tese

O açaí destrói células cancerígenas

VERDADE Um estudo da Universidade da Flórida, realizado em 2006, revelou que antioxidantes do açaí dispararam uma resposta autodestrutiva em 86% das células de leucemia testadas. No entanto, os cientistas afirmam que manga, goiaba e uva também contêm antioxidantes que matam células do câncer

Fonte: Correio Braziliense




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Espaço Aberto - Value Pricing: colocando um preço no valor

Evento na Câmara Brasil - Alemanha
Em negociações Business to Business, ou para produtos vendidos ao consumidor, achar o equilíbrio correto entre mix de produtos, nível de serviço, margem de contribuição e volume de vendas é um desafio. Acertar este equilíbrio pode ser a diferença entre uma empresa lucrativa e outra nem tanto.

segunda-feira, 6 de abril de 2009 às 08:30 até as 12:00hs

Local: Câmara Brasil-Alemanha, Rua Verbo Divino, 1488 - 3º andar, Chácara Santo Antônio - São Paulo-SP
fonte: AHK



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Líbano quer exportar mais para o Brasil

Representantes do Ministério da Economia e Comércio do Líbano estiveram no Brasil com a missão de prospectar mercado para produtos do seu país. Azeite e vinho são os itens com maiores chances.

São Paulo – Para estreitar as relações comerciais e prospectar o mercado brasileiro para produtos libaneses, representantes do Ministério da Economia e Comércio do Líbano estiveram no Brasil nesta e na última semana. Em visita ontem (30), à Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, duas representantes do governo libanês receberam indicações de que o azeite e o vinho fabricados no país árabe podem encontrar um grande mercado no Brasil...

No ano passado, as importações brasileiras de azeite somaram US$ 231,2 milhões, o que representou um aumento de 36% em relação a 2007. Os principais fornecedores brasileiros foram Portugal, Espanha e Argentina. Porém, Tunísia, Líbano e Síria também constam na lista de exportadores de azeite para o Brasil. Os países árabes ocuparam a sexta posição como fornecedores do produto.

"Embora a participação do azeite árabe seja baixa nas importações brasileiras, em 2008 houve um crescimento de 60% em relação ao ano anterior", afirmou o gerente de Desenvolvimento de Mercado da Câmara Árabe, Rodrigo Solano, que recebeu a delegação libanesa junto com o diretor-tesoureiro da entidade, Nahid Chicani, e o analista de Desenvolvimento de Mercado, Rafael Abdulmassih.

De acordo com Chicani, os representantes do ministério estão no Brasil há uma semana com o objetivo de saber um pouco mais sobre o comércio exterior do Brasil com os países árabes. "O objetivo deles é incrementar o comércio bilateral", afirmou. Outro produto que o Líbano tem interesse de aumentar as exportações ao Brasil é o vinho, que já é exportado pelo país árabe em grande quantidade para a Europa.

Das importações brasileiras de bebidas, 57% é vinho, principalmente do Chile, Argentina, Itália e França. O único país árabe que tem registro de exportação do produto na Secretária de Comércio Exterior do Brasil é o Líbano.

Durante encontro na Câmara Árabe, a chefe do Centro de Informações de Comércio do Ministério, Rafif Kobeissi Berro, quis saber como é a tarifação dos produtos importados pelo Brasil. Também perguntou sobre outros temas, como os serviços prestados pela Câmara Árabe.

Segundo Solano, Rafif falou que, com a crise global afetando duramente o emirado de Dubai, muitas empresas multinacionais voltaram-se para o Líbano procurando mais estabilidade para seus negócios. Isso, segundo ela, deverá impulsionar ainda mais a infraestrutura local. "Nossa missão é verificar as barreiras existentes entre os dois países e trabalhar para ajudar a estreitar os laços comercias", afirmou Rafif, que falou também sobre o interesse do governo libanês de ter livre comércio com o Mercosul.

Com a chefe do Centro de Informações do ministério libanês, estava ainda a assessora ministerial, chefe da Divisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) e dos Projetos do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no ministério, Lama Oueijan. Elas estavam acompanhadas da representante da Divisão de Operações de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, Fernanda Scalia Pereira, e do advogado, sócio do escritório Rubens de Moraes Advogados, José Rubens de Moraes.
fonte: CCAB


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Hotel do Kuwait terá piso brasileiro

A Solarium Revestimentos exportou no ano passado todo o piso do Messilah Beach Hotel, que deve ser inaugurado este ano. Agora, a empresa está em negociação com os Emirados.

