27 de mar de 2009

Empreendedores sergipanos participam da Hair Brasil em SP

A partir do sábado (28), evento reúne 60 eventos simultâneos para promover mais oportunidades de negócios e qualificação profissional

Aracaju - Uma missão formada por 48 empreendedores sairá de Aracaju nesta quinta-feira (26), com destino a São Paulo. O grupo vai participar da oitava edição da Hair Brasil, que será realizada no Expo Center Norte. O evento será aberto no sábado (28) e terá uma programação com mais de 60 eventos simultâneos para promover mais oportunidades de negócios e qualificação profissional.

Além da troca de experiências, os sergipanos terão acesso ao que existe de mais moderno no ramo, com várias capacitações técnicas sobre beleza, cabelos e estética realizadas numa área de exposição com 65 mil metros quadrados. A Hair Brasil 2009 inaugura parte das inovações do Expo Center Norte, que passa a ser o mais moderno e completo centro de exposições, feiras e convenções da América Latina.

Segundo o superintendente do Sebrae em Sergipe, Emanoel Sobral, com essa missão o Sebrae cumpre o papel de estimular a cultura empreendedora no Estado, estimulando a participação dos empreendedores num evento de porte internacional. “Entre as diversas ações que o Sebrae realiza está a de promover o acesso a novos mercados. Durante esses quatro dias do evento os sergipanos terão condição de firmar novas parcerias comerciais, investir em equipamentos modernos, além de participar da programação que prevê com palestras e cursos sobre cortes, estética e beleza”, explica o superintendente.

Para Jeferson Santos, diretor-geral da Hair Brasil, os visitantes serão surpreendidos com a ampliação, melhoria e modernização dos pavilhões do Expo Center Norte. A nova área de convenções e exposições passa a se equiparar aos grandes centros de feiras do mundo. Ele informou que os expositores já começaram a montagem juntamente com a equipe da Hair Brasil. A expectativa é ultrapassar a 75 mil visitas registradas na edição passada.

A Hair Brasil 2009 começa no sábado e movimenta a capital paulista até a terça-feira (31). Os participantes terão acesso a workshops, shows de tendências e técnicas de corte, cor e penteados, congressos de estética e manicure. Também vão conferir os últimos lançamentos em produtos para cabelo e pele, serviços e equipamentos para salões de beleza, clinicas de estética e spas. Na programação ainda há seminários de podologia e gestão empresarial, realizados em parceria com a Universidade Anhembi Morumbi e o Sebrae.

Essa edição está ainda melhor, com uma área de exposição 20% maior que em 2008. O objetivo é atender as expectativas dos expositores e visitantes vindos de todos os estados do Brasil e de 21 países para conhecer as mais recentes novidades mundiais do mercado de beleza. Será o grande momento para apresentação de lançamentos aos profissionais do trade e gerar uma energia positiva que influencia o mercado.

Serviço:
Sebrae/SE - (79) 2106-7700



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Taboa vira fonte de renda para artesãos do Espírito Santo

Associação de Artesãos de Guarapari, criada há dois anos, é escolhida pelo Sebrae como uma das 100 melhores unidades do País

Rio de Janeiro - Da taboa, abundante na lagoa Mãe Ba, artesãos de Guarapari, no Espírito Santo, retiram seu sustento. A fibra, antes desprezada, hoje é usada na fabricação de mais de 270 itens como bolsas, souplats, carteiras e cachepots. Escolhida como uma das 100 melhores unidades produtivas do País no prêmio Top 100 de Artesanato, do Sebrae, os 22 membros da associação comemoram a conquista.

“Fomos pegos de surpresa. Todo mundo almejava o Top 100, mas ninguém esperava que pudéssemos conseguir com apenas dois anos de trabalho”, festeja o presidente da Associação dos Artesãos do Núcleo de Artesanato em Taboa, César Weslley Conti Nunes.

O grupo foi estruturado com a ajuda do Sebrae e da filial da Samarco Mineração. “Ninguém tinha trabalho por aqui, então a mineradora nos ajudou com um programa de geração de renda”, explica.

De outubro a dezembro de 2006, os artesãos fizeram cursos no Sebrae e logo receberam a primeira encomenda da empresa para fazer quatro mil caixinhas de 7 x 7. “Acho que eles queriam ver se a gente tinha aprendido”, brinca Conti.

Em março, o grupo foi surpreendido mais uma vez com outro pedido de duas mil caixas, desta vez da sede da Samarco em Belo Horizonte. Foi a partir daí que os artesãos se deram conta de que era preciso investir ainda mais no conhecimento.

“Percebemos que o negócio não ia só ficar daquele jeito. Aí, fizemos uma reunião para discutir o que fazer. Para não ficar marcando passo e ter um negócio rentável, decidimos parar tudo. Procuramos o Sebrae e, durante três meses, fizemos todos os cursos possíveis”, explica Nunes.

Enquanto aprendiam design, formação de preços, associativismo, cooperativismo, marketing e artesanato, os artesãos entraram com pedido para formalizar a associação. Com a ajuda do Sebrae, “parceiro de primeira hora”, reforça Nunes, os artesãos começaram a participar de feiras e exposições. Hoje, o grupo vende para oito estados.

Orgulhoso da trajetória, o presidente da Associação conta que, em setembro passado, o grupo ficou em segundo lugar em um concurso internacional de saúde e sustentabilidade realizado na Austrália, onde concorreram com 280 países.

O crescimento da associação também beneficia outros profissionais como serralheiros e sapateiros. “Hoje, temos mais de 150 pessoas envolvidas com o nosso trabalho”, diz Nunes. Preocupados com a qualidade, ele conta ainda que toda a produção passa por uma análise rigorosa. “Qualquer peça mal acabada é rejeitada”, reforça.

“Agora, quando recebemos a notícia de que fomos escolhidos pelo Top 100, ficamos ainda mais emocionados e certos de que estamos fazendo direito o nosso trabalho. Mas já falei para o pessoal: chegar foi difícil, mas agora precisamos trabalhar ainda mais para permanecer”, diz Nunes.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 2107-9138 e 2107-9362 www.agenciasebrae.com.br
Associação dos Artesãos do Núcleo de Artesaanto em Taboa - (28) 3536 5170



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Brasil dobrou barreiras em 2008

O Brasil dobrou o número de medidas defensivas no fim de 2008. Os números fazem parte do relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre o protecionismo. O governo brasileiro foi o segundo a iniciar o maior número de medidas antidumping contra produtos estrangeiros. O governo argentino também é citado pela adoção de medidas para proteger o mercado.

A OMC diz que alguns governos reagiram à crise criando barreiras e provocando distorções. Só no setor de calçados, nove medidas foram adotadas por diferentes países. Um deles foi o Brasil, que iniciou investigação de dumping contra a China.

No caso de medidas antidumping, a OMC alerta para o rápido aumento. No segundo semestre de 2008, houve alta de 27% nos casos. Em 2009, outras 29 investigações contra produtos estrangeiros foram iniciadas. Em 2008, a Índia iniciou mais casos: 42. Já o Brasil é o segundo lugar, com 16, o dobro de 2007. Os principais alvos foram a China, a Europa e os Estados Unidos.

