9 de abr de 2009

Estudantes mineiros brilham em competição em Nova York

Alunos da Escola Técnica do Sebrae em Minas ganham 1º e 3º lugares no Global Business Challenge

Belo Horizonte - Pelo segundo ano consecutivo, alunos da Escola Técnica de Formação Gerencial (ETFG) de Belo Horizonte venceram o Global Business Challenge, desafio internacional de empreendedorismo. Com apenas 17 anos, Matheus Rigueira de Azevedo liderou a equipe vencedora, e Paulo Rodrigues Arantes comandou o grupo que conquistou o 3º lugar na competição. Os estudantes concorreram com mais de 80 jovens de 12 países, entre os dias 23 e 26 de março, em Nova York...

Durante quatro dias, os estudantes colocaram em prática conhecimentos sobre marketing, estratégias e oportunidades de negócio. Eles analisaram a situação real da instalação, na Índia, de uma fábrica suíça de peças de elevadores. O desafio era avaliar o cenário econômico, as estratégias e o perfil da empresa, as adversidades culturais dos executivos, para reduzir prejuízos e gerar maior lucratividade.

Os sete brasileiros que participaram do desafio foram separados em grupos formados por jovens de diferentes nacionalidades. Cada equipe teve duas horas e meia para discutir o caso, em inglês. Os juízes avaliaram o comportamento dos estudantes, a performance profissional, o raciocínio e o relacionamento. “A maior dificuldade foi fazer com que o grupo tivesse um consenso”, lembra Matheus Rigueira.

Para o estudante Paulo Rodrigues a competição foi uma oportunidade para colocar em prática o que aprendeu na sala de aula e poder lidar com as diferenças. “Mostramos que não perdemos em nada para os estrangeiros, pelo contrário, temos conhecimento suficiente para enfrentar qualquer desafio, mesmo com estudantes mais velhos e universitários”, conta Paulo.

A participação dos brasileiros foi destacada pelo presidente da Wise, empresa organizadora do evento, Phillis Frankfurt. Durante a premiação ele parabenizou a atuação e o entusiasmo dos brasileiros.

Bons resultados

O jogo foi promovido por uma das principais consultorias empresariais dos EUA, a Merrill Lynch. Participaram do desafio alunos do Ensino Médio e Superior, entre 16 e 22 anos. “São os bons resultados que firmam a Escola Técnica do Sebrae como uma das melhores do país”, avalia o diretor superintendente do Sebrae/MG, Afonso Maria Rocha.

Com uma metodologia pedagógica que associa as disciplinas básicas do ensino médio à formação técnica em administração, a Escola Técnica do Sebrae estimula a aproximação acadêmica e profissional, preparando jovens para o exercício do empreendedorismo, da cidadania e das relações humanas. “É um conhecimento que iremos levar para o resto das nossas vidas”, diz o estudante Matheus Rigueira.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias



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Você sabia? Efetuar o primeiro contato com o importador

Identificado o cliente, é imprescindível que seja enviado a ele o maior número de informações possíveis sobre o produto. Para tanto, pode-se utilizar catálogos, lista de preços e amostras. O exportador deverá sempre se colocar à disposição do cliente (importador) para esclarecimentos técnicos e comerciais sobre o produto.



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Exportações de dez estados crescem em março

No mês de março deste ano, dez estados brasileiros – Espírito Santo, Minas Gerais, Alagoas, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – registraram crescimento das vendas externas, diferentemente da média nacional que caiu 6,4% em relação o mesmo mês de 2008.

Na performance regional, as vendas internacionais do Centro-Oeste e Norte apresentaram crescimento, com índices de 45,3% e 26,9%, em detrimento das demais. Os dados referentes às operações de comércio exterior das 27 unidades da federação em março foram divulgadas hoje (9/4) no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (www.desenvolvimento.gov.br)...

No mês, as exportações brasileiras somaram US$ 11,8 bilhões, valor 6,4% menor que o verificado em março de 2008 (US$ 12,613 bilhões). Na mesma comparação, as importações brasileiras registraram retração de 13,7%, ao sair de US$ 11,624 bilhões de janeiro a março de 2008 para US$ 10,037 bilhões no mesmo período deste ano.

Exportações

No Sudeste brasileiro, as exportações do Espírito Santo (US$ 491,7 milhões) e de Minas Gerais (US$ 1,563 bilhão) encerram março com crescimento de 19,6% e 9,4%, respectivamente. O estado de São Paulo embarcou US$ 3,71 bilhões e junto com o Rio de Janeiro (US$ 655,5 milhões) apresentou decréscimo com relação ao mesmo período de 2008 (-17,9% e -13,9%). Na média, foi observado um decréscimo de 9,5% no período de comparação.

Os três estados integrantes da Região Sul fecharam o período de março com decréscimo de 22,1%, em comparação com 2008. A região segue como a segunda maior exportadora do país, com vendas internacionais em março de U$ 2,2 bilhões.

Na Região Nordeste, quatro entre os nove estados apresentaram índices de crescimento de exportação com relação a março de 2008. O estado do Piauí (US$ 18,9 milhões) e atingiu 310,9% de incremento sobre o mesmo período do ano passado. Os demais estados com índices positivos foram: Alagoas (+36,4%), Rio Grande do Norte (+28%) e Maranhão (+23,7%), com exportações de US$ 94 milhões, US$ 28,8 milhões, US$ 122,6 milhões, respectivamente.

No Norte do país o estado do Pará permanece no primeiro lugar do ranking regional com exportações em US$ 792,3 milhões, o que representou uma variação positiva de 42,7% sobre março de 2008. As exportações da região encerram março com crescimento em relação ao mesmo mês do ano anterior (+26,9%), com embarques de US$ 919,5 milhões.

A Região Centro-Oeste registrou o maior índice de aumento das vendas internacionais do período em comparação, com 45,3% com exportações no valor de US$ 1,302 bilhão. O estado do Mato Grosso vendeu US$ 902,8 milhões, enquanto Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal encerram o mês com US$ 262,5 milhões, US$ 127,1 milhões e US$ 10,3 milhões, respectivamente.

Importações

A Região Sudeste registrou, em março, importações no valor de US$ 5,974 bilhões. Espírito Santo (US$ 590,8 milhões) e Rio de Janeiro (US$ 831,1 milhões) obtiveram crescimento de 1,6% e 15,7% respectivamente, em relação ao mesmo mês do ano passado. Minas Gerais (-13,8%) e São Paulo (US$ -8%) encerram o período com operações de US$ 476,8 milhões e US$ 4,075 bilhões, na ordem.

No Sul do país, o mês encerra em desembarques internacionais no valor de US$ 1,815 bilhão, o que representa um índice negativo de 29,2% em relação a igual período do ano anterior. O estado que apresentou maior queda foi o Rio Grande do Sul (-47,5%) com importações em US$ 610,9 milhões.

No Nordeste brasileiro, cinco estados apresentaram índices positivos de desembarques internacionais: Alagoas (+110,6%), Ceará (+48,7%), Paraíba (+45,3%), Pernambuco (+19,3%) e Piauí (+40,8%), com compras de US$ 9,9 milhões, US$ 129,2 milhões, US$ 45,2 milhões, US$ 156,2 milhões e US$ 6,9 milhões, respectivamente. No entanto, a região permanece em queda na comparação com o mesmo período de 2008, com o índice de 35,9% menor e importações no valor de US$ 879,8 milhões.

A Região Norte registrou queda de 24,2% nas compras internacionais, com importações de US$ 626,6 milhões. Dois estados apresentaram índices negativos na região – Amapá (-53,6%) e Amazonas (-35%). Apesar da queda, o estado do Amazonas manteve a liderança da região, com desembarques de US$ 493,3 milhões no período de análise.

O Centro-Oeste foi a única região com variação positiva na comparação com março de 2008 (+28,1%), em virtude de importações no valor de US$ 735,4 milhões. No entanto, o estado do Mato Grosso obteve desempenho negativo de 80,1%. Os estados do Mato Grosso do Sul (US$ 339,2 milhões), Goiás (US$ 271,2 milhões) e Distrito Federal (US$ 115,4 milhões) apresentaram os seguintes índices de crescimento: 40%, 25% e 72,5%, respectivamente.


