24 de mar de 2009

Brasil é patrocinador oficial da Fórmula Indy

O Brasil será o fornecedor oficial do combustível da Fórmula Indy com o Biodiesel, esta ação faz parte da estratégia do país em divulgar o produto brasileiro. Aproveitando a visibilidade do país na competição a Apex-Brasil será um dos patrocinadores oficiais da Fórmula Indy em 2009 e 2010 com a marca “The Energy of Brazilian Products” na qual visa promover os produtos brasileiros para o público americano.
As empresas brasileiras que já tenham distribuidor no mercado americano e buscam expandir suas exportações poderão participar do evento convidando possíveis clientes para o camarote brasileiro, que haverá na maioria das competições, ou realizando ações específicas. Mais informações sobre como participar entrar em contato com Joyce Nunes e-mail joyce@ibraf.org.br .
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China publica lista de frigoríficos habilitados a exportar carne de frango in natura

São 22 abatedouros brasileiros que estão habilitados para exportar carne de frango in natura para a China.
O governo da China divulgou relação de 22 abatedouros brasileiros habilitados a exportar carne de frango in natura àquele país. A medida foi publicada em circular da Administração Geral de Quarentena, Supervisão e Inspeção (AQSIQ), pelo serviço veterinário chinês, no último dia 30 de janeiro.

“Esta é a última etapa dos entendimentos, na área sanitária, para o restabelecimento do comércio carne de frango in natura com a China. É a consolidação de um mercado muito significativo para o Brasil”, comentou o secretário de Defesa Sanitária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Inácio Kroetz. Os abatedouros habilitados estão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais.

A habilitação dos frigoríficos ocorreu no início de dezembro, quando Kroetz se reuniu com o vice-ministro da AQSIQ, Wei Chuanzhong, para retomar a venda de carne de frango in natura aos chineses e ratificar o protocolo de inspeção, quarentena e saúde veterinária para a carne suína. Faltava apenas a publicação do documento para que aquelas empresas pudessem iniciar as negociações com os importadores
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Carne: exportadores australianos registram aquecimento da demanda

As exportações estão se aquecendo. E os concorrentes australianos têm a mesma impressão, destaca a equipe da Scot Consultoria
De acordo com o Meat and Livestock Austrália (MLA), a demanda internacional por carne bovina está em alta, já que os estoques dos grandes importadores estão baixos. Na Austrália, esse fato já foi suficiente para fazer com que os preços pecuários voltassem a reagir. No Brasil, ao longo dos últimos 2 ou 3 dias, a pressão de baixa sobre o mercado do boi gordo praticamente cessou.

O MLA aponta que, além da redução dos estoques de carne, o enfraquecimento do dólar australiano, os efeitos sazonais de demanda no Japão e na Coréia do Sul e a retomada das compras da Rússia, que busca principalmente carne sul-americana, também estimulam o aumento dos embarques de carne bovina.

Outro aspecto interessante do mercado australiano é que a recuperação dos preços pecuários está fazendo com que os confinamentos voltem a ser viáveis. Efeito semelhante começa a ser observado aqui no Brasil, já que o mercado futuro passou a trabalhar em alta.
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Brasileiros buscam mercado na Ásia

