6 de abr. de 2009

NEGÓCIOS QUE VALEM OURO - Brasil e França

Nem mesmo a crise financeira mundial, que vem afetando o desempenho de diversos setores, conseguiu frear o crescimento do segmento de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos, do qual fazem parte grandes grupos franceses, e que em 2008 faturou cerca de R$ 21,2 bilhões no Brasil

PAULA MONTEIRO

Terceiro colocado no ranking dos países que lideram o mercado mundial de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC), atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão - que ocupam, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares -, conforme dados de 2007 divulgados pelo Instituto de Pesquisa Euromotor, o Brasil continua demonstrando fôlego para prosseguir com a expansão do setor. "Crescemos 10,4% em vendas em 2008, enquanto os mercados japonês e americano apresentaram retração", afirma João Carlos Basílio da Silva, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). De acordo com ele, o desempenho poderia ter sido ainda mais expressivo, não fosse o momento atípico, com alterações significativas nas regras para pagamento de impostos no Estado de São Paulo.

Abastecido por 1.635 empresas - sendo 15 delas de grande porte -, o setor de HPPC no Brasil, de acordo com levantamento feito pela Associação, faturou em torno de R$ 21,2 bilhões em 2008, com volume de vendas superior a 1,3 bilhão de produtos. Entre os fatores que têm contribuído para os resultados positivos, repetidos há alguns anos, na opinião de Basílio, estã a participação crescente da mulher brasileira no mercado de trabalho; a aplicação de tecnologia de ponta; a preocupação com os cuidados estéticos para manter uma aparência mais jovem, especialmente diante de uma maior perspectiva de longevidade; e o aumento na renda dos trabalhadores.

"Se fizermos uma retrospectiva do período entre 1996 e 2006, constatamos um aumento real acumulado de 212,7% no faturamento do setor. Na mesma época, o PIB brasileiro cresceu 32,6%, e a indústria, em geral, 33,3%", compara o presidente da Abihpec. Historicamente, mesmo em tempos de crise, esse segmento de mercado expandiu no Brasil. A explicação? "Em um cenário de preocupações, as pessoas buscam se sentir mais autoconfiantes por meio de sua aparência. Afinal, esse é um quesito que ajuda a conquistar e a manter empregos", defende Basílio.

Os cuidados com a aparência, aliás, vem deixando de ser uma exclusividade das mulheres, tanto que o Brasil subiu da terceira para a segunda colocação no ranking do mercado mundial no segmento de produtos masculinos, de acordo com dados da Abihpec. Na rede de perfumaria de luxo Opaque, com seis lojas instaladas nos principais shoppings centers da cidade de São Paulo, por exemplo, os perfumes Fahrenheit (da marca Christian Dior) e o Blue Label (da Givenchy) estão entre os mais procurados pelos homens. "Em relação ao público feminino, os que fazem mais sucesso são o perfume J´Adore (Dior); o demaquilante Bifacil (Lancôme); e a linha do perfume Very Irresistible (Givenchy)", observa Andréa Olim, gerente de marketing da Opaque.

Essas três marcas de origem francesa estão justamente entre as cinco com maior volume de vendas na rede de perfumaria. As outras duas são Shiseido (japonesa) e Clinique (americana). Uma característica do mercado brasileiro, na percepção de Andréa, é o grande interesse por lançamentos - que representa cerca de 30% do faturamento da rede no país.

"Os consumidores daqui também preferem perfumes em frascos menores (30 ml). E, numa demonstração de maior preocupação com os cuidados da pele, estão buscando cada vez mais produtos que ofereçam proteção solar", afirma.

Outra peculiaridade destacada pela gerente é a preferência pelo parcelamento das compras, diferentemente do que acontece no mercado francês, por exemplo. Apesar de a rede Opaque ter registrado, no Brasil, um crescimento de 15% em 2008, em relação ao ano anterior, a possibilidade de a crise mundial vir a afetar os negócios tem levado a uma projeção mais modesta para 2009 - na casa dos 5%. "Uma possível elevação nos preços dos produtos poderá reduzir as vendas, já que os consumidores das classes média e média alta - que constitui parcela significativa de nossos clientes - ficam mais suscetíveis às demissões em tempos de crise", avalia Andréa. Pior, no entanto, será a redução nos investimentos em divulgação das marcas por parte dos distribuidores, o que, de acordo com a gerente, poderá levar o segmento de importados - que já sofre a concorrência dos duty-free shops e do contrabando - a perder espaço.

