5 de mar de 2009

Você sabe o que é doença holandesa?

Não precisa se preocupar, se está pensando que se trata de algum vírus novo ou, que seja alguma versão atualizada da doença da “vaca louca”. Mas, antes de explicar que “bicho” é este, deixe-me fazer uma pergunta: Você acha que é possível, um país superabundante em recursos naturais, não conseguir melhorar sua produção e riqueza? Muito bem, se você respondeu que sim, acertou. Agora, se respondeu que não, acertou também. Curioso, mas, verdadeiro. Então, como é possível? Preste atenção nesta história. Na década de 80, depois do início da exploração de petróleo no Mar do Norte, o Reino Unido se transformou de importador líquido em exportador líquido de petróleo. A taxa de câmbio da libra esterlina subiu e o preço das exportações inglesas, durante algum tempo, perdeu sua competitividade. O termo “doença holandesa” surgiu na década de 70, como forma de explicar as dificuldades, pelas quais passou o setor manufatureiro holandês, após a descoberta de gás natural. Mas, como é possível, passar por dificuldades quando se descobre uma reserva de gás natural? Acontece, que com esta descoberta, a Holanda se tornou um grande exportador deste recurso natural, logo, com o aumento das exportações, a economia holandesa passou a receber uma enxurrada de dólares, valorizando sua moeda local. Esta valorização, por sua vez, reduziu a competitividade dos outros produtos de exportação do país. Esta é a razão, porque muitos analistas, citam países pobres em recursos, como Hong Kong, Japão e Europa Ocidental e que prosperam bastante, enquanto nações ricas em recursos naturais não conseguem ir muito longe, é o caso da Nigéria, por exemplo. Outro fator que pode ser considerado negativo, em virtude desta “riqueza fácil” é o tipo de padrão de vida que ela proporciona aos cidadãos destes países. Percebe-se, claramente, que os países produtores de petróleo da região do Golfo Pérsico, disponibilizam tantas facilidades aos seus cidadãos que, aqueles que carecem de uma forte disposição para o trabalho, acabam se entregando ao ócio. A maioria das atividades é executada por imigrantes e trabalhadores com vistos temporários. Existem ainda os efeitos políticos adversos. Os grupos dominantes, alocando parte dos recursos oriundos desta riqueza, conseguem acalmar o povo, aumentando a dependência do estado através do assistencialismo exacerbado e, com isso, se mantém no poder. Os efeitos negativos de uma administração errada destes recursos podem ser tão drásticos para a economia, que o presidente de São Tomé e Príncipe (na costa ocidental da África), ao descobrir grandes reservas de petróleo em suas águas territoriais manifestou-se contrário à sua exploração. Segundo o próprio presidente, países pobres em recursos, apresentam desempenho melhor, em termos de crescimento do PIB, do que países em desenvolvimento ricos em recursos. Parece que certas profecias acabam mesmo se realizando. Em 1970, Juan Pablo Pérez, ex-ministro do petróleo da Venezuela e co-fundador da OPEP disse a seguinte frase: “Daqui a dez ou vinte anos, vocês verão, o petróleo será a nossa ruína”. É claro que o ex-ministro referia-se a todos os países produtores de petróleo. Hoje, sabemos que vários países, assentados em gigantescas reservas petrolíferas, amargam sérios percalços em suas economias. A Venezuela sofre com o desabastecimento de gêneros básicos, reduziu drasticamente os programas sociais e, praticamente, secou a fonte de financiamento, a países inadimplentes impedidos de recorrer aos recursos do FMI, caso da Argentina. Dubai, até muito pouco tempo, era o que podíamos chamar de “paraíso na terra” ou, na areia. Projetos fabulosos, que consumiriam trilhões de dólares, construções luxuosas, centros de excelência em saúde e, uma infraestrutura de causar inveja a qualquer país na face da terra, estão em stand-by. Parece que a areia está cobrindo o paraíso. Os volumosos recursos petrolíferos, que enchiam os sonhos e os bolsos dos xeiques, estão cada vez mais minguados, colocando todos os projetos de volta à prancheta. Outro caso bastante atual é o vivenciado pela Rússia. Grandes reservas de petróleo e, o preço do barril de petróleo despencando dia após dia. Não é à toa que a OPEP insiste em que seus membros reduzam a produção, como forma de tentar escassear um pouco o produto, fazendo valer a lei da demanda e da oferta. Mas, infelizmente, para eles é claro, o remédio parece não estar surtindo efeito. O mundo está em recessão ou, pelo menos, as principais economias e, por isso, a ordem do dia é reduzir gastos, cortar custos onde for possível. O petróleo usado nas indústrias e nos sistemas de calefação não pode ser cortado, mas, aquele que é transformado em combustível para mover os veículos, já é outra história. Os países correm atrás de alternativas, e uma delas é o bio-combustível e aqui, está o Brasil liderando. Provavelmente, e esperemos que assim seja, o Brasil tem todas as chances de se tornar o maior exportador deste recurso. E então, o que acontece? Uma enxurrada de dólares vai entrar em nossos cofres, valorizar nossa moeda e reduzir a competitividade dos outros produtos? Pode ser, se nossas autoridades não souberem administrar de maneira competente esta “riqueza não tão fácil” de maneira a solidificar nosso parque industrial, modernizar nossa infraestrutura aeroportuária, realizar uma profunda reforma tributária e, acima de tudo, investir pesadamente na educação de base e na educação de nível superior, na qualificação técnica e profissional deste exército de jovens que tenta ingressar no mercado de trabalho ano após ano, erradicar a pústula da corrupção e aprimorar uma mentalidade exportadora de incomparável qualidade. Não sou contrário à abertura dos mercados, não sou favorável ao protecionismo (salvo contra as operações ilegais e com viés de dumping), sou a favor de um jogo com regras equilibradas e bem claras. Por isso, nosso país, poderá estar vivendo, muito em breve, momentos gloriosos em sua economia e, ao contrário do que estão propondo hoje, muitos países, no tocante ao protecionismo, o Brasil poderá manter suas portas sempre abertas, porque nossa capacidade, nossa criatividade e os investimentos pesados nos quesitos mencionados, serão como uma tríplice vacina contra qualquer tipo de doença, seja ela holandesa, alemã, italiana, americana, chinesa ou até marciana.

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DECRETO Nº 54.007, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2009

DECRETO Nº 54.007,
DE 12 DE FEVEREIRO DE 2009

Introduz alterações no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS e dá outras providências
JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o disposto nos artigos 8º e 59 da Lei 6.374, de 1º de março de 1989, Decreta:
Artigo 1º - Fica acrescentado o artigo 29 nas Disposições Transitórias do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490, de 30 de novembro de 2000, com a seguinte redação:
“Artigo 29 - Fica diferido o pagamento do imposto incidente nas operações internas com:
I - bens destinados a integração ao ativo imobilizado,
II - mercadorias a serem utilizadas como insumo em processo produtivo de mercadoria destinada a exportação.
§ 1º - O disposto no caput se aplica apenas quando o estabelecimento destinatário do bem ou da mercadoria for industrial, observado a relação de setores beneficiados e disciplina a serem estabalecidos pela Secretaria da Fazenda.
§ 2º - O pagamento do imposto diferido nos termos do “caput” deverá ser efetuado por ocasião da saída dos produtos resultantes da industrialização,
observado o disposto no artigo 430.
§ 3º - O disposto neste artigo aplica-se a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2009.”.
Artigo 2º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º de março de 2009.
Palácio dos Bandeirantes, 12 de fevereiro de 2009
JOSÉ SERRA
Mauro Ricardo Machado Costa
Secretário da Fazenda
Francisco Vidal Luna
Secretário de Economia e Planejamento
Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho
Secretário de Desenvolvimento
Aloysio Nunes Ferreira Filho
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicado na Casa Civil, aos 12 de fevereiro de 2009.


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Prorrogação de benefícios fiscais de ICMS

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), preocupada com a competitividade da indústria paulista agravada pelos impactos da crise mundial, informa que o Governo paulista publicou o Decreto 54.006 em 13/02/2009, prorrogando os benefícios fiscais de ICMS relacionados no Decreto 53.811/2008 (Primavera Tributária) até 31 de dezembro de 2009.

A partir desta data (31/12/2009), a manutenção dos incentivos ficará condicionada à apresentação e aprovação de Programa de Desenvolvimento por parte dos setores têxtil, ferroviário, atacadista de couro, vinho, perfumes, cosméticos, higiene pessoal, instrumentos musicais, brinquedos, alimentos e Telecom/Call Center.

É de se ver que a adoção destas medidas certamente reduzirá os efeitos do agravamento da crise mundial, com a criação de um cenário econômico mais favorável às indústrias paulistas, auxiliando-as na manutenção de suas atividades, na geração de riqueza e na criação de novos postos de trabalho.

Departamento Jurídico/Fiesp

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Pacote anticrise de SP contempla propostas da Fiesp e do Ciesp

Agência Indusnet Fiesp
Skaf elogia pacote de R$ 20,6 bi para manter nível de emprego, mas cobra redução da Selic e do spread bancário para atenuar crise

A atual redução da alíquota de ICMS de 18% para 12%, cujo término estava previsto para junho deste ano, será prorrogada até dezembro. Já a compra de máquinas, equipamentos e insumos utilizados na fabricação de produtos para a exportação, o chamado ‘Drawback Paulista’, também estará livre do tributo estadual até o final de 2009.