A China irá concluir o calendário internacional de feiras do setor calçadista para o primeiro trimestre deste ano. De 31 de março a 02 de abril acontece a edição para o outono/inverno 2009/2010 da Fashion Access, no Hong Kong Convention & Exhibition Centre. A mostra, realizada pela Asia Pacific Leather Fair (APFL), é considerada o caminho de acesso comercial à China e ao Sudeste da Ásia. Nesta edição, o estande coletivo organizado pelo Brazilian Footwear abrigará as marcas Stéphanie Classic, Biondini, Bibi, Piccadilly, Werner, Pegada, Andacco, Luiza Barcelos e Dilly. De modo individual participará a Via Uno...
Esta será a terceira participação brasileira na Fashion Access com o apoio do Brazilian Footwear - Programa de Promoção às Exportações, desenvolvido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência de Promoção às Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Em outubro de 2007, o Programa organizou uma missão prospectiva que contou com a presença de algumas empresas, cujo objetivo era avaliar a possibilidade de uma ação mais concreta naquela região.
Uma das empresas que está retornando à feira é a Q.Sonho (Três Coroas/RS), fabricante da marca Stéphanie Classic, que expõe pela terceira vez e esteve na missão comercial de 2007. Conforme o diretor Fábio Spohr, a continuidade e persistência estão dando frutos. “Integrar esta feira é uma maneira de atingir nosso objetivo de expansão de negócios”, avalia. Segundo ele, a cada edição consegue atingir um comprador importante. “Já entramos em mercados como Malásia, Taiwan, Japão e Filipinas”, informa.
Para Paulo Alfredo Petry Júnior, gerente de vendas da Biondini (Três Coroas/RS), a Fashion Access é uma feira global, trazendo clientes da Ásia, Oceania, sul da África e até mesmo da Europa, e nos obrigamos a ter um mix bem variado de produtos. Esta também será a quarta participação da empresa na Fashion Access. “A última edição da feira registrou poucos resultados, como visitação e novos contatos abaixo do esperado. Mas temos boas expectativas para esta edição parque a do primeiro semestre do ano passado foi positiva. Os mercados que buscamos em especial são os países asiáticos e a expansão dos trabalhos na Austrália”, explica Júnior.
Está será a segunda participação da Calçados Bibi na Fashion Access. Andrea Kohlrausch, gerente de vendas da empresa, comenta que embora a feira tenha um foco mais voltado para acessórios e calçados femininos, a empresa está investindo no futuro. “Buscamos aumentar nossos relacionamentos comerciais com importadores na Ásia e estamos ainda em fase experimental”. Na primeira participação, a Bibi levou a coleção primavera/verão e serviu como base para ponto de encontro com importadores atuais. A partir da Fashion Access de março, o alvo da empresa será a prospecção de novos clientes.
“A feira é, por excelência, local onde se conhecem novos clientes e contatos, além de potenciais distribuidores especializados em bens de consumo ocidentais na China”, explica Heitor Klein, diretor executivo da Abicalçados. Ele lembra que na Fashion Access de outubro do ano passado, os brasileiros geraram negócios na ordem de US$ 800 mil.
Em 2008, a participação da Ásia no total exportado pelo Brasil não chegou a quatro por cento no volume. Dos 165,7 milhões de pares enviados ao exterior, 5,6 milhões foram para aquele continente. De janeiro a fevereiro deste ano, o porcentual aumentou e foi de 6,48%. Dos 28,2 milhões de pares, 1,6 milhão de pares foi para aquela região.

ASCom Abicalçados / Brazilian Footwear
Elizabeth Renz
imprensa@abicalcados.com.br
Caren Souza
caren@abicalcados.com.br
24 de março de 2009
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Brasil é o segundo país que mais lança embalagens

Dados da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) mostram que o País lançou 20 mil novas embalagens no mercado em 2008

Brasília - O Brasil é o segundo país que mais lança novas embalagens por ano. De acordo com dados do Laboratório Global de Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o País saiu do 6º lugar, em 2008, para o 2º lugar, nos meses de janeiro e fevereiro de 2009. Foram mais de 20 mil embalagens inovadoras no ano passado, sendo 48% desse número no setor de alimentos...

Esses dados foram apresentados pelo professor da ESPM Fábio Mestriner durante o Seminário Inovação no Agronegócio, realizado em Brasília. Além de apresentar esses números relacionados ao nível de inovação das embalagens brasileiras, o acadêmico deu dicas sobre a relação inovação, produto, embalagem e consumidor.

