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21 de abr. de 2009

Mão Santa lamenta baixo índice de desenvolvimento do Piauí

O senador Mão Santa (PMDB-PI) comentou estudo recentemente divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em que o índice de desenvolvimento do Piauí é classificado como o pior do país, com nota 11, em uma escala de 0 a 100. Em discurso da tribuna do Plenário, nesta segunda-feira (20), Mão Santa destacou que isso equivale a 1,1 em uma escala de 0 a 10, comparando com as notas escolares, e lamentou que o estado tivesse índice tão baixo.

- Quando estudávamos, se tirássemos menos de cinco, quatro, já estávamos reprovados - explicou o senador. - O Piauí tirou 11, mas equivale a 1,1. É a maior vergonha da história do desenvolvimento.

Mão Santa disse que, quando foi governador do estado, em todos os índices que se utilizava, o Piauí sempre esteve à frente do Maranhão. Em alguns indicadores, chegava mesmo a estar adiante da Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte ou Alagoas, outros estados da Região Nordeste.

- Agora, o Piauí ficou na rabada, mesmo: 1,1 - lamentou o senador.

O parlamentar pelo Piauí também comentou manchete do jornal Diário do Povo, editado em Teresina, informando que "As taxas cobradas pelo Detran do Piauí são as mais altas do país". Mão Santa exemplificou que, para a tirar a primeira habilitação, o Detran do Piauí cobra R$ 157,14, quando o mesmo serviço em Minas Gerais custa R$ 40,70 e em São Paulo sai por R$ 26,15. O Certificado de Registro de Veículo (CRV) no Piauí custa 126,10, enquanto em Brasília sai por R$ 76,50; em São Paulo, R$ 122,05; e no Rio de Janeiro, R$ 81,92.

- A conseqüência disso é que estão todos indo para o Maranhão - disse Mão Santa. - Lá, o custo de emplacamento, de multas, de tudo é mais barato. As grandes firmas que comercializam transporte estão todas se transferindo para aquele estado.

Agência Senado
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Mão Santa comemora milésimo discurso no Senado

O milésimo discurso de Mão Santa (PMDB-PI) como senador, cujo mandato iniciou-se em fevereiro de 2003 e se estenderá até o início de 2011, foi comemorado nesta sexta-feira (17), da Tribuna do Senado, por ele e vários colegas parlamentares.

- Esse é o meu milésimo discurso nesse que é o melhor Senado da República do Brasil em 186 anos (de existência do Poder Legislativo). Nunca houve na história um Senado como o nosso. Tenho vida limpa. Cheguei aqui simples, com a minha crença em Deus, no amor, no estudo e no trabalho. Esse é o caminho - ressaltou Mão Santa.

Sempre citando a esposa Adalgisa, presente a sessão, o parlamentar lembrou que no início da sua carreira, como médico da cidade de Parnaíba, no Piauí, não imaginava que chegaria ao cargo de senador da República.

- Eu desejava apenas operar na Santa Casa de Misericórdia da minha Parnaíba - garantiu.

Também da Tribuna, o senador pelo Piauí leu decálogo escrito pelo colega de partido pelo Rio Grande do Sul, Pedro Simon, intitulado "Decálogo indispensável para o exercício da atividade política".

Vários senadores apartearam Mão Santa para parabenizá-lo pelo milésimo pronunciamento. O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que presidia a sessão, lembrou que antes de conhecer pessoalmente Mão Santa, já havia ouvido falar da fama do então cirurgião que se dedicava aos pobres. Nesta Casa, continuou Sarney, "ele não deixa nunca de mostrar, da Tribuna, a presença do Senado".

- Foram mil manifestações em favor da vitalidade, da vida do Senado. Quando o Senado silenciava, a voz de vossa excelência estava lá mostrando que o Senado não se cala - ressaltou José Sarney.