Fonte: O Estado de São Paulo



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Não se recupera

Governos não estão resistindo às pressões protecionistas e a criação de barreiras pode reduzir o impacto dos planos de recuperação da economia mundial. O alerta é da Organização Mundial do Comércio (OMC). Segundo a OMC, pacotes para relançar as economias ameaçam criar distorções graves e a proliferação de barreiras viola as promessas do G-20, de não ceder ao protecionismo...

Quanto ao Brasil, o País foi o segundo em todo o mundo que mais medidas antidumping iniciou contra produtos importados nos últimos seis meses.

Em levantamento enviado ontem a governos com o objetivo de preparar o debate na cúpula do G-20, a OMC deixa claro que os pacotes dos países ricos para apoiar suas indústrias terão efeitos nocivos para o comércio. Para a entidade, governos precisam entender que parte do efeito de um plano de relançamento da economia seria anestesiado pelas medidas protecionistas.

A OMC admite que muitos governos estão sob pressão de lobbies internos e medidas defensivas que seriam temporárias podem se tornar permanentes. A entidade destaca que, nos primeiros meses da crise, houve alguma resistência ao protecionismo, mas os governos já estariam capitulando. Houve um aumento de tarifas, medidas não-tarifárias e maior uso de medidas de defesa comercial.

Segundo a entidade, não há risco de um protecionismo de alta intensidade. Mas o perigo hoje são as restrições que poderiam lentamente estrangular o comércio internacional e minar a eficiência de políticas para aumentar demanda. O temor da OMC é de que o impacto de todas essas medidas seja uma queda ainda maior do comércio. A previsão é de retração de 9% em 2009.

Um dos pontos de maior preocupação é o impacto dos pacotes de socorro criados principalmente pelos países ricos. Os planos - que já somam 43 em todo o mundo - podem ter impacto positivo e promover o comércio. Mas a OMC admite que alguns deles estão promovendo a discriminação entre produtos estrangeiros e nacionais. Diante de seus tamanhos, os novos pacotes têm o potencial de distorcer o comércio mundial.

Dois setores têm visto crescerem os subsídios: siderurgia e automóveis. Para a OMC, essas ações podem ser distorcivas e os subsídios seriam uma forma de governos protegerem suas indústrias. As medidas ainda prolongariam as operações de empresas ineficientes, além de impedir a concorrência de companhias estrangeiras. No setor automotivo, 12 países adotaram medidas de promoção de consumo ou da produção, entre eles o Brasil. No setor siderúrgico, 11 países adotaram medidas, a maioria protecionistas.

Fonte: O Estado de São Paulo




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Comissão da Crise vai ouvir empresário Jorge Gerdau

Depois de ter ouvido economistas, autoridades e representantes do sistema financeiro e da construção civil sobre crédito e juros, a Comissão de Acompanhamento da Crise Financeira e da Empregabilidade convidou um empresário para apresentar aos senadores os problemas que o setor produtivo vem enfrentando.

Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau (siderurgia), falará no dia 14 próximo aos senadores sobre como o setor industrial está vendo a crise internacional Entenda o assunto e como tenta superar a falta de crédito para exportações e a queda nas encomendas.

Em pouco mais de 20 dias, a comissão ouviu nove depoimentos, em audiências públicas. Além de questionar os convidados sobre os efeitos das medidas que o governo vem adotando para reduzir o impacto da crise financeira, os senadores também têm direcionado suas indagações para o elevado spread cobrado pelo sistema financeiro do país. Spread é a diferença entre o juro que o banco paga aos aplicadores e quanto cobra de quem toma seus empréstimos. Muitos senadores acreditam que, se os juros caírem para os consumidores, a economia interna será reativada.

As audiências públicas da Comissão da Crise, presidida pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ), são realizadas em conjunto com a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), esta dirigida pelo senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) foi indicado para preparar um relatório, com sugestões ao Congresso e ao governo.

Entre as medidas recomendadas aos senadores por vários depoentes, e que podem constar do relatório de Jereissati, está a criação de um cadastro positivo de bons pagadores, pois a elevada inadimplência tem sido apontada como uma das causas dos elevados juros cobrados de consumidores. Durante os debates, senadores das duas comissões têm questionado o que eles chamam de baixa competição entre os bancos que operam no país, a qual também teria influência nos elevados juros.
Eli Teixeira / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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Uma luz efêmera

O maior grupo de produtores de citros da Flórida está investigando a possibilidade de indústrias de suco brasileiras estarem praticando dumping no mercado americano.
A Florida Citrus Mutual estranha os baixos preços de importação do suco praticados no mercado americano. Estes preços estariam aquém do custo de produção. A organização de produtores baseia-se no fato de que pelo menos uma indústria brasileira esteve vendendo suco no mercado físico enquanto o valor da commodity afundava na ICE Futures. Processo semelhante já envolveu empresas brasileiras em 2005. Em época de crise, os produtores americanos fazem pressão para garantir um pouco mais de proteção do seu governo, já bastante atencioso...
A safra 2010 do Estado da Flórida pode estar ameaçada pelo clima que vigora hoje nos seus pomares: a seca que castiga as principais regiões produtoras do estado impõe que sejam acionados os sistemas de irrigação, o que eleva os custos de produção. A conjugação de altos custos e preços deprimidos pode forçar os citricultores a abandonar a irrigação de seus pomares no crítico momento em que a florada começa a aparecer. No caso desta situação vigorar por mais dois ou três meses, algum impacto negativo haverá na produção da safra vindoura, segundo analistas ouvidos pela agência Blommberg. Nos últimos 60 dias choveu menos da metade do habitual para a região nesta época do ano.

Ainda assim, os preços do FCOJ não se abalaram com o clima. Na verdade, o clima econômico tem repercutido mais nas oscilações do suco em Nova Iorque. Neste mês, permitindo-se especular com a possível estabilização da economia americana e com a reversão no consumo de bebidas, o investidor na ICE Futures viu o contrato mais negociado ganhar 11%, fechando, ontem, em US$0,7725/lb.

Aqui nas plagas brasileiras, a luz que se acendeu no artigo passado logo se apagou: o bom preço pago pela laranja de mercado não se sustentou. Segundo mercadistas consultados, não há demanda. A pêra rio não está com coloração adequada e a tangerina poncã entra no mercado roubando o já escasso apetite por laranjas. Os negócios se realizam na base de R$12,50/cx de pêra rio, na árvore, e hamlim entre R$7,00 e R$8,00/cx.

É a velocidade da luz que espanta, ou a alegria de pobre que dura pouco!

Nesta semana e na próxima, as indústrias de suco começam a coleta de dados para suas estatísticas de produção da próxima safra. Umas buscam a contagem de frutos, outras do número exato de plantas nas propriedades. Informação confiável é um bem precioso no negócio.
Aproveito o ensejo para ecoar a convocação de mobilização dos produtores rurais feita pelo Ministério da Agricultura, conforme noticiado pelo site da Associtrus e outros meios de comunicação, com o objetivo de serem ouvidos como parte essencial da resolução de problemas, interessados colaboradores nas questões ambientais e não como tem acontecido, numa inadequada generalização, como inimigos ou criminosos contumazes.




