27 de mar. de 2009

DHL Global Forwarding participa da Intermodal South América 2009

Com o objetivo de aumentar seu portfólio de clientes e reforçar a parceria com clientes antigos, além de consolidar a marca no concorrido mercado de Comércio Exterior, a DHL Global Forwarding, braço do maior grupo de logística do mundo, participa mais uma vez da Intermodal South América, feira que reúne os principais players do setor de logística, comércio exterior e transporte mundial. O evento, que acontece entre 14 e 16 de abril no Transamérica Expo Center, em São Paulo, tem público formado, principalmente, por profissionais de alto poder decisório no setor.

Com expectativa de circulação de cerca de 45 mil pessoas durante os três dias de evento, trata-se de um evento estratégico para a DHL Global Forwarding, ao reunir as principais empresas do setor e promover a visita de profissionais de todo o Brasil, América Latina, América do Norte, Europa e Ásia. "É uma excelente oportunidade de estarmos com os nossos clientes e parceiros, criando no evento um ponto de encontro, no qual aproveitaremos a oportunidade para brindar sucessos e futuras perspectivas de negócios", conta Renata Mihich, Diretora de Marketing e Vendas da DHL Global Forwarding.

A empresa contará com um stand de 120m² durante o evento, no qual serão destacados seus principais produtos: Frete Aéreo e Marítimo, Divisão LifeScience, Projetos Industriais e Value Added Services.

Sobre a DHL

A DHL é a líder mundial em logística, com os mais experientes profissionais, em mais localidades e países do que qualquer outro provedor logístico. Nossa meta é construir uma sólida e duradoura parceria com nossos clientes, provendo serviços de qualidade global em todas as nossas operações Somos a primeira opção para as empresas que buscam terceirização em agenciamento de fretes, armazenagem, distribuição, transporte e gerenciamento da cadeia de suprimentos.

Fundada em São Francisco em 1969, a DHL é uma marca do Deutsche Post World Net. O grupo gerou faturamento na ordem de 54 bilhões de euros em 2008. Para mais informações, por favor, visite www.dhl.com.br




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Festa de Akimatsuri de Mogi das Cruzes acontece de 10 a 12 de abril

O Akimatsuri, tradicional festa anual promovida pela Associação Cultural de Mogi das Cruzes (Bunkyo), vai acontecer nos dias 10, 11 e 12 de abril próximos, no Centro Esportivo Bunkyo, situada a Av. Japão, 5919, em Mogi das Cruzes (SP).

A Comissão Organizadora do evento esteve hoje (27/03), de manhã, em visita à Câmara para divulgar o evento e ao mesmo tempo convidar aos associados. O secretário-geral Fujiyoshi Hirata recebeu os membros do comitê Massashi Shibuya, que também preside o Bunkyo, Pedro Komura, vereador de Mogi das Cruzes e Yusi Edagi.

Estão previstas para o Akimatsuri várias atrações como shows, praça de alimentação, pavilhão agrícola e cultural, expositores, entre outros.

Mogi das Cruzes, importante pólo industrial, agrícola e de serviços, está situada na região Leste da Grande São Paulo, possui 721 quilômetros quadrados (km²) de extensão territorial. A população, segundo a última atualização do IBGE em julho de 2006, era de 372.419 habitantes, com considerável participação de descendentes de japoneses.



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Roger Agnelli: muito do sucesso da Vale se deve à parceria com o Japão

Presidente-executivo da Vale destaca parceria de longo prazo da empresa com os japoneses. "Muito do sucesso da Vale se deve à parceria com o Japão, sem dúvida alguma, uma relação importantíssima", disse Roger Agnelli, presidente-executivo da Vale e personalidade em destaque no mundo empresarial, durante palestra no dia 24 de março, no Salão Nobre do Prédio Histórico da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, situado no Largo do São Francisco, 95, no seminário promovido pelo Instituto de Direito Internacional e Relações Internacionais (IDIRI) da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, uma das mais tradicionais escolas de direito do Brasil, com o apoio da Fundação Mitsui Bussan do Brasil (Mitsui e empresas coligadas)...