As medidas propostas pela Fiesp e o Ciesp foram levadas ao governo do estado de São Paulo e incluídas no pacote de investimentos públicos e incentivos à manutenção da atividade econômica, anunciado nesta quinta-feira (12) pelo governador José Serra, no Palácio dos Bandeirantes. “Nosso objetivo é assegurar o nível de emprego e ampliá-lo”, afirmou.

Na avaliação de Paulo Skaf, presidente da Fiesp/Ciesp, o programa é positivo para movimentar a economia paulista, mas deve ser complementado por ações mais rápidas do governo federal. “A somatória dessas medidas com as já tomadas pelo governo federal são positivas. Ajudam, mas não resolvem”, considerou.

Segundo Skaf, há necessidade de derrubar a taxa básica de juros (Selic) a 8% ao ano e reduzir o spread bancário como ações emergenciais para conter o avanço da crise no País.

O líder empresarial propôs a criação de um grupo de trabalho entre entidades representativas do setor privado e o governo estadual para elaboração de ações de combate à crise nas áreas fiscal e monetária que serão levadas à esfera federal.

“Temos que nos unir e exigir a redução da Selic e do spread bancário e que o Copom se reúna a cada semana e não a cada 45 dias num momento especial como este”, sugeriu Skaf.

O governador destacou a necessidade do diálogo e elogiou a participação das entidades empresariais no debate econômico. “Temos tido muito boa parceria com as entidades empresariais. Eu queira aqui fazer um reconhecimento público a elas, através da pessoa do Paulo Skaf. Nem sempre estamos totalmente de acordo quanto a cada um dos passos, mas estamos sempre conversando e procurando o entendimento”, ressaltou Serra.

Empregos

O pacote do governo do estado prevê investimentos de R$ 20,6 bilhões de recursos públicos na ampliação e manutenção de linhas do Metrô e da CPTM (R$ 4 bilhões), transportes (R$ 5 bilhões), saneamento (R$ 2,5 bilhões), habitação (R$1,6 bilhões), educação (R$ 807 milhões), segurança (R$ 1.029 milhões) e outras áreas (5,3 bilhões).

A expectativa é movimentar 858 mil postos de trabalhos diretos e indiretos, 250 mil a mais que as 630 mil vagas criadas em 2008, ao custo de R$ 15 bilhões.

Micro e pequenas

Às micro e pequenas empresas tomadoras de crédito foi destinado o Programa ME Competitiva. Com ele, metade dos juros cobrados por empréstimos será subsidiada pelo governo paulista.

Compras governamentais de até R$ 80 mil serão exclusivamente feitas de micro e pequenas empresas, que a partir de abril contarão com R$ 1 bilhão em recursos da recém-criada agência de fomento Nossa Caixa Desenvolvimento para financiar investimentos e capital de giro.

A contrapartida exigida para obtenção de crédito pelo Fundo de Aval Estadual será suspensa. Assim, não será necessário apresentar máquinas, imóveis ou qualquer outro bem como garantia.

O presidente da Fiesp/Ciesp considerou a medida fundamental para o funcionamento das empresas de menor porte num momento em que há restrição de crédito.

Nivaldo Souza,

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Governo paulista atende pedido da Fiesp e desonera produtos voltados à exportação

Agência Indusnet Fiesp
Agora o governo irá regulamentar as formas de utilização desses benefícios

O governo do estado de São Paulo instituiu um diferimento para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) incidente nas operações internas de bens voltados à integração ao ativo imobilizado e de insumos utilizados no processo produtivo de mercadorias destinadas a exportação (drawback paulista), visando incentivar o setor industrial.

A iniciativa, formalizada com a publicação no Decreto 54.007/08 no Diário Oficial do Estado de 13/02/2009, representa mais uma vitória da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na busca por saídas para reduzir os impactos da crise econômica mundial.

A fim de proporcionar condições de crescimento e geração de novos postos de trabalho e renda para a população, a entidade apresentou recentemente ao governo paulista uma proposta na qual pedia a desoneração da cadeia exportadora, bem como dos investimentos em bens de capital, possibilitando um incremento na produção do setor industrial.

O governo agora regulamentará as formas de utilização desses benefícios.


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MBE em Comércio Exterior

A Funcex e a ECEX/UFRJ montaram uma parceria e irão, a partir deste ano, oferecer também nas dependências da Funcex no Rio de Janeiro o curso de pós Graduação em Comércio Exterior.
A tradição em pesquisa e a expertise em consultoria técnica da FUNCEX juntam-se agora à larga e bem sucedida experiência da ECEX/UFRJ na área de ensino superior, para promover esta parceria que tem como objetivo a capacitação de profissionais que militam na área de comércio exterior.
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PROGRAMA DE FORMAÇÃO BÁSICA EM COMÉRCIO EXTERIOR 2009

FUNCEX
Desenvolvido em parceria pelo Centro Internacional de Negócios - CIN e pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior - Funcex, o PROGRAMA DE FORMAÇÃO BÁSICA EM COMÉRCIO EXTERIOR 2009 tem enfoque eminentemente prático e é dividido em 11 módulos, que são ministrados na sede da FIRJAN e têm como objetivo fornecer aos participantes os instrumentos necessários para iniciar e/ou incrementar as exportações e importações, assim como os procedimentos relacionados ao gerenciamento das atividades administrativas e financeiras de uma operação de comércio exterior.

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Dutcham Projects

YEARBOOK 2009-2010
Introduction
Dutcham´s Yearbook is a practical guide, written in the English language, consulted by executives in Brazil and in the Netherlands during a year/a year and a half, containing information such as:
· Addresses of associated companies and their profiles.

· Useful and specific information obtained with the help of specialist sources.

· Information regarding international trade-fairs and their organizers.

· Trade statistics and other interesting and relevant data.

· Listings of useful addresses, web-sites and other sources for desk-research.

· Information about Dutcham activities.

· Information about service products as offered by Dutcham.
It is distributed among member companies and relevant parties in Brazil and in the Netherlands.

KOMPAS GUIDE

Dutch Brazilian Chamber of Commerce launches a new book under the title “Kompas”, which deals with specific subjects about Brazil as of interest to Dutch investors.

The technical quality of its contents is guaranteed by the editorial contribution of specialists among the companies within the Chambers´ membership, following a final redaction and translation into the Dutch language under the Chambers´ coordination.

The expenses of production and free distribution in the Netherlands are covered by sponsorships in the form of advertisements.

This initiative and its formula has proved to be extremely successful, as demonstrated by the large interest on the side of Dutch entrepreneurs, as well as measured through the feedback to the sponsors and public entities.

Dutch government and its diplomatic network also helps in distribution, which on the whole takes place through channels such as the Dutch Embassy, Consulates, members of Dutcham in The Netherlands and Brazil, sponsors and advertisers.


Those interested in receiving a copy can contact the Chamber.

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Copenhagen – international event capital of 2009

2009 is the largest international event year for Copenhagen. These huge events, as well as increased focus on congresses, conventions and branding is Wonderful Copenhagen’s main strategy to keep thousands of tourists coming to the Danish capital in 2009/10.

Huge international events will attract thousands to the city in times of financial crisis. Wonderful Copenhagen sees these events as an investment in the future.

The international interest in Copenhagen that will arise due to the events in 2009 will be used as a jumping-off point to further develop tourism in Copenhagen. We are therefore currently making plans for the events and congresses we wish to attract to Copenhagen over the next 5-10 years, which will create a foundation for growth in the city’s experience-economy.

Events that will bring eyes on Copenhagen
In 2009 more than 100.000 people are expected in Copenhagen, in relation to the major and minor events the city has attracted. On top of this a huge number of journalists will cover the events.

United Nations Climate Change Conference (COP15) takes place from December 7th-18th. Copenhagen is developing into the environmental capital of Europe. Not only is the city leading on the environmental field, but Copenhageners are also among the most environmentally conscious citizens in the world. We protect our drinking water, buy increasing quantities of ecological food products and we can swim or go fishing in The Copenhagen Harbour. More of the cities hotels also have an ecological profile and the City Council is thinking green. A grand green vision has been made to become the Eco-Metropole of the World, which among others includes making Copenhagen the world’s best city for cyclists. Leading up to COP15 whole Copenhagen will go green, meaning that a large number of events will be held to focus on the topic leading up to the actual Climate Conference.

World Outgames 2009 features a multi-sport event, a cultural programme and a human rights conference, which will be held in Copenhagen from 25th of July – 2nd of August. The World Outgames, also referred to as the gay, lesbian, bisexual and transgender Olympics, is one of the greatest sports and culture events on Danish ground ever, involving more than 8000 participants.

All eyes will be on Copenhagen when the winner of the Olympic Games 2016 will be announced as part of the IOC Session and Congress from October 1st-9th. The candidates are Rio de Janeiro, Chicago, Tokyo and Madrid – and both royalties, celebrities, Head of States and Presidents are expected in Copenhagen to witness the announcement of the winner.

In the recent years Wonderful Copenhagen has made international sports events part of its main business strategy. Besides the World Outgames, IOC session and congress, several other sports events like the Taekwondo World Championships will be held in Copenhagen in 2009. In fact more than 30 international sports events are held throughout the year in Denmark, which has made the Danish Ministry of Culture name 2009 as “The Danish Year of Sports”.