É difícil fazer projeções, considerando-se que os efeitos da crise financeira mundial sobre a economia do Brasil ainda são uma incógnita. Para Basílio, no entanto, se as referências do Banco Central vierem a se confirmar, como a cotação do dólar na casa dos R$ 2,30; a inflação inferior a 5% ao ano; um superávit de US$ 14 bilhões na balança comercial; e investimentos na ordem de US$ 23 bilhões, o setor de HPPC poderá crescer acima de 5%. "Durante 13 anos consecutivos apresentamos resultados superiores a 10%. Agora, a perspectiva para os próximos anos é a de mantermos um ritmo menos acelerado", pondera, destacando a necessidade de as empresas do setor manterem o nível dos investimentos, buscarem novos mercados e incorporarem tecnologias inovadoras aos seus produtos.
Cupuaçu e buriti - Pelos caminhos trilhados no ano passado e pelas estratégias já definidas para 2009, algumas companhias no Brasil mostram estar na direção certa. Esse é o caso da L´Occitane, que atua no país por meio de 38 lojas - entre próprias e franquias -, quatro unidades de Spa e cerca de 150 pontos de revenda; e encerrou 2008 com faturamento local de aproximadamente R$ 63 milhões, um crescimento de 32% em relação aos valores de 2007. "O país já é o quarto maior mercado da marca fora dos domínios franceses, e o quinto no mundo", destaca Silvia Gambin, diretora da L´Occitane no Brasil. Ela lembra que, por aqui, são disponibilizados em torno de 450 itens, nas categorias: cuidados da pele, dos cabelos, do corpo, mãos e pés, banho e fragrâncias.
"Os campeões de venda no país, em 2008, foram os produtos faciais e corporais da linha de Karitê", afirma a executiva. Formulados com ativos naturais, eles são, em sua maioria, originários da região da Provence, na França. Uma exceção é a linha Solar, para cuidados pré e pós-sol, fabricada aqui mesmo no Brasil com o uso de ativos da biodiversidade local, como o cupuaçu e o buriti, e atualmente exportada para mais de 80 países. Silvia prevê uma expansão de 35% nas vendas no ano fiscal de 2009/2010, como resultado dos recentes investimentos em novas lojas e franquias e dos lançamentos de produtos. "Nosso objetivo é o de posicionar, a médio prazo, a operação brasileira como a quarta maior da rede francesa em todo o mundo", explica Silvia.

Representada pelas marcas Christian Dior, Givenchy, Acqua di Parma e Kenzo, a divisão de perfumes e cosméticos do conglomerado de artigos de luxo LVMH (Louis Vuitton-Möet Hennessy), por sua vez, comemora um crescimento de 14% do faturamento no Brasil, em 2008, em comparação ao ano anterior. "Somente a Christian Dior obteve números 13% maiores", revela Renato Rabbat, diretor geral da LVMH. Outro destaque, de acordo com o executivo, foi a expansão da Givenchy em terras brasileiras - cerca de 18%. "Atualmente ela ocupa uma posição privilegiada no ranking nacional e internacional, como a marca do grupo que apresentou melhores resultados no país." A projeção de expansão das vendas da LVMH para 2009 no Brasil é de 10%.

Com atuação na área de dermocosméticos por meio das marcas francesas Klorane, Elancyl, Avène e Ducray, e da marca brasileira Darrow, a filial dos laboratórios farmacêuticos Pierre Fabre registrou, no ano passado, um faturamento superior a R$ 50 milhões. "Cerca de 30% maior do que o obtido em 2007", afirma Serge Bouteleau, diretor vice-presidente, destacando que, no ano passado, a companhia francesa investiu 274 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento. Para 2009, Bouteleau projeta um crescimento da ordem de 20%. "O mercado brasileiro é muito competitivo, o que demanda reações e adaptações às novas conjunturas, além de investimentos em ações prioritárias, como a inovação", considera o executivo.
A expansão de 31% no faturamento de 2008, quando registrou R$ 140 milhões em vendas, ante os R$ 107 milhões obtidos em 2007, foi motivo de comemoração para a filial brasileira da Galderma - joint venture entre a Nestlé e a L´Oreal. "O investimento total da empresa no Brasil em 2008, abrangendo marketing, infra-estrutura, pesquisa e desenvolvimento, ultrapassou os R$ 47 milhões", afirma o diretor de marketing Márcio Rodrigues, que prevê para 2009 resultados 15% maiores do que os apresentados no ano passado.