O presidente destacou o esforço da Vale e a parceria de longo prazo com os japoneses, que têm permitido à empresa atingir alto índice de desenvolvimento, observando que "a Vale e o Japão têm uma parceria de longo prazo, a América do Sul sendo o maior depósito de energia (grãos, minérios) do planeta, e do outro lado o Japão, com recursos naturais escassos", ressaltando que "os financiamentos japoneses foram muito importantes para a expansão da Vale, sendo o Carajás, uma das mais ricas jazidas de minério de ferro, começou a exportar para o Japão em 1955, iniciando uma grande parceria entre a Vale e o Japão. O Japão tem visão de longo prazo, coisa que não se encontra em outros povos. A Vale tem como filosofia essa visão de longo prazo".

Maior empresa privada da América Latina, a Vale tem um valor de mercado de aproximadamente 150 bilhões de dólares. Presente em 30 países, a empresa é a maior produtora e exportadora mundial de minério de ferro e de pelotas, a segunda maior produtora mundial de níquel e uma das principais produtoras de manganês, ferro-ligas, concentrado de cobre, bauxita, alumina, alumínio e carvão. Maior operadora de serviços de logística no Brasil, participa do consórcio de oito hidrelétricas, já em operação, geradoras de energia para seu consumo próprio. A Mitsui & Co., Ltd. é dententora de 15% da Valepar, controladora da Vale.

Empresas japonesas são sócias da Vale em diversos negócios no Brasil e em outros países: Alumínio (Albrás) e alumina (Alunorte), pelotas (Nibrasco), níquel (PTI Indonésia e Goro Nickel), caulim (PVSA), aço (CSI EUA), logística (Log-in Logística). A Vale possui refinaria de níquel em Matsuzaka e escritório em Tóquio há mais de 30 anos.

O executivo aproveitou a presença de diversas autoridades para destacar o novo momento da empresa, afirmando que a agenda da Vale em 2008, um ano de recordes, dá a dimensão da força com que a empresa ruma para ser a maior mineradora de mercado do mundo, com ações voltadas ao desenvolvimento econômico, progresso social e inserção de grande número de pessoas nos três componentes do desenvolvimento humano – educação, saúde e renda, destacando que a conquista de novos mercados vai refletir, naturalmente, no aumento da produção interna e geração de mais empregos. "O Brasil é um gigante em recursos naturais e a Vale vai ser a maior mineradora de mercado do mundo. A Vale depende essencialmente do mercado internacional. A Vale investiu US$ 49,1 bilhões entre 2004 e 2008. Excelência na execução de projetos, com 29 grandes projetos entregues. Entre 2000 a 2008 foram US$ 25,1 bilhões em aquisições. 2008 foi um ano de recordes para a Vale. Precisamos ter capital para investir na educação, saúde do povo e infraestrutura. Investir e crescer. Austrália, país essencialmente mineradora, hoje sua população tem alto padrão de vida. Não se constrói um país sem grandes empresas. Não se faz empresas sem lucro. É preciso geral capital para investir. Se não tem lucro não gera impostos. Investimentos geram maiores oportunidades. O Brasil pode ter empresas globais, que para muitos isso incomoda".

Recentemente o mercado chinês tornou-se o maior importador individual de minérios da Vale. No final de 1997 a Vale era a oitava maior empresa de mineração no mundo em valor de mercado. Hoje a Vale é a segunda maior empresa do setor. Em 2008 o faturamento da Vale foi de US$ 38,5 bilhões, sendo que a Ásia respondeu por 41% dessa receita (o Japão com 12%), Europa com 20%, Brasil com 17%, entre outros.