Meetings and congresses on the agenda
Business travelers and convention delegates make up more than 50 pct. of the total bed nights in the Copenhagen Region. Copenhagen has been among the top 10 convention cities in the world for years, but increasing competition has made us fall behind. As a result Wonderful Copenhagen and a number of other businesses, with support from the Capital Region, the Danish State and City Council, have commenced a project, called MeetDenmark. The main focus is to attract more international congresses and conventions to Copenhagen. The goal is to double the number of international congresses and conventions over the next years.

A larger number of congress and hotel facilities are opening this year, to help realize this goal. All in all 4000 new hotel rooms are set to be added to the city’s current hotel capacity. In June Cabinn Metro will open in Ørestad, designed by the famous architect Daniel Liebskind and Wake-up Copenhagen will follow on the Arp. Hansen Congress site on Kalvebod Brygge to mention a few.

At the same time the supply of among other world class concert facilities will increase the capacity and will bring new opportunities to Copenhagen. In January this year the world renowned international concert venue, DR Koncerthuset, opened in Ørestaden. DR Koncerthuset is designed by French architect Jean Nouvel together with Japanese acoustic engineer Yasuhisa Toyota. It has been called one the world best musical scenes already, and will open an array of musical opportunities for Copenhagen.

Copenhagen with one brand
Copenhagen is seen as Scandinavia’s most international city. The capital is often admired for its quality of life and has become the “must see” city in 2008, after Monocle Magazine crowned Copenhagen the “most livable city” in the world.

Copenhagen needs a strong common brand, so the many businesses and organizations, who on a daily basis tell the story about Copenhagen as an international city, do it with one voice. Therefore a brand project was launched in the end of 2008. The new brand unifies the city’s communication and message to the rest of the world will be a huge part of the Copenhagen’s communication in 2009.

Copenhagen to lead the way
Events, congresses, conventions and good branding will ensure to future-proof the tourism in Copenhagen through the current financial crisis, that worldwide leads to dropping tourist figures.

Wonderful Copenhagen continues to work very hard and is well on the way with actual initiatives,that will ensure its position as Scandinavia’s international Capital over the next many years.

By Lars Bernhard Jørgensen, Managing Director, Wonderful Copenhagen

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O Porto de Ghent e as Oportunidades de Negócios para as Empresas Brasileiras

O Porto de Ghent e as Oportunidades de Negócios para as Empresas Brasileiras
(Café da Manhã e Palestra).

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Árabes e sul-americanos discutem a crise

Agência de Notícias Brasil-Árabe
A turbulência financeira internacional foi o assunto central de reunião de chanceleres realizada ontem no Cairo. Foi um encontro preparatório para a 2ª Cúpula América do Sul-Países Árabes.

Randa Achmawi/ANBA Randa Achmawi/ANBA

Participantes debateram ações conjuntas entre os países
Cairo – Ministros e vice-ministros dos países árabes e sul-americanos participaram ontem (04), na sede da Liga Árabe, no Cairo, de reunião preparatória para a 2ª Cúpula América do Sul-Países Árabes (Aspa), que vai ocorrer nos dias 31 de março e 01 de abril em Doha, no Catar. A crise financeira mundial e a importância da adoção de mecanismos conjuntos entre as nações das duas regiões foram os assuntos predominantes nas discussões. Todos os participantes abordaram o tema e tentaram lançar idéias para combater os efeitos da turbulência internacional.

O chanceler brasileiro, Celso Amorim, reafirmou a necessidade de criação de mecanismos birregionais de enfrentamento da crise financeira, conforme ele antecipou em entrevista exclusiva à ANBA publicada ontem. “É importante que os ministros das Finanças dos dois grupos possam desenvolver mecanismos conjuntos sólidos para proteger nosso comércio da crise e fazer com que nossos países sofram menos suas conseqüências”, declarou. Ele reiterou a idéia de se criar um fundo de investimentos bancado por nações das duas regiões.

O chanceler argentino, Jorge Taiana, falou sobre estratégias pelas quais os países da Aspa devem buscar enfrentar a crise. “Fomos vítimas de uma crise originada nos países mais desenvolvidos que exige não somente uma reforma da arquitetura financeira internacional, mas, sobretudo, uma reformulação das relações entre os estados. No caso do nosso grupo, isso implica no aumento da cooperação Sul-Sul e o aproveitamento de nossas vantagens comparativas”, disse.

Para ele, é imperativa a coordenação de esforços em três áreas: realização de políticas fiscais e monetárias orientadas a fortalecer a demanda mundial; transformação dos organismos multilaterais de crédito; e negociações que corrijam os desequilíbrios do comércio internacional. Propostas como essas vêm sendo discutidas no âmbito do G-20, grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo, desenvolvidas e em desenvolvimento.

“Sustentamos a necessidade de uma nova arquitetura financeira internacional que conte com mais atores e que favoreça o crédito para o desenvolvimento, em especial para as obras de infraestrutura, que terão impacto positivo sobre o nível de atividade [econômica], a criação de empregos e a capacidade exportadora de nossos países”, afirmou Taiana.

“Ao mesmo tempo será necessário assegurar a flexibilidade adequada para que os países em desenvolvimento possam executar suas políticas de diversificação e expansão produtiva e, dessa maneira, contribuir positivamente para o crescimento da produção e da demanda mundial”, acrescentou.

Para Taiana, é necessário também seguir buscando novas possibilidades para ampliar e diversificar o comércio inter-regional através de um esforço dos países dos dois grupos para facilitar o comércio de bens agrícolas e industriais. “Seria necessário também intensificar a cooperação técnica em diferentes campos, como o do processamento de alimentos e o da investigação na área de novas fontes de energia, o que permitiria agregar valor e qualidade aos nossos produtos”, disse.

Os ministros também debateram a necessidade de não limitar o contato entre os dois blocos às reuniões entre ministros ou altos funcionários dos governos. “Necessitamos estabelecer um fórum de diálogo que permita o encontro entre políticos, empresários, pesquisadores, escritores, poetas, arquitetos, pintores, organizações não governamentais, enfim, representantes da sociedade civil”, declarou o chanceler do Bahrein, Khalid Bin Ahmed Mohamed Al Khalifa. Ele fez seu discurso em espanhol e foi bastante aplaudido pelos participantes.

Os chanceleres ainda discutiram itens não totalmente definidos da declaração que será adotada em Doha. “O documento deverá ainda ser revisado por altos funcionários das duas regiões às vésperas da reunião de chefes de estado”, afirmou o chefe do departamento da América Latina da Liga Árabe, Ibrahim Mohieldin. “Mas são apenas pequenos detalhes, pois a declaração já está praticamente definida. Ela compreende nove grandes seções onde se abordam todos os âmbitos de trabalho das relações entre os países da Aspa, como o econômico, político, cultural, desenvolvimento, ambiente e questões sociais”, acrescentou.

A reunião ministerial do Cairo foi concluída com a oferta do Peru para sediar a terceira Cúpula Aspa em Lima, no primeiro trimestre de 2011. A proposta teve aprovação unânime.

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Terras árabes em filme brasileiro

Agência de Notícias Brasil-Árabe
O diretor gaúcho Paulo Nascimento conclui em julho o longa-metragem 'Em Teu Nome'. O filme conta a história de um estudante, exilado político brasileiro, que viveu na Argélia na década de 70.
Isaura Daniel isaura.daniel@anba.com.br

Brasileira espera filho durante exílio na Argélia
São Paulo – Era a década de 70. Um casal de jovens brasileiros, Boni e Cecília, e seu filho pequeno estão na Argélia. Ali eles são exilados políticos. A casa na qual vivem é boa, mas as informações sobre o Brasil quase não chegam. A moça, grávida, tenta adaptar seu jeito de mulher ocidental aos costumes de um país muçulmano. Esse cotidiano faz parte do filme “Em Teu Nome”, do diretor gaúcho Paulo Nascimento, que deve estar pronto até julho.

O longa-metragem, cujas filmagens já foram realizadas, retrata a história de um estudante de engenharia que se envolve na luta armada nos anos 70, no Brasil, e que depois de preso acaba exilado. O roteiro, porém, não tem como foco a ditadura. “É mais uma história de amor em tempos difíceis do que uma história política”, diz Nascimento. A namorada do estudante o segue em seus exílios, que passam pelo Chile, Argélia, França.

O estudante é um rapaz pobre, filho de açougueiro, que conseguiu entrar na universidade. No colégio participou do movimento estudantil e na universidade não teve como não se envolver com a luta armada. Foi pego durante um assalto para angariar fundos para o movimento, mas depois teve a liberdade concedida, junto com outros presos, em troca da libertação de um embaixador. Ali começou o exílio. E a história de amor.

Filmagens foram feitas em locais urbanos do Marrocos
O filme é baseado em uma história real. A filmagem, porém, da passagem pela Argélia, foi feita no Marrocos, com a ajuda de um produtor inglês. De acordo com Nascimento, a equipe já estava filmando na França e não pôde aguardar uma data a ser indicada pelos argelinos, como pedia a embaixada, que tardou na resposta. Por isso a alternativa foi gravar em Casablanca. As cenas foram feitas em locais neutros, urbanos.

