20 de mar. de 2009

Crise exige que Brasil e Argentina intensifiquem a integração regional

Empresários dos dois países defendem o fortalecimento do Mercosul e sinergia industrial

O fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e Argentina, com a ampliação da pauta exportadora binacional, é “a melhor reação possível” que os maiores parceiros do Mercosul podem recorrer para enfrentar a crise financeira internacional.

O discurso de integração regional foi assumido na manhã desta sexta-feira (20) por empresários brasileiros e argentinos, durante na abertura do segundo dia do Encontro Empresarial Brasil-Argentina, realizado na sede da Fiesp e do Ciesp, em São Paulo.

“Gostaríamos de debater com nossos amigos argentinos formas de melhorarmos o Mercosul. Um desafio que se apresenta hoje à economia dos nossos países”, sinalizou o diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Roberto Giannetti.

Para o executivo, o enfrentamento da crise tem de ser feito conjuntamente pelos dois maiores parceiros do bloco econômico sul-americano, com a ampliação do fluxo comercial e cooperação industrial que assegure maior competitividade para ambos.

“Aqui na Fiesp, temos a visão de que a melhor reação possível que podemos assumir [para enfrentar a crise] é aumentar nosso comércio”, sugeriu Giannetti.

Integração

A perspectiva integradora também foi assumida pelo vice-presidente da União Industrial Argentina (UIA), Cristiano Rattazzi, segundo o qual ambos os países têm grandes condições de potencializar suas indústrias mutuamente e “seguir um futuro industrial juntos”.

“Estamos entusiasmados com a integração entre Brasil e Argentina, que nos parece absolutamente necessária. Lá fora temos um mundo difícil e complicado que temos que participar e, obviamente, para isso é necessário potencializar a competitividade de nossas indústrias”, declarou. “Temos que ter uma indústria forte e competitiva para sermos dois países desenvolvidos e não mais em desenvolvimento”, concluiu Rattazzi.

Destacando o “resultado muito positivo” do encontro entre representantes dos governos brasileiro e argentino, acompanhados por empresários dos dois países, em Buenos Aires na semana passada, o chanceler Jorge Taiana se mostrou satisfeito com o primeiro dia do Encontro.

“Esse seminário é a constatação dos avanços da cooperação entre nossos países, assim como a rodada de negócios. São mais uma manifestação do potencial de crescimento de nosso relacionamento tanto comercial quanto no âmbito político-econômico”, afirmou Taiana.

O diplomata argentino destacou que o fortalecimento das relações binacionais são positivas ante o processo de globalização. “Estou seguro de que esse seminário será exitoso em intensificar nossas relações”, confiou.

A missão empresarial argentina conta com 487 empresários. Somente no primeiro dia, foram realizadas 540 reuniões de negócios, com representantes de 167 empresas argentinas e 150 companhias brasileiras.

Polarizações da balança

O fluxo comercial entre Brasil e Argentina se intensificou a partir de 1995, quando o Mercosul ampliou seu status de zona de livre comércio, por onde produtos dos países-membros transitariam sem a imposição de cotas ou tributação, para se transformar em uma união aduaneira em que os signatários do bloco utilizariam as mesmas taxas externas comuns (TEC) sobre itens importados de outros mercados.

O pacto diplomático-comercial resultou em um aumento de 322% no fluxo comercial entre os dois países, entre 1995 e 2008, que saltou de US$ 9,6 bilhões, para US$ 31 bilhões. O período foi marcado pela polarização da balança, ora para o lado portenho, ora para o brasileiro.

Por nove anos consecutivos (1995-2003), a Argentina registrou superávit, totalizando US$ 10,5 bilhões de ganhos num período em que as relações bilaterais tiveram crescimento estável moderado.

O cenário se inverteu a partir de 2004. Em cinco anos, a troca de produtos entre os parceiros do Mercosul teve alta de 238,5%. Passou de US$ 13 bilhões, para os atuais US$ 31 bilhões. O Brasil passou a ser superavitário, acumulando US$ 19,5 bilhões de ganhos totais. Desse montante, 22% somente em 2008, cerca de US$ 4,3 bilhões.