Afora a joint venture com a Nestlé, a L´Oreal continua atuando fortemente no Brasil por meio de suas marcas representadas pelas divisões grande público (varejo tradicional), produtos profissionais (para salões de beleza), produtos de luxo (importados) e cosmética ativa (linhas dermofarmacêuticas). Uma das novidades mais representativas da divisão grande público - responsável pelo maior faturamento da empresa no país -, durante o ano que passou, foi a linha Elsève Reparação Total 5, para cabelos danificados.

O produto foi desenvolvido nos laboratórios L´Oreal de Paris com tecnologia bio-ceramida - com estrutura idêntica à encontrada naturalmente nos cabelos.

A Garnier, outra marca da divisão bastante utilizada entre os brasileiros, inovou ao acrescentar à fórmula do desodorante Bí-O um elemento naturalmente presente em nossa pele: o acti-cuteíne, que contém pidolato de zinco (componente de todas as células) e sais minerais. Em conseqüência, o Bí-O passou a ter um efeito antiinflamatório, além de atuar contra os maus odores e a transpiração por até 48 horas. A divisão produtos de luxo, por seu lado, tem novidades previstas para 2009, como os perfumes Fuel for Life Unlimited e Empório Armani Diamonds for Men (da Diesel); o batom L´Absolute Rouge, com tecnologia antiidade; e a máscara Ôscillation, com aplicação por meio de microoscilações (ambos da Lancôme).
Ativos naturais - Representante da marca francesa Sisley, e fundador da Amazônia Viva - com itens produzidos com ativos naturais da biodiversidade amazônica -, a Du Plessis faturou R$ 5 milhões no ano passado. "Desse total, 80% vieram da venda de produtos skincare (cosméticos para cuidados com a pele)", aponta Maria Cristina Du Plessis Ferreira, gerente geral da empresa. Lançados, ainda no ano passado, os cosméticos Sunleya e Hydra Global, e o perfume Sisley Eau Du Soir (da marca Sisley), estiveram entre os mais procurados, como também o hidratante Manteiga de Cupuaçu e o perfume Madeiras (Amazônia Viva).


Participação dos canais de
distribuição (em %)
"A Du Plessis investe de 20% a 25% do seu faturamento, e atua no trade marketing, para continuar crescendo no país", afirma Maria Cristina. A estratégia da empresa para expandir os negócios em 2009, conforme indica a executiva, inclui a inserção, no mercado brasileiro, do Sisley Concentré Eclat e do Phyto Lip Shine. A marca Amazônia Viva, por sua vez, apresenta o novo condicionador para hidratação intensiva à base de cupuaçu.

Uma das mais bem conceituadas empresas brasileiras do ramo de HPPC, a Natura elaborou um plano de ação para o período 2008-2010 que contempla investimentos de R$ 400 milhões em marketing e no modelo comercial, com o objetivo de acelerar as vendas. De janeiro a setembro de 2008, R$ 55,2 milhões foram destinados principalmente a publicidade e eventos, visando à divulgação de novos produtos. Entre os lançamentos, destacaram-se a linha de perfumaria Amor América - com base em ativos da biodiversidade latino-americana; o creme de hidratação anti-sinais para o rosto Chronos politensor de soja; e o relançamento da linha Tododia. Graças à eficiente estratégia para a divulgação dos produtos, a receita bruta na operação da Natura no Brasil foi superior a R$ 1,1 bilhão no terceiro trimestre de 2008, o que representou um crescimento de 17,4% comparativamente ao resultado do ano anterior. Já no acumulado de janeiro a setembro, o faturamento bruto foi de quase R$ 3,2 bilhões, indicando uma expansão de 11,6% se comparados aos mais de R$ 2,8 bilhões constatados no mesmo período de 2007.