Nascimento diz que ficou surpreso com o que viu no Marrocos. “Me senti mal quando cheguei lá pela minha ignorância sobre a região”, afirma o diretor. Nascimento tinha a informação de que o Marrocos era o mais aberto dos países, entre os árabes, e com pouquíssimos dados além desse, desembarcou no país. “Me senti despreparado”. Mesmo assim, achou irresistíveis os atrativos das medinas, como os tapetes, as caixinhas. “Dá vontade de comprar tudo”, diz Nascimento.

O filme, o diretor

Paulo Nascimento já fez três longas-metragens
O filme “Em Teu Nome” deve ficar pronto em julho deste ano. Dali até o primeiro semestre do ano que vem vai concorrer em festivais internacionais. Uma das metas é inserir a produção no Festival de Marrakesh. No segundo semestre de 2010, será passado em circuito comercial, no Brasil e exterior, de acordo com a receptividade que encontrar nos festivais. Nos papéis principais estão os atores Leonardo Machado e Fernanda Moro.

Paulo Nascimento, à frente da Accorde Filmes, tem três longas metragens filmados: Diário de um Novo Mundo, Valsa para Bruno Stein e A Casa Verde, que é infantil e será lançado em julho deste ano. Ele também dirigiu curtas, minisséries e fez mais de 100 filmes publicitários, videoclipes e DVDs, entre eles Ney Matogrosso Interpreta Cartola e Chitãozinho e Xororó em Garibaldi. Nascimento é natural da cidade de Gramado.

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Câmara lança manual de árabe para brasileiros

Agência de Notícias Brasil-Árabe
Livro acompanhado de CDs com noções elementares do idioma foi escrito pelo vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, Helmi Nasr, fundador do curso de árabe da USP.
Alexandre Rocha
São Paulo – A Câmara de Comércio Árabe Brasileira está relançando o livro “Lições elementares da língua árabe para os que não a falam”, manual básico do idioma escrito pelo vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, professor Helmi Nasr. Egípcio naturalizado brasileiro, ele foi fundador do curso de árabe da Universidade de São Paulo (USP) e vive no Brasil há 46 anos.

Professor Helmi usou a mesma técnica que aplicava aos alunos
“O livro serve para situações cotidianas. Para quem vai viajar, por exemplo, ele contém as palavras para se manter uma conversação, cumprimentar alguém, comprar ou vender alguma coisa”, disse Nasr. O trabalho foi apresentado a jornalistas durante uma entrevista coletiva realizada ontem (08) na Câmara Árabe. "Depois eu vou aplicar um teste para todos", brincou o professor com os jornalistas.

O presidente da entidade, Antonio Sarkis Jr., declarou que o lançamento deverá ocorrer efetivamente até a próxima semana.

O manual contém palavras e expressões em português acompanhadas da tradução para o árabe em alfabeto árabe e no alfabeto fonético internacional. Acompanham o livro dois CDs com as mesmas palavras faladas em português pelo apresentador Cid Moreira, da Rede Globo, e em árabe pelo próprio Nasr. O objetivo é mostrar ao interessado a pronúncia correta.

Professor brincou que ia aplicar um teste de árabe aos jornalistas
Segundo o professor, a primeira edição do trabalho foi lançada há cerca de 30 anos, durante a gestão do então presidente da Câmara, Walid Yazigi. “Nós estávamos voltando de uma viagem à Arábia Saudita e ele [Yazigi] teve a idéia de fazermos alguma coisa para que brasileiros pudessem ter uma noção do árabe”, afirmou Nasr.

Para escrever o livro ele utilizou a mesma técnica que aplicava aos seus alunos em sala de aula. “A novidade agora é que, ao invés de fitas, ele vem com CDs”, disse o professor. O áudio original foi recuperado, remasterizado e convertido em formato digital.

De acordo com Nasr, com o crescimento das relações comerciais entre o Brasil e os países árabes houve também um aumento do número de pessoas interessadas em saber um pouco mais do idioma. E essa demanda chegou à Câmara. “Então decidimos lançar de novo”, afirmou.

Livro vem acompanhado de dois CDs


Esta é apenas uma das obras do professor. Ela já traduziu o Alcorão diretamente do árabe para o português, impresso desde 2005 no Complexo Rei Fahd, em Medina, na Arábia Saudita; lançou um dicionário árabe-português; e traduziu para o árabe o livro “Novo mundo nos Trópicos”, de Gilberto Freyre.

Seu trabalho lhe rendeu um convite, da Liga Islâmica Mundial, para integrar o conselho executivo do Encontro Internacional de Eruditos e Pensadores Muçulmanos, que é uma reunião para discussão da sociedade islâmica por parte de pensadores muçulmanos de várias partes do mundo. Nasr é o primeiro representante da América Latina.

Mais informações

Câmara de Comércio Árabe Brasileira
Departamento de Marketing
E-mail: marketing@ccab.org.br

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2ª Cúpula América do Sul-Países Árabes, no Catar

Agência de Notícias Brasil-Árabe
Inscrições para fórum de negócios vão até dia 15

Encontro empresarial vai ocorrer paralelamente à 2ª Cúpula América do Sul-Países Árabes, no Catar. Ele será voltado a setores como agronegócio, turismo, engenharia e construção, energia, entre outros.
Alexandre Rocha alexandre.rocha@anba.com.br
São Paulo – Estão abertas as inscrições para o fórum empresarial que vai ocorrer paralelamente à 2ª Cúpula América do Sul Países Árabes (Aspa), em Doha, no Catar. O encontro de negócios será realizado nos dias 29 e 30 deste mês e a reunião de chefes de estado e de governo nos dias 31 março e 01 de abril. O objetivo é aproveitar o impulso do evento diplomático para colocar frente a frente empresários dos 34 países dos dois blocos, sendo 22 árabes e 12 sul-americanos.

De acordo com o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, que acaba de voltar de viagem a Doha, onde participou de uma reunião preparatória do fórum, será realizado um seminário sobre as economias das duas regiões, com a apresentação de oportunidades de negócios, investimentos e casos de sucesso de empresas sul-americanas no mundo árabe e vice-versa.

Vão ocorrer também rodadas de negócios. Os setores selecionados para os encontros são os de agronegócio, alimentos, turismo, infraestrutura, imóveis, softwares, energias alternativas (exceto etanol), engenharia e materiais de construção. “Os setores foram escolhidos de acordo com as perspectivas de ambos os lados”, disse Alaby.

A organização do evento está a cargo da Associação dos Empresários do Catar (QBA, na sigla em inglês). No caso da América do Sul, os organizadores querem atrair 10 empresários de cada país e se comprometem a pagar as despesas de estadia e traslados. Até o último final de semana, 38 empresas árabes já haviam se inscrito para participar do fórum.

As inscrições devem ser feitas até o dia 15 junto à QBA. O formulário de inscrição deve ser baixado no site da instituição, preenchido e enviado por fax.

Na ocasião da primeira Cúpula Aspa, que ocorreu no Brasil em 2005, um fórum de negócios semelhante reuniu cerca de 500 empresários de diferentes áreas. A organização foi da Câmara Árabe Brasileira.

Mais informações e inscrições

Qatari Businessmen Association
Com Amal Shehab (em inglês)
Tel: +974 435-3120
Fax: +974 435-3934 ou 435-3847
E-mail: amal@qataribusinessmen.org

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Comitê Gestor aprova 190,3 mil inclusões no Simples em janeiro e fevereiro.

Ascom/Assessoria de Imprensa da RFB
O Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou em janeiro e fevereiro desse ano 190.388 solicitações de inclusão de empresas no Simples Nacional – 37,9 por cento, de um total de 501.962 pedidos feitos no período.

Do total, 161.850 pedidos deferidos foram feitos em janeiro, mês que teve 3.655 pedidos indeferidos, e 28.538 em fevereiro, que teve 755 deles negados.

Segundo o Comitê Gestor, dos pedidos feitos nos dois primeiros meses do ano 307.164 ainda se encontram pendentes de verificação, ou seja, 61,2 por cento do total.




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IRPF 2009: Receita recebeu 484,6 mil declarações até a tarde de hoje (4/3)

Ascom/Assessoria de Imprensa da RFB

A Receita Federal do Brasil (RFB) recebeu até às 17h de hoje (4/3) 484.689 declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2009.

A expectativa da Receita é que cerca de 25 milhões de contribuintes prestem contas este ano. O prazo de entrega termina dia 30 de abril, às 24h.

Quem não entregar a declaração dentro do prazo, terá que pagar multa de R$ 165,74.



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Receita Federal desmonta golpe e apreende oito máquinas injetoras, avaliadas em mais de 3 milhões

Receita Federal
A Receita Federal do Brasil desmontou terça-feira (3/3) à tarde um esquema fraudulento que enviava máquinas injetoras italianas de Manaus para São Paulo, via Porto Velho, que resultou na apreensão de oito delas, avaliadas em R$ 3.200.000,00. O valor sonegado foi de R$ 1.400.000,00.

O esquema começou a ser investigado pela Receita Federal há cerca de um mês, após receber denúncia de que uma empresa de Manaus estaria promovendo a saída, do parque industrial da ZFM, de máquinas injetoras importadas, e que um desses equipamentos já estaria em Porto Velho. Feita a apuração, a Receita Federal constatou a veracidade da denúncia, além de descobrir que outras máquinas haviam sido enviadas para São Paulo.

Emissão de notas fiscais falsas, simulação de operação de vendas, sub-faturamento e omissão de receitas foram as outras irregularidades detectadas pelo Fisco Federal. Com o golpe a empresa de Manaus sonegou cerca de R$ 1.400.000,00 em impostos, que seriam cobrados se a saída das máquinas tivesse ocorrido diretamente da capital amazonense para São Paulo.