Nivaldo Souza, Agência Indusnet Fiesp









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Fórum Internacional Tecnológico Tecnargilla Brasil. Revestir-Feira Internacional de Revestimentos


O Instituto Italiano para o Comércio Exterior (ICE), a Associação Italiana dos Fabricantes de Máquinas e Equipamentos para Cerâmica (ACIMAC) e a Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimento (ANFACER) realizam no dia 27 março, das 8h00 às 12h40, o Fórum Internacional Tecnológico Tecnargilla Brasil, uma manhã inteira dedicada à exploração dos últimos avanços em tecnologia para a produção de revestimentos cerâmicos. Os quatro painéis que mais se destacaram na última edição da Tecnargilla serão objeto de estudo na Revestir 2009, onde renomados empresários do mundo cerâmico internacional abordarão temas como decoração, sustentabilidade e o futuro da indústria cerâmica. O evento é gratuito e aberto a profissionais do setor e imprensa.

Programação – dia 27 de março

8h00 - Credenciamento

8h15 Welcome Coffee

9h00 Abertura do Fórum – ICE, ACIMAC e ANFACER

9h15 - Franco Stefani - Presidente do Conselho Administrativo da System S.p.A. (Italia)

"O Futuro da Indústria Cerâmica para Revestimento"

Referência de inovação e modernidade na indústria de revestimentos cerâmicos do mundo todo, Franco Stefani apresenta-se pela primeira no Brasil abordando as mudanças no setor de revestimentos cerâmicos.

10h00 - Giorgio Timellini - Diretor do Centro Cerâmico de Bologna (Itália) e Prof. de Ciências de Materiais e Tecnologia da Universidade de Bologna (Itália)

"Materiais Sustentáveis para Construções Sustentáveis"

Participante de grande número de ações relacionadas ao meio ambiente na indústria de revestimentos cerâmicos, Giorgio Timellini, um dos profissionais mais respeitados do mundo nesse tema, é diretor da instituição que ocupa papel central na evolução da indústria cerâmica italiana e vem ao Brasil apresentar ações relacionadas à sustentabilidade do setor.

10h45 - Arnaldo Moreno Berto - Subdiretor da Área Empresarial do Instituto de Tecnologia Cerâmica ITC (Espanha)

"Porcelanato - Decoração a Seco"

Dentre os vários métodos disponíveis, a decoração a seco tem ocupado considerável importância no setor de revestimentos. Nesse contexto, Arnaldo Moreno, um dos mais respeitados profissionais do mundo especializados em decoração de revestimentos cerâmicos, apresentará os resultados de trabalhos sobre o tema realizados recentemente em parceria com indústrias de destaque no segmento.

11h30 – Michele Dondi – Pesquisador Instituto de Ciências e Tecnologia dos Materiais Cerâmicos (Itália)

"Decoração Digital"

Abordando o grande potencial e os obstáculos da decoração digital, o palestrante, Michele Dondi, apresenta um dos processos que mais tem se desenvolvido nos últimos anos. Renomado pesquisador, possui larga experiência em projetos de pesquisa e de desenvolvimento, realizados em parceria com o mundo industrial.

12h15 Encerramento – ICE, ACIMAC e ANFACER

12h40 Recepção, Entrevistas e Coquetel no Pavilhão Italiano Tecnargilla Brasil na Revestir 2009 (Rua B - Estande 316)

Fórum Internacional Tecnológico - Tecnargilla Brasil 2009

Revestir-Feira Internacional de Revestimentos

Local: Transamérica Expo Center - São Paulo – SP

Data: 27/03/2009, das 8h30h às 12h15

Inscrições gratuitas: www.ice-sanpaolo.com.br/revestir2009

Curador do Fórum: prof. Anselmo O. Boschi - Laboratório de Revestimentos Cerâmicos da UFSCar –Universidade Federal de São Carlos

Evento aberto: profissionais e empresários do setor, imprensa e estudantes.

Regina Di Marco (MTB 11.594)

Assessoria de Imprensa

ICE (Instituto Italiano para o Comércio Exterior)

( 11 2950-4820 * rdimarco@uol.com.br




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Empresa brasileira quer vender fábrica de pneus aos árabes

A BS Colway, do Paraná, desativou sua indústria de pneus remoldados no ano passado e já tem conversas para transferir o parque fabril a outros países, entre eles Síria e Líbia.