Agnelli prevê que a Ásia, daqui para frente, será peça fundamental no crescimento da economia mundial e as Américas terão que "entrelaçar" nas suas relações bilaterais. Na sua opinião, a América do Sul e Ásia deveriam trabalhar no sentido de reforçar essa relação, devido ao potencial de crescimento das duas regiões e suas complementariedades. De acordo com ele, a América do Sul dispõe dos recursos naturais necessários para o crescimento da Ásia, que por sua vez detém o dinheiro. Os países asiáticos detinham ao final de 2007, US$ 4,24 trilhões em reservas internacionais, sendo US$ 1,9 trilhão apenas da China. "A economia mundial retoma e não tem volta. Em 2008, 66% do crescimento mundial vieram dos países emergentes. As economias emergentes, destacando-se a China, foram os responsáveis pela expansão do consumo mundial de commodities. O mundo está dividido em duas partes: leste e oeste. 52% das reservas internacionais hoje estão na Ásia. É lá que está a grana".

Ao proferir as palavras de encerramento, João Grandino Rodas, diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, disse que ficou extremamente honrado com a presença do público e em especial do palestrante Roger Agnelli, que na sua avaliação "é uma das pessoas mais éticas que pude conhecer no empresariado brasileiro". Após seu discurso, o diretor João Grandino Rodas fez a entrega de uma placa de homenagem ao palestrante.

Perfil - Roger Agnelli graduou-se em economia pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), São Paulo. Em julho de 2001 foi eleito diretor-presidente da Vale. Anteriormente, de maio de 2000 a julho de 2001, presidiu o Conselho de Administração da companhia.

Roger Agnelli construiu sua carreira profissional no Grupo Bradesco – uma das maiores instituições financeiras do Brasil –, de 1981 a 2001, onde exerceu o cargo de diretor-executivo do Banco Bradesco entre 1998 e 2000.

Em virtude de sua experiência e de suas atividades nas áreas de investimento, fusões e incorporações (M&A) e gestão de ativos, foi diretor da UGB Participações S.A. e vice-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID). Foi também diretor-presidente da Bradespar S.A. de março de 2000 a julho de 2001 e membro de conselhos de administração de diversas companhias com relevante atuação no Brasil e no exterior, como Companhia Paulista de Força e Luz, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Latas de Alumínio S.A. (LATASA), VBC Energia S.A., Brasmotor S.A., Mahle Metal Leve S.A., Rio Grande Energia S.A., Suzano Petroquímica, Serra da Mesa Energia S.A., Duke Energy, Spectra Energy e Petrobras. De 2003 a 2007 foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), órgão de assessoramento ao presidente da República do Brasil.

Atualmente, é membro do Conselho Consultivo do Setor Privado (CONEX) da Câmara de Comércio Exterior da Presidência da República do Brasil e integra o Conselho de Assessoramento Internacional ao presidente da República de Moçambique, Armando Guebuza. Ocupa a Vice-Presidência do Centro das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro e participa do Conselho Superior Estratégico da Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), do Conselho de Administração da ABB Ltd. e do Conselho Consultivo Global da Anadarko. É membro da Comissão Internacional Consultiva da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).






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CÂMARA BRITÂNICA DE COMÉRCIO REÚNE JOVENS EXECUTIVOS PARA DEBATER A AMAZÔNIA

O 7º encontro da Young Britcham, ocorrido dia 18 de março no Centro Brasileiro Britânico, reuniu cerca de 20 jovens interessados sobre os recursos genéticos da Amazônia. O grupo faz parte da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham), que tem cadastrados aproximadamente 120 jovens paulistas com interesses diversos. Eles participam de encontros periódicos nos quais debatem temas de conjuntura incluindo economia, meio ambiente e negócios.

No primeiro encontro do grupo em 2009, o convidado foi o professor Joaquim Machado, que discursou sobre "Coevolução dos recursos genéticos, comunidades humanas e conhecimento tradicional na Amazônia: uma abordagem contemporânea". Ele explorou pontos como o interesse internacional pela Amazônia e a coevolução de espécies que sobreviveram e sofreram modificações ao longo dos anos juntamente com a evolução do homem.

Joaquim Machado é engenheiro agrônomo da Syngenta; presidente de Biodiversidade e Biotecnologia do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável e professor da USP.