O esquema

A empresa da capital do Amazonas fez uma parceria com outra de São Paulo para produzir, com as máquinas injetoras, em solo paulista, peças plásticas, como pára-choques de veículos, gabinetes de computadores e monitores. À empresa paulista cabia produzir as mercadorias com as máquinas injetoras. Já a de Manaus devia colocar as máquinas em São Paulo, à disposição da sua parceira.

Sacramentado o negócio, que até então parecia todo dentro da normalidade, a empresa de Manaus fechou acordo com uma terceira empresa, de pequeno porte, domiciliada em Porto Velho. Por esse acordo, a empresa de Manaus simulava a venda das máquinas à empresa de Porto Velho. Para completar, esta enviava as máquinas para São Paulo acompanhadas de notas fiscais falsas (recebia R$ 4 mil por nota) e, evidentemente, sem o devido despacho aduaneiro na Receita Federal.

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Não há protecionismo, diz indústria argentina

Folha de São Paulo

THIAGO GUIMARÃES
DE BUENOS AIRES

Industriais argentinos reagiram ontem à possibilidade de o Brasil recorrer à OMC (Organização Mundial do Comércio) ou a cotas de exportação para se defender de medidas protecionistas no comércio bilateral.
Em nota, a UIA (União Industrial Argentina) afirmou que o Brasil faz "reclamações injustas", pois "traz nas costas uma história de mais de 30 anos de proteção da produção, junto com financiamento a taxas subsidiadas por parte de seu BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], inclusive para compra de empresas argentinas".
A Folha revelou ontem que, diante de barreiras comerciais recentes adotadas pela Argentina, o Brasil passou a estudar a retomada do uso de cotas de exportação em setores sensíveis como linha branca, têxteis e calçados. São espécies de cotas ao comércio fixadas por empresários dos setores, com anuência dos governos.
Na segunda-feira, o secretário de Comércio Exterior do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), Welber Barral, já havia feito menção a possíveis reclamações à OMC contra o país vizinho por entraves a importações brasileiras.
A nota da UIA, que representa setor responsável por 62% das exportações e 27% da arrecadação tributária do vizinho, diz que a queda nas importações argentinas de itens brasileiros (47,7% em fevereiro) é resultado da crise global, e não de "medidas protecionistas não contempladas pela OMC".

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seguros e resseguros no Brasil

O mercado de seguros e resseguros no Brasil espera crescer cerca de US$ 2 bilhões nos próximos dois anos, segundo estimativa do presidente do IRB-Brasil Re, Eduardo Nakao.

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PANAMENHAS

As empresas que integram o Projeto Setorial Integrado Eletroeletrônicos Brasil, da Apex/Brasil -Vale da Eletrônica (MG) e empresas paulistas e gaúchas-, participam até sábado da Expocomer Panamá 2009, uma das mais importantes feiras de negócios do Panamá.

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Chávez ordena "expropriação" da Cargill

Folha de São Paulo
Decisão contra multinacional americana de alimentos é anunciada em meio à disputa sobre escassez de produtos básicos

Nacionalizações anteriores na Venezuela incluíram indenização; Caracas desiste de estatizar banco ligado ao grupo Santander

FABIANO MAISONNAVE
DE CARACAS

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, determinou ontem a expropriação da multinacional norte-americana Cargill, em meio à disputa com as fábricas de alimentos sobre de quem é a culpa pelas falhas no abastecimento e pela inflação.
"Que comece o processo expropriatório da Cargill e com investigação judicial", ordenou Chávez ao ministro da Agricultura, Elías Jaua, durante reunião transmitida pela TV estatal. "Prepare-me o decreto."
Ao contrário do que fez nas nacionalizações anteriores, Chávez usou a palavra "expropriação" e não falou em indenização. Na semana passada, ele disse que, caso estatizasse empresas de alimentos, o pagamento seria feito por meio de bônus, e não em dinheiro.
O presidente anunciou a estatização logo depois de acusar a empresa americana de produzir apenas variedades de arroz que fogem ao congelamento de preço. Desde sábado, Chávez determinou uma intervenção militar nas fábricas de beneficiamento do produto para que produzam mais arroz branco, tabelado pelo governo.
Anteontem, um decreto estabeleceu que pelo menos 80% da produção das fábricas deve ser de arroz branco. As empresas alegam que os preços congelados não cobrem nem sequer os custos de produção, principalmente por causa da inflação alta -30,9% no ano passado.
No anúncio, Chávez não deixou claro se a medida atinge apenas a fábrica de arroz da Cargill -a empresa produz na Venezuela óleo, farinha, macarrão, açúcar e café, entre outros alimentos. Chávez também voltou a ameaçar a empresa venezuelana Polar, a maior fabricante de alimentos do país e que está com sua fábrica de arroz sob intervenção.
"Nós poderíamos expropriar todas as fábricas da Polar, eu lhe advirto, senhor [Lorenzo] Mendoza, porque o senhor manda os seus advogados dizerem que uma expropriação, bom, está bem. Se você quer brigar com governo, lhe digo que não é com governo, mas com a lei", afirmou.
"A oligarquia deveria estar rezando para que a crise não nos atinja duramente. Porque este que está e estes que estamos aqui não vamos fazer nada para salvaguardar os interesses da oligarquia. Vamos fazer tudo para salvaguardar os interesses do povo venezuelano."

Nacionalização adiada
Ainda ontem, Chávez decidiu adiar por pelo menos um ano a nacionalização do Banco Venezuela, um dos maiores do país e pertencente ao grupo espanhol Santander, informaram fontes do governo e do banco à agência de notícias Reuters.
O anúncio da nacionalização havia sido feito em 31 de julho pelo próprio Chávez. O Banco de Venezuela é o terceiro maior do país, com cerca de 10% dos depósitos, 285 agências e 3 milhões de clientes. O valor de compra foi estimado em aproximadamente US$ 1,9 bilhão.
Até agora, o governo venezuelano não pagou a maior parte das nacionalizações feitas desde o início de 2007, quando Chávez deu início ao plano de ampliar a presença do Estado na economia. Segundo estimativa do economista da Universidade Central da Venezuela (UCV) José Guerra, a conta das nacionalizações ainda não pagas é de cerca de US$ 15 bilhões. "O adiamento da nacionalização do banco era previsível. O governo não tem caixa para financiar mais nada."


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Auditor coloca dúvida na capacidade de sobrevivência da GM


Valor Online

SÃO PAULO - O Deloitte & Touche, auditor da General Motors (GM), expressou nesta quinta-feira suas dúvidas quanto à capacidade de sobrevivência da montada, que dependerá em parte do aumento das vendas de veículos.
Em comunicado à Securities and Exchange Commission (SEC, comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos), a GM comentou a possibilidade de falência se seu plano de viabilidade, submetido ao Congresso americano, não tiver êxito. A empresa já havia alertado que a falência seria mais cara do que o atual pedido de socorro financeiro ao governo dos EUA.
A GM busca US$ 30 bilhões em empréstimos da administração americana e também recorre a governos de outros países, como Canadá, Alemanha e Reino Unido. Dos EUA, a companhia já recebeu US$ 13,4 bilhões e quer outros US$ 16,6 bilhões. Pelo plano levado ao Congresso, as vendas de veículos precisam avançar no próximo ano.
A sobrevivência da GM depende ainda de sua capacidade de obter liquidez e financiamento para estabelecer um nível adequado de endividamento, entre outros fatores.
"O fracasso na obtenção de financiamento suficiente do governo dos Estados Unidos ou de governos fora dos EUA pode nos levar a encolher ou cessar operações ou buscar a reorganização de determinadas subsidiárias fora dos Estados Unidos", consta do documento.
(Valor Online, com agências internacionais)


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Volvo começa a fabricar máquinas de construção

SÃO PAULO, 5 de março de 2009 - A Volvo Equipamentos de Construção da América Latina (Volvo Construction Equipament Latin America - Volvo CE) anunciou hoje que vai iniciar a produção no Brasil de alguns modelos de equipamentos da sua linha máquinas de construção para compactação, nivelamento e pavimentação (Road Machinery). A produção da nova linha começará em junho deste ano. A fábrica brasileira da Volvo - situada em Pederneiras, interior de São Paulo - vai produzir dois modelos de compactadores de solo: o SD105F e o SD105DX. Esses modelos são voltados principalmente para trabalhos em construção de rodovias, vias urbanas, barragens, pátios, entre outros. "A América Latina tem grande importância nesse segmento", afirmou há pouco o presidente da Volvo Equipamentos e Construção, Yoshio Kawakami, avaliando que o investimento previsto para essa fábrica é US$ 4 milhões. (Déborah Costa - InvestNews)

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Agrishow se despede de Ribeirão Preto sem estandes de tratores

São Paulo, Ribeirão Preto, 5 de Março de 2009 - Sem a participação dos grandes produtores de tratores, colheitadeiras, implementos agrícolas e caminhões, a 16 edição da Agrishow, a ser realizada ainda em Ribeirão Preto, perde prestígio. Multinacionais como John Deere, Case, New Holand (CNH), Agco, Massey Fergunson, Scania e Mercedes-Benz, que sempre ostentaram os maiores e mais requintados estandes da Agrishow, vão ficar de fora da feira, considerada uma das maiores exposições de máquinas agrícolas do planeta.