Na França, onde a empresa mantém a Casa Natura - inaugurada em 2005 no bairro de Saint-Germain-des-Près, em Paris -, o terceiro trimestre de 2008 foi marcado por uma fase de retração dos negócios. A atuação naquele país, no entanto, faz parte de um conjunto de ações da marca no mercado global, como forma de aprendizado sobre as demandas de um mercado altamente sofisticado. Enquanto isso, na América Latina, a Natura prossegue com as operações consolidadas na Argentina, no Chile e no Peru, e operações em implantação no México, na Venezuela e na Colômbia.

Como resultado dos investimentos de R$ 104 milhões em 2008, destinados às áreas de marketing, inovação e desenvolvimento de produtos, outra brasileira com forte atuação no segmento de HPPC, O Boticário - que conta com 2.660 lojas em todo o país - viu seu faturamento crescer 18% em relação ao ano anterior. "Para 2009, estão previstos investimentos de R$ 147 milhões", afirma Andréa Mota, diretora de marketing e vendas de O Boticário. Para inovar, a empresa firmou uma parceria com a Universidade Positivo, inaugurando o Laboratório de Biologia Molecular (Labim). Com equipamentos de última geração, o espaço, em Curitiba, é destinado a pesquisas da marca e do meio acadêmico, com prioridade para estudos dos fenômenos bioquímicos envolvidos no envelhecimento da pele, e de ingredientes naturais da biodiversidade brasileira.
fonte: CCBF



Read more!

Equilíbrio e empenho nas relações Brasil e Itália, garante embaixador

Foram estas as palavras de José Viegas Filho, embaixador do Brasil na Itália, em reunião na Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio

Na noite desta terça-feira (31/03), o auditório da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e Indústria recebeu algumas das principais lideranças da comunidade italiana no Brasil que discutiram e debateram sobre política, negócios, cultura e artes, envolvendo os interesses comuns entre os dois países.
José Viegas Filho, novo embaixador do Brasil na Itália, esteve presente e enfatizou a importância do seu trabalho que se inicia a partir do dia 13/04. “É com grande prazer que assumo esse compromisso. Procurarei intensificar o intercâmbio entre os dois países. Vou para a Itália com muito otimismo e grande expectativa. Terei um trabalho intenso, nas diversas esferas: política, cultural e econômica. Para isso, conto com o apoio de todos”, afirma Viegas.

Edoardo Pollastri, presidente da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, abriu os trabalhos realizando a aprovação de contas da entidade, dando as boas vindas ao novo embaixador e desejando-lhe sucesso na sua missão. “A Italcam sempre foi uma ponte entre os dois países. Nosso objetivo é criar relações culturais e econômicas, movidos pelo sentimentalismo que nutrimos. Desejamos que o novo embaixador tenha sucesso na sua jornada e faremos o possível para colaborar em todas as esferas”, diz Pollastri.

Marco Marsilli, Cônsul Geral da Itália em São Paulo e Fábio Porta, Deputado Italiano pela América Meridional, também manifestaram total apoio ao novo embaixador José Viegas Filho e se colocaram a disposição para auxiliá-lo no que for preciso.

A audiência presente ocupou todos os 50 lugares reservados e pode interagir durante cerca de uma hora e meia com as autoridades, por meio de opiniões, idéias, sugestões e pontos de vista. “Saio daqui impressionado com o nível do debate que pudemos atingir esta noite e com a esperança redobrada de que farei um trabalho com abertura e harmonia”, finalizou Viegas.

Por fim, Edoardo Pollastri presidente da Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio e André Robic, presidente do Instituto Brasileiro de Moda, firmaram um acordo entre as duas entidades.

Para uso do Jornalista:
Jornalista Responsável: Fernando Galuppo – Assessor de Imprensa Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio
E-mail: imprensa@italcam.com.br
Tel: 11 – 3179-0130 e 8199 0957



Read more!