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Assessoria de Comunicação Social do MDIC



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Audiência entre Brasil e Portugal vai discutir sistemas logísticos e portuários

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, estará, na próxima segunda-feira (13/4), na Embaixada de Portugal, em Brasília, em uma audiência com a secretária dos Transportes do Ministério de Obras Públicas, Transportes e Comunicações de Portugal, Ana Paula Vitorino. Na pauta está prevista uma discussão sobre sistemas logísticos e sistemas portuários. A audiência foi solicitada pela secretária portuguesa.

Entre janeiro e março de 2009, as importações brasileiras de produtos portugueses passaram de US$ 106 milhões para US$ 84 milhões, um decréscimo de 20,1%. A presença de Portugal na pauta das importações totais do Brasil manteve-se estável em 0,3%. Na mesma comparação, a participação de Portugal no total das exportações brasileiras diminuiu de 0,9% para 0,5% - as exportações brasileiras para o país somaram US$ 171 milhões, cifra 50,6% inferior à registrada no mesmo período do ano anterior, de US$ 347 milhões.

No primeiro trimestre deste ano, o saldo comercial bilateral (US$ 87 milhões) foi favorável ao Brasil, mas inferior ao alcançado nos mesmos meses de 2008 (US$ 242 milhões). A corrente de comércio atingiu US$ 256 milhões, com redução de 43,5% em relação ao mesmo período de 2008.

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Gecex aplica antidumping sobre importações de fibras de viscose e eletrodos de grafite

Foram publicadas hoje (9/4), no Diário Oficial da União, duas resoluções que aplicam direito antidumping definitivo, por um período de até cinco anos, sobre as importações brasileiras de fibras de viscose, originárias da Áustria, Indonésia, China, Tailândia e Taipé Chinês, e eletrodos de grafite menores chineses. As medidas foram aprovadas ontem (8/4) pelos membros do Comitê Executivo de Gestão (Gecex), da Câmara de Comércio Exterior (Camex), em reunião realizada no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e entram em vigor a partir de hoje...

A Resolução Camex nº 20, de 8 de abril de 2009, autoriza a aplicação de direito antidumping definitivo sobre as importações brasileiras de fibras de viscose de comprimento de 32 mm a 120 mm (NCM 5504.10.00), provenientes da Áustria, Indonésia, China, Tailândia e Taipé Chinês. A fibra de viscose é utilizada em malharias e tecelagens, na fabricação de vestuário, tecidos para decoração, mesclados ou não com poliéster (PES) ou algodão.

Os direitos foram estipulados por empresas produtoras ou exportadoras e serão recolhidos da seguinte forma: US$ 0,10/kg (dez centavos de dólar por quilograma) para a Lenzing e US$ 0,47/Kg para as demais empresas da Áustria; US$ 0,06/kg para a IBR e US$ 0,45/Kg para as demais empresas da Indonésia; US$ 0,10/Kg para a Thai Rayon e US$ 0,64/Kg para as demais empresas da Tailândia; US$ 0,34/kg para a China; e US$ 1,35/Kg para Taipé Chinês.

A medida exclui a aplicação de direito antidumping sobre as importações brasileiras de fibra de viscose fogo retardante (FR), opaca, 2,2 dtex / 51mm, utilizada na fabricação de tecidos técnicos de proteção e impregnada de substância que retarda o fogo.

Eletrodos de grafite

Sobre as importações brasileiras de eletrodos de grafite menores (NCM 8545.11.00 e 3801.10.00) chineses - Resolução Camex nº 19, de 8 de abril de 2009 -, passam a incidir alíquota específica fixa de US$ 2.259,46/t (dois mil duzentos e cinqüenta e nove dólares e quarenta e seis centavos por tonelada). A aplicação do direito antidumping definitivo será para produtos com diâmetro de até 450 mm (18 polegadas), de qualquer comprimento, usinados ou não, montados ou desmontados, dos tipos utilizados em fornos elétricos. Além disso, os eletrodos de grafite são utilizados no refino de aço e em outras aplicações para fundição.

Ex-Tarifários

Os membros do Gecex também aprovaram uma lista de 102 novos produtos beneficiados pelo regime de Ex-tarifários - mecanismo que reduz temporariamente o imposto de importação sobre bens de capital (BK) e de informática e telecomunicações (BIT), que não tenham produção nacional. A relação correspondente aos Ex-tarifários de BK, 95 bens simples e cinco sistemas integrados (conjunto de máquinas), foi publicada hoje no Diário Oficial, pela Resolução Camex nº 22, de 8 de abril de 2009 e a Resolução Camex nº 21, de 8 de abril de 2009, apresenta a lista com os dois novos produtos de BIT.

O regime de Ex-tarifário permite a importação de BK (máquinas e equipamentos) com redução das alíquotas do Imposto de Importação de 14% para 2%, até o dia 31 de dezembro de 2010. No caso dos itens de BIT, cujo imposto de importação oscila entre 11% e 16%, dependendo do produto, também houve a redução para 2%, até 31 de dezembro do próximo ano.

A esses 102 itens - cem BK e dois BIT - estão vinculados investimentos diretos ao país de US$ 884,524 milhões, dos quais US$ 181,509 milhões são relativos a importações. Os principais setores beneficiados são: siderúrgico (30,13%), bens de informática (16,78%) e alimentício (13,76%). Com investimentos globais, destacam-se: automotivo (US$ 267,4 milhões), siderurgia (US$ 258,5 milhões) e alimentício (US$ 106,6 milhões).

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Brasil e Argentina discutem queda de 39% no comércio bilateral

A queda de 39,1% no intercâmbio comercial entre Brasil e Argentina, no primeiro trimestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado, foi um dos principais temas discutidos na reunião da Comissão de Monitoramento do Comércio Bilateral realizada hoje (8/4), em São Paulo (SP). A diminuição no consumo foi um dos fatores apresentados como hipótese, mas os dois países voltarão a discutir o assunto na próxima reunião bilateral de comércio, prevista para o dia 30 de abril, em Buenos Aires...

“Estamos naturalmente preocupados com a queda do comércio e fazendo um esforço para vencer as dificuldades que temos em virtude da crise financeira internacional”, explicou o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Ivan Ramalho, após a reunião. O secretário de Indústria da Argentina, Fernando Fraguío, também destacou que medidas estão sendo tomadas pela Argentina para “garantir que, apesar da crise, se mantenha o entusiasmo do comércio entre os dois países.”

Apesar do resultado preocupante deste ano, Ivan Ramalho lembrou que o ano de 2008 fechou com um intercâmbio comercial inédito superior a US$ 30 bilhões, o que demonstra o grande potencial dessa relação econômica. Os dois secretários são os coordenadores de suas respectivas delegações, nas reuniões comerciais de ambos os países.

Automotivo

O setor automotivo (automóveis, autopeças e motores) se mantêm como principal segmento a ser explorado no comércio bilateral, na avaliação dos dois governos. O segmento respondeu por mais de 40% (US$ 13 bilhões) do comércio entre os dois países, no ano passado. “Pela primeira vez, tivemos importações equivalentes de automóveis. O Brasil importou US$ 2,5 bilhões de automóveis da Argentina, em 2008, mesmo valor vendido àquele país”, destacou.

No comércio de autopeças, porém, a relação continua favorável ao Brasil, em função da utilização de grande quantidade de autopeças produzidas no Brasil em veículos de fabricação Argentina. A preocupação em relação a esse desequilíbrio foi demonstrada por Fernando Fraguío. Segundo ele, o país irá trabalhar para aumentar a quantidade de autopeças argentinas utilizada pelas montadoras do país, além de buscar o aumento na exportação desses produtos.

De acordo com os dois secretários, há grande expectativa de crescimento para o setor, uma vez que, ano passado, Brasil e Argentina importaram US$ 15 bilhões em autopeças de outros países. Para Fraguío, com investimentos para aumento dessa produção, será possível atender a demanda interna dos dois países.

Trigo

A preocupação brasileira em relação à quantidade de trigo argentino que será vendido ao Brasil este ano voltou a ser tema da reunião bilateral, mas o governo da Argentina disse que ainda está fechando os números da produção prevista para 2009. “O Brasil precisa desse número para saber quanto terá que importar de outros países e, se necessário, poderemos voltar a reduzir o imposto de importação desse produto para países de fora do Mercosul”, explicou Ivan Ramalho.

Outros temas discutidos na reunião bilateral de comércio de hoje foram: efeitos das Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) no comércio do Brasil com a Argentina; monitoramento do comércio dos dois países com a China; defesa comercial e Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (TEC). Outro monitoramento que entrou na pauta foi o de produtos da linha branca – refrigeradores, fogões a gás, lava-roupas –, calçados, televisores convencionais e LCD, leite em pó e soro de leite, vinho, farinha de trigo, freios e embreagens, baterias para automóveis, têxteis e confecções, móveis de madeira e máquinas e material elétrico.