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País exporta US$ 6,4 milhões em mel no mês de fevereiro

Crise ainda não chegou ao setor apícola brasileiro principalmente por causa de reduções na oferta de mel decorrentes de problemas climáticos em vários países
A apicultura brasileira vem mantendo ritmo de crescimento nos valores exportados neste ano. Os números mostram que a crise mundial, que já abateu boa parte do agronegócio do País, ainda não repercutiu no mel.

Em fevereiro deste ano, o Brasil exportou US$ 6,446 milhões, um incremento de 68,4% em relação a janeiro. O crescimento é ainda maior quando comparado com fevereiro do ano passado (US$ 2,105 milhões), representando um forte aumento de mais de 200% na receita de exportação...

Em quantidade, foram 2,797 milhões de quilos, um aumento de 155% na comparação com o mesmo período de 2008 (1,096 milhão de quilos). A venda foi realizada a um preço médio de US$ 2,31 o quilo de mel. “Esse valor associado a uma taxa de câmbio favorável contribui para remunerar melhor as nossas exportações de mel”, destaca o coordenador da nacional da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende.

O continente americano continua sendo o maior comprador do mel brasileiro, correspondendo a mais de dois terços da receita total das exportações, ou seja US$ 4,38 milhões. Os Estados Unidos absorveram US$ 4,34 milhões a um preço de US$ 2,15 o quilo.

Para o mercado europeu foram destinadas 31,8% das exportações brasileiras (US$ 2,05 milhões). A Alemanha respondeu por US$ 1,23 milhão. O Reino Unido importou US$ 622,13 mil. Holanda e Bélgica também fizeram parte dos destinos europeus.

Além disso, foi destacada uma exportação residual de mel para o Japão. O volume para esse país representou US$ 15,270 mil em valor e 409 quilos em quantidade. Os dados constam do levantamento consolidado pelo analista Reginaldo Resende. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web), da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Por estado

São Paulo continua liderando as exportações de mel, sendo responsável por uma receita de US$ 1,445 milhão. Santa Catarina foi o segundo exportador e Ceará, o terceiro. O quarto colocado foi Rio Grande do Sul, seguido do Paraná e do Piauí. O sétimo e o oitavo no ranking de exportação foram Rio Grande do Norte e Minas Gerais.

O melhor preço foi recebido pelo Estado do Paraná, com US$ 2,68 por quilo de mel, bem acima da média nacional. Santa Catarina, Ceará e São Paulo também receberam preços acima da média. Já o menor preço foi recebido pelo Rio Grande do Norte e pelo Rio Grande do Sul: US$ 2,06 por quilo.

Cenário

Segundo Reginaldo Resende, o cenário continuará sendo favorável ao mercado de mel em função de prováveis reduções na oferta de mel decorrentes de problemas climáticos em vários países. “A exemplo temos a seca na Argentina que reduziu a colheita e a safra de 2008-2009 e ainda há previsão de novas quebras por conta da continuidade da estiagem em algumas regiões produtoras daquele país”, diz.

Há também a previsão de redução na produção de mel no Uruguai causada pela seca em algumas localidades e pela mortandade de enxames por uso de inseticidas. Na Austrália, houve perdas de enxames e destruição do pasto apícola em conseqüência dos incêndios.

“Também podemos citar as condições climáticas adversas na Espanha que levou à redução de cerca de 50% na produção de mel da região de Sevilha”, destaca Reginaldo. Em vários países da Europa e dos Estados Unidos ocorreram também perdas de enxames.

“Por conta desse cenário, com baixos estoques mundiais de mel e baixa oferta, o setor apícola brasileiro ainda não sentiu a recessão mundial. Porém, em longo prazo, quando os estoques estiverem mais abastecidos, já se espera uma queda nos preços, que hoje se encontram acima da média histórica”, ressalta.




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Soja desvaloriza com recuo da China

O grão respondeu à pressão dos produtores de óleo da China, que cobram do governo aumento das tarifas de importação da soja.
Os contratos de soja com vencimento em julho caíram 0,58% na Bolsa de Chicago (CBOT) e encerraram o pregão de ontem cotados a 940,50 centavos de dólar por bushel. O grão respondeu à pressão dos produtores de óleo da China, que cobram do governo aumento das tarifas de importação da soja.
Os contratos de trigo para julho fecharam em alta de 1,20%, cotados a 527,50 centavos de dólar por bushel, na CBOT. Os preços subiram, pela primeira vez em cinco dias, com o aumento das exportações favorecidas pela queda do dólar frente outras moedas. Os embarques de trigo dos EUA subiram 24% na semana encerrada em 19 de março, de acordo com relatório do governo dos EUA.

Os contratos de milho para julho fecharam em alta de 1,26% na Bolsa de Chicago, cotados a 401,25 centavos de dólar por bushel. Os preços subiram com aumento da demanda pelo milho dos EUA, maior exportador mundial. As vendas externas dos EUA chegaram a 1,19 milhão de toneladas métricas na semana encerrada em 19 de março, segundo relatório do Departamento de Agricultura do país



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Carne suína lidera produção e consumo mundial

Olinto Rodrigues de Arruda, suinocultor e engenheiro agrônomo, apresenta números expressivos do setor, em escala mundial, e cita alguns fatores para dinamizar o crescimento da suinocultura no Brasil.
Para saber o potencial de uma atividade, é necessário o conhecimento de dados mundiais e saber transportá-los para a realidade nacional. Na palestra “Aspectos da Suinocultura do Brasil e do Mundo”, Olinto Rodrigues de Arruda, engenheiro agrônomo e suinocultor, apresentou dados da produção suinícola mundial e explicou como o suinocultor brasileiro pode trabalhar estes números para incrementar a atividade. A apresentação foi feita no curso “Gestão na Suinocultura”, promovido pela Consuitec nos dias 24 e 25 de março, em Campinas (SP). Evento reuniu cerca de 90 empresários e administradores do setor.
“Atualmente a carne suína é a proteína mais produzida e consumida no mundo. Apesar da crise, não existem perspectivas de mudança neste cenário”, diz Olinto. De acordo com ele, a carne suína é responsável por 40,41% da produção de carnes no mercado mundial. A China está no topo dos países produtores, seguida por EUA, Alemanha e Espanha. “O Brasil está em quinto lugar entre os grande produtores, mas quando falamos em consumo, a realidade é diferente”, diz.
Produção Mundial de Carne Suína em 2007


Tipo de Carne

Volume (ton.)

Participação (%)
Suína

115.453.862

40,41%
Aves

86.772.328

30,37%
Bovina

61.881.160

21,66%
Outras

21.608.459

7,56%
Total

285.715.809

100,00%
Fonte: FAOSTAT, FAO



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Workshops ABINEE para consolidar estudo sobre o futuro do setor

A ABINEE iniciou, nesta quarta-feira, 25, uma série de workshops internos para a consolidação do estudo A Indústria Elétrica e Eletrônica do Brasil em 2020, que será apresentado, em 1º de junho próximo, por ocasião do Fórum ABINEE TEC 2009. O assunto debatido neste primeiro workshop restringiu-se ao segmento eletrônico e teve como base as entrevistas já realizadas pela LCA Consultores. O objetivo do estudo é fazer uma projeção do futuro do setor eletroeletrônico, com indicações do que deve ser feito para se atingir os resultados. No próximo dia 30, o assunto do workshop será a indústria elétrica e, no dia 2 de abril, políticas públicas.