Lusitanos mostrarão velocidade e técnica na ExpoLondrina

Raça estará presente em um dos maiores eventos agropecuários do Brasil, com Liga de Velocidade de Equitação de Trabalho e apresentações especiais.

O cavalo Puro Sangue Lusitano (PSL) estará entre os principais destaques da ExpoLondrina 2009. Em sua 49ª edição, a feira espera contar com mais de 30 exemplares da raça, nos dias 10, 11 e 12 de abril, em apresentações livres e de Equitação de Trabalho. “Devido ao público do evento, será uma ótima oportunidade de mostrarmos nosso cavalo e a Equitação de Trabalho”, comemora Jorge Faria, responsável pela modalidade, na Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano (ABPSL).

A Copa Canitos de Velocidade é uma das apostas de sucesso para esse ano, proporcionando ótimas disputas na pista principal do Parque Ney Braga, local onde serão realizadas as atividades. Nas noites de 10 e 11 de abril, a partir das 19h, ótimos ginetes lutarão pela vitória, em um verdadeiro show de técnica, adrenalina e boa equitação, que, somados a agilidade do PSL, garantirão um bonito espetáculo.

Recriando os movimentos necessários na lida com o gado e nos afazeres da fazenda ― como, abrir uma porteira, atravessar uma ponte, contornar um redil, entre outros ―, a Liga de Velocidade de Equitação de Trabalho tem todos os ingredientes de um autêntico desafio hípico. Além disso, algumas apresentações darão mais charme à ExpoLondrina, comprovando a habilidade e destreza do Cavalo Lusitano, nos últimos 3 dias do evento.

“Queremos mostrar a qualidade e funcionalidade deste animal para o maior número possível de amantes do cavalo e tenho certeza que o paranaense gostará muito do que vai ver”, garante o superintendente da ABPSL, Raul Silva.

A presença do Puro Sangue Lusitano na 49ª ExpoLondrina conta com as participações do Centro de Treinamento Haras Kainã, Coudelaria Alma Lusitana, Coudelaria do Castanheiro, Haras Bom Sucesso, Haras das Águas, Haras das Mangueiras, Haras do Baxetro, Haras Santo Ângelo, Haras Vale do Aretê, Quinta dos Lusitanos e Top Agropecuária.

Fonte: Bureau Comunicação



Read more!

Programa Benchmarking avalia práticas de sustentabilidade

Por Raquel Marques, Cámara Española

O comitê de Responsabilidade Social discutiu em sua última reunião o conceito Benchmarking. Para abordar a utilidade dessa ferramenta, a Cámara recebeu Marilena Lavorato, organizadora do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro, que reconhece as instituições detentoras das melhores práticas de sustentabilidade.

Lavorato explicou a metodologia adotada para identificar as empresas premiadas que existe desde 2002, quando uma pesquisa foi feita com empresas variadas para mapear tais práticas.

Benchamarking é o processo de comparação entre dois ou mais sistemas, por meio do qual se examina os melhores resultados realizados por uma empresa em uma função específica a fim de melhorar como realizar a mesma ou uma função semelhante. No caso do Programa, a publicitária esclarece: “O Benchmarking não reconhece o produto, nem a empresa, ele reconhece a prática de sustentabilidade”

O Programa está em sua 7ª edição e detém o maior Banco de Cases de Sustentabilidade de livre acesso do país. Entre seus derivativos, além do Banco Digital de Boas Práticas constam eventos abertos e publicações gratuitas. (Livro BenchMais - as 85 melhores práticas em gestão socioambiental do Brasil e Revista Benchmarking)

Durante a apresentação, os participantes levantaram a questão do significado para as empresas em realizar tais ações. Segundo Lavorato, o conceito de sustentabilidade é antigo, mas a gestão nas empresas é recente e precisa ser divulgada. E complementa: “Há uma séria de razões para as empresas participarem do Programa, mas o maior dos motivos é o valor de uma boa prática”.

RSC na Cámara

O coordenador do comitê, Eugenio Cabanes, ressaltou o avanço da Cámara Española na discussão do assunto, citando como exemplo a criação do próprio comitê, durante a gestão da diretoria atual, e a memória de responsabilidade social das empresas associadas.