Reuniões setoriais

Representantes da iniciativa privada dos dois países, das áreas de áreas de baterias, leite, freios e embreagens também se encontram hoje, em reuniões paralelas, para discutir comércio bilateral. Ontem se reuniram representantes dos segmentos do trigo (farinha de trigo) e de móveis de madeira. Em todas as reuniões, não houve conclusões e novos encontros foram acertados.

As próximas reuniões setoriais estão previstas para os próximos dias 29 e 30 de abril, em Buenos Aires. Nessas datas, deverão se reunir representantes dos setores de linha branca, calçados, motocicletas, elétrico e eletrônico, máquinas e ferramentas, papel e brinquedos.

Corrente de comércio

De janeiro a março de 2009, as exportações brasileiras para a Argentina foram de US$ 2,2 bilhões, redução de 43,7% sobre o mesmo período de 2008 (US$ 3,9 bilhões). Também houve queda nas importações do Brasil, provenientes daquele país. No primeiro trimestre de 2009, as compras atingiram a cifra de US$ 2,1 bilhões, o que resultou na queda de 33,5% em relação a janeiro/março de 2008, quando contabilizou US$ 3,2 bilhões.

A redução na corrente de comércio no período foi de 39,1% - passando de US$ 7,2 bilhões (2008) para US$ 4,4 bilhões nos três primeiros meses deste ano. O resultado provocou declínio no superávit brasileiro em relação ao país – queda de 93,5%, passando de US$ 673,1 milhões para US$ 43,2 milhões. Em março, a Argentina registrou superávit comercial com o Brasil em cerca de US$ 20 milhões.

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Assessoria de Comunicação Social do MDIC



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Vendas de carros de fabricação chinesa aumentam 5% em março

As vendas de carros de fabricação nacional da China chegaram a um recorde de 1,11 milhão de unidades em março, um aumento de 5% em comparação com o mesmo período do ano passado, informou hoje a Associação de Produtores Automobilísticos da China (APAC).

O volume de vendas também registrou um crescimento de 34% em relação a fevereiro. As vendas aumentaram 24,7% anualmente para ficar em 827,6 mil unidades.

Os fabricantes produziram 1,1 milhão de veículos no mês passado, 5,55% a mais que no mesmo período do ano passado, segundo a APAC.
As vendas e as produções totalizaram 2,68 milhões de unidades e 2,57 milhões no primeiro trimestre, 3,88% e 1,91% a mais, respectivamente.

A associação disse que as vendas foram apoiadas pelas políticas de estímulo do governo. Em 20 de janeiro, a China cortou o imposto sobre a compra de carros de passeio com cilindrada inferior a 1,6 litro de 10% para 5%.



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Câmara de Comércio e Indústria Brasil - Irã. Conheça os seus serviços!

* Emissão de Certificado de Origem do produto.
* Legalização e ou Certificação dos documentos de exportação, atendendo exigências contidas em carta de crédito.
* Consultoria relativa às normativas legais que regulamentam o intercâmbio entre os dois países.
* Pesquisa de parceiros comerciais.
* Agendamento de encontros, troca de informações entre a Câmara e as Embaixadas do Irã em Brasília e do Brasil em Teerã.
* Assessoria na obtenção de Visto de negócios, turismo e trabalho.
* Serviço de tradutores/intérpretes no Brasil e na República Islâmica do Irã.
* Tradução de cartas, textos, rótulos, etc. (Inglês/Português, Português/Farsi e Inglês/Farsi)

Assessoria

* Dados econômico-financeiros;
* Divulgação das oportunidades de negócios oferecidas pelos dois Países.
* Calendário das principais feiras realizadas no Irã e no Brasil.
* Eventos
* Organização e promoção de missões comerciais, feiras, seminários e conferências.
* Representar empresas brasileiras e iranianas em missões.
* Promoção de eventos culturais

Marketing

* Mídia Eletrônica
Anúncio através de nosso site ou criação de Link para acesso ao site anunciante.
* Mailing
Encaminhamento e apresentação de material institucional do associado.



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Ministro do Desenvolvimento iraquiano visita o Brasil

Com organização da Câmara de Comércio Brasil Iraque e do Ministério das Relações Exteriores brasileiro, Ministro do Desenvolvimento iraquiano chega ao Brasil para prospectar novos negócios.



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Câmara de Comércio Sueco-Brasileira - Evento

A Michael Page International e a Swedcham convidam vocês para a palestra: A Crise e o Mercado de Trabalho. Saiba mais



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Comissão Jurídica faz reunião mensal trabalho

A Comissão Jurídica fez no dia 2 de abril, na sede social, reunião mensal de trabalho, para debater principalmente assuntos tributários e direito imigratório. Temas importantes como inovação tecnológica, SPED, visto técnico de trabalho e nova Lei Rouanet, foram discutidos e melhor entendidos. O encontro teve a participação de 30 membros-associados.

Diretores, gerentes, chefes, assessores e advogados das empresas associadas à Câmara e expositores, especialistas pertencentes aos escritórios de advocacia e firmas de consultoria também filiados à entidade, foram os participantes do encontro, que teve por finalidade esclarecer dúvidas, orientações, buscar algo prático, aplicável como ferramenta na vida diária das empresas.

Eis os temas e respectivos expositores:

1. "Inovação Tecnológica - Entraves na implementação do benefício e o entendimento do Ministério da Ciência e Tecnologia" .
. Glaucio Pellegrino Grottoli, gerente de Consultoria Tributária de Braga & Marafon Consultores e Advogados .

2. “Cadastro no SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) – Principais Desafios” .
. Rosana dos Santos, gerente-sênior de Consultoria Tributária de Deloitte Touche Tohmatsu .

3. "Visto técnico de trabalho: modalidades e regras a serem observadas" .
. Renê Ramos, sócio-diretor-jurídico de Emdoc Serviços Especializados Ltda.

4. "Nova Lei Rouanet e Lei de Incentivo ao Esporte - Mecanismos tributários de fomento à cultura e esporte" .
. Felipe Barboza Rocha e André Sica, respectivamente, advogado do Departamento Tributário e advogado-associado da Área Empresarial de Pinheiro Neto Advogados .
fonte: CCIJB



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Líbia: a hora é agora

Empresas brasileiras que querem fazer negócios no país devem se apressar para não perder espaço para companhias de outras nacionalidades, segundo o presidente da Câmara Árabe, Salim Schahin.
Alexandre Rocha alexandre.rocha@anba.com.br
São Paulo – Na contramão da crise financeira internacional, a economia da Líbia oferece oportunidades em vários setores para empresas internacionais. Os brasileiros que querem fazer negócios no país, no entanto, devem se apressar, pois companhias de outras nacionalidades já estão tomando os espaços como fornecedoras de bens e serviços...

Isso foi o que o presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Salim Taufic Schahin, ouviu de autoridades, diretores de estatais e empresários com quem conversou durante visita de dois dias ao país do Norte da África no final da semana passada. “As portas da Líbia estão abertas, mas o tempo está acabando”, disse Schahin, ao relatar o que lhe disse o ministro líbio da Infraestrutura, Abuzeid Dorda.

Turbinado pelas receitas do petróleo acumuladas nos anos de vacas gordas, antes do preço da commodity começar a cair em julho de 2008, o país procura recuperar o tempo perdido durante o embargo econômico que sofreu durante a década de 1990, e investe pesadamente em infraestrutura, desenvolvimento imobiliário e turístico.

Dorda pediu que empresas brasileiras de todos os setores sejam incentivadas a entrar na Líbia. Como exemplo ele citou a importação direta de produtos como o café, que muitas vezes é negociado por terceiros europeus.

De acordo com Schahin, para os líbios a presença das empresas brasileiras ainda é tímida, apesar de companhias como Petrobras, Odebrecht e Queiroz Galvão terem negócios no país. Há, segundo ele, boa vontade na Líbia em negociar com companhias do Brasil, mas elas precisam ir lá conhecer as oportunidades, tratar diretamente com os empresários locais e participar das licitações que vêm ocorrendo.

Além de obras públicas na área de infraestrutura, o país oferece possibilidades nos setores de desenvolvimento imobiliário - incluindo projetos habitacionais, shopping centers, escolas e hospitais - e fornecimento de material de construção, de acordo com os relatos dos líbios a Schahin. A Líbia precisa de insumos como aço e cimento e busca a formação de joint-ventures com empresas internacionais que atuam nesses segmentos.