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Rodada Internacional de Negócios

Na Rodada Internacional de Negócios o empresário tem a oportunidade de participar do maior encontro de negócios do país, com compradores internacionais do setor. Realizada através do projeto Brazilian Furniture em parceria com a ApexBrasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos e a Abimóvel.

Mais informações:
Abimóvel
(11) 3817-8711





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3º Congresso Moveleiro Abimovel 2009

Tendo em vista as necessidades de informações atualizadas, às dificuldades em buscá-las (custo, tempo e locomoção) e até mesmo de encontrá-las, é que a ABIMÓVEL, consciente de sua responsabilidade, trás para o mercado “ 3º Congresso Moveleiro Abimovel 2009, que tem como objetivo produzir e disseminar conhecimentos, no sentido de contribuir para a habilitação das indústrias moveleiras no mercado a partir de diferenciais competitivos.



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Otimismo e perspectivas de bons negócios no segundo dia da Fimec

Novo Hamburgo/RS - A movimentação foi intensa pelos corredores da 33ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes) durante o segundo dia da feira, nos Pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo. O otimismo e a prospecção de negócios entre compradores e expositores são as palavras chaves no evento. “Conversando com os expositores e visitando os estandes confirmamos a expectativa inicial de otimismo”, observa o diretor-presidente da Fenac, Ricardo Michaelsen. Ele e o prefeito de Novo Hamburgo, Tarcísio Zimmermann, visitaram estandes e trocaram idéias sobre as expectativas de negócios no setor, mostrando a satisfação em contar com a participação de 1.200 marcas nesta edição, totalizando 29 países e vários estados brasileiros. Um dos expositores visitados foi a empresa Astech, de São Leopoldo, que desenvolveu a ColorMap – primeira ferramenta capaz de avaliar a cor do couro e de laminados sintéticos de forma objetiva. O sistema foi apresentado pelo diretor comercial Alexandre Becker...
“A feira está bonita, bem visitada e todos estão elogiando a estrutura preparada pela Fenac”, comentou o prefeito Zimmermann. "A Fimec é uma feira extraordinariamente importante para a produção de calçados, pois serve como referência em tecnologia. O empresário de Novo Hamburgo e da região pode conhecer o que há de novidades no setor sem precisar viajar. E quem vem de fora nos traz um importante incremento na área de turismo”, comemora Zimmermann.
Em estandes lotados negócios eram iniciados e contatos feitos. Carlos Eduardo Cardoso, sócio-gerente de uma empresa de componentes de Santa Catarina, destacou essa característica. “O ritmo aqui dentro não é de feira, e sim de trabalho. Em alguns estandes é difícil de conversar, pois sempre tem muita gente entrando. Se uma pequena parte destes fechar negócio, já teremos uma excelente Fimec”, disse Cardoso.
Mark Etcheverria, que representa um pool de investidores do ramo calçadista dos Estados Unidos, circulava pelos corredores da Fimec. “É a terceira vez que venho visitar a Fimec, mas não estive presente nas duas últimas edições. Venho mais para observar e fazer contatos. Foi uma surpresa ver tanto movimento, algumas pessoas com quem falei já adquiriram máquinas e equipamentos. Pensei que com a crise a feira estaria menor”, surpreendeu-se. Entre aqueles que vieram buscar boas oportunidades está Rodrigo Bohn, supervisor de uma empresa de Feliz, no Rio Grande do Sul. Ele avaliou a feira como uma excelente oportunidade de saber das novidades e de iniciar parcerias. “Viemos ver o que há de novo, principalmente em maquinários. Como trabalhamos com marca própria, atendendo o mercado interno, a crise não nos pegou de jeito. Estamos pensando inclusive em aumentar nossa produção”, conta Bohn.

Climatização - O ambiente está dos mais agradáveis durante a feira. Os pavilhões da Fenac S.A., onde se realiza a Fimec, estão oferecendo um maior conforto para os visitantes e expositores, registrando uma temperatura média entre 19 e 20 graus. A climatização dos pavilhões exigiu um investimento de R$ 2,2 milhões, que contou com o financiamento da Boncred Leasing. O sistema instalado permite o controle total da temperatura interna, podendo ser regulada tanto para a refrigeração quanto para o aquecimento.
A Fimec 2009 segue até esta sexta-feira, das 13 às 20h e conta com a participação da ABECA - Associação Brasileira de Estilistas de Calçados e Afins; ABQTIC - Associação Brasileira de Químicos e Técnicos da Indústria do Couro; ABRAMEQ - Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins; AICSUL - Associação das Indústrias de Curtume do Rio Grande do Sul; ASSINTECAL - Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos; CICB - Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil; IBTeC - Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos e apoio da ACI-NH/CB/EV - Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, e Centro Universitário Feevale.

De Zotti - Assessoria de Imprensa
Em 25/03/2009



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Votorantim Cimentos investe R$1,5 milhão na capacitação de jovens

Este ano, a Votorantim Cimentos (VC) vai investir R$ 1,5 milhão na formação profissional de jovens residentes em localidades que contam com unidades da companhia.

O Programa Evoluir beneficiará cerca de 330 jovens com idade entre 16 e 24 anos do Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Há 20 anos o projeto oferece a oportunidade de formação técnica em manutenção industrial mecânica, elétrica ou mineração e, principalmente, acesso ao mercado de trabalho.

Além dessa iniciativa, a empresa também desenvolve o Programa Futuro em Nossas Mãos, que formará este ano mil jovens pedreiros em todo o País, com idade entre 18 e 29 anos.

Nos dois projetos, os cursos oferecidos contemplam atividades sócio-educativas que priorizam o desenvolvimento pessoal, comunitário, profissional e ético dos participantes, respeitando sua vocação e interesse na construção de uma carreira profissional.



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Semex participa de Show Rural 2009

Há 50 anos atuando no setor leiteiro mundial, a Semex marcou presença na edição 2009 do Show Rural Coopavel, evento voltado às novas tecnologias no setor pecuário e agrícola, realizado no último mês em Cascavel (PR). Quase 200 mil pessoas passaram pela feira. Em seu estande, a companhia reuniu inúmeros clientes e parceiros. A Semex participa da feira há 12 anos.



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5º Encontro de Mulheres de Negócios do Paraná - Mulheres no Topo da Pirâmide!