A Agrale, tampouco suas subsidiárias, participarão do evento este ano. De acordo com Nelson Watanabe, gerente de vendas da Agritech Lavrale, uma das subsidiárias em questão, a empresa segue a conduta estipulada pelo Grupo determinada em conjunto com os presidentes das outras empresas do segmento associadas à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). "Os fabricantes de tratores avaliam que não são consultados quando da realização da exposição", justifica. Segundo Watanabe, os agricultores que frequentam a Agrishow são motivados principalmente pelas empresas de máquinas agrícolas.

Milton Rego, diretor de relações externas da CNH e vice-presidente da Anfavea, explica que essa decisão de não participar do evento é das associadas e não da Associação propriamente dita. "Ninguém voltou atrás e nem vai voltar", antecipa. Rego justifica a ausência se apoiando no aumento dos custos e na sugestão dada pela Anfavea de realizar a feira a cada dois anos e negada pela organização da Agrishow. "A decisão não foi motivada apenas pela crise", afirma. Tanto a Case IH, quanto a New Holand confirmaram que não estarão em Ribeirão Preto (SP) este ano.

Os altos gastos alegados com montagem, transporte de equipamentos, viagens, hospedagem e alimentação de executivos e convidados, a Anfavea anunciou ainda em dezembro que suas associadas não participariam da Agrishow. As respectivas concessionárias também não deverão participar do evento. Caminho idêntico deverão seguir grandes fabricantes nacionais de implementos agrícolas, como Jumil, Marchesan e Jacto, que não confirmaram participação na feira, segundo uma fonte da Reed Exhibition Alcantara Machado, promotora da Agrishow.

O novo presidente da feira, Cesário Ramalho da Silva, que também preside a Sociedade Rural Brasileira (SRB) não assume a ausência já declarada das associadas Anfavea, mas rebate ameaçando "ir atrás das empresas exigindo uma justificativa".

Mesmo sem a participação das associadas da Anfavea, a Agrishow projeta um crescimento no número de expositores para este ano. Segundo o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas (Abimaq), Luiz Aubert Neto, a Agrishow 2009 vai receber 775 expositores, 55 deles internacionais, antes os 745 da versão 2008.

A expectativa dos organizadores do evento é movimentar cerca de R$ 870 milhões - no ano passado a Agrishow contabilizou R$ 800 milhões em negócios. São esperados 140 mil visitantes este ano. "Se o volume de negócios for menor do que o esperado, estará dentro da realidade do mercado", pondera o novo presidente.

A Agrishow 2009 será a última edição da feira em Ribeirão Preto. No próximo ano, o evento tem nova casa: São Carlos, a 240 km de São Paulo e a 80 km de Ribeirão Preto. Para a realização da feira, a cidade vai receber R$ 53 milhões para investir em infraestrutura, como rede elétrica e modernização dos acessos à cidade.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, problemas com a estrutura do evento em Ribeirão Preto desagradavam os fabricantes de tratores. "Fizemos estudos em Araras, Piracicaba, São Carlos e até em Ribeirão Preto. A melhor proposta foi de São Carlos", diz Aubert. Ele conta que a cidade carece de rede hoteleira para atender aos visitantes da feira. "Mas isso não impede a realização do evento". Segundo ele, as cidades próximas podem resolver o problema, inclusive Ribeirão Preto.

A Embrapa cedeu um terreno de 240 hectares na região para desenvolver projetos de agroenergia. A concessão é por 50 anos, renováveis por mais 50 anos.

(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 12)(Gilmara Botelho Edson Álvares da Costa e Sérgio Toledo Invest News)

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China detalha plano de estímulo de US$ 585 bilhões e prevê crescimento de 8% em 2009

Redação com agências internacionais - InvestNews)

SÃO PAULO, 5 de março de 2009 - O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, detalhou nesta quinta-feira o pacote de estímulo econômico de 4 trilhões de iuanes (US$ 585 bilhões) lançado em novembro passado e assegurou que a China "poderá manter o crescimento econômico em torno de 8%" em 2009.

Entre as medidas divulgadas pelo premiê, estão as estratégias para estimular o consumo interno, como o aumento de salários, o estímulo à compra de automóveis e subsídios para agricultores.

O premiê ainda afirmou que pretende estabilizar o mercado imobiliário, facilitando o acesso a moradias para os chineses de baixa renda. "Nós devemos direcionar os investimentos para áreas que podem ajudar a combater os efeitos da crise financeira global e para setores com desenvolvimento econômico e social fracos", disse.

Ao contrário das expectativas, no entanto, o governo chinês parece não estar prevendo gastos para estimular a economia, além dos já anunciados em novembro. Nenhum outro projeto de relançamento do pacote de estímulos foi comunicado hoje.

Wen discursou na sessão anual da Assembleia Nacional Popular (ANP), principal órgão legislativo chinês, que começou hoje em Pequim centrada em discutir medidas para o combate à crise econômica mundial. A sessão durará nove dias.

O premiê pediu que se lute perante as "árduas" tarefas em 2009 e assim se "mantenha o crescimento econômico" da China, que em 2008 foi de 9%, o mais baixo desde 2001. O primeiro-ministro reconheceu ainda que 2009 "será o ano mais difícil para o desenvolvimento econômico da China" desde o novo milênio, e que a taxa de crescimento é baseada nas "necessidades do país e suas capacidades".

"Na China, um país em desenvolvimento com uma população de 1,3 bilhão de pessoas, manter uma certa taxa de crescimento para a economia é essencial para expandir o emprego dos habitantes das cidades e do campo, aumentando assim a renda das pessoas e assegurando a estabilidade social," comentou o premiê.

Parlamento

O primeiro-ministro discursou para quase três mil deputados que se reúnem no Grande Palácio do Povo, cercados por um enorme aparato de segurança.

Os 2.985 membros da assembleia, que representam todas as divisões administrativas do país, se reúnem no Grande Palácio para debater nos próximos nove dias as políticas a serem seguidas pela China nos próximos 12 meses, este ano especialmente dedicadas a tentar minimizar os efeitos da crise.

"Sempre que adotemos as políticas corretas e as medidas apropriadas e as apliquemos de forma eficiente, poderemos conseguir este objetivo" afirmou o premiê.

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Carnaval é fonte para a atração de investimentos

Ação da Apex-Brasil aproveita carnaval para fomentar exportações brasileiras. Empresários de setores como café, equipamentos agrícolas e tecnologia participam de encontros de negócios e se impressionam com o desfile das escolas de samba na Sapucaí

O carnaval brasileiro se incorporou definitivamente às ações desenvolvidas pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e entidades representativas da indústria na busca por novos negócios. A mais conhecida festa nacional foi palco para que executivos de 17 setores viessem conhecer o Brasil e participar de encontros de negócios em cinco estados.
O grupo composto por 105 empresários e formadores de opinião de 22 países deixou o Brasil neste final de semana depois de participar de reuniões, visitar pólos produtivos da indústria e assistir ao desfile das escolas de samba na Sapucaí, no Rio de Janeiro. O objetivo da iniciativa foi fortalecer e intensificar o relacionamento entre empresários brasileiros e compradores internacionais, incrementando o ambiente de negócios neste período de crise. Os encontros realizados nos dias que antecederam e sucederam o carnaval foram organizados em Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro.

A idéia de promover a cultura nacional, paralelamente a uma ação comercial, como já acontece nos eventos realizados fora do país, mostrou-se acertada. "Aproveitamos o momento para mostrar as várias faces do Brasil. O carnaval é a maior festa do mundo e pode se transformar definitivamente num fator gerador de contratos comerciais", explica Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil.

Áreas potenciais

Entre os convidados estavam produtores de vídeo publicitário e de cinema dos Emirados Árabes, Canadá, Índia, Alemanha, França, Estados Unidos e Reino Unido. "Nosso interesse é fazer parcerias comerciais, desenvolver programas conjuntos de televisão que possam ser veiculados aqui e lá fora", diz Eliana Russi, gerente do projeto Brazilian TV Producers, parceria entre a Apex-Brasil e a Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV). De acordo com ela, o que mais chamou a atenção dos visitantes canadenses, por exemplo, foi a infra-estrutura do mercado audiovisual e o talento dos profissionais brasileiros.

"Nossos produtores ganharam uma canal de comunicação com esses executivos e já podem ampliar os seus contatos internacionais", reforça Paulo Henrique Miranda, gerente da Film Brazil, parceria entre a Apex-Brasil e a Associação Brasileira de Produtoras de Audiovisual (Apro), que trouxe ao Brasil representantes de empresas dos Estados Unidos, Emirados Árabes, Inglaterra, Alemanha e Índia.

Executivos do mercado de software e serviços de tecnologia da informação dos Estados Unidos e da Índia se reuniram com brasileiros antes do carnaval. O diretor da Softex, Djalma Petti, destaca as vantagens competitivas do Brasil. "Sempre procuramos mostrar que a inovação está integrada ao nosso trabalho. Com o carnaval, mostramos como somos também criativos", diz Petti.
A Inno Vest Group, da Virgínia, e a Quimbik, de São Francisco, participaram de vários encontros de negócios com companhias brasileiras que desenvolvem soluções completas em tecnologia da informação e gostaram do que viram. Para David Dastvar, da Inno Vest Group, o Brasil é um tesouro escondido. "Não estamos procurando o serviço com o preço mais baixo, mas aquele que tenha a melhor solução tecnológica. E o Brasil nos surpreendeu com sua capacidade".