O presidente da Federação das Câmaras de Comércio e Indústria da Líbia, Jumaa Elosta, disse a Schahin que quer estreitar os contatos com a Câmara Árabe Brasileira para explorar mais as oportunidades de negócios existentes entre os dois países. Elosta afirmou, por exemplo, que há um projeto de implantação de uma refinaria de açúcar no país e quer apoio para encontrar empresas interessadas no empreendimento.

Schahin e o assessor da presidência da Câmara Árabe, Zein Said, estiveram também com os executivos da National Oil Corporation (NOC), Faraj Saïd (vice-presidente) e Saleh Rahuma (diretor de relações internacionais), e com o diretor-geral da Libyan Investment Company, Hussein Al Darrat.

Eles estiveram ainda na abertura da Feira Internacional de Trípoli, no dia 02, onde a Câmara Árabe tem um estande.



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Apex pesquisa oportunidades na Líbia

O analista de mercado da África e Oriente Médio na agência avalia o potencial da Feira Internacional de Trípoli e a possibilidade realizar ações de promoção dos produtos brasileiros no país.

São Paulo – A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex) está considerando a possibilidade de investir mais na busca por oportunidades de negócios para o Brasil na Líbia. O analista dos mercados da África e Oriente Médio da Apex, Jacy Braga, está no país deste a última segunda-feira (06) para avaliar o potencial da Feira Internacional de Trípoli e a possibilidade de promover ações específicas de divulgação dos produtos brasileiros no país árabe em 2010...

“Nosso objetivo é analisar como funciona a feira, o perfil dos empresários que estão no evento, participar de reuniões na embaixada (do Brasil na Líbia) e também com representantes do governo”, afirma Jacy Braga. “Estamos considerando inclusive a organização de um estande brasileiro maior em parceria com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira na feira do ano que vem”, completou. A Câmara Árabe já participa da mostra com um espaço próprio.

De acordo com Braga, que irá permanecer na Líbia até o próximo sábado (11), as oportunidades serão avaliadas com calma, mas é possível que a Líbia entre no planejamento estratégico da agência para o ano de 2010, que ainda está em fase de definição.

“O Brasil já está mostrando o potencial da sua indústria ao mercado líbio”, disse Braga, referindo-se ao estande montado pela Câmara Árabe. O espaço está expondo produtos brasileiros dos setores de alimentos, calçados, têxtil e médico-hospitalar. A feira de Trípoli começou na quinta-feira da semana passada e segue até o próximo domingo (12). O evento, que é multissetorial, está na 38ª edição.

No ano passado, as exportações brasileiras para a Líbia renderam US$ 373 milhões, o que representou um aumento de 56% em relação a 2007. Minério de ferro, carne bovina, açúcar, gás buteno, milho, granito e café foram os principais produtos embarcados em 2008. Já as importações brasileiras da Líbia no ano passado somaram US$ 1,4 bilhão contra US$ 997,6 milhões em 2007. Petróleo e naftas para petroquímica são os maiores responsáveis pelo déficit, para o Brasil, na balança comercial entre os dois países.




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Líbios procuram por alimentos e material de construção

O estande da Câmara de Comércio Árabe Brasileira montado na Feira Internacional de Trípoli já recebeu cerca de 60 contatos de importadores interessados nos produtos brasileiros.

São Paulo – Alimentos como carne, leite e café e material de construção em geral - desde cimento até objetos de decoração - são os produtos mais procurados pelos empresários líbios que visitam o estande da Câmara de Comércio Árabe Brasileira na Feira Internacional de Trípoli, na Líbia. Desde a semana passada o espaço já recebeu cerca de 60 contatos de importadores interessados nos produtos brasileiros...

“A movimentação geral da feira está muito boa. Esta é a terceira vez que a Câmara Árabe participa da feira e é possível observar que o movimento cresce na mesma proporção que a economia do país, onde o desenvolvimento é visível, principalmente no grande número de novos prédios que surgem em vários lugares da cidade”, afirma André Caserta, assistente de Comércio Exterior da Câmara Árabe.

O estande brasileiro está expondo alimentos enlatados e embalados a vácuo, como carnes e vegetais. Os produtos, que são fabricados pelas empresas Oderich e Vapza, estão sendo representados pela trading Latinex. Também estão expostos calçados da Grendene, grande fabricante brasileira com sede no Rio Grande do Sul, que tem uma produção de 500 mil pares por dia e já exporta para nove países árabes.

Além disso, desde ontem o estande também conta com material promocional da Perdigão, que é uma das principais indústrias de alimentos do Brasil, que exporta para mais de 80 países e mantém três escritórios no exterior: em Dubai, nos Emirados Árabes, S-Hertogenbosch, na Holanda, e em Londres, na Inglaterra.

“O Guilherme Esteves, que é o representante da Perdigão no mercado da África, está na Líbia para visitar clientes e passou um período acompanhando a movimentação da feira”, disse Caserta. O estande da Câmara Árabe também recebeu a visita de Jacy Braga, que está na feira representando a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex).

A Feira Internacional de Trípoli é multissetorial, começou na última quinta-feira (02) e segue até o próximo domingo (12).




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Consultoria de RH revela o que faz a diferença em tempos de crise

Diante de um mercado apreensivo com a crise mundial, é preciso que os profissionais em busca de uma nova vaga estejam antenados com aquilo que é mais exigido no momento atual por parte das empresas.

A velocidade da recolocação é um fator que está diretamente relacionado ao conhecimento que se tem, das expectativas dos selecionadores com relação às competências e habilidades comportamentais da posição que se pleiteia.

Em outras palavras: o que faz realmente a diferença em tempos de crise?..

Para Fernando Montero da Costa, Diretor de Operações da Human Brasil, multinacional espanhola especialista em Recrutamento e Seleção, Treinamento e Consultoria Estratégica, quem faz realmente a diferença em tempos de crise são aqueles profissionais que:

Possuem habilidade para gerir uma rede de contatos/relacionamentos profissionais;
Têm capacidade para influenciar e motivar os demais;
Possuem aptidão para tomar decisões em situações complexas;
Têm empatia;
Possuem boa capacidade de comunicação.

“Para 2009, diferentemente do que ocorreu até o terceiro trimestre do ano passado, em um cenário economicamente mais estável, a seleção de profissionais-chaves para as organizações tornou-se muito mais do que um diferencial competitivo”, explica Fernando Montero da Costa.

De acordo com o especialista, o fracasso nesse sentido pode ser fatal no atual momento. “Ser assertivo na seleção dos novos talentos profissionais pode agora significar uma questão de sobrevivência das próprias empresas na travessia da crise.”

A Human

Fundada na Espanha, em 1988, a Human Management Systems é uma empresa prestadora de serviços em consultoria, recrutamento e seleção de pessoas.

Ao longo desses anos, a multinacional vem se diferenciando graças à incorporação das técnicas mais avançadas de gestão do enfoque e consideração do fator humano. E, com isso, cria valor de modo sustentável para os clientes, trazendo reduções de custos, ampliando as margens e alcançando resultados econômicos e gerenciais expressivos.

Com a qualidade de seus serviços e de sua equipe, a Human tornou-se referência na Espanha, abriu uma unidade na China, firmou parcerias em diversos outros países e em 2008 chegou ao Brasil, com escritórios em São Paulo-SP e Macaé-RJ.

Para consolidar-se no território brasileiro, associou-se à InterAction Plexus, empresa que atua desde 1995 nos segmentos de consultoria e treinamento em negócios e sistemas de gestão.

A Human abre sua unidade no Brasil com foco futuro na expansão para a América Latina, onde já prestava serviços diretamente de sua matriz européia.

Hoje a multinacional conta com mais de 130 profissionais em diversos países. Compõem também a equipe de profissionais da Human, por meio de suas parcerias, mais de 150 consultores em sua rede internacional.

Atendimento à imprensa

Almir Rizzatto - RZT Comunicação
almir@rztcomunicacao.com.br
Assessoria de imprensa da Human Brasil
(11) 5051.8142 / 9628.1733



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Oportunidades de negócios em Portugal?

A Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil- São Paulo, de modo a fomentar as relações comerciais entre o Brasil e Portugal, criou um espaço em seu portal destinado as "Oportunidades de Negócios".