São Paulo – A BS Colway, fábrica brasileira de pneus remoldados, quer vender sua unidade industrial, atualmente desativada, para um país árabe. A BS Colway encerrou suas atividades de fabricação de pneus no Brasil no ano passado depois que foi proibida no país a importação de carcaças, sua principal matéria-prima. A companhia vem desenvolvendo conversas para a transferência da fábrica para Síria, Líbia, além de outras regiões do mundo. “Temos recebido diversas ofertas para transferência de nossa tecnologia e equipamentos para países da América Latina, Estados Unidos, Europa, Ásia e países árabes”, diz o diretor de assuntos corporativos da BS Colway, Ozil Pedro Coelho Neto.

Equipamentos da BS Colway têm capacidade para produzir 208 mil pneus ao mês
A BS Colway teve contatos com empresários líbios através da Embaixada da Líbia em Brasília, e conversas com o consulado honorário da Síria no Paraná. “Nossa proposta, não só aos países árabes como aos outros, é entregarmos a fábrica em plenas condições de operações, no sistema ‘turnkey’, com toda a transferência de tecnologia e total treinamento operacional para o país comprador”, afirma Neto. O diretor de assuntos corporativos acredita que há boas perspectivas de negócios no mundo árabe. “O país que instalar uma fábrica com as mesmas qualificações e especificações técnicas e tecnológicas que tinha a BS Colway, sem dúvida, será um importante exportador para todo o mundo árabe”, afirma.

A BS Colway importava as carcaças, que são a estrutura interna do pneu, de países europeus, principalmente da Alemanha, Holanda e França. A capacidade de produção do parque fabril é de 208 mil pneus ao mês para três turnos de trabalho. Com os equipamentos é possível obter 40 medidas de pneus de carros de passeio, caminhonetes e caminhões leves, com aros 13 e 18. A desativação da indústria ocorreu em julho de 2008 e desde lá as máquinas estão guardadas em locais que garantem sua conservação. Já o parque fabril, que fica em Piraquara, no Paraná, está sendo transformado em armazém para locação.

A BS Colway se transformou em uma importadora de pneus novos. A empresa tem um acordo para a compra de 1,2 milhão de pneus da empresa Maxxis, de Taiwan, em 2009. A Maxxis produz desde pneus de bicicleta até pneus de carga. A empresa paranaense continua tendo 14 lojas próprias para vendas de pneus. De acordo com Neto, a intenção é abrir mais 46 unidades até o final deste ano. Até 2015, a empresa quer ter 600 lojas. A BS Colway pretende comercializar 90 mil pneus ao mês neste ano nas suas revendas.



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Egípcios vêem no Brasil opção de fornecedor

A crise financeira deixou exportadores tradicionais sem condições de atender a demanda. Empresários que estiveram no estande brasileiro na Feira do Cairo vêem no país uma alternativa.

Cairo – A crise financeira internacional está fazendo com que importadores árabes, em especial os egípcios, busquem novos fornecedores, entre eles o Brasil. Esse fenômeno ficou claro ontem (19) durante o segundo dia da Feira Internacional do Cairo, que conta com um estande da Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

“Muitos dos empresários que passaram pelo estande brasileiro são egípcios, árabes ou de outros países, que estão acostumados a freqüentar esse tipo de evento em outras capitais. Eu já havia encontrado vários deles em outras feiras, como a de Cartum [no Sudão], e todos vieram mais uma vez falar conosco e restabelecer o contato com o Brasil”, afirmou o assistente de Comércio Exterior da Câmara Árabe, Hans Lazarte Lima.

De acordo com ele, os empresários estão buscando muito o Brasil como uma opção para diversificar as fontes de fornecimento dos produtos com os quais trabalham. “Aparentemente, muitos desses empresários estão tentando se dirigir mais na direção do Brasil por causa da crise econômica. Notamos que muitos deles querem buscar novas fontes de fornecimento, pois os antigos fornecedores, por razões ligadas à crise econômica, não estão podendo mais atender às suas demandas. Eles esperam que no Brasil possam ser atendidos de