São Paulo – A viagem da arquiteta e empresária brasileira Ana Cristina de Souza Gomes aos Emirados Árabes no ano passado rendeu bons contatos e o fechamento de negócios. Parte do piso do hotel Messilah Beach, em construção na costa do Kuwait, será de sua empresa, a Solarium Revestimentos, fabricante de pisos e revestimentos acimentados. "Foi a nossa primeira exportação para o mercado árabe", afirmou a arquiteta...

Hotel Messilah Brach será inaugurado este ano

A negociação foi feita por meio de uma parceria com o escritório inglês de arquitetura Point of Design, com filial em Dubai. O piso embarcado para o Kuwait foi da linha Basic, uma das primeiras desenvolvidas pela Solarium, e é caracterizado por ter uma textura mais fina e com poros mais fechados. Agora, Ana Cristina está em negociação com uma das empresas da família real de Dubai. "Os negócios estão bem adiantados", afirmou ela, que está em contato com os responsáveis desde o ano passado.

De acordo com a arquiteta, na viagem de prospecção aos Emirados Árabes, ela notou que não existem, no mercado local, revestimentos cimentícios similares aos fabricados pela empresa brasileira. Isso despertou o interesse da Solarium em continuar investindo em negócios com a região. Porém, mesmo vendo o potencial dos países árabes, Ana Cristina se preocupa com a crise global, principalmente em Dubai. "Com essa crise não vejo muito mercado comprador, mas em todo caso vamos continuar apostando", acrescentou.

As exportações da Solarium são recentes, tanto que apenas no ano passado a companhia criou um departamento para vendas externas. Segundo Ana Cristina, os embarques já realizados para fora do país foram feitos por intermédio de arquitetos, que trabalham para construtoras e grandes empresas. No caso das vendas para Angola, por exemplo, os pisos foram levados pela construtora brasileira Camargo Corrêa.

Apesar da crise, Ana Cristina afirmou que a empresa está trabalhando para aumentar as exportações. América do Sul, Central e África estão entre as prioridades da companhia, que duplicou sua capacidade de produção.

Sustentabilidade

Fundada há mais de 10 anos, uma das grandes preocupações da Solarium sempre foi com o meio ambiente. No ano passado a empresa inaugurou em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, uma fábrica verde, que reutiliza a água de lavagem das máquinas, não usa fornos nem elétricos nem a gás e o material refugado no controle de qualidade é doado a instituições de caridade.

Outro projeto da empresa com foco na sustentabilidade é o Projeto Pescar, que oferece curso profissionalizante a comunidades carentes da região de São Paulo. Segundo Ana Cristina, o curso oferecido é o de assentamento de piso e é reconhecido pelo Ministério da Educação. As primeiras aulas começaram em fevereiro e o curso tem a duração de um ano. "Um dos nossos compromissos é a empregabilidade", disse Ana Cristina.
fonte: CCAB


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Brasil mostra sua indústria na Líbia

Na Feira Internacional de Trípoli, empresas brasileiras e a Câmara Árabe vão apresentar produtos da indústria nacional, como alimentos, calçados e têxteis. A mostra começa hoje.

São Paulo – O Brasil vai mostrar o potencial da sua indústria a partir de hoje (02) ao mercado líbio. A Câmara de Comércio Árabe Brasileira vai apresentar produtos brasileiros dos setores de alimentos, calçados, têxtil e médico-hospitalar na Feira Internacional de Trípoli, capital da Líbia, que começa nesta quinta-feira e segue até o dia 12 deste mês. O evento, que é mulstissetorial, está na 38ª edição...

Uma das empresas presentes no estande da Câmara Árabe será a Latinex, trading de alimentos, que exporta biscoitos para o país árabe. O trader Eduardo Moraes espera encontrar novos clientes e aumentar as vendas para a região. Outra empresa será a Grendene, fabricante de calçados, que terá um representante local da companhia no estande para promover principalmente as sandálias das marcas Grendha e Ipanema.

No estande da Câmara Árabe, os assistentes de Comércio Exterior, André Caserta, e de Marketing, Filipe Ferraz, vão atender os empresários árabes e auxiliar os brasileiros. Material promocional de empresas e associações brasileiras vão ser distribuídos. De acordo com Caserta, os setores brasileiros mais promissores no mercado líbio são os de construção, maquinários, alimentos, bens de consumo, infraestrutura e telecomunicações.