Tratam-se de empresas brasileiras e portuguesas que desejam exportar ou importar produtos provenientes de seus países; empresas que procuram investidores para realização de projetos; cidades que desejam abrir espaço para a instalações de empresas em seus municípios, etc.

Caso haja interesse em disponibilizar alguma oportunidade de negócios no Portal da Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil, clique aqui.




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É Itália? É pizza! ITALCAM acerta parceria com a PIOLA HIGIENÓPOLIS

A ITAILCAM e a pizzaria PIOLA HIGIENÓPOLIS acertaram uma parceira onde associados e funcionários da Câmara ganham desconto de 20% em suas refeições. Lembramos que tal benefício não é cumulativo para as promoções da casa.

Piola Higienópolis:
Praça Vilaboim, 49 | Higienópolis | São Paulo
Tel.: +55 11 3663-6539

Horário de Funcionamento:
- De domingo a quarta das 18 á 1h.
- De quinta a sábado das 18 ás 2h.

Site: www.piola.it
E-mail: vilaboim@piola.it




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Câmara de Comércio Brasil - Chile. Conheça alguns dos serviços disponíveis.

1. Assessoria Técnicas de Comércio Exterior.
2. Estudos Setoriais de Mercados.
3. Estatísticas de Comércio Exterior do Chile e o Brasil.
4. Banco de Dados de Empresas Brasileiras e Chilenas, são mais de 50.000 registros dos diferentes setores da economia, com informações como Endereço, Telefone, URL,e-mail, Contatos, Faturamento, Serviços, Produtos, % de mercado, Estatísticas de Importação e Exportação entre outros.
5. Inteligência Comercial.
6. Missões Comerciais.
7. Agendamento de Reuniões.
8. Descontos em Seminários, Conferencias e Feiras.
9. Assessorias Jurídicas.
10. Planejamento Estratégico.
11. Registros de Marcas, Patentes e Produtos perante o Ministério da Saúde, e Agricultura no Chile e no Brasil.
12. Business Development.
13. Informes Comerciais. Due Dilligence.
14. Gerenciamento de Projetos de Comércio Exterior.
15. Mergers & Acquisitions.
16. Joint Ventures.
17. Abertura de Filiais.
18. Publicidade on line com desconto no nosso site www.camchile.com.br e News Letters mensais.
19. Marketing Direto - Geração de Leads.
20. Tarifas especiais em linhas aéreas e hoteis no Chile e no Brasil.

Esperamos o seu contato:

Business Intelligence Manager
Claudio Ferrer
pesquisas@camchile.com.br

Business Development Manager
Ary Goldberg
info@camchile.com.br

Skype: CAMCHILE



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Ano da França no Brasil - Conheça os eventos programados

LANÇAMENTO DO LIVRO
Associados e autoridades serão convidados para o lançamento do livro “Presença Francesa no Brasil”. A realização deste livro foi uma iniciativa do Comitê Executivo da CCFB. O livro, patrocinado pela CCFB, relata a presença francesa no Brasil do século XVI até nossos dias. A influência da França e das empresas francesas no desenvolvimento do Brasil...

em São Paulo
data : 28 de abril de 2009
informações com: Simone Brombay - tel: (11) 3088-2290 e-mail: comunicacaosp@ccfb.com.br


no Minas Gerais
data : 20 de abril de 2009
informações com: Jussara Machado - tel: (31) 3213-1576 e-mail: ccfbmg@ccfb.com.br


no Rio de Janeiro
data : 07 de maio de 2009
informações com: Márcia Ribeiro - tel: (21) 2220-1015 e-mail: diretoriarj@ccfb.com.br


no Paraná
data : a definir
informações com: Alain Tissier - tel: (41) 3254-2854 e-mail: ccfbpr@ccfb.com.br


SEMINÁRIO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Este evento contará com a participação dos presidentes Lula e Sarkozy e autoridades. O Tema “A França e as empresas francesas contribuindo para o desenvolvimento o Brasil” será tratado além da apresentação de cases. A entrega do VIII Prêmio LIF acontecera na hora do almoço.

data : 8 de setembro de 2009
horário: a definir
local : Brasília
informações com: Simone Brombay - tel: (11) 3088-2290 e-mail: comunicacaosp@ccfb.com.br


CORRIDA PELA INCLUSÃO SOCIAL
A CCFB e seus associados são engajados no tema Responsabilidade Social. Há oito anos a CCFB-SP criou o Premio LIF – Liberdade Igualdade Fraternidade, que homenageia empresas com projetos de responsabilidade social em diversas áreas. Em 2008 a CCFB-SP participou financeiramente apoiando a Casa do Zezinho, www.casadozezinho.org.br, que trabalha com jovens e sua inserção no mercado de trabalho. A realização desta corrida, cujo valor das inscrições será revertido para a Casa do Zezinho, tem por objetivo reforçar o nosso compromisso com a Responsabilidade Social.

data : 12 de julho de 2009
horário: a definir
local : São Paulo
informações com: Simone Brombay - tel: (11) 3088-2290 e-mail: comunicacaosp@ccfb.com.br


FÓRUM ECONÔMICO
Este evento irá encerrar o ano da França no Brasil e abordará temas como Novas Tecnologias, o funcionamento das empresas no futuro, cases franceses e brasileiros.

data : 10 de novembro de 2009
horário: a definir
local : São Paulo
informações com: Simone Brombay - tel: (11) 3088-2290 e-mail: comunicacaosp@ccfb.com.br


PREMIO PERSONALIDADE FRANÇA - BRASIL
O objetivo do Premio Personalidade é premiar uma personalidade de reconhecimento público, brasileira ou francesa que durante o ano tenha contribuído para as relações França - Brasil através de sua atividade, seja ela comercial, política, filantrópica, cultural, acadêmica ou esportiva.

data : a definir
horário: a definir
local : Rio de Janeiro
informações com : Márcia Ribeiro - tel: (21) 2220-1015 e-mail: diretoriarj@ccfb.com.br
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Flexibilidade latina facilita negociações em tempos de crise

Muitas vezes criticados por se prepararem apenas na última hora para negociações, os latinos têm uma habilidade que pode fazer a diferença em relação a outros povos neste momento de crise internacional: a flexibilidade.

“O latino é mais flexível. Temos a característica de falar muito, mas somos muito mais flexíveis em situações de impasse em relação a europeus, americanos e asiáticos”, afirma José Roberto Ribeiro do Valle, sócio gerente da Scotwork Brasil, que participou nesta quarta-feira (08/04) do comitê estratégico de Diretores Comerciais da Amcham-São Paulo.
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Felsberg e Associados obtém licenças para Turkish Airlines voar ao Brasil

No domingo, 5 de abril de 2009, uma das aeronaves A340-300 da Turkish Airlines, com capacidade para 280 passageiros, pousará no Aeroporto Internacional de Guarulhos em São Paulo, Brasil, após o vôo inaugural de aproximadamente 15 horas entre Istambul e São Paulo, via Dakar. Referida aeronave deverá decolar nesse mesmo dia às 23:45 hs para o vôo de retorno à Turquia. O vôo tem sido por muito tempo aguardado pelas comunidades turcas, africanas e brasileiras e reduzirá significativamente o tempo de uma viagem da América do Sul para a Europa Oriental, o Oriente Médio e a Ásia, além de representar uma linha direta com a África Ocidental, que 33 anos antes entrou para a história mundial da aviação ao integrar o primeiro vôo comercial do Concorde...

Fundada em 1933, a Turkish Airlines é hoje uma empresa com ações listadas em bolsa, possui uma frota de 102 aeronaves, transporta quase 20 milhões de passageiros todo ano e é membro da Star Alliance (que também tem a companhia aérea brasileira TAM como membro).

A equipe no Felsberg e Associados que assessora a Turkish Airlines é liderada pelo Sócio Neil Montgomery e inclui os seguintes advogados associados: André de Melo Ribeiro (trabalhista), Carolina Guacelli e Melissa Machado Giesbrecht (imigração), Evy Cynthia Marques e Vivian Tito Rudge (societário e regulatório), Luis Alexandre Barbosa (tributário) e Wagner Botelha (imobiliário).

Alfredo e Thomaz Malan d'Angrogne, sócios da firma de consultoria PB & M Consultoria Aeronáutica, foram responsáveis pela assessoria técnico-aeronáutica. Masami Kono, sócio da Mkono Consultores, tem assessorado a Turkish Airlines em assuntos contábeis e alfandegários.