O evento foi gratuito e aberto a jovens profissionais de áreas diversas. O próximo encontro deverá acontecer em maio. Para participar ou ingressar no grupo de debates da Young Britcham, basta entrar em contato através do eventossp@britcham.com.br ou pelo telefone: (11) 3819-0265.




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Ministro Britânico, Lord Mandelson, elogia papel da Câmara Britânica de Comércio

A Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham) ofereceu, nesta quarta-feira, um jantar ao Ministro Britânico de Negócios, Empreendimentos e Reforma Regulatória, Peter Mandelson. Ele e uma delegação de CEO's de 14 empresas britânicas vieram ao Brasil com o objetivo de intensificar as negociações e parceiras entre os dois países. O jantar oferecido para aproximadamente 200 convidados e associados da câmara aconteceu no Leopolldo Faria Lima, restaurante localizado nos Jardins, em São Paulo. A Britcham atua como facilitadora em parcerias e negociações entre empresas do Reino Unido e dos países onde a câmara está presente, entre eles o Brasil.

Para dar início às negociações, Lord Mandelson, acompanhado dos CEO's britânicos, se reuniu com os hosts Marcelo Moura, presidente da Britcham no Brasil; Graham Nye, presidente da Britcham SP e empresários brasileiros durante coquetel reservado para patrocinadores do evento antes de encontrar os convidados do jantar. Foram eles: Shell, PricewaterhouseCoopers, UK Trade & Investment, HSBC, Pinheiro Neto Advogados, BSI Management Systems, KPMG, BP, Comgás, Rolls-Royce e Standard Chartered.

Durante discurso aos convidados, o ministro exaltou a parceria entre os dois países e descreveu o trabalho da Câmara Britânica de Comércio como fundamental na relação "frutífera e duradoura" para negociações entre Brasil e Reino Unido. "A Câmara Britânica de Comércio tem trabalhado de perto com o governo e ajudado a fortalecer os laços entre os dois países, além de oferecer suporte para aqueles em busca de prosperar neste mercado tão dinâmico", afirmou Mandelson ao abrir seu discurso durante o jantar.

"Apesar dos meses desafiadores pelos quais passamos, nos encontramos hoje após um ano recorde para o trade bilateral" discursou. Segundo Peter Mandelson, as exportações do Reino Unido para o Brasil cresceram 50% em 2008, excedendo 4 bilhões de libras.

Após falar sobre a parceria de mais de 200 anos entre Brasil e Reino Unido o ministro lembrou dos desafios dos tempos de incerteza e das oportunidades que a nova era pode oferecer. "Sei que temos o conhecimento, talento e expertise para ajudar os dois países a atingirem suas ambições para o futuro e ao trabalhar com organizações como a Câmara Britânica de Comércio, estou convencido e determinado de que as coisas irão acontecer", acredita.

Segundo Lord Mandelson "este é apenas o começo" e já é claro o interesse de empresas britânicas em desenvolver negócios no Brasil. Ele declarou que as empresas estão seguindo passos de organizações como a Standard Chartered, que está aguardando licença para operar banking facilities no Brasil; a Rolls Royce, que este ano comemorou cinco décadas de sucesso na região e a BG que investiu mais de 4 bilhões de dólares no campo petroleiro.

O ministro explicou que pretende também estimular pequenas e médias empresas a se juntarem a este dinâmico mercado e garantiu que as centenas de empresas brasileiras que buscam a internacionalização agora tem no Reino Unido um parceiro europeu.

Por fim, o ministro ofereceu um brinde à parceria entre Brasil e Reino Unido "e que ela seja frutífera para todos", concluiu o ministro ao dar início ao jantar.





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MDIC realiza workshop sobre estatística no comércio internacional de serviços

Para promover a cooperação da Comunidade Européia e do Mercosul, quando o assunto se trata de estatística, a Secretaria de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) realizará nesta segunda-feira (30/3) até quinta (2/4), na sede do órgão, o workshop "Manual de Estatísticas de Comércio Internacional de Serviços". O evento será conduzido pelo especialista do Instituto Nacional de Estatística da Espanha, Fernando Cortina Garcia.