Continuação dos encontros criados em 2008, é direcionado para Mulheres Executivas. Um evento pontual que segue na 5ª edição e pretende, por meio de discussões sobre experiências e opiniões, agregar valores para melhor entender a situação das mulheres no ambiente corporativo...íntegra



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Amcham promove missão aos EUA focada no setor de máquinas e equipamentos

A Amcham promove, em parceria com a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos, sua primeira missão empresarial do ano, voltada ao segmento de máquinas e equipamentos. A viagem ocorre entre 26/04 (domingo) e 01/05 (sexta-feira), com destino a Houston, Northern Kentucky, Cincinnati e Washington, e tem como objetivo contribuir para o estabelecimento de novos negócios e contatos comerciais nessas localidades...íntegra



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Um mercado que compensa

A Formacomp, do Paraná, exporta compensados, laminados e anti-derrapantes para Arábia Saudita, Catar, Emirados, Líbano e Marrocos. Os países árabes são o maior mercado da empresa no exterior.
Geovana Pagel geovana.pagel@anba.com.br
São Paulo – Os países árabes são o maior mercado de destino das vendas externas da Formacomp, fabricante de compensados, laminados e anti-derrapantes. Os produtos, principalmente os compensados plastificados, são embarcados para Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes, Líbano e Marrocos...

Compensado plastificado é o carro-chefe das exportações
"O mercado árabe rapidamente foi conquistando uma fatia cada vez maior nas nossas exportações e hoje é considerada estratégico para fortalecer nossa marca no exterior", afirma Beatriz Filipak Vanin, responsável pelo setor de exportação da Formacomp.

A empresa, fundada em março 2001 na cidade de União da Vitória, no interior do estado do Paraná, destina 80% de sua produção ao mercado externo. A primeira exportação ocorreu em abril de 2001 para a Bélgica. De acordo com Vanin, com o passar do tempo a Formacomp diversificou sua participação atendendo novos clientes.

Além do mercado árabe, a indústria exporta para Estados Unidos, México, Trinidad e Tobago, Jamaica, Cuba, Martinica, Venezuela, Chile, Uruguai, Argentina, Cabo Verde, Alemanha, Inglaterra, Portugal, Espanha, Dinamarca, França e Turquia.

Segundo Vanin, a Formacomp tem como principal produto de exportação o compensado plastificado para construção civil. "Cerca de 80% da produção é destinada a exportação com a finalidade de aumentar sua participação no mercado mundial", destaca.

Para encontrar novos clientes, a fabricante costuma participar de feiras do setor como a Feira Internacional da Indústria da Construção (Feicon), realizada em São Paulo. A Formacomp gera 270 empregos diretos.

Para melhor suprir a necessidade de matéria-prima, a fabricante possui uma empresa coligada no município de Várzea da Palma, Minas Gerais, a Lamminas. E, para aumentar ainda mais a capacidade de produção instalada, a indústria está investindo na construção de uma filial na cidade de Santa Cecília, em Santa Catarina.

No mercado interno, a Formacomp mantém representantes exclusivos em Goiás, Amazonas, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Norte e Bahia.

Contato
Telefone: +55 (42) 3521 6000
E-mails: formacomp@formacomp.com.br



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Estande brasileiro teve visitação recorde na Feira do Cairo

A quarta-feira foi marcada por intensa circulação de empresários egípcios e árabes em busca de oportunidades de negócios com o Brasil em setores como alimentos, construção civil e hospitalar.
Randa Achmawi randa.achmawi@anba.com.br
Cairo – O número de visitantes que passou pelo estande brasileiro na Feira Internacional do Cairo, ontem (25), aumentou de maneira surpreendente. “Talvez pelo fato do final da feira estar se aproximando, a quantidade de empresários interessados em negócios aumentou muito. Foi a maior movimentação que tivemos desde o inicio do evento”, afirma o assistente de comércio exterior da Câmara de Comércio Árabe Brasileira , Hans Lazarte Lima. “Estou impressionado com a procura geral por oportunidades, tanto para importação quanto para exportação, por parte dos empresários egípcios”, acrescenta...

Segundo Lima, a procura pelo estande brasileiro foi tão intensa que chegou a despertar a curiosidade dos representantes dos estandes vizinhos. “Alguns deles vieram nos perguntar o que fazíamos para receber tantos visitantes, mesmo sem estarmos expondo produto algum”, conta. De acordo com ele, este é o maior indício da importância crescente do nome do Brasil no Egito e no mundo árabe.

“Quando eles notam o logotipo brasileiro, nos procuram para obter informações e quando ficam sabendo que somos representantes da Câmara Árabe Brasileira, os empresários demonstram um interesse ainda maior, pois percebem a existência de uma oportunidade para aproveitar os serviços que a entidade presta às empresas, sem nenhum custo, e tentam estabelecer contatos que podem acabar em negócios”, explica.

Na avaliação de Lima, um dos pontos fortes do trabalho da feira, na última quarta-feira, foi o fato de ter sido visitado por vários presidentes de empresas egípcias e também de outros países da região. “Foi o caso de Atef Ahmed, presidente de uma empresa libanesa, que veio ao Egito especialmente para participar do evento e procurou o estande brasileiro com interesse em importar carne bovina”, diz. Nos dias anteriores o estande brasileiro havia recebido, em sua maioria, representantes do grande público e visitas de gerentes de exportação.

O maior número de empresários e representantes de companhias, que passaram pelo estande brasileiro, é do setor alimentício.“Vários importadores já acostumados com a compra de carne bovina brasileira vieram para consolidar suas relações com o Brasil e eventualmente aumentar o volume de importações” diz Lima. Segundo ele, também passaram pelo estande empresários interessados na compra de carne enlatada. ”Um deles me pediu até, que mandasse informações e contatos de empresas que pudessem fornecer este produto, e fixou a especificação de latas de 200 gramas de carne” conta. Alguns empresários também quiseram obter informações sobre como importar peixes e frutos do mar do Brasil.

Além do setor alimentício, outras áreas despertaram o interesse dos importadores egípcios como construção civil e hospitalar. “Recebemos empresários a procura de matéria-prima para a fabricação de PVC, de polietileno e ferro. O setor hospitalar também foi procurado pelos que buscam fazer contatos e negócios com empresas brasileiras”, destaca Lima.



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Árabes buscam negócios no Ceará

Traders do Egito e da Jordânia participam hoje de encontros em Fortaleza em busca de alimentos e artesanato. Compradores de 14 países foram convidados para o 13º Encontro de Negócios do Nordeste.
Marina Sarruf marina.sarruf@anba.com.br
São Paulo – Entre as empresas de 14 países que vão participar das rodadas de negócios do 13º Encontro Internacional de Negócios do Nordeste, que começam hoje (26) em Fortaleza, no Ceará, estão as tradings Jordan Br, da Jordânia, e a Bragito, do Egito. Ambas buscam alimentos e artesanato produzidos pelas micro e pequenas empresas cearenses...

O evento, que segue até amanhã (27), é promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Ceará (Sebrae/CE) e vai ter a participação de 160 empresas e associações do estado que já têm uma agenda de encontros com os compradores internacionais. Segundo informações do Sebrae/CE, o objetivo do evento é abrir novos mercados para as pequenas empresas da região.

As duas empresas árabes que participam do evento já têm representações no Brasil. No caso da Bragito, que importa e exporta soja, milho, carne, café e frutas, a companhia tem um escritório em São Carlos, em Santa Catarina.