Informações adicionais sobre a abertura no Brasil de filiais e escritórios de representação de companhias aéreas estrangeiras e demais assuntos de direito aeronáutico podem ser obtidas diretamente do Sócio Neil Montgomery em neilmontgomery@felsberg.com.br - tel. dir. + 55 11 3141 3669 - fax + 55 11 3141 9150.



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Simpósio Lusofônico acontece em Fortaleza na próxima semana

Durante três dias a cultura portuguesa e a brasileira irão cruzar-se em Fortaleza, na segunda edição do Simpósio Lusofônico.

Da Redação

Fortaleza - A capital cearense recebe na próxima terça-feira, dia 14, o II Simpósio Lusofônico, evento que reunirá palestras, debates, mesa redonda e exibição de filmes com temas relacionados às culturas lusa e brasileira. Os encontros serão realizados no auditório da Câmara Municipal de Fortaleza, no Sesc Iracema e no Teatro Emiliano Queiroz, informou a Câmara Brasil Portugal no Ceará...

A abertura do simpósio terá início às 9h de terça-feira e será conduzida pelo vereador de Fortaleza Acrísio Sena. A abertura dos trabalhos será realizada pelo presidente da Academia Lavrense de Letras, Dimas Macedo, e pelo cônsul honorário de Portugal em Fortaleza, Francisco Neto Brandão.

Ao longo dos três dias de programação do II Simpósio Lusofônico, vários temas serão abordados. Dentre eles estão o papel da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), a literatura de cordel do Cariri cearense, o Realismo do Século XIX em Portugal, entre outros.

No final do evento, haverá ainda uma comemoração alusiva aos 35 anos da Revolução dos Cravos, realizada no Plenário da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará. Para obter mais informações sobre o II Simpósio Lusofônico, poderá utilizar o telefone (85) 9937.6410.


Fonte: Portugal Digital





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Encontro Internacional rende bons negócios para empreendedores

Sorrisos no rosto e muitos apertos de mãos. Foi isso que mais se viu no primeiro dia do Encontro Internacional de Negócios do Nordeste, realizado em Fortaleza, no Sebrae. De um lado, os 160 micros e pequenos empreendedores das áreas de confecção, alimentos, decoração, artesanato e móveis comemoram as boas vendas. Do outro, os compradores do Brasil e de mais 14 países mostram satisfação com os negócios realizados. Para o artesão Cícero Caetano, que representa uma associação que fabrica peças sacras sediada em Juazeiro do Nordeste, o evento já valeu só pelo primeiro dia.
"As vendas foram excelentes. Ainda estou somando quanto vendi, mas já posso dizer que superou a expectativa de vender 40% das peças. E ainda tem amanhã", lembra ele, fazendo referência ao dia de hoje, último dia da feira...

O mesmo entusiasmo também se refletiu nas vendas de Marilene Marques, empreendedora da Associação de Rendeiras Bilro de Ouro, de São Luís. "Me surpreendi por que hoje eu fechei negócio com um cearense. Achei até estranho já que Fortaleza é a terra da renda e eu tomei a clientela do povo daqui. Fora isso, hoje (ontem) eu vendi para um grupo de africanos, quatro mil peças por mês", comenta a artesã, mostrando as blusas que comercializou.
O gerente de compras da empresa carioca Espaço Mix Decorações, Chamoun Aziz, veio à feira pela segunda vez. Nesta oportunidade, ele está disposto a gastar até R$ 50 mil em compras. "Os produtos daqui corresponderam a minha expectativa. Já comprei bandejas, jogos americanos, cesteiras e sandálias. Próximo ano com certeza eu volto", garante o empresário.

Na avaliação da articuladora da unidade de acesso a mercados do Sebrae Ceará, Mônica Tomé, muitas negociações que tiveram início ontem serão finalizadas hoje. "Ainda não tive acesso aos números, mas estamos vendo todos muito satisfeitos. Tenho certeza que vamos cumprir nossa meta de fechar R$ 30 milhões em negócios, mas podemos até superá-la", projeta. Ainda na programação de ontem foi criada uma câmara que vai gerar parcerias comerciais entre Brasil e Cabo Verde. "Nossa principal meta é levar o Ceará à liderança nacional nas exportações para aquele país", destaca a vice-presidente do órgão, Ruby Araújo.

O presidente do Conselho das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, Rômulo Alexandre Soares, comenta que a redução das desigualdades regionais no Brasil tem vindo a promover uma maior inserção dos estados do Nordeste do Brasil no comércio internacional, sobretudo com África, dada a proximidade geográfica, tendo de citar como exemplo, o Ceará, que possui hoje um fluxo privilegiado de comércio com Cabo Verde.

O Conselho das Câmaras é realizador juntamente com a Câmara Brasil Portugal no Ceará, o Governo do Estado e a CPLP como co-realizadora, do V Encontro Empresarial de Negócios na Língua Portuguesa, que acontecerá durante os dias 28 e 29 de setembro, no Centro de Convenções, em Fortaleza, Ceará.

Fonte: Jornal O Povo





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Rodada de negócios com empresários do estado alemão de Baden-Württemberg

06 de maio de 2009 em São Paulo

Rodada de negócios com seletos empresários do estado alemão de Baden-Württemberg a ser realizada em 06 de maio de 2009 em São Paulo, sob a liderança do Senhor Richard Drautz, Secretário da Economia do estado de Baden-Württemberg

As peculiaridades que colocam o estado de Baden-Württemberg em reconhecimento mundial são sem dúvida do conhecimento de todos. Inúmeras são as razões para a intensificação do intercâmbio comercial e tecnológico entre o Brasil e este estado. De um lado temos a internacionalmente reconhecida excelência alemã, que vem a se complementar com uma significativa demanda gerada pelo extenso processo de inovação no Brasil...
Em meio a esta sinergia de interesses, empresas alemãs estarão reunidas nesta rodada de negócios onde encontros individuais e pré-agendados serão realizados com empresários brasileiros interessados em uma futura parceria comercial. Neste sentido, convidamos todos os interessados a conhecer brevemente o perfil detalhado de cada empresa alemã e se seus objetivos comerciais.

Caso a sua empresa se enquadre nos interesses e propostas dos participantes alemães, solicitamos entrar em contato clicando no link do perfil da empresa de seu interesse na lista abaixo, ou com o Departamento de Comércio Exterior da Câmara Brasil-Alemanha pelo telefone (11) 5187-5110 ou e-mail comex@ahkbrasil.com, por meio do qual poderá ser coordenada a sua participação neste evento.
A Câmara Brasil-Alemanha acredita que esta iniciativa é uma ferramenta eficaz que permite às empresas brasileiras um acesso diferenciado às empresas alemãs. Realiza-se uma aproximação assistida direta e pessoal, garantindo desta forma o estabelecimento de contatos confiáveis e de longo prazo os quais dispensam, em um primeiro momento, a necessidade de um deslocamento para a Alemanha.



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Doing Business in Brazil - SWISSCAM

Uma versão atualizada do guia Doing Business in Brazil acaba de ser publicada no website da SWISSCAM. Clique aqui para ler.

A publicação, que foi elaborada pelos participantes do Comitê Jurídico, reúne as principais informações para estrangeiros que querem fazer negócios no Brasil.

Agradecemos a todos os autores que colaboraram com este trabalho



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Embraer participa de feira na Alemanha

A Embraer marcou presença na AERO Friedrichshafen 2009, realizada no início deste mês, em Friedrichshafen, sul da Alemanha. A fabricante brasileira levou ao evento o seu portifólio de jatos executivos, que teve como destaque o Legacy 600.

Segundo a companhia, o mercado de aviação local é bastante atraente e um dos mais ativos do continente europeu. “A excelente aceitação dos jatos executivos da Embraer na Alemanha e na região central da Europa demonstra o desempenho superior e o conforto das nossas aeronaves”, afirmou o diretor de marketing e vendas para a Europa, África e Oriente Médio, Colin Steven...

O jato Legacy 600 começou a operar em 2002 e representa a entrada da fabricante no mercado de jatos executivos. Desde então, a empresa tem reforçado seu comprometimento em oferecer aos clientes soluções completas por meio da expansão do portifólio, que atualmente inclui os jatos Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500 e Lineage 1000.


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Trader. Afinal, quem é esta figura?