No ano passado, as exportações brasileiras para a Líbia renderam US$ 373 milhões, o que representou um aumento de 56% em relação a 2007. Minério de ferro, carne bovina, açúcar, gás buteno, milho, granito e café foram os principais produtos embarcados em 2008. Já as importações brasileiras da Líbia no ano passado somaram US$ 1,4 bilhão contra US$ 997,6 milhões em 2007. Petróleo e naftas para petroquímica são os maiores responsáveis pelo déficit - para o Brasil - na balança comercial entre os dois países.

A última edição da Feira Internacional de Trípoli contou com a participação de mais de 1,5 mil empresas de 37 países. Hoje e amanhã, a feira é destinada apenas para empresários e a partir de sábado é aberta ao público. Paralelamente ao evento, o presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin, terá uma série de encontros com autoridades e empresários locais.
fonte: CCAB


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IEL de Mato Grosso promove o workshop Desmistificando a China

Cuiabá – O Centro Internacional de Negócios (CIN) do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-MT) em parceria com o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), promove hoje, 3 de abril, partir das 13:00h, o workshop Desmistificando a China. O secretário executivo do Conselho Empresarial, Rodrigo Tavares Maciel, fará a apresentação dos trabalhos.

“O workshop é destinado aos empresários, profissionais liberais e interessados em entender o mercado chinês, com seus desafios e oportunidades”, informou a coordenadora do CIN, Gabriela Fontes. Entre os assuntos que serão abordados figuram a análise macroeconômica da China, competitividade comercial, mercado consumidor, desafios ao crescimento, análise do comércio bilateral sino-brasileiro e perspectivas futuras, cenários futuros, desconstruindo mitos sobre a China, cultura empresarial e estrutura do governo...

O Conselho Empresarial Brasil – China (CEBC) não tem fins lucrativos e sua finalidade é aperfeiçoar o ambiente para realização de negócios entre Brasil e a China e estimular o diálogo empresarial. Integrado por algumas das maiores empresas brasileiras e chinesas, o CEBC tem por meta estreitar os vínculos econômicos entre os dois países. Ele articula e promove os interesses coletivos de seus associados e complementa, com enfoque empresarial, a agenda governamental de relacionamento econômico bilateral.

“Recentemente, a FIEMT associou-se ao CEBC para ampliar sua atuação junto às indústrias mato-grossenses que tenham ou desejem ter negócios com a China”, informou o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), Mauro Mendes. A agenda de trabalho do Conselho compreende contatos com autoridades dos dois governos, reuniões periódicas de líderes empresariais brasileiros e chineses, seminários especializados, inteligência comercial e divulgação de análises relevantes para as atividades empresariais sino-brasileiras.

Durante o encontro o CIN alinhará as ações que serão desenvolvidas na próxima missão empresarial à China, que será realizada de 11 a 22 de abril e visitará a primeira fase da 105ª Canton Fair, maior feira multisetorial da Ásia e segunda maior do mundo. Além da Feira, os participantes da missão também irão a Dubai, capital dos Emirados Árabes.

Serviço

Mais informações e inscrições pelo telefone (65) 3611-1655 e cin@fiemt.com.br

Fonte: IEL/MT



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Missão da federação catarinense visita Cingapura

Florianópolis – Uma missão da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) está em Cingapura para cumprir uma agenda de contatos institucionais. Entre as reuniões realizadas nos dias 1º e 2 de abril, o diretor de relações industriais e institucionais da FIESC, Henry Quaresma, destacou o encontro com a Spring Sigapure, órgão governamental voltado para o aprimoramento da competitividade empresarial. "A Spring atua muito na formação de clusters, que são agrupamentos de empresas para atuar no mercado internacional. Pretendemos firmar parcerias com eles nessa área. Diversos setores da indústria catarinense, como o moveleiro e naval podem se beneficiar disso", explicou...

A expectativa do grupo, liderado pelo presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa, é abrir caminho para a ampliação das vendas de empresas catarinenses, principalmente as dos setores de móveis e carnes, e estabelecimento de parcerias para conhecimento técnico em tecnologia da informação e operações portuárias, área em que Cingapura é referência. A missão, que retorna ao Brasil em 9 de abril, também visitará a Tailândia e o Vietnã.