Para Cabanes, é essencial que as empresas comuniquem as práticas de sustentabilidade que realizam. “A divulgação é importante. Não como mera propaganda, mas para conhecimento prático e reflexão”. O coordenador ainda destacou a relevância que o tema possui para a Cámara: “Temos o orgulho de dizer que as empresas espanholas levam muito a sério estas práticas”

Saiba mais: www.maisprojetos.com.br




Read more!

CNI e Apex firmam parceria para ajudar exportador

A partir desta semana, os Centros Internacionais de Negócios da indústria vão contar com unidades de atendimento da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos.
Agência CNI
Brasília – A Rede de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ganhará, a partir desta semana, o reforço da Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (Apex). A parceria prevê a implantação de Unidades de Atendimento da Apex nos Centros Internacionais de Negócios das federações estaduais de indústrias.

As duas primeiras unidades serão inauguradas amanhã (07) nas sedes da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre, e na Federação de Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), em Fortaleza. Na segunda quinzena de abril estão previstas as inaugurações das Unidades da Apex no Paraná e em Santa Catarina. A previsão dos dois parceiros é atender todos os estados até o final deste ano.

“A Rede CIN e a Apex-Brasil unem forças para desenvolver ações que promovam as exportações brasileiras e a inserção das pequenas e médias empresas no mercado externo”, disse o diretor-executivo da CNI, José Augusto Fernandes. As Unidades de Atendimento da Apex complementarão a gama de serviços de inteligência e promoção comercial que a Rede CIN presta às pequenas e médias empresas.

O trabalho envolve consultorias, diagnósticos, identificação de mercados e programas de capacitação empresarial. No ano passado, os 27 centros, instalados nos estados e no Distrito Federal, prestaram 129.085 atendimentos voltados à internacionalização das empresas brasileiras.

Vinculados às federações de indústrias dos estados, os centros se articulam na Rede CIN, organizada e coordenada pela CNI. Neste ano, a Rede está implantando o sistema informatizado para emissão de certificado de origem digital. Com isso, o tempo necessário para o processo de emissão e autenticação dos certificados de origem foi reduzido de uma média de dois dias para 30 minutos. O serviço está disponível em São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Amazonas. Na próxima semana, será implantado no Paraná. A proposta é levar o sistema informatizado aos demais estados nos próximos meses.

A Rede CIN também organiza missões empresariais prospectivas às principais feiras setoriais do mundo. A agenda de visitas e os contatos planejados para os integrantes das missões facilitam o acesso dos empresários às novas tecnologias e às tendências de produção e consumo. Também aproximam os brasileiros das empresas estrangeiras. Em 2008, foram realizadas sete missões comerciais prospectivas, que tiveram a participação de representantes de 241 empresas. Eles visitaram eventos como a Canton Fair, feira multisetorial realizada na China, a Big 5 Show, da construção civil, que ocorre em Dubai, e a de alimentos Foodex, no Japão.

Em parceria com a consultoria Aduaneiras, a Rede CIN mantém ainda o Programa de Capacitação Empresarial em Comércio Exterior. Em 2008, foram realizados 211 treinamentos, que tiveram a participação de 3.946 pessoas. A CNI também oferece serviços na área de inteligência comercial, como o Catálogo de Exportadores Brasileiros.
fonte: CCAB


Read more!

Líbia recebe primeiro contêiner da Grendene

O carregamento com os calçados brasileiros deve chegar ao país árabe no final do mês. O representante da empresa está promovendo as sandálias femininas e masculinas na Feira de Trípoli.
Marina Sarruf marina.sarruf@anba.com.br
São Paulo – Até o final do mês, as lojas de calçados da Líbia devem começar a vender as sandálias brasileiras da Grendene. O primeiro contêiner dos calçados femininos, masculinos e infantis chega neste mês e, para promover a marca no país, o representante local da empresa, Mohamed Salah, está participando da Feira Internacional de Trípoli, que conta com um estande da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

Salah tem 17 lojas de calçados na Líbia e está em negociação com a empresa brasileira desde o ano passado. No estande da Câmara Árabe, estão expostas sandálias das linhas Rider, masculina; Grendha e Ipanema, femininas. Segundo ele, a idéia é expandir a marca brasileira, que ainda é pouco conhecida nos países do Norte África, no mercado líbio. Até o momento, nessa região, a marca brasileira tem representantes no Egito, Tunísia e Argélia.