Além dos árabes, o evento vai contar com a participação de empresas do Chile, Paraguai, Peru, Senegal, Cabo Verde, Alemanha, Suíça, Espanha, França, Portugal, Costa Rica e China. Os setores que serão apresentados aos compradores internacionais são os de alimentos, bebidas, artesanato, cosméticos, floricultura, moda praia, íntima e casual.

Apesar da crise mundial, o Sebrae/CE espera que os encontros movimentem R$ 30 milhões em negócios para as empresas do estado, o mesmo valor gerado no ano passado. Além de negócios, a organização acredita que o evento será uma oportunidade para as micro e pequenas mostrarem o potencial das empresas cearenses.

No ano passado, as exportações do estado para a Liga Árabe (formada por 22 países árabes) renderam US$ 17,65 milhões, o que representou um crescimento de 21% em relação a 2007. Os principais produtos embarcados foram castanha de caju, calçados de borracha, equipamentos de cozinha, tecidos e máquinas de costura. Por outro lado, as importações cearenses do mercado árabe somaram US$ 345, 24 mil em 2008, contra US$ 86 mil em 2007. Fios de plástico (monofios), mármores e circuitos integrados foram os produtos árabes mais importados pelo estado.




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Jobs in São Paulo, Brazil

We at the Danish-Brazilian Chamber of Commerce are happy to promote Danish business interests in Brazil.

We have therefore made a job forum for both applicants looking for a job and for companies looking for suited applicants.

If you are looking for a job:

Please send us your CV at email: adm@danchamb.com.br
We will be happy to post your CV on our job forum, but we can of course not guarantee any jobs.

If you are looking for an applicant:

Please send us your job description, and we will be happy to post it at our job forum. Email us at: adm@danchamb.com.br



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DHL Global Forwarding participa da Intermodal South América 2009

Com o objetivo de aumentar seu portfólio de clientes e reforçar a parceria com clientes antigos, além de consolidar a marca no concorrido mercado de Comércio Exterior, a DHL Global Forwarding, braço do maior grupo de logística do mundo, participa mais uma vez da Intermodal South América, feira que reúne os principais players do setor de logística, comércio exterior e transporte mundial. O evento, que acontece entre 14 e 16 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo, tem público formado, principalmente, por profissionais de alto poder decisório no setor.

Com expectativa de circulação de cerca de 45 mil pessoas durante os três dias de evento, trata-se de um evento estratégico para a DHL Global Forwarding, ao reunir as principais empresas do setor e promover a visita de profissionais de todo o Brasil, América Latina, América do Norte, Europa e Ásia. "É uma excelente oportunidade de estarmos com os nossos clientes e parceiros, criando no evento um ponto de encontro, no qual aproveitaremos a oportunidade para brindar sucessos e futuras perspectivas de negócios", conta Renata Mihich, Diretora de Marketing e Vendas da DHL Global Forwarding.

A empresa contará com um stand de 120m² durante o evento, no qual serão destacados seus principais produtos: Frete Aéreo e Marítimo, Divisão LifeScience, Projetos Industriais e Value Added Services.

Sobre a DHL

A DHL é a líder mundial em logística, com os mais experientes profissionais, em mais localidades e países do que qualquer outro provedor logístico. Nossa meta é construir uma sólida e duradoura parceria com nossos clientes, provendo serviços de qualidade global em todas as nossas operações Somos a primeira opção para as empresas que buscam terceirização em agenciamento de fretes, armazenagem, distribuição, transporte e gerenciamento da cadeia de suprimentos.

Fundada em São Francisco em 1969, a DHL é uma marca do Deutsche Post World Net. O grupo gerou faturamento na ordem de 54 bilhões de euros em 2008. Para mais informações, por favor, visite www.dhl.com.br




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Festa de Akimatsuri de Mogi das Cruzes acontece de 10 a 12 de abril

O Akimatsuri, tradicional festa anual promovida pela Associação Cultural de Mogi das Cruzes (Bunkyo), vai acontecer nos dias 10, 11 e 12 de abril próximos, no Centro Esportivo Bunkyo, situada a Av. Japão, 5919, em Mogi das Cruzes (SP).

A Comissão Organizadora do evento esteve hoje (27/03), de manhã, em visita à Câmara para divulgar o evento e ao mesmo tempo convidar aos associados. O secretário-geral Fujiyoshi Hirata recebeu os membros do comitê Massashi Shibuya, que também preside o Bunkyo, Pedro Komura, vereador de Mogi das Cruzes e Yusi Edagi.

Estão previstas para o Akimatsuri várias atrações como shows, praça de alimentação, pavilhão agrícola e cultural, expositores, entre outros.

Mogi das Cruzes, importante pólo industrial, agrícola e de serviços, está situada na região Leste da Grande São Paulo, possui 721 quilômetros quadrados (km²) de extensão territorial. A população, segundo a última atualização do IBGE em julho de 2006, era de 372.419 habitantes, com considerável participação de descendentes de japoneses.



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Roger Agnelli: muito do sucesso da Vale se deve à parceria com o Japão

Presidente-executivo da Vale destaca parceria de longo prazo da empresa com os japoneses. "Muito do sucesso da Vale se deve à parceria com o Japão, sem dúvida alguma, uma relação importantíssima", disse Roger Agnelli, presidente-executivo da Vale e personalidade em destaque no mundo empresarial, durante palestra no dia 24 de março, no Salão Nobre do Prédio Histórico da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, situado no Largo do São Francisco, 95, no seminário promovido pelo Instituto de Direito Internacional e Relações Internacionais (IDIRI) da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, uma das mais tradicionais escolas de direito do Brasil, com o apoio da Fundação Mitsui Bussan do Brasil (Mitsui e empresas coligadas)...

O presidente destacou o esforço da Vale e a parceria de longo prazo com os japoneses, que têm permitido à empresa atingir alto índice de desenvolvimento, observando que "a Vale e o Japão têm uma parceria de longo prazo, a América do Sul sendo o maior depósito de energia (grãos, minérios) do planeta, e do outro lado o Japão, com recursos naturais escassos", ressaltando que "os financiamentos japoneses foram muito importantes para a expansão da Vale, sendo o Carajás, uma das mais ricas jazidas de minério de ferro, começou a exportar para o Japão em 1955, iniciando uma grande parceria entre a Vale e o Japão. O Japão tem visão de longo prazo, coisa que não se encontra em outros povos. A Vale tem como filosofia essa visão de longo prazo".

Maior empresa privada da América Latina, a Vale tem um valor de mercado de aproximadamente 150 bilhões de dólares. Presente em 30 países, a empresa é a maior produtora e exportadora mundial de minério de ferro e de pelotas, a segunda maior produtora mundial de níquel e uma das principais produtoras de manganês, ferro-ligas, concentrado de cobre, bauxita, alumina, alumínio e carvão. Maior operadora de serviços de logística no Brasil, participa do consórcio de oito hidrelétricas, já em operação, geradoras de energia para seu consumo próprio. A Mitsui & Co., Ltd. é dententora de 15% da Valepar, controladora da Vale.

