11 de mar de 2009

Em fevereiro, Índice Nacional da Construção Civil fica em 0,32%

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal, apresentou, em fevereiro, variação de 0,32%, pouco abaixo da taxa registrada em janeiro (0,39%). No ano de 2009, o acumulado está em 0,71%; e, nos últimos 12 meses, em 11,55%. A variação atual ficou 0,11 ponto percentual abaixo da de fevereiro de 2008 (0,43%); nos últimos 12 meses, a taxa (11,55%) também está menor do que os 11,68% dos 12 meses imediatamente anteriores.
O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou de R$ 679,41 (janeiro) para R$ 681,58 (fevereiro), sendo R$ 399,70 relativos aos gastos com materiais; e R$ 281,88, com a mão-de-obra. A parcela dos materiais teve alta de 0,49% em fevereiro, mantendo, assim, a trajetória de desaceleração observada desde outubro do ano passado. A componente mão-de-obra também recuou, com taxa de 0,08% em fevereiro contra 0,18% de janeiro. Ambos os resultados ficaram abaixo também daqueles registrados em fevereiro de 2008 (0,67% e 0,10%, respectivamente).
No ano de 2009, a alta dos materiais atingiu 1,02%; e, em 12 meses, chegou a 13,42%. Nesses mesmos períodos, a mão-de-obra registrou acumulados de 0,27% e 9,01%.
Regiões Norte e Sudeste registram maiores altas
No conjunto das regiões geográficas, o Norte (0,60%) e o Sudeste (0,35%) se destacaram, em fevereiro, com as maiores altas, situando-se acima da média nacional (0,32%). Os demais resultados foram os seguintes: Nordeste, 0,32%; Centro-Oeste, 0,16%; e Sul, 0,14%.
A região Norte também apresentou os acumulados mais elevados no ano (0,90%) e em 12 meses (13,11%). No outro extremo, o menor acumulado no ano coube à região Sul (0,56%) e, nos últimos 12 meses, ao Nordeste (10,95%).
Os custos regionais por metro quadrado foram R$ 721,35 no Sudeste; R$ 680,98 no Norte; R$ 671,58 no Sul; R$ 650,37 no Centro-Oeste; e R$ 638,27 no Nordeste.
Entre os estados, Pará tem aumento mais acentuado
Devido à pressão exercida por reajustes salariais das categorias profissionais, o Pará se destacou em fevereiro, com variação mensal de 1,12%. No ano, o Maranhão ficou com o maior acumulado (3,20%) e, nos últimos 12 meses, a maior taxa ocorreu no Acre (15,34%).



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