Longe de querer desenrolar um rosário, o que não será nada fácil ou, mesmo querer apresentar um mestrado sobre esta figura tão conhecida no mundo do Comércio Exterior, afinal, tanto já se escreveu sobre ela, prefiro me manter dentro de uma órbita mais informal. É claro que quando digo mais informal, estou me referindo a uma definição voltada ao âmbito empresarial, que é a área de atuação e, menos no ambiente acadêmico, mesmo porque, não acredito que existam instituições de ensino, sejam elas superiores ou técnicas, que tenham por objetivo, a formação deste tipo de profissional. Na verdade, um trader não se forma nas salas de aula... As faculdades e universidades preparam a base, onde este profissional se sustentará e, a partir de então, iniciará o desenvolvimento de sua carreira no mundo dos negócios. Mas, sua verdadeira formação, só acontecerá com o tempo, ao longo dos erros, acertos e das oportunidades que ele vivenciará todos os dias, tão logo inserido no mercado de trabalho. As instituições de ensino lhe emprestarão um conhecimento sobre a legislação pertinente e sobre o gerenciamento dos negócios. Entretanto, a essência deste conhecimento será alcançada com o tempo. Só o dia a dia, as batalhas enfrentadas face to face com os clientes, o mercado e a concorrência poderão amalgamar neste profissional a experiência e a capacidade em lidar com os reveses da profissão. Por isso, afastemo-nos do ambiente acadêmico, mesmo porque, trata-se de um assunto que sempre gera polêmica e, este não é o objetivo, pelo menos deste texto. Compete, às instituições de ensino, julgar aquilo que estão transmitindo aos seus alunos. Aplicando uma tradução bem objetiva ao termo, trader significa vendedor, mas, para diferenciá-lo do outro vendedor que atua no mercado interno, vamos emprestar um pouco de glamour e status à função e, passemos a considerá-lo também como um negociador. Ainda que sua obrigação, seja, basicamente, a mesma de seu par nacional, quer dizer, vender. No entanto, seria uma injustiça muito grande de minha parte, se eu me limitasse a afirmar que a única diferença, entre os dois, está na área de atuação. Enquanto um vende no mercado interno, o outro atua no exterior. Por isso vamos aos detalhes. A primeira diferença entre os dois profissionais, já está na própria formação acadêmica. Do vendedor interno, espera-se, pelo menos, uma formação em administração, já do trader ou negociador, demanda-se uma formação, também em administração, mas, com ênfase em Comércio Exterior. Não que isso seja uma regra inflexível, existem excelentes traders formados em economia, em engenharia e até em direito. Muitas são as variáveis que podem fazer com que esta regra caminhe para o campo das exceções. Entretanto, como o campo das exceções é repleto de variáveis que fogem ao controle, é melhor permanecermos no âmbito das regras. A segunda diferença entre os profissionais, está nos idiomas que falam. Enquanto se espera que o vendedor de mercado interno, domine, satisfatoriamente, pelo menos, o português, do trader, além do português, exige-se também uma segunda língua e esta segunda opção, na maioria das vezes, oscila entre o inglês e o espanhol, sendo que a primeira ainda ocupa a preferência entre a maioria das empresas. E é bastante natural que seja assim, afinal, os incoterms, os jargões comerciais, os textos das cartas de crédito e muitas outros documentos, foram convencionados em inglês e, como todos sabem, o inglês continua sendo o idioma universal. No entanto, com o aumento da participação brasileira no cenário internacional surge uma demanda, por parte do mercado de trabalho, por um profissional que dominasse mais do que o inglês. Sendo assim, atualmente, não é difícil encontrarmos traders que falam dois, três, quatro e até mais idiomas. Se, é um diferencial ou não, abstenho-me de julgar. Parto apenas do princípio que, aquilo que abunda, não atrapalha. Basicamente, os idiomas mais buscados no mercado são: inglês, espanhol, francês, alemão, japonês e chinês. Existem empresas que, por razões da localização de suas matrizes ou, do volume de negócios que desenvolvem com determinadas regiões, demandam idiomas mais específicos, como o árabe, o italiano e o russo. De qualquer maneira, com a relação apresentada, acredito que abrangemos uma parcela bastante representativa do acontece no mercado. Apenas para ressaltar, esta lista foi resultado de uma pesquisa realizada em um site de uma grande empresa de recursos humanos, sendo assim, reflete boa realidade do mercado. Por isso, uma das dicas, na hora da escolha de aprender um idioma, é verificar se estamos considerando algo que seja “da moda” ou, algo que realmente encontre eco no mercado de trabalho. Não devemos esquecer que, o aprendizado de um idioma, mesmo que não nos tornemos fluentes nele, tomará entre um ano e meio a dois, portanto, uma escolha equivocada, representará um período de mau investimento. O importante é sabermos discernir entre o que é essencial daquilo que é um desejo, um sonho, uma realização. Primeiro aquilo que é necessário e que nos permitirá abrir as portas do mercado de trabalho. Mais adiante, se tivermos tempo, disposição, recursos financeiros e, uma razão plausível, nada nos impedirá de nos dedicarmos à realização de nossos sonhos. Se fizermos o contrário, é bem provável, que passemos o resto de nossas vidas, no mundo dos sonhos. De qualquer maneira, por sermos dotados do chamado livre-arbítrio, temos o direito de escolher, se queremos primeiro, realizar os nossos sonhos e, depois, os meios para consegui-los ou, se desejamos seguir a linha normal dos acontecimentos. É a velha história, primeiro faz-se fama e, só depois, deita-se na cama. Apresentadas as diferenças básicas entre os dois profissionais e o que se demanda deles quanto à formação acadêmica e o domínio de idiomas, dedicar-nos-emos, doravante, exclusivamente à figura central do texto, o trader ou, o negociador. Um trader não nasce trader, nem tampouco é o começo ou o fim da carreira dentro da hierarquia do Comércio Exterior. A árvore genealógica da área começa, basicamente, como auxiliar de comércio exterior, seguindo como assistente, posteriormente como analista, depois trader júnior, trader, trader pleno, trader sênior, supervisor, gerente de comércio exterior e, finalmente, diretor de comércio exterior. É claro que esta linha hierárquica não é o padrão em todas as empresas, muitas usam outros termos para designar a mesma função, como por exemplo, “sales executive”, mas, as obrigações da função, não fogem à regra. Existem, aqui também, as conhecidas exceções, alguém que por uma razão ou outra, conseguiu pular algumas etapas. Não sei o quanto isso seja positivo para uma carreira, já que, em algum momento, esta pulada de etapas, irá lhe fazer alguma falta. A verdade é que, ninguém sai da faculdade, pega o passaporte, a mala e a pasta e embarca no primeiro vôo disponível rumo ao incrível mundo do Comércio Exterior. Novamente, enfatizo as exceções, talvez, uma oportunidade ou, uma situação totalmente atípica, mas, enfatizo também, que não devemos nos pautar pelas exceções. Quem pensa o contrário, pode estar criando uma ilusão a qual, vai demorar mais tempo para se tornar realidade. O trader é um componente de uma equipe, entretanto, independente da performance desta equipe, espera-se que ele sempre marque o gol. Afinal, ele é uma espécie de líbero, de atacante, e a equipe sempre acredita que lhe colocou a bola na cara do gol. Se ele chutou pra fora, a culpa é dele. Em parte, esta forma de pensar, possui certa razão, pois, se ele é o atacante do time e, sempre está na área, e sua área é o mercado externo, então, ele deve saber quais são as jogadas, os dribles e, as “manhas” dos zagueiros para nunca perder o gol. Infelizmente, nem sempre é possível fazer isso acontecer e, quando o time perde a culpa é do atacante e, quando ganha, foi por causa do trabalho de equipe. Por isso, a função primordial de um trader é criar uma equipe coesa e altamente comprometida, fazendo-a perceber que, os sucessos e os fracassos são os resultados de tudo aquilo que a equipe fez, cada qual com suas obrigações. O trader está dentro de uma empresa, rodeado de outros funcionários, mas, na maioria das vezes, ele está sozinho, ele é uma empresa dentro da empresa, seguindo as diretrizes da empresa. Sua responsabilidade é desenvolver estratégias, planejamentos, orçamentos de viagens e de feiras, políticas e campanhas comerciais, desenvolvimento de produtos, de embalagens, relatórios e previsões de vendas, programação de visitas e de pedidos, material promocional, situação dos embarques, situação dos documentos de embarque, cobrança de pagamentos do exterior, comissão do representante e muitas outras atividades. Mesmo ele tendo uma equipe