Fábio Mestriner ressaltou que a inovação está presente, em sua maioria, nas grandes empresas. O professor afirma que os argumentos mais usados pelos empresários de pequeno porte para não investir em inovação é a dificuldade no acesso e o alto custo. O acadêmico explica que para se criar algo novo a partir do que já existe é necessário investir em metodologia e gestão especializada. “A inovação está totalmente ao alcance das micro e pequenas empresas. Mas primeiramente a empresa precisa enxergar os benefícios da inovação para seu negócio e estar decidida a inovar”, afirma.

Ele chamou a atenção para o convênio que existe desde 2004 entre o Sebrae e a Associação Brasileira de Embalagem. A parceria tem a finalidade de levar projetos de embalagem às micro e pequenas empresas, proporcionando maior valor agregado aos seus produtos. A sistemática do convênio assegura o pagamento de 70% do valor do projeto por parte do Sebrae Nacional, enquanto a empresa beneficiada banca os 30% restantes.

Para quem quer inovar, anote algumas dicas do professor Fábio: a inovação não é criada, precisa ser encontrada; a busca da inovação precisa ter objetivo e foco; a inovação precisa trazer algum benefício para o consumidor; e a oportunidade está em criar algo novo na categoria onde o produto concorre. “Precisamos criar algo novo na categoria, não no universo”, afirma Fábio.

Inovação e meio ambiente

O aspecto ambiental também deve estar inserido na questão da inovação de produtos e, principalmente, de embalagens. A substituição, por exemplo, do plástico sintético por biodegradáveis é lucrativa para o empresário e o meio ambiente. Hoje, já existem os bioplásticos, feitos a partir de mandioca, cana-de-açúcar, milho e batata. A inovação também foi tema de debate o Seminário Inovação no Agronegócio.

Já no que diz respeito à energia renovável, o avicultor Raimundo Alves Ferreira apresentou, durante o seminário, uma solução que buscou para diminuir os altos gastos que tinha com energia elétrica para a climatização de suas granjas. Com o apoio da Embrapa, Sebrae e da empresa Recolast, de São Paulo, responsável pela instalação de biodigestores, Raimundo conseguiu trazer essa técnica para a avicultura. A novidade trouxe mais economia para a produção.

Outra novidade apresentada foi o aproveitamento do bagaço da uva para a produção de substratos e fertilizantes. A inovação é da empresa Beifiur, que fica em Garibaldi, a 110 km de Porto Alegre. Usando as sementes de uva, casca e parte da polpa e também o cacho da uva, chamado de engaço, a empresa passou a desenvolver produtos e entrar em novos mercados como o de produção de mudas e compostos orgânicos. Além dos substratos, também são produzidos condicionadores, usados para melhorar a estrutura física e biológica do solo.

Mais uma inovação vem do empresário Augusto Grossi. Na busca de melhorar o solo do seu pomar, localizado em Planaltina, no Distrito Federal, o empresário passou a investir no sistema de compostagem acelerada por injeção e sucção. A mudança foi necessária devido à falta de mão-de-obra e visando a redução do custo. A compostagem acelerada é feita a partir de uma máquina, onde é injetado, quando por injeção, ar comprimido quatro vezes ao dia para fazer a troca do ar quente pelo ar frio, aumentando o microrganismo.

Agora, a empresa D’RO, que até então produzia apenas goiabada cascão orgânica, também produz e comercializa o composto orgânico ORD. O produto é mais barato e possui melhor qualidade, com menos emprego de fertilizantes.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - www.agenciasebrae.com.br (61) 3348-7138 / (61) 2107-9362
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Senac/SP apresenta tendências da moda para o verão 2010

No próximo dia 25, o Senac/SP realiza a 33ª edição do Senac Moda Informação-Verão 2010 no auditório Simón Bolívar da Fundação Memorial da América Latina

Brasília - O outono 2009 chegou, mas a estação que está na ordem do dia de empresários, estilistas e profissionais da moda é o verão 2010. Sempre adiantadas em relação ao calendário, as coleções para a estação mais quente e colorida do ano começam a ser desenhadas e produzidas nesse momento. Todo o setor da moda corre atrás de informações sobre os temas, produtos e tendências, que estarão nas vitrines e nas ruas no próximo verão...