A Grendene, com sede no Rio Grande do Sul, tem uma produção de 500 mil pares por dia e já exporta para nove países árabes. No total, a empresa exporta para 90 países. Os maiores mercados de destino estão nos Estados Unidos, Canadá, países da América Latina e Europa. De acordo com o assistente de marketing da Câmara Árabe, Filipe Gouveia Ferraz, na sexta-feira, primeiro dia da feira aberto ao público, muitos curiosos pararam no estande para olhar as sandálias brasileiras.

Filipe Ferraz/Câmara Árabe Filipe Ferraz/Câmara Árabe

Moraes, da Latinex (E), conversa com visitante da Feira de Trípoli
Além dos calçados, o estande está expondo alimentos enlatados e embalados a vácuo, como carnes e vegetais. Os produtos, que são produzidos pelas empresas Oderich e Vapza, estão sendo representados pela trading Latinex. Segundo o trader Eduardo Moraes, a empresa está apostando na venda de comida pronta para serviços de alimentação, como hotéis, restaurantes e empresas de catering.

Atualmente, no mercado árabe, a Latinex exporta para Líbia e Síria e está em negociação com a Argélia. “Estamos investindo bastante para ampliar os negócios com os árabes”, disse Moraes, que terá reuniões com grandes empresas alimentícias na Líbia esta semana.

A feira, que começou quinta-feira (02) e segue até o dia 12, é multissetorial. Na última edição, o evento contou com a participação de mais de 1,5 mil empresas de 37 países. De acordo com Ferraz, o estande da Câmara Árabe tem recebido muitos visitantes da própria Líbia e de outros países do Norte da África, a maioria busca alimentos, como carnes, café, açúcar, arroz, além de maquinários pesados. “O Brasil chama muita atenção dos visitantes, não só pelos produtos que estão sendo expostos, mas apenas por ser um estande do Brasil”, afirmou.
fonte: CCAB



Read more!

As perspectivas da economia Brasileira

A Swedcham tem a honra de receber Ex-Ministro da Fazenda Dr. Mailson Nóbrega,para uma exclusiva apresentação sobre o tema:

“As Perspectivas da Economia Brasileira”

Economista, foi ministro da Fazenda no período 1988/1990 depois de desempenhar longa carreira no Banco do Brasil e no setor público, da qual se destacam os seguintes cargos: Consultor Técnico e Chefe da Divisão de Análise de Projetos do Banco do Brasil; Chefe da Coordenadoria de Assuntos Econômicos do Ministério da Indústria e do Comércio; Secretário Geral do Ministério da Fazenda.
Foi Diretor Executivo do European Brazilian Bank-EUROBRAZ, em Londres.
Como ministro, presidiu vários órgãos, entre os quais o Conselho Monetário Nacional e o CONFAZ.
Foi ainda membro do Board de Governadores do Banco Mundial, do Fundo Monetário Internacional e do Banco Interamericano de Desenvolvimento; Chefe da Delegação Brasileira na negociação do acordo bilateral Brasil/Japão no âmbito do Clube de Paris; Membro do Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre um Código de Conduta para as Empresas Transnacionais.
Realizou viagens de estudo sobre os mecanismos de financiamento à agricultura nos Estados Unidos, Canadá, Austrália, França e Japão.
Sócio das Tendências Consultoria Integrada, empresa de consultoria econômica e política sediada em São Paulo.

ENCERRAMOS O EVENTO COM COQUETEL.

QUANDO:
29 de Abril de 2009 ás 18:00

ONDE:
Câmara de Comércio Sueco Brasileira.
R: Oscar Freire, 379 - Jardins - São Paulo/SP

PREÇO:
R$ 70,00 não associados
R$ 50,00 Associados

RSVP ATÉ 27/04/2009

VAGAS LIMITADAS -- FAÇA JÁ SUA RESERVA !!!

EM CASO DE DÚVIDAS, CONTATE VIVIANE - SWEDCHAM - FONE (11) 3066-2554




Read more!

Resultado da pesquisa