1 de mar de 2009

Mapa promove agronegócio brasileiro no Oriente Médio

Portal do agronegócio - MAPA
Pela segunda vez, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa da maior feira de alimentos do Oriente Médio, a Gulfood. O evento acontece de 23 a 26 de fevereiro em Dubai (Emirados Árabes Unidos). Em parceria com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira, a equipe do Mapa estará acompanhada de 14 empresas do setor e associações de produtores e exportadores.

O pavilhão com produtos nacionais tem objetivo de apresentar o agronegócio brasileiro a possíveis parceiros comerciais do Oriente Médio. Os visitantes poderão encontrar lácteos, café, ovos, água de coco, mel, biscoitos, doces e confeitos, além de carnes, milho e frutas.

“A participação em feiras e missões comerciais dá oportunidade para as empresas encontrarem novos clientes em diferentes países e, com isso, intensificarem suas exportações”, ressaltou o diretor de Promoção Internacional do Agronegócio do Mapa, Eduardo Sampaio.

Exportações
Em 2008, o Brasil exportou para os Emirados Árabes Unidos US$ 763,9 milhões. As carnes estão em primeiro lugar na pauta do comércio com aquele país, alcançando US$ 473,4 milhões. Desse total, a carne de frango foi a mais vendida, com US$ 377,7 milhões. O açúcar também merece destaque. No ano passado, gerou receita de US$ 171,6 milhões.

O mercado dos Emirados Árabes Unidos representa, ainda, uma importante oportunidade para outros produtos. Só no ano passado, por exemplo, as exportações de ovos do Brasil para aquele mercado cresceram mais de 300%.

Vitrine
Para Sampaio, a Gulfood é uma porta de entrada, não só para o país que a promove, mas para diversos países árabes, como Arábia Saudita e Egito. “Esses países são grandes compradores de alimentos e o Brasil já tem boa participação nesses mercados, no entanto com poucos produtos”, comentou.

O diretor do Mapa acredita que o agronegócio brasileiro pode ampliar a presença nesses países. Os lácteos são exemplo disso. Os sauditas importam mais de US$ 1,5 bilhão de produtos lácteos. “Mesmo o café, tradicional produto de exportação nacional, tem presença reduzida naqueles países. Devemos aproveitar esse tipo de evento para divulgar a qualidade dos nossos produtos e viabilizar negócios”, concluiu.

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