Na quarta-feira (25), o Senac em São Paulo vai realizar o Senac Moda Informação voltado para o verão 2010, um dos eventos mais aguardados pelo setor da moda, especialmente por micro e pequenas confecções de diversos segmentos, e que está em sua trigésima terceira edição. Como nas edições anteriores, consultores e estilistas renomados vão dar dicas sobre peças, cores, materiais e estilos de roupas e acessórios, a serem lançadas no final do ano.

O Senac Moda Informação-Verão 2010 será realizado no auditório Simón Bolivar da Fundação Memorial da América Latina, na capital paulista. A programação é um extenso conjunto de palestras para diversos segmentos da moda. As informações a serem repassadas aos participantes do evento são fruto de pesquisas realizadas por consultores contratados pelo Senac nos principais centros internacionais da moda.

Durante o Senac Moda Informação-Verão 2010, o público participante poderá se cadastrar para receber o boletim eletrônico do Senac Moda, considerado um dos principais veículos de inovação da moda brasileira. Ao se fidelizar junto ao boletim, o empresário ou profissional receberá informações atualizadas, ao longo do ano, das pesquisas de moda realizadas pelo Senac/SP.

Outro evento voltado ao setor ocorrerá no Espaço Senac de Cultura Urbana, instalado no Memorial da América Latina, paralelamente ao Senac Moda Informação-Verão 2010. Exposição e palestras temáticas sobre tribos urbanas e seu comportamento constam da programação desse segundo evento do Senac/SP. Em destaque estarão os temas streetwear masculino e surfwear masculino e feminino.

Ambos eventos são voltados a empresários do setor têxtil, confeccionistas, gerentes de produtos, compradores de grandes magazines, lojistas, estilistas, modelistas, jornalistas e editores de moda.

Serviço:
Senac Moda Informação – Verão 2010
Data - 25 de março
Auditório Simón Bolívar da Fundação Memorial da América Latina
Mais informações - (11) 2185-9800
www.senac.sp.com.br
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 e 2107-9362
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Produtores de cachaça do Sul participam de mostra na Bahia

Grupo de produtores gaúchos expõe seus produtos na Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional

São Pedro do Sul - Integrantes da Cooperativa de Derivados de Cana-de-açúcar da região Centro (Coodercana) do Rio Grande do Sul terão uma excelente oportunidade para divulgar sua produção e estabelecer contatos comerciais com potenciais compradores durante a primeira edição da Mostra Nacional de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional, em Salvador...

O evento tem como objetivo apresentar, promover e incentivar o debate sobre a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), propagar as ações que estão sendo implementadas e abrir espaço de comercialização para os produtos apoiados pelos programas do ministério, entidades vinculadas e parceiros.

O evento começou nesta terça-feira (24), no Centro de Convenções da Bahia, com quatro frentes de atuação: divulgação, tornando as iniciativas de desenvolvimento territorial em curso, com seus avanços e desafios, mais visíveis; formação, proporcionando a aprendizagem compartilhada em torno do desenvolvimento regional; articulação, visando facilitar a constituição de novas articulações, parcerias e elos de rede que impulsionem o desenvolvimento com base territorial; e fortalecimento de agenda estratégica, impulsionando o desenvolvimento regional como estratégia de inclusão e transformação social, no contexto brasileiro e no diálogo internacional.

Segundo a gestora do projeto Derivados de Cana-de-açúcar da região Centro, Fabiana Kellermann de Freitas, o grupo de produtores da Coodercana terá um espaço de 25 metros quadrados para comercializar seus produtos e divulgar as ações do projeto. Segundo Fabiana, os espaços no evento serão divididos por mesorregiões, de forma que o grupo de produtores ocupará o estande destinado à mesorregião da Metade Sul do Rio Grande do Sul.