que cuide de muitos dos assuntos, o seu envolvimento em cada uma das áreas é fundamental e obrigatório, porque a partir do momento em que ele entra no avião, rumo a mais uma missão, ele passa a ser a empresa lá fora. Pode parecer uma utopia que alguém conheça todas estas informações, mas, as decisões que precisam ser tomadas no exterior, baseadas justamente nestas informações, podem determinar o sucesso ou o fracasso da viagem. Clientes não gostam de perder tempo com quem não tem poder de decisão, simplesmente porque o tempo dele é muito precioso. É importante ressaltar que existem limites para este poder de decisão, e os clientes sabem disso, mas, quanto maior for este poder, maiores serão as chances do fechamento do negócio. Certa feita, após muito tentar, eu consegui, marcar uma reunião, com um daqueles clientes “difíceis”. Foram vários telefonemas à sua secretária, vários e-mails de apresentação, até que, a “fera” cedeu e me concedeu trinta minutos em minha próxima viagem. Preparei-me o melhor que pude, revisei não sei quantas vezes minha apresentação, inclusive incluindo um tempo extra para o fechamento. Por que o fechamento? Existe um erro, que é comumente cometido, pelos homens de negócio, quando preparam uma apresentação, em se esquecerem, que ela deve estar sustentada em três momentos: abertura, envolvimento e fechamento. E todas elas devem estar dentro do tempo que lhe foi concedido pelo cliente. Se você preparar uma excelente apresentação e, gastar todo o tempo apenas na fase de abertura, quando seu tempo acabar, as duas outras ficarão para uma outra oportunidade. E se a primeira impressão não causou nenhuma “boa impressão” ao cliente, pode ser que esta outra oportunidade, acabe ficando mesmo para outra oportunidade. Com o tempo que o cliente lhe concedeu, ele espera que você prenda sua atenção, apresente sua empresa como uma solução viável a algum problema que ele tenha, posteriormente o deixe interessado e, finalmente, o convença de que um pedido é o que ele precisa. É isto que o cliente quer. Que você o convença de que comprando o seu produto, ele estará resolvendo um problema dele e, não o seu, que é atingir sua cota de vendas. Por isso existem os vendedores e negociadores e os “tiradores de pedidos”. Um trader jamais pode ser um “tirador de pedido”, um trader é, antes de tudo, um negociador, um solucionador de problemas. Por isso, se sua apresentação, ficar centrada apenas na fase da abertura, quando o seu tempo acabar, basta apenas agradecer, levantar, guardar o seu material e sair pela mesma porta que você entrou, observando que aquele outro senhor que está sentado na mesma poltrona, em que você esteve, trinta minutos antes, é o seu concorrente, que fará a mesma coisa que você acabou de fazer. Espere que seja assim, porque se o cliente não lhe retornar uma ligação no prazo de uma semana, pode apostar que o seu concorrente fez a lição de casa direitinho. Assim, voltando à minha visita, chega o grande dia, sou bem recebido e, durante minha apresentação, o cliente me questiona sobre alguns detalhes os quais, não tenho como responder de imediato, garantindo-lhe que vou consultar a fábrica e que retorno o mais breve possível. Quem nunca passou por uma situação destas, ou nunca foi um trader ou, é um tremendo mentiroso. Ao final da apresentação, e, depois de algumas perguntas, algumas respondidas, outras pendentes por falta de conhecimento ou, por não ter decisão imediata, não me surpreendi, quando o cliente disse secamente que acreditava estar lidando com alguém que pudesse resolver todas as questões imediatamente, e não, ter que esperar pelas respostas, ainda mais por respostas que ainda não lhe faziam muito sentido. Por que esperar pelas respostas do Brasil? E se eu não tinha o poder de decisão e, dependia de meu gerente, por que não foi ele quem veio? De forma bastante tranqüila e educada, o cliente afirmou, que ambos havíamos perdido nossos tempos. É duro, mas é a realidade. E o pior, é voltar ao Brasil, e ouvir do gerente que, ele não acreditava que o negócio não tinha sido fechado por uma questão daquelas. Eu tinha poder de decidir. Será que tinha mesmo? Vivendo e aprendendo. Por isso, estar preparado e, muito bem preparado, antecipando todas as possíveis perguntas que possam ser feitas, não é, nenhuma frescura, é condição “sine qua non” para, pelo menos, manter a porta do cliente aberta. Saber quais são os seus limites, qual o alcance de seu poder de decisão são elementos cruciais e devem ser amplamente discutidos com seus superiores, porque, muito provavelmente, a bronca por não ter conseguido o pedido, será muito maior, do que aquela por estar “enchendo o saco dele” com tais questões. Uma das maneiras de mostrar ao cliente qual é o seu limite de decisão, é fazê-la através da própria apresentação. Desta forma, você mostra profissionalismo e, ao mesmo tempo, até onde você e o cliente podem ir, naquele primeiro encontro. Esta é uma das razões, de eu ter enfatizado que o trader é a empresa em si, quando está no exterior. Além de todo o preparo interno, o trader precisa se organizar, para receber também informações externas, precisa estar sintonizado com o que acontece no mundo e, principalmente, nos países que estão sob sua responsabilidade. Não existe nada mais desagradável, do que ouvir da boca do próprio cliente, alguma informação relacionada à concorrência, à situação do mercado ou, sobre alguma mudança na legislação que afete diretamente os seus negócios. Com o advento da internet, dizer que não teve acesso a este tipo de informação é uma desculpa muito esfarrapada. Lembre-se que quanto mais conhecimento você demonstrar sobre o mercado e suas características, antecipando inclusive algumas informações ao seu cliente, informações estas que podem ajudá-lo a tomar decisões, maior será o interesse dele em fazer negócio com você. Você estará economizando o tempo dele e ganhando preciosos pontos. E quanto mais pontos, mais próximo do pedido você fica. Sendo assim, o trader precisa saber como elaborar uma pesquisa de mercado, separando aquelas informações úteis daquelas que não lhe servem e, nem ao cliente. O negociador precisa ser também um detetive. Outra característica do trader é reconhecer oportunidades futuras em ações presentes, permitindo a ele e ao cliente, antecipar estratégias. Seria como fazer o jogo de perguntas e respostas: se eu fizer isso, o que acontece? Se o cliente comprar, o que acontece? Se ele não comprar, o que acontece? Saber antecipar ações é uma tarefa muito útil, quando falamos em concorrência. Afinal, mesmo que ela não esteja aparente, basta você realizar o primeiro pedido e pronto, você começará a receber ligações de seu cliente para comentar sobre ela. Primeiro as ligações servirão apenas para informá-lo da presença da concorrência. Em seguida, acompanhando a pressão que a concorrência fará em seu cliente, ele passará a pressioná-lo também. A regra do mercado é clara, quando você conquista um cliente, ganha de brinde, um pacote de concorrentes. Por isso, o negociador faz também o papel de vidente. Existe em volta deste profissional, certa aura de mistério, de soberba, de grandiosidade, afinal, ter a oportunidade de conhecer outros países, outras culturas, viajar, hospedar-se em diferentes hotéis é, sem sombra de dúvidas, o sonho de muitos futuros profissionais. Muitos conseguirão, outros não. Na verdade, nem tudo aquilo que se imagina sobre a vida de um trader no exterior é verdade. Nem sempre os hotéis são luxuosos, nem sempre os vôos são confortáveis e seguros, nem sempre a alimentação é saudável, nem sempre existe um serviço hospitalar próximo, nem sempre se tem companhia para jantar, muitas vezes os finais de semana são passados dentro de quartos de hotéis, mas, como se diz são os ossos do ofício. A verdade é que trata-se de uma profissão empolgante, dinâmica, muitas vezes não devidamente reconhecida financeiramente, mas, entrega àquele que a exercem, uma bagagem cultural ímpar e que, nenhuma instituição de ensino, seria capaz de suplantar. O trader para a empresa é um cumpridor de funções, para o cliente é um contador de histórias, um “trazedor de notícias”, um solucionador de problemas. O trader é aquele que, mesmo acompanhado, sempre estará sozinho, sempre dependerá dele mesmo em diversas situações. Um trader precisa ser um elemento polivalente, criativo, objetivo e empreendedor. Um trader precisa saber que os louros de suas vitórias serão divididos com outros, mas, o gosto amargo da derrota, só ele é que conhecerá. De qualquer maneira, ser trader ou, negociador, é um mérito, é um orgulho, é uma oportunidade única. Por isso, preparem-se jovens universitários, porque, este pode ser o destino de vocês.




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