Para Corrêa, os encontros estão sendo muito proveitosos. "Falamos com as principais instituições governamentais e empresariais do país. São contatos que vamos desenvolver para promover parcerias internacionais e aumentar o comércio entre Santa Catarina e Cingapura", disse.

Em uma reunião com empresários na Singapore Business Federation (SBF), instituição que equivale à Confederação Nacional da Indústria (CNI), os participantes da missão conheceram um projeto que permite a conexão de empresas por meio de um grande sistema de informações. A FIESC se colocou à disposição para parceria nessa área. O encontro teve a participação do embaixador do Brasil em Cingapura, Paulo Soares, e do principal executivo da SBF, Teng Theng Dar.

Na última quinta-feira, 2 de abril, o grupo também conheceu o porto de Cingapura. "É impressionante. É o maior porto do mundo em movimentação de contêineres e está permanentemente em ampliação", disse Quaresma. Segundo o diretor, a administração do porto se mostrou disposta a intensificar o relacionamento com Santa Catarina para ajudar a melhorar a gestão portuária do estado. Hoje, 3 de abril, a missão da FIESC tem mais três reuniões com instituições empresariais de Cingapura, antes de embarcar para Bangcoc, capital da Tailândia.

Fonte: FIESC




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SESI de Mato Grosso do Sul promoverá meia maratona Volta das Nações

Campo Grande - O Serviço Social da Indústria de Mato Grosso do Sul (SESI/MS) encaminhará em 6 de abril, à Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o pedido de oficialização da Volta das Nações, a primeira meia maratona internacional de Mato Grosso do Sul. O procedimento é necessário para que a prova seja incluída no calendário oficial da Confederação de Atletismo, para que os atletas possam somar pontos no ranking oficial da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF). A prova será realizada em Campo Grande, em 11 de outubro, e integrará as atividades comemorativas dos 60 anos do SESI/MS...

Segundo o gerente de Lazer e Educação do SESI/MS, Márcio Alexandre Alencar, em Campo Grande, a meia-maratona Volta das Nações terá percurso de 21 quilômetros homologados pela CBAt, que incluem Parque do Sóter, Parque das Nações Indígenas e Parque dos Poderes, com largada e chegada no Centro de Convenções e Exposições Albano Franco.

Para obter a homologação, uma equipe formada por professores de educação física do SESI/MS e representantes da Federação de Atletismo de Mato Grosso do Sul (FAMS) medirá o trajeto com uma bicicleta calibrada de acordo com as regras da IAAF.

Alencar explicou que serão enviados ao Departamento Técnico da CBAt as cópias de todas as planilhas de cálculos, mapas e outros documentos para homologação e emissão de certificado pela CBAt. “Esses documentos também incluem um croqui do trajeto, o projeto da meia-maratona elaborado pelo SESI/MS e os pedidos de alvarás junto à Prefeitura, Polícia Militar, Companhia Independente de Policiamento de Trânsito e Agência Municipal de Transporte e Trânsito”, disse ele. A prova distribuirá R$ 84,7 mil em prêmios e mobilizará cerca de cinco mil atletas, dentre eles mil trabalhadores das indústrias.

A corrida foi dividida em quatro categorias: Industriários, para trabalhadores e empresários, e Elites A, B e C, para atletas profissionais com ranking validado pela CBAt e índice compatível para cada uma das categorias. Depois da largada do Centro de Convenções e Exposições Albano Franco, o percurso da Volta das Nações passará pela Assembléia Legislativa, Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, Batalhão da Polícia Militar (CIGCOE), Avenida Afonso Pena na entrada do Parque das Nações Indígenas, Via Parque, Parque do Sóter, Avenida Mato Grosso e chegada no Albano Franco.

Fonte: SESI/MS



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Federação gaúcha inaugura unidade da Apex-Brasil

Porto Alegre – A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) inaugurará em 7 de abril, às 16:00h, em Porto Alegre, a primeira unidade da Agência de Promoção das Exportações e dos Investimentos (Apex-Brasil) no estado. A agência funcionará como parceira da Rede de Centros Internacionais de Negócios (CIN) da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

As unidades complementarão os serviços de inteligência e promoção comercial que a Rede CIN presta a pequenas e médias empresas. Os serviços consistem de consultorias, diagnósticos, identificação de mercados e programas de capacitação empresarial, entre outros.

Participarão da inauguração da unidade o diretor-executivo da CNI, José Augusto Fernandes, o presidente da FIERGS, Paulo Tigre, e o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira.