“Durante a mostra, os produtores irão contar a história de união que levou à formação desse grupo. Na oportunidade, também irão mostrar o que tem sido feito para buscar a legalização de seus produtos”, afirma.

Conforme Fabiana, os produtores da cooperativa têm recebido consultorias individuais para adequação dos alambiques e também para se enquadrarem na legislação ambiental vigente. “Para este ano, os 30 produtores da Coodercana deverão receber R$ 594 mil. Os recursos serão repassados pelo Ministério da Integração Nacional para viabilizar a adequação de seus alambiques”, informa.

Para apresentar, promover e incentivar o debate sobre a Política Nacional de Desenvolvimento Regional, a mostra regional será constituída de palestras, painéis temáticos, apresentações e debates de experiências concretas, oficinas e minicursos. Destaque especial será dado para a exposição de produtos sustentáveis, projetos inovadores, atividades culturais e ambientes de aprendizagem coletiva.

A política, que foi institucionalizada em fevereiro de 2007, tem como objetivos principais a redução das desigualdades regionais e o incentivo à dinamização das potencialidades de desenvolvimento das regiões brasileiras. Como meio para alcançar esses objetivos, o Ministério da Integração Nacional busca promover a articulação entre as ações de diversas instituições federais, estaduais e locais, com o intuito de identificar e incentivar iniciativas que possam dar dinamicidade às economias regionais.

Serviço:
Sebrae/RS - (51) 3216.5165 e (51) 3216.5182
Sebrae/RS Centro - (55) 3223.2277
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Cai tempo médio de abertura de empresas no Brasil

Levantamento do Sebrae mapeia locais onde é mais fácil e mais difícil abrir um negócio

Brasília - Caiu de 152 para 20 dias o tempo médio para abertura de empresas no Brasil. É o que mostra levantamento feito pelo Sebrae e que aponta Maceió como o local onde é mais fácil abrir um negócio, com três dias para expedição de alvará definitivo, tanto para atividades de baixo risco quanto de alto risco. Em Petrópolis (RJ), Porto Velho e mais nove municípios de Rondônia, o alvará provisório para os negócios de baixo risco sai em apenas dois dias, sendo que para os de alto risco, em Petrópolis, sai entre 10 e 15 dias, e os outros em até 90...

Já o local onde é mais demorado abrir uma empresa é Salvador. Lá, o empreendedor pode levar até seis meses para conseguir o documento, seja qual for a atividade. A capital baiana é seguida por Recife, que gasta 45 dias para liberar o funcionamento das atividades de baixo risco. Para as de alto risco, além da Bahia e Pernambuco, a demora está principalmente nos estados do Amazonas, Amapá, Ceará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará e Rondônia. Neles, esse prazo pode chegar a até três meses.

O levantamento foi feito com profissionais de contabilidade, juntas comerciais e unidades do Sebrae nos estados, tendo como base dados das juntas, da Receita Federal e de governos estaduais e municipais. O mapeamento aponta que a causa principal da demora para abrir uma empresa está nos municípios, responsáveis pela expedição do alvará de funcionamento dos negócios.

A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06) prevê a expedição de alvará provisório para atividades de baixo risco antes das vistorias. “O problema é que muitos municípios não estão cumprindo a lei e querem fazer a vistoria antes do início da atividade”, explica Helena Rego, analista de Políticas Públicas do Sebrae. Ela reforça que mesmo onde há centrais de atendimento empresarial, que reúnem os órgãos responsáveis pela abertura de empresa, se a prefeitura não liberar o alvará, o negócio não pode funcionar.