Kurt Neumann, chefe de finanças da Quimbick, acredita que o Brasil evoluiu bastante. "Os brasileiros são muito honestos em sua cultura, e isso os deixa transparentes tanto no trato pessoal como na hora de fechar negócios", declarou.

Agricultura

Já empresários do setor de café se reuniram com representantes de uma grande distribuidora do Chile para discutir a expansão das vendas do produto brasileiro para o vizinho sul-americano. De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC), Natan Herszkowicz, "a conseqüência do encontro será a aproximação dos dois lados e a seleção de algumas empresas nacionais como fornecedores. A expectativa é de que este ano os negócios cheguem a US$ 1 milhão para o Chile e, em 2010, tripliquem, beirando os US$ 3 milhões".

Colombianos e bolivianos visitaram o Rio Grande do Sul em busca de fornecedores de peças e máquinas agrícolas, como tratores e colheitadeiras. A reunião, promovida pela Apex-Brasil e pelo Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (SIMERS) já rendeu frutos: um comprador boliviano adquiriu peças para colheitadeiras para revenda naquele país.

A ação da Apex-Brasil também levou compradores e formadores de opinião estrangeiros à Bahia. Organizada pelo Sindicato das Indústrias de Fibras Vegetais do Estado da Bahia (Sindifibras), visitas a fazendas de sisal mostrou o grande potencial das fibras naturais como produto para a composição de peças da indústria automotiva, por exemplo, ou como alternativa a materiais plásticos, conforme demanda de compradores holandeses. Importadores da Finlândia mostraram maior interesse nas telas de sisal e tapetes.

Também vieram ao Brasil representantes dos setores têxtil, cosméticos, calçados, equipamentos eletroeletrônicos, carnes suína e bovina, panificação,


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Foodex Japan 2009

Mais produtos brasileiros no mercado japonês

O estande de 360 m”, montado pela Apex-Brasil na 34a Foodex Japan, a maior feira internacional de alimentos e bebidas da Ásia, mostra como os produtos brasileiros de maior valor agregado estão conquistando espaço no Japão. É o caso, por exemplo, da empresa Bompex, que anunciou a chegada do primeiro contêiner de chá mate com variedade de 26 itens para o Japão ainda neste mês. O produto será vendido em saquinhos e em pó, para a comunidade brasileira e para consumidores japoneses, pela rede de lojas Kaldi.

O gerente comercial da Bompex, Ernesto Koseko, acredita que “o sucesso do produto tem ligação com a preocupação dos japoneses em consumir itens saudáveis e nutritivos”. Segundo ele, o chá mate brasileiro está sendo divulgado até mesmo no catálogo de uma agência de viagens do Japão como sugestão de presente aos japoneses que viajam ao Brasil. A meta da empresa, conforme o gerente, é conquistar o mercado para embarcar um contêiner de chá brasileiro para o Japão a cada dois meses. A empresa participa pelo quinto ano consecutivo da Foodex Japan e já exporta 350 itens para o Japão, sendo 150 do setor de alimentos e bebidas.

A Foodex começou no dia 3 de março e termina no dia 6, em Makuhari Messe, Chiba, Japão. No primeiro dia a feira recebeu 17 mil visitantes. Boa parte do público passou pelo estande do Brasil, que conta com 30 expositores. Seiji Hayashi, diretor de uma das empresas brasileiras, a Tunipex, elogiou a montagem do estande do Brasil e a visibilidade dos produtos. A empresa está oferecendo aos visitantes o refrigerante feito de guaraná e petiscos com o queijo catupiry, que têm atraído a atenção dos japoneses. Outra opinião positiva vem da indústria paulista MN Própolis. “A cada ano de presença na Foodex, temos retorno em novos contratos na média de US$ 1 milhão”, afirmou o diretor Joel Kashiwaba. A empresa, segundo ele, obteve 5% de crescimento em 2008 e almeja crescer 20% em 2009.

O Embaixador do Brasil em Tóquio, Luiz Augusto de Castro Neves, participou da cerimônia de abertura da feira e visitou o pavilhão brasileiro. Castro Neves ressaltou que a Embaixada está à disposição para atender as necessidades dos negócios entre o Brasil e o Japão. O presidente da Câmara de Comércio Brasileira no Japão (CCBJ), Osvaldo Kawakami, também esteve no estande do Brasil e trocou informações com os expositores. Para Kawakami, a feira é uma forma eficiente de iniciar o relacionamento com o mercado japonês e asiático. “Após o evento, é importante dar continuidade ao trabalho, visitando os novos clientes e estabelecer representações de associações brasileiras no Japão”, disse.

O Bar Brasil, comandado pela barista e cafeóloga Eliana Relvas, faz sucesso entre os japoneses e estrangeiros que degustam as receitas brasileiras criadas especialmente para a Foodex Japan. Eliana utiliza os produtos negociados pelos expositores para preparar pratos como lasanha com recheio de sardinha e catupiry, farofa de bolacha doce com mousse de goiaba e muitas outras delícias. A japonesa Yoko Sato provou a macarronada de sardinha e elogiou a quantidade reduzida de óleo, adequada ao paladar japonês. Ela também apreciou o sabor do suco de laranja com gotas de própolis.

Mais informações

No Brasil No Japão
Lílian Leão – Assessoria de Imprensa Apex-Brasil Neide Hayama - Media Brazil
Tel: (61) 3426-0202 080-6580-6299/ 03-6324-6292
Email: lílian.leao@apexbrasil.com.br Email: neide@mediabrazil.net
Homepage: www.apexbrasil.com.br

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Idea Brasil 2009

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Brasil Tecnológico

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13º Projeto Comprador estimula bons negócios em 2009

O Programa Export Plastic – parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Instituto Nacional do Plástico (INP) –, iniciou 2009 com rodadas de negócios ocorridas no 13º Projeto Comprador, com um resultado excelente. Durante o evento realizado de 27 a 30 de janeiro, em São Paulo, 30 companhias associadas ao Programa tiveram a oportunidade de participar de encontros com 10 empresas compradoras de países da América Latina, Estados Unidos e Europa.

Foram realizados 120 reuniões comerciais, com uma projeção de cerca de US$ 7,5 milhões em negócios nos próximos 12 meses. Os compradores também participaram de 18 visitas a fábricas de empresas associadas ao Export Plastic.
De acordo com a avaliação das empresas participantes do Programa, o 13º Projeto Comprador foi muito bem sucedido com relação a resultados qualitativos.

“A empresa teve um crescimento médio de 50% no faturamento somente no ano passado. Com isso, vim buscar novos fornecedores brasileiros de embalagens laminadas plásticas. O evento me surpreendeu. Muito organizado, foi tudo como programado. Estou ansioso para conhecer as estruturas das empresas associadas ao Programa Export Plastic”, disse Noel Headley, gerente comercial da Seabrook Crisps, empresa britânica do setor alimentício, grande produtora de batatas fritas (snacks).

“É a primeira vez que venho ao Brasil fechar negócio. Tenho boas expectativas em encontrar fabricantes de embalagens de ráfia”, disse Rafael Thomas, da Molinera Ferrer Hnos, sediada em Santiago e atuante na indústria alimentar (produtora de farinha de trigo).

As rodadas de negócio também foram proveitosas para as empresas brasileiras ligadas ao Export Plastic. “Já tenho clientes ativos na Polônia, Alemanha e EUA. O evento serviu para mostrar meu produto - filme de polipropileno biorientado (BOPP) – para o exterior. Dessa forma, amplio as exportações”, afirmou Cláudio Difini, gerente de exportação da Polo Films. Já Pamela de Souza, analista de importação e exportação da Zaraplast, estava a procura de novos mercados. “Vim ao 13º Projeto Comprador com o objetivo de vender para países onde não temos distribuição ainda, como Alemanha, EUA e Reino Unido”, explicou.

FONTE: Assessoria de imprensa do Programa Export Plastic

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Apex-Brasil realizará processo seletivo público

A Apex-Brasil realizará processo seletivo público para provimento de vagas e formação de cadastro reserva. Serão selecionados candidatos para os cargos de Assistente e Analista de Gestão de Negócios em diversas áreas, tais como: realização de projetos de promoção comercial, promoção de eventos de comércio exterior, projetos para atração de investimentos externos, gestão de centro de negócios internacionais, comunicação e marketing, recursos humanos, financeira, contabilidade, jurídica, licitações, planejamento, informática, entre outras.

As provas serão realizadas em Brasília, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo.

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Expocomer - Feira no Panamá terá Pavilhão Brasil com 48 empresas

Expocomer acontece de 4 a 7 de março e a Apex-Brasil irá montar um dos maiores espaços dentro da feira.

A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) está apoiando a participação de empresas brasileiras na principal feira de negócios do Panamá: a Expocomer. A 23ª edição da feira acontecerá entre os dias 4 e 7 de março, no Centro de Convenções de Atlapa, na Cidade do Panamá.

Na edição de 2009, o Pavilhão Brasileiro terá uma das maiores áreas da feira - 1188m² - e espaço para estandes de 48 empresas dos setores de casa e construção civil, máquinas e equipamentos, tecnologia e saúde e moda. A meta da Agência é que as empresas fechem US$ 40 milhões em negócios. O apoio da Apex-Brasil inclui estudo de mercado sobre o Panamá, montagem e comunicação visual dos estandes, envio de convite personalizado a três mil potenciais compradores, anúncios em jornais locais, contratação de recepcionistas/tradutoras, além da confecção de catálogos e brindes.