Fonte: FIERGS



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Triplica impacto de barreira argentina na exportação brasileira

Brasília – O impacto do protecionismo argentino aumentou sensivelmente desde 2003 até o ano passado, de acordo com avaliação feita pelos técnicos da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O contencioso comercial atingia 4,3% das exportações brasileiras para a Argentina em 2003 e 3,7% no ano seguinte. Com o recrudescimento do protecionismo verificado no ano passado e que ainda permanece, até 11% das exportações anuais brasileiras para os argentinos seriam afetadas...

As últimas medidas adotadas pela Argentina ampliam o leque de produtos sujeitos aos seguintes mecanismos: “valor critério” (4,8% das exportações brasileiras, em 2008), afetando principalmente tubos de ferro e aço, calçados, linha branca, pastilhas de freio e têxteis; medidas de defesa comercial (1,4%), atingindo produtos como laminados de ferro e aço, fios de fibra acrílica e transformadores; e licenças não-automáticas de importação (4,6%), impactando sobre lista de produtos variados que inclui cutelaria, móveis, máquinas debulhadoras e tratores, além de calçados, linha branca e têxteis.

A nota técnica da CNI lembra que o contencioso tem sido tratado caso a caso na esfera da Comissão de Monitoramento do Comércio Bilateral (denominada mais recentemente como Reunião Bilateral).

Na avaliação da CNI, a “abordagem caso a caso não dá transparência e previsibilidade às relações comerciais e às decisões de investimentos e abre campo para demandas crescentes do lado argentino por medidas adicionais de proteção”.

Fonte: CNI



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CNI implanta parceria de serviços para aumento de exportações

Brasília – A Rede de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ganhará, a partir da próxima semana, o reforço da Agência de Promoção das Exportações e dos Investimentos (Apex-Brasil). A parceria prevê a implantação de Unidades de Atendimento da Apex-Brasil nos Centros Internacionais de Negócios das federações de indústrias...

As duas primeiras unidades serão inauguradas na próxima terça-feira, 7 de abril, nas sedes da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre, e na Federação de Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), em Fortaleza. Na segunda quinzena de abril estão previstas as inaugurações das Unidades da Apex-Brasil no Paraná e em Santa Catarina. A previsão dos dois parceiros é atender todos os estados até o final deste ano.

“A Rede CIN e a Apex-Brasil unem forças para desenvolver ações que promovam as exportações brasileiras e a inserção das pequenas e médias empresas no mercado externo”, diz o diretor-executivo da CNI, José Augusto Fernandes. As Unidades de Atendimento da Apex-Brasil complementarão a gama de serviços de inteligência e promoção comercial que a Rede CIN presta às pequenas e médias empresas. O trabalho envolve consultorias, diagnósticos, identificação de mercados e programas de capacitação empresarial. No ano passado, os 27 Centros, instalados nos estados e no Distrito Federal, prestaram 129.085 atendimentos voltados à internacionalização das empresas brasileiras.

Vinculados às Federações de Indústrias dos Estados, os Centros se articulam na Rede CIN, organizada e coordenada pela CNI. Neste ano, a Rede está implantando o sistema informatizado para emissão de certificado de origem digital. Com isso, o tempo necessário para o processo de emissão e autenticação dos certificados de origem foi reduzido de uma média de dois dias para 30 minutos. O serviço está disponível em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Amazonas. Na próxima semana, será implantado no Paraná. A proposta é levar o sistema informatizado aos demais estados nos próximos meses.

A Rede CIN também organiza missões empresariais prospectivas às principais feiras setoriais do mundo. A agenda de visitas e os contatos planejados para os integrantes das missões facilitam o acesso dos empresários às novas tecnologias e às tendências de produção e consumo. Também aproximam os brasileiros das empresas estrangeiras. Em 2008, foram realizadas sete missões comerciais prospectivas, que tiveram a participação de representantes de 241 empresas. Eles visitaram eventos como a Canton Fair, feira multisetorial realizada na China, a The Big 5, da construção civil, que ocorre em Dubai, e a de alimentos Foodex, no Japão.

Em parceria com a consultoria Aduaneiras, a Rede CIN mantém ainda o Programa de Capacitação Empresarial em Comércio Exterior. Em 2008, foram realizados 211 treinamentos, que tiveram a participação de 3.946 pessoas. A CNI também oferece serviços na área de inteligência comercial, como o Catálogo de Exportadores Brasileiros.

Rádio Indústria Fonte: CNI




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