Empresas japonesas são sócias da Vale em diversos negócios no Brasil e em outros países: Alumínio (Albrás) e alumina (Alunorte), pelotas (Nibrasco), níquel (PTI Indonésia e Goro Nickel), caulim (PVSA), aço (CSI EUA), logística (Log-in Logística). A Vale possui refinaria de níquel em Matsuzaka e escritório em Tóquio há mais de 30 anos.

O executivo aproveitou a presença de diversas autoridades para destacar o novo momento da empresa, afirmando que a agenda da Vale em 2008, um ano de recordes, dá a dimensão da força com que a empresa ruma para ser a maior mineradora de mercado do mundo, com ações voltadas ao desenvolvimento econômico, progresso social e inserção de grande número de pessoas nos três componentes do desenvolvimento humano – educação, saúde e renda, destacando que a conquista de novos mercados vai refletir, naturalmente, no aumento da produção interna e geração de mais empregos. "O Brasil é um gigante em recursos naturais e a Vale vai ser a maior mineradora de mercado do mundo. A Vale depende essencialmente do mercado internacional. A Vale investiu US$ 49,1 bilhões entre 2004 e 2008. Excelência na execução de projetos, com 29 grandes projetos entregues. Entre 2000 a 2008 foram US$ 25,1 bilhões em aquisições. 2008 foi um ano de recordes para a Vale. Precisamos ter capital para investir na educação, saúde do povo e infraestrutura. Investir e crescer. Austrália, país essencialmente mineradora, hoje sua população tem alto padrão de vida. Não se constrói um país sem grandes empresas. Não se faz empresas sem lucro. É preciso geral capital para investir. Se não tem lucro não gera impostos. Investimentos geram maiores oportunidades. O Brasil pode ter empresas globais, que para muitos isso incomoda".

Recentemente o mercado chinês tornou-se o maior importador individual de minérios da Vale. No final de 1997 a Vale era a oitava maior empresa de mineração no mundo em valor de mercado. Hoje a Vale é a segunda maior empresa do setor. Em 2008 o faturamento da Vale foi de US$ 38,5 bilhões, sendo que a Ásia respondeu por 41% dessa receita (o Japão com 12%), Europa com 20%, Brasil com 17%, entre outros.

Agnelli prevê que a Ásia, daqui para frente, será peça fundamental no crescimento da economia mundial e as Américas terão que "entrelaçar" nas suas relações bilaterais. Na sua opinião, a América do Sul e Ásia deveriam trabalhar no sentido de reforçar essa relação, devido ao potencial de crescimento das duas regiões e suas complementariedades. De acordo com ele, a América do Sul dispõe dos recursos naturais necessários para o crescimento da Ásia, que por sua vez detém o dinheiro. Os países asiáticos detinham ao final de 2007, US$ 4,24 trilhões em reservas internacionais, sendo US$ 1,9 trilhão apenas da China. "A economia mundial retoma e não tem volta. Em 2008, 66% do crescimento mundial vieram dos países emergentes. As economias emergentes, destacando-se a China, foram os responsáveis pela expansão do consumo mundial de commodities. O mundo está dividido em duas partes: leste e oeste. 52% das reservas internacionais hoje estão na Ásia. É lá que está a grana".

Ao proferir as palavras de encerramento, João Grandino Rodas, diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, disse que ficou extremamente honrado com a presença do público e em especial do palestrante Roger Agnelli, que na sua avaliação "é uma das pessoas mais éticas que pude conhecer no empresariado brasileiro". Após seu discurso, o diretor João Grandino Rodas fez a entrega de uma placa de homenagem ao palestrante.

Perfil - Roger Agnelli graduou-se em economia pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), São Paulo. Em julho de 2001 foi eleito diretor-presidente da Vale. Anteriormente, de maio de 2000 a julho de 2001, presidiu o Conselho de Administração da companhia.

Roger Agnelli construiu sua carreira profissional no Grupo Bradesco – uma das maiores instituições financeiras do Brasil –, de 1981 a 2001, onde exerceu o cargo de diretor-executivo do Banco Bradesco entre 1998 e 2000.

Em virtude de sua experiência e de suas atividades nas áreas de investimento, fusões e incorporações (M&A) e gestão de ativos, foi diretor da UGB Participações S.A. e vice-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID). Foi também diretor-presidente da Bradespar S.A. de março de 2000 a julho de 2001 e membro de conselhos de administração de diversas companhias com relevante atuação no Brasil e no exterior, como Companhia Paulista de Força e Luz, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Latas de Alumínio S.A. (LATASA), VBC Energia S.A., Brasmotor S.A., Mahle Metal Leve S.A., Rio Grande Energia S.A., Suzano Petroquímica, Serra da Mesa Energia S.A., Duke Energy, Spectra Energy e Petrobras. De 2003 a 2007 foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), órgão de assessoramento ao presidente da República do Brasil.

Atualmente, é membro do Conselho Consultivo do Setor Privado (CONEX) da Câmara de Comércio Exterior da Presidência da República do Brasil e integra o Conselho de Assessoramento Internacional ao presidente da República de Moçambique, Armando Guebuza. Ocupa a Vice-Presidência do Centro das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro e participa do Conselho Superior Estratégico da Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), do Conselho de Administração da ABB Ltd. e do Conselho Consultivo Global da Anadarko. É membro da Comissão Internacional Consultiva da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).






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CÂMARA BRITÂNICA DE COMÉRCIO REÚNE JOVENS EXECUTIVOS PARA DEBATER A AMAZÔNIA

O 7º encontro da Young Britcham, ocorrido dia 18 de março no Centro Brasileiro Britânico, reuniu cerca de 20 jovens interessados sobre os recursos genéticos da Amazônia. O grupo faz parte da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham), que tem cadastrados aproximadamente 120 jovens paulistas com interesses diversos. Eles participam de encontros periódicos nos quais debatem temas de conjuntura incluindo economia, meio ambiente e negócios.

No primeiro encontro do grupo em 2009, o convidado foi o professor Joaquim Machado, que discursou sobre "Coevolução dos recursos genéticos, comunidades humanas e conhecimento tradicional na Amazônia: uma abordagem contemporânea". Ele explorou pontos como o interesse internacional pela Amazônia e a coevolução de espécies que sobreviveram e sofreram modificações ao longo dos anos juntamente com a evolução do homem.

Joaquim Machado é engenheiro agrônomo da Syngenta; presidente de Biodiversidade e Biotecnologia do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável e professor da USP.

O evento foi gratuito e aberto a jovens profissionais de áreas diversas. O próximo encontro deverá acontecer em maio. Para participar ou ingressar no grupo de debates da Young Britcham, basta entrar em contato através do eventossp@britcham.com.br ou pelo telefone: (11) 3819-0265.




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Ministro Britânico, Lord Mandelson, elogia papel da Câmara Britânica de Comércio

A Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham) ofereceu, nesta quarta-feira, um jantar ao Ministro Britânico de Negócios, Empreendimentos e Reforma Regulatória, Peter Mandelson. Ele e uma delegação de CEO's de 14 empresas britânicas vieram ao Brasil com o objetivo de intensificar as negociações e parceiras entre os dois países. O jantar oferecido para aproximadamente 200 convidados e associados da câmara aconteceu no Leopolldo Faria Lima, restaurante localizado nos Jardins, em São Paulo. A Britcham atua como facilitadora em parcerias e negociações entre empresas do Reino Unido e dos países onde a câmara está presente, entre eles o Brasil.