Voltado representantes dos órgãos de estatísticas e do Banco Central dos países membros do Mercosul, o workshop é um projeto de cooperação do Mercosul juntamente com a Comunidade Européia (CE).

O evento também conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), no âmbito do Grupo Técnico 6 (GT 6), harmonizador de estatísticas do bloco comercial latino-americano.

Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2109.7190 e 2109.7198
Luiz Calcagno Fettermann
luiz.fettermann@desenvolvimento.gov.br



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Regulamentada a Vigilância Agropecuária Internacional

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA Nº 193, DE 25 DE MARÇO DE 2009 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto na Instrução Normativa n° 36, de 10 de novembro de 2006, na Instrução Normativa n° 316, de 18 de dezembro de 2006, e o que consta do Processo n° 21000.011315/2008-18, resolve:
Art. 1º Estabelecer os critérios a serem seguidos nas Supervisões Técnico-Fiscais, Operacionais e Gerenciais nas atividades da Vigilância Agropecuária Internacional.
Art. 2º As supervisões serão realizadas em todas as Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional e nos Serviços e Seções de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional.
Art. 3º As supervisões de que trata o art. 1º desta Portaria terão as seguintes finalidades:
I - nas Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional:
a) verificar o efetivo cumprimento do disposto no Manual de Procedimentos Operacionais do VIGIAGRO e demais normas correlatas em vigor;
b) avaliar o cumprimento do disposto nos Planos de Ação elaborados pelas Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para correção das não conformidades apontadas nos Relatórios de Auditoria realizadas nas Unidades do VIGIAGRO;
c) avaliar a adequação da infra-estrutura, instalações, equipamentos, lotação de recursos humanos e escalas de trabalho adotadas nas Unidades do VIGIAGRO em função da demanda de fiscalização existente e do interesse do serviço;
d) avaliar a articulação interinstitucional da Unidade supervisionada com os demais órgãos e entidades intervenientes do comércio internacional; e
e) verificar outros temas correlacionados às atribuições das Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional;
II - nos Serviços e Seções de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional:
a) avaliar o planejamento, a programação, a promoção, a orientação e o controle da execução das atividades de gestão da Vigilância Agropecuária Internacional;
b) avaliar o controle e a execução financeira e orçamentária dos recursos disponibilizados pelos Planos Internos da Vigilância Agropecuária Internacional;
c) avaliar o controle e a execução física e a elaboração de relatórios de acompanhamento;
d) avaliar as atividades de supervisão das Unidades e Serviços sob sua jurisdição;
e) avaliar a articulação interinstitucional e intra-institucional com as demais Unidades de Assistência Direta, de Execução Finalística e de Apoio Operacional; e
f) verificar outros temas correlacionados às atribuições dos Serviços e Seções de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional julgados pertinentes.
Parágrafo único. O modelo de relatório de supervisão será disponibilizado no Manual de Supervisão Técnico-Fiscal, Operacional, e Gerencial, do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional, elaborado pela Coordenação-Geral do Sistema VIGIAGRO.
Art. 4º As Supervisões serão realizadas por equipes de servidores indicados pelos Chefes de Serviço ou Seção de Gestão da Vigilância Agropecuária Internacional, no caso de serem realizadas em unidades de sua jurisdição e pelo Coordenador-Geral do Sistema VIGIAGRO, no caso de serem realizadas nos Serviços e Seções de G e s t ã o / D T / S FA - U F.
§ 1º Comporão as Equipes de Supervisão nas Unidades e Serviços de Vigilância Agropecuária Internacional, o Chefe de Gestão do VIGIAGRO/DT-UF e, quando necessário, Fiscais Federais Agro-
pecuários, do Sistema VIGIAGRO.
§ 2º Comporão as Equipes de Supervisão nos Serviços e Seções de Gestão, servidores do Sistema VIGIAGRO, da Coordenação-Geral do VIGIAGRO e dos Serviços e Seções de Gestão do VIGIAGRO, nomeados pelo Coordenador-Geral do Sistema VIGIAGRO.




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