Helena cita como exemplo Florianópolis, onde a Junta Comercial possui o Sistema de Registro Integrado (Regin), que permite ao empreendedor obter em apenas duas horas a inscrição estadual, a inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e o Número de Identificação do Registro de Empresas (NIRE). Mas a liberação do alvará provisório demora uma média de 30 dias. Já em Rio do Sul, outro município catarinense onde também funciona o Regin, a empresa pode ser aberta em apenas sete dias, porque também há agilidade no município.

A analista também comenta o caso de Salvador, onde, mesmo com a Central de Atendimento Empresarial reunindo os órgãos responsáveis pelo processo de abertura de empresa, incluindo a prefeitura, a demora é de 20 a 180 dias, especialmente por causa do alvará. Na avaliação de Fernando Lopo, empresário do setor contábil naquele estado, o problema ocorre especialmente porque o processo começa pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom), que normalmente demora nas suas avaliações.

“Se começasse pela Secretaria de Fazenda, como ocorre em outros municípios baianos, ela poderia expedir o alvará provisório e, depois, a Sucon faria suas vistorias, liberando o empresário para começar a trabalhar”, diz. Ele exemplifica a dificuldade. Conta que há clientes "lutando" há cerca de quatro meses para abrir uma empresa e sofrendo prejuízos inclusive com aluguel de espaço para funcionamento.

“O problema é que o município não regulamentou a Lei Geral da Pequena Empresa e os técnicos não reconhecem a expedição do alvará provisório antes das vistorias”, reforça a gerente de Políticas Públicas do Sebrae na Bahia, Hilcéia Patriarca.

Exemplo

“Articulação, integração e disposição política dos gestores públicos” são motores que deram agilidade aos trabalhos e garantem que o alvará saia em até três dias em Alagoas", avalia a gerente de Políticas Públicas do Sebrae em Alagoas, Izabel Vasconcelos. É a mesma avaliação que faz sobre o que ocorre em mais 20 municípios do estado abrangidos pela Central de Atendimento Empresarial de Arapiraca e onde o tempo médio para abertura de empresa é de até sete dias.

Outros municípios dão exemplo de agilidade na expedição do documento para atividades de baixo risco como São José dos Campos (SP) e São Caetano do Sul (SP), com três dias; Barra Mansa (RJ), com cinco dias, Nova Iguaçu (RJ) e Boa Vista (RR), com sete; Belo Horizonte e mais 25 municípios de Minas Gerais com oito dias; Natal, com 10, e Porto Alegre (RS) com 12.

Levam até 15 dias Goiânia, Campina Grande (PB), Taguatinga (DF) e Rio de Janeiro (RJ). Em São Luís, Curitiba, Cascavel (PR), Maringá (PR) e Londrina (PR) são 15 dias úteis. Levam até 20 dias Manaus e Coari (AM), Vitória, Colatina (ES) e Cachoeiro de Itapemirim (ES). Em até 25 dias está Brasília (DF). Em Fortaleza e Juazeiro do Norte (CE) a espera é de 25 dias úteis.

A lista de onde a demora na expedição do alvará também para atividades de baixo risco inclui ainda cidades como Cuiabá, com 32 dias; Teresina, com 31. Rio Branco, Campo Grande, Belém, Palmas, Macapá e João pessoa levam até 30 dias.

Serviço:
Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 e 2107-9362 www.agenciasebrae.com.br
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Rússia já aceita carne suína de SC

O setor produtor de suínos em Santa Catarina comemorou ontem a reabertura comercial do mercado da Rússia para as carnes do Estado, após três anos e três meses sem exportar para o país. Os catarinenses pretendem retomar a liderança na venda global de suínos, perdida para o Rio Grande do Sul após o embargo causado pelo registro de aftosa no Brasil, em outubro de 2005. Mas a retomada formal depende ainda de auditoria do Ministério da Agricultura nos frigoríficos e autorização final de autoridades russas para a habilitação das plantas exportadoras...