A Expocomer atrai, anualmente, compradores de mais 30 países, especialmente de Taiwan, China, Brasil, México, Espanha e Estados Unidos e tem se constituído em um importante instrumento para introdução de produtos brasileiros no mercado panamenho. A Apex-Brasil apóia a participação de expositores brasileiros na feira desde 2003. Em 2008, as empresas brasileiras fecharam negócios de US$ 40,5 milhões durante evento e nos doze meses seguintes.

Além dos estandes das empresas, o Pavilhão Brasil terá uma exposição sobre o evento Brasil Casa Design, que aconteceu em setembro de 2008 na Argentina. A idéia é criar expectativa para a edição Centro América do BCD, que acontecerá no Panamá e deverá atrair compradores e formadores de opinião de toda a região para conhecer uma casa-conceito montada com produtos de alto padrão do setor de casa e construção. Dentro do Pavilhão será montado ainda um Café Brasil, com degustação de alimentos e bebidas típicos do Brasil.

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Grécia e Escandinávia na mira da ABIT e Apex-Brasil

Assessoria de Imprensa APEX-Brasil
Texbrasil, programa desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), começa 2009 com prospecção de novos mercados.

A ABIT, em parceria com a Apex-Brasil, inicia a prospecção de mercados deste ano pela Grécia e Escandinávia (Suécia, Noruega, Dinamarca e Finlândia), já no início de março. Os dois destinos estão entre os países-alvo do Texbrasil para 2009, juntamente com Polônia, Hungria, República Tcheca, Angola, Marrocos, Tunísia, Egito e Peru.

Os países que serão visitados foram escolhidos pela ABIT após estudo de mercado, que coletou, quantificou e analisou dados macro-econômicos, potencial consumidor, ambiente competitivo, entre outros aspectos, nos segmentos Têxtil, Vestuário e Cama, Mesa & Banho.

“Existe uma demanda crescente por compradores gregos por parte das empresas do Texbrasil e, portanto, é um nicho específico a ser trabalhado”, observa o diretor executivo do Programa Texbrasil, Rafael Cervone Netto. “O mercado grego de confecção atingiu um valor de negócios de 7,6 bilhões de euros em 2006 e há previsão de aumento devido aos investimentos da União Européia naquele país, que deverão passar os 12 bilhões de euros entre 2008 e 2012”, acrescenta.

“Já a Escandinávia é um dos blocos econômicos mais dinâmicos do mundo, com alto poder de compra. Países como Suécia e Dinamarca têm grande demanda por produtos de alto valor agregado. Além disso, esses mercados ainda não tiveram seus compradores explorados e possuem eventos de moda que sustentariam a ação prévia de prospecção, como por exemplo, a Feira CPH Vision”, informa Rafael Cervone.
(Fonte: ABIT)


Mais informações:

Área de Comunicação Integrada ABIT:
Ligia Santos (11) 3823-6164 / 8455-8660 lisantos@abit.org.br
Roberto Lima (11) 3823-6150 roberto@abit.org.br
Felipe Novo (11) 3823-6187 felipe@abit.org.br
Renato Galisteu (11) 3823-6185 renato.galisteu@abit.org.br

Pricila Caied
Telefone: (61) 3426.0202

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Sabores do Brasil em Dubai

APEX
Evento no Oriente Médio abre mercado para novos produtos brasileiros na região

Apesar da crise, evento em Dubai consegue abrir novos mercados para empresas brasileiras. O projeto Sabores do Brasil, da Apex-Brasil, reuniu 400 compradores de 13 países do Oriente Médio para negociar com 40 indústrias nacionais.

As 40 empresas brasileiras do setor de alimentos e bebidas que participaram do evento Sabores do Brasil, organizado pela Apex-Brasil em Dubai durante o carnaval, tiveram em um único dia 720 reuniões com 400 compradores de Kuwait, Omã, Arábia Saudita, Bahrain, Qatar, Líbano, Jordânia, Egito, Malásia, Madagascar, Sudão e Síria, e fecharam negócios de US$ 22,8 milhões. As empresas apresentaram principalmente produtos de maior valor agregado, até então desconhecidos pelos árabes. Apesar da crise, ficou claro que o comércio do país com as indústrias árabes não sofreu qualquer impacto.

O evento começou no dia 21 de fevereiro com uma palestra sobre a produção e o potencial exportador do Brasil e um jantar de gala, onde foi servida comida brasileira, preparada pela Chef Morena Leite, para 250 convidados. No dia seguinte, a rodada de negócios teve uma demanda maior que a planejada inicialmente, pois muitos compradores que estiveram no jantar decidiram se reunir com mais empresas do que haviam agendado.

Cada representante brasileiro atendeu a uma média de 30 compradores árabes. "Nossa intenção foi mostrar ao mundo árabe que o Brasil não produz somente itens básicos como carne de frango, suco de laranja e café, mas também uma diversidade de produtos mais elaborados, com maior valor agregado, fortalecendo a marca Brasil", explica o diretor de negócios Maurício Borges. E a estratégia deu certo - boa parte dos compradores árabes desconhecia a diversificada produção brasileira de alimentos e a maior parte dos produtos apresentados causou surpresa. Muitas empresas já receberam pedidos de compradores da Arábia Saudita, Catar, Omã Jordânia, Líbano e Bahrein e também de distribuidores de Dubai, que reexportam para vários países, como Índia, Paquistão Sri Lanka e Somália.

O importador Jalal Thamer, da Arábia Saudita, já comprava do Brasil itens como suco de laranja, carne de frango e açúcar. No evento, fechou pedidos de suco de uva, café torrado, massas, bolos e panetones, doces, água de coco e leite de soja. "O Brasil tem bons produtos e é um bom parceiro comercial. Foi uma oportunidade excelente para conhecermos o que o Brasil tem para oferecer, e deve ser repetida, pois temos muita demanda por produtos alimentícios", afirmou. Já Failsal Al-Maghribi, da Tri Arc Group, do Kuwait, estava interessado no setor de balas e chocolates. Conheceu as empresas brasileiras e iniciou negociações que podem render contratos de exportação. "Quero levantar o máximo de informações sobre o Brasil para decidir minhas próximas compras", disse.

Entre as empresas brasileiras, a satisfação com os resultados foi geral. A Dori, que já exporta balas e confeitos para Jordânia, Palestina, Líbia, Líbano, Israel e Kwait, conseguiu vender o primeiro container para um distribuidor de Dubai. "Não é um volume grande, mas é uma excelente oportunidade para introduzir nosso produto em vários mercados e ampliar o volume de negócios com o distribuidor", disse Carlos Cesar de Assis, gerente de exportação da Dori. "Nossa meta é abrir mercados e aqui fizemos excelentes contatos com Arábia Saudita, Bahrein e Catar", completou. Eriel Mineli, da New Max vendeu 60 caixas do leite de soja Solmax para a Arábia Saudita. "Foi meu primeiro negócio no Oriente Médio e me surpreendeu, porque vim ao evento apenas pensando em fazer contatos iniciais", disse.

As cinco empresas do setor de biscoitos fizeram 140 contatos com compradores de 15 países. Saíram com seis pedidos fechados e 15 encaminhados para os próximos três meses. "Esse é um formato de evento inteligente, que gera resultados mais rápidos, com compradores mais qualificados", avaliou o presidente da ANIB (Associação Nacional da Indústria de Biscoitos), José dos Reis. A vinícola Aurora fechou um carregamento de suco de uva integral para Dubai, abrindo mercado para um produto que não existe no Oriente Médio. "Eles não têm um produto como o nosso - natural, sem conservantes, feito somente com uvas espremidas e com certificação halal. Temos certeza de que vamos entrar com muito sucesso no mercado", disse a empresária Rosana Pasini, que fez contato com 30 compradores durante a rodada de negócios.

Participaram ainda empresas de frutas, carne bovina, carne de frango, café, arroz, mel, leite de soja, água de coco, refrigerante de guaraná, açaí e vinhos, entre outros. "Nenhum dos compradores que atendi sabia que o Brasil produz arroz e ficaram surpresos com a qualidade do nosso produto", comentou Patrícia Quadros, da SLC Alimentos. O representante da Sara Lee Cafés fez quase 30 contatos e está certo de que alguns vão render contratos de exportação. "A palestra e o jantar no dia anterior prepararam o ambiente para os negócios do dia seguinte e os árabes vieram conversar com as empresas brasileiras com uma pré-disposição positiva", avaliou. Sergio Braga, da Batia Frutas saiu do evento animado com a possibilidade de fechar negócio com cinco compradores de Dubai e Arábia Saudita, interessados em importar seus mamões, figos, goiabas e mangas.

"Essa foi a primeira ação conjunta do setor de alimentos e bebidas no exterior, e conseguimos mudar a percepção sobre a diversidade e a qualidade dos produtos brasileiros", avaliou o coordenador de Imagem e Acesso a Mercados da Apex-Brasil, Juarez Leal. A maioria das empresas participou também da Gulfood, maior feira de alimentos e bebidas de Dubai, que começou logo após o Sabores do Brasil (23 a 26/02).

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