Para dar início às negociações, Lord Mandelson, acompanhado dos CEO's britânicos, se reuniu com os hosts Marcelo Moura, presidente da Britcham no Brasil; Graham Nye, presidente da Britcham SP e empresários brasileiros durante coquetel reservado para patrocinadores do evento antes de encontrar os convidados do jantar. Foram eles: Shell, PricewaterhouseCoopers, UK Trade & Investment, HSBC, Pinheiro Neto Advogados, BSI Management Systems, KPMG, BP, Comgás, Rolls-Royce e Standard Chartered.

Durante discurso aos convidados, o ministro exaltou a parceria entre os dois países e descreveu o trabalho da Câmara Britânica de Comércio como fundamental na relação "frutífera e duradoura" para negociações entre Brasil e Reino Unido. "A Câmara Britânica de Comércio tem trabalhado de perto com o governo e ajudado a fortalecer os laços entre os dois países, além de oferecer suporte para aqueles em busca de prosperar neste mercado tão dinâmico", afirmou Mandelson ao abrir seu discurso durante o jantar.

"Apesar dos meses desafiadores pelos quais passamos, nos encontramos hoje após um ano recorde para o trade bilateral" discursou. Segundo Peter Mandelson, as exportações do Reino Unido para o Brasil cresceram 50% em 2008, excedendo 4 bilhões de libras.

Após falar sobre a parceria de mais de 200 anos entre Brasil e Reino Unido o ministro lembrou dos desafios dos tempos de incerteza e das oportunidades que a nova era pode oferecer. "Sei que temos o conhecimento, talento e expertise para ajudar os dois países a atingirem suas ambições para o futuro e ao trabalhar com organizações como a Câmara Britânica de Comércio, estou convencido e determinado de que as coisas irão acontecer", acredita.

Segundo Lord Mandelson "este é apenas o começo" e já é claro o interesse de empresas britânicas em desenvolver negócios no Brasil. Ele declarou que as empresas estão seguindo passos de organizações como a Standard Chartered, que está aguardando licença para operar banking facilities no Brasil; a Rolls Royce, que este ano comemorou cinco décadas de sucesso na região e a BG que investiu mais de 4 bilhões de dólares no campo petroleiro.

O ministro explicou que pretende também estimular pequenas e médias empresas a se juntarem a este dinâmico mercado e garantiu que as centenas de empresas brasileiras que buscam a internacionalização agora tem no Reino Unido um parceiro europeu.

Por fim, o ministro ofereceu um brinde à parceria entre Brasil e Reino Unido "e que ela seja frutífera para todos", concluiu o ministro ao dar início ao jantar.





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MDIC realiza workshop sobre estatística no comércio internacional de serviços

Para promover a cooperação da Comunidade Européia e do Mercosul, quando o assunto se trata de estatística, a Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) realizará nesta segunda-feira (30/3) até quinta (2/4), na sede do órgão, o workshop "Manual de Estatísticas de Comércio Internacional de Serviços". O evento será conduzido pelo especialista do Instituto Nacional de Estatística da Espanha, Fernando Cortina Garcia.

Voltado representantes dos órgãos de estatísticas e do Banco Central dos países membros do Mercosul, o workshop é um projeto de cooperação do Mercosul juntamente com a Comunidade Européia (CE).

O evento também conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), no âmbito do Grupo Técnico 6 (GT 6), harmonizador de estatísticas do bloco comercial latino-americano.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
Luiz Calcagno Fettermann
luiz.fettermann@desenvolvimento.gov.br



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Regulamentada a Vigilância Agropecuária Internacional

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 193, DE 25 DE MARÇO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa n° 36, de 10 de novembro de 2006, na Instrução Normativa n° 316, de 18 de dezembro de 2006, e o que consta do Processo n° 21000.011315/2008-18, resolve:
Art. 1º Estabelecer os critérios a serem seguidos nas Supervisões Técnico-Fiscais, Operacionais e Gerenciais nas atividades da Vigilância Agropecuária Internacional.
Art. 2º As supervisões serão realizadas em todas as Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional e nos Serviços e Seções de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional.
Art. 3º As supervisões de que trata o art. 1º desta Portaria terão as seguintes finalidades:
I - nas Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional:
a) verificar o efetivo cumprimento do disposto no Manual de Procedimentos Operacionais do VIGIAGRO e demais normas correlatas em vigor;
b) avaliar o cumprimento do disposto nos Planos de Ação elaborados pelas Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para correção das não conformidades apontadas nos Relatórios de Auditoria realizadas nas Unidades do VIGIAGRO;
c) avaliar a adequação da infra-estrutura, instalações, equipamentos, lotação de recursos humanos e escalas de trabalho adotadas nas Unidades do VIGIAGRO em função da demanda de fiscalização existente e do interesse do serviço;
d) avaliar a articulação interinstitucional da Unidade supervisionada com os demais órgãos e entidades intervenientes do comércio internacional; e
e) verificar outros temas correlacionados às atribuições das Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional;
II - nos Serviços e Seções de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional:
a) avaliar o planejamento, a programação, a promoção, a orientação e o controle da execução das atividades de gestão da Vigilância Agropecuária Internacional;
b) avaliar o controle e a execução financeira e orçamentária dos recursos disponibilizados pelos Planos Internos da Vigilância Agropecuária Internacional;
c) avaliar o controle e a execução física e a elaboração de relatórios de acompanhamento;
d) avaliar as atividades de supervisão das Unidades e Serviços sob sua jurisdição;
e) avaliar a articulação interinstitucional e intra-institucional com as demais Unidades de Assistência Direta, de Execução Finalística e de Apoio Operacional; e
f) verificar outros temas correlacionados às atribuições dos Serviços e Seções de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional julgados pertinentes.
Parágrafo único. O modelo de relatório de supervisão será disponibilizado no Manual de Supervisão Técnico-Fiscal, Operacional, e Gerencial, do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional, elaborado pela Coordenação-Geral do Sistema VIGIAGRO.
Art. 4º As Supervisões serão realizadas por equipes de servidores indicados pelos Chefes de Serviço ou Seção de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional, no caso de serem realizadas em unidades de sua jurisdição e pelo Coordenador-Geral do Sistema VIGIAGRO, no caso de serem realizadas nos Serviços e Seções de G e s t ã o / D T / S FA - U F.
§ 1º Comporão as Equipes de Supervisão nas Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional, o Chefe de Gestão do VIGIAGRO/DT-UF e, quando necessário, Fiscais Federais Agro-
pecuários, do Sistema VIGIAGRO.
§ 2º Comporão as Equipes de Supervisão nos Serviços e Seções de Gestão, servidores do Sistema VIGIAGRO, da Coordenação-Geral do VIGIAGRO e dos Serviços e Seções de Gestão do VIGIAGRO, nomeados pelo Coordenador-Geral do Sistema VIGIAGRO.




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