Mesmo assim, o vice-presidente da federação estadual de Agricultura (Faesc), Enori Barbieri, afirmou que a reabertura veio em um momento "muito crítico" do setor. Há 50 mil toneladas de carnes em estoques devido à queda de demanda provocada pela crise mundial. "Agora vamos dividir o bolo da Rússia com os outros Estados. Mas isso não resolve a crise da suinocultura aqui. Isso só vai ser solucionado com mais mercado, como Japão e África do Sul", disse. A retomada, avaliou, resulta do "uso da força diplomática pelo governo brasileiro", que esteve na Rússia em negociações diversas vezes.

Para o presidente da associação da indústria exportadora (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, a decisão russa corrige uma injustiça com Santa Catarina. "Antes tarde do que nunca. Não muda o volume total a ser exportado, mas corrige a injustiça". Ele recebeu, anteontem, carta do Ministério da Agricultura informando a reabertura, condicionada às auditorias.

A suspensão dos embarques para a Rússia começou a ceder no fim de 2007, quando restabeleceu autorização a diversos Estados para exportar. Santa Catarina estava nesta lista, mas os russos não habilitaram nenhum frigorífico. Nas últimas tentativas de retomar os embarques, no início deste ano, o Estado chegou a pedir ao governo federal para negociar uma troca de carne suína por trigo russo.

A indústria prevê que a exportação para a Rússia neste ano varie de 50 mil a 150 mil toneladas. Nos tempos áureos, o volume atingia 250 mil toneladas - mais da metade dos embarques do Estado. Os números são menos otimistas devido à crise, que afetou a oferta de crédito também para os russos. O presidente da associação estadual de criadores (ACCS), Wolmir de Souza, espera uma reação dos preços ao produtor. Hoje, os produtores recebem R$ 1,60 pelo quilo do suíno vivo. "Espero que, em abril, os preços já cubram os custos de produção, que chegam a R$ 2,20", disse.
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Feicon é palco de lançamentos e encontro de ceramistas

A Feicon Batimat (Feira Internacional da Indústria da Construção) acontecerá entre os dias 24 a 28 de março, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Além de novidades para o segmento de obras, a exposição marcará o lançamento de diversas estratégias voltadas à valorização da indústria de cerâmica vermelha.

Para representar a indústria de cerâmica vermelha nacional, a Anicer estará com estande localizado na Rua H – número 11. Na área, terão destaque a apresentação do DVD “Alvenaria Estrutural e Racionalizada com Blocos Cerâmicos” e a distribuição do Cd-rom “Sistemas de Coberturas com Telhas Cerâmicas”.

Com o objetivo de congregar os empresários do setor, será realizado no dia 25 de março, quarta-feira, a partir das 17h, no Espaço Orquídeas, dentro da Feicon, um evento que marcará o lançamento da Coletânea de Telhas Cerâmica e do DVD de alvenarias com blocos cerâmicos.

A ocasião também celebrará a entrega de certificados dos PSQs de blocos e telhas cerâmicos e de créditos de carbono. Durante o evento, serão apresentadas ainda novidades sobre o 38º Encontro Nacional da Indústria de Cerâmica Vermelha e a Delegação à China Ceramics.
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Anicer e Parceiros articulam Encontro de Belém

O presidente da Anicer, Luis Lima, e o Diretor Executivo de Comunicação, Ricardo Kelsch, estiveram no último dia 11 em Brasília em tratativas para o Encontro Nacional de Belém, de agosto próximo. O projeto do principal evento do setor na América do Sul foi apresentado à presidenta da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, ao diretor Técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, e à direção do Sistema Indústria, na CNI.
Recentemente, a Associação esteve em Belém com o presidente do Sindicer São Miguel do Guamá e Região/PA, Raimundo Barbosa, em reunião-almoço na FIEPA. Acompanhados do presidente da Federação, José Conrado, o grupo foi recebido na Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Estado...