Também parabenizaram Mão Santa os senadores Geraldo Mesquita (PMDB-AC), Marisa Serrano (PSDB-MS), Heráclito Fortes (DEM-PI), Garibaldi Alves (PMDB-RN), João Tenório (PSDB-AL), Gim Argello (PT-DF) e João Durval (PDT-BA).

Agência Senado

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16 de abr. de 2009

Mão Santa lamenta que Piauí tenha o menor Índice de Desenvolvimento Socioeconômico do Brasil

O senador Mão Santa (PMDB-PI) lamentou que o Piauí seja o estado brasileiro com o menor Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (IDSE), novo indicador elaborado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas. Em uma escala de zero a cem, o Piauí tem um índice de 11,4. O líder é São Paulo, com 99,1, seguido do Distrito Federal, com 98,9. Em terceiro vem o Rio de Janeiro, com 98,6.

De acordo com o senador, o IDSE foi construído a partir de 36 variáveis sociais e econômicas. O indicador mediu fatores como saneamento básico, qualidade da moradia, educação, segurança pública, renda, emprego, desigualdade e pobreza. Na ponta de baixo, depois do Piauí, vêm Maranhão (15,8), Alagoas (21,5), Ceará (31,6), Tocantins (34,2) e Acre (35,7).

Tocantins, Bahia e Maranhão foram os estados que obtiveram o maior crescimento no índice. O representante piauiense citou o coordenador do estudo, Fernando Blumenschein, o qual destacou que Pernambuco, Paraíba, Bahia, Tocantins e Ceará deixaram o grupo de baixíssimo desenvolvimento, com avaliação inferior a 25. Já Alagoas, Maranhão e Piauí registraram uma considerável melhora, mas permaneceram no patamar de IDSE baixíssimo.

No mesmo pronunciamento, o senador disse que o governador de seu estado não cumpre promessas, tendo recebido a alcunha de "Senhor Mentira" por um blog produzido na cidade de Batalha (PI). Entre as promessas não cumpridas citou a construção de cinco hidrelétricas, dois aeroportos internacionais, um voo direto de Buenos Aires para Parnaíba (PI) e uma linha férrea ligando Parnaíba a Luís Correia (PI). Também afirmou que há quatro pontes no estado que contam com verbas federais cuja construção está parada.

Em aparte, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) afirmou que o governador também prometeu a construção de três hotéis em Luís Correia.

Agência Senado
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8 de abr. de 2009

Escoamento da safra de grãos no Piauí corre risco, diz Mão Santa

Em pronunciamento nesta segunda-feira (6), o senador Mão Santa (PMDB-PI) destacou matéria do jornal Diário do Povo, segundo a qual as péssimas condições de tráfego da BR-235 poderão comprometer o escoamento da produção de 200 mil toneladas de grãos de soja e milho no Piauí.

De acordo com o jornal, o problema é mais grave na região da Serra das Guaribas, o que vem causando apreensão aos produtores rurais locais, que cultivam soja, milho e algodão em uma área aproximada de 70 mil hectares.

- Os agricultores estão no limite do desespero. Lamentam a falta de apoio do governo em projetos de melhoria da infraestrutura. A estrada é um atoleiro só. Os prejuízos dos agricultores são incalculáveis, com encalhe, perdas, avaria na produção, dano de manutenção com os veículos e gasto extra de combustíveis - afirmou.

Mão Santa informou que um grupo de produtores reuniu-se na última quinta-feira (2) em busca de soluções para o caso. Segundo o senador, a única saída viável seria a recuperação imediata de pelo menos 70 quilômetros da BR-235, entre a fazenda Jatobá e o município de Santa Filomena, a um custo aproximado de R$ 198 mil.

- Esse é o custo para tapar os buracos. O governo deveria consertar para reaver as condições mínimas de trafegabilidade. Os agricultores foram unânimes em afirmar que o governo deu as costas para a região - concluiu.

Agência Senado
BISMS



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