O Encontro Nacional também foi apresentado à diretoria do Sebrae/PA, através de seu Superintendente, Sebastião Miranda Filho, e da diretora Técnica, Cleide Rodrigues.

O maior evento do setor na América do Sul foi ainda mostrado ao Banco da Amazônia, através de seu gerente executivo, Luiz Lorenço.

O evento será realizado entre os dias 19 e 22 de agosto no Hangar Centro de Convenções da Amazônia, devendo atrair empresários de todo o Brasil, com destaque à região Norte e diversos países da América Latina. A expectativa é que os R$ 30 milhões de negócios gerados na última edição de Salvador sejam superados em 2009.
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Brazilian Furniture - Você sabe o que é?

Histórico


Em 1998, a Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (ABIMÓVEL) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) firmou o primeiro convênio para o desenvolvimento do Programa Brasileiro de Incremento à Exportação de Móveis (PROMÓVEL)...

O programa surgiu com a percepção dos setores público e privado a respeito das potencialidades de expansão das exportações do setor de móveis brasileiro. No entanto, tendo em vista a necessidade da realização de um amplo trabalho que envolvesse desde a estruturação e a capacitação das empresas brasileiras, até sua efetiva inserção no mercado internacional, foi assinado, em 2005, um novo acordo de cooperação técnica e financeira que deu origem ao Brazilian Furniture.

O Brazilian Furniture é um projeto arrojado, que une as inteligências do governo brasileiro e da indústria do mobiliário, com o objetivo de desenvolver o setor moveleiro do Brasil.
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Maior prêmio latino-americano de design divulga vencedores em março

O Salão Design 2009, uma das mais importantes premiações de design de produtos do mundo, e a maior da América Latina, já tem os classificados para a fase final. Dos cerca de 1000 projetos inscritos, de 14 países, 148 foram selecionados para a final, que destaca os melhores nas categorias estudante, profissional e indústria. Na edição deste ano, também serão entregues os prêmios Madeiras Alternativas, que incentiva o manejo sustentável de florestas nativas, e Mérito Social,.. para os concorrentes que apresentarem projetos com a participação de entidades carentes, feitos em matérias-primas recicláveis ou naturais, tipicamente brasileiras.
Os finalistas serão avaliados nos dias 23, 24 e 25 de março, em Bento Gonçalves (RS), por importantes figuras do design internacional. Entre eles, o ítalo-argentino Paolo Bergomi, presidente da Associação Latino-Americana de Design (Aladi), Guto Índio da Costa e Bernardo Senna, dois dos designers brasileiros mais premiados nacional e internacionalmente, e a crítica de moda Maria Helena Estrada.
O Salão Design, que acontece há 21 anos, é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Mobiliário de Bento Gonçalves (Sindmóveis), com o objetivo de integrar a criatividade e a inovação tecnológica por meio do design. A premiação ocorre paralelamente à Casa Brasil 2009, feira de mobiliário e design realizada na Serra gaúcha.
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Fonte: Fatto Comunicação



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Rodada de Negócios Amcham Campinas - 25/03/2009

Rodada de Negócios é uma iniciativa da Amcham para promover o relacionamento entre as empresas. De maneira dinâmica e eficaz, 25 empresas se organizam em um sistema de rodízio para apresentar e conhecer novos parceiros. São uma hora e meia de rodízio para 24 novos contatos e grandes negócios. A rodada será organizada de forma que cada empresa tenha 2 minutos para vender seus produtos e 1 minuto para expor suas necessidades de compra...saiba mais




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Obama acerta na política de inovação, diz professor da G. Washington University

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está na direção correta ao inserir uma política de estímulo à inovação no plano de reativação da economia e não deve ser criticado por expressar otimismo quanto ao futuro. A avaliação é de Michael Ryan, diretor do Centro de Economia Criativa e Inovadora da George Washington University. Segundo ele, Obama quer reestabalecer os investimentos de longo prazo e tornar o país mais competitivo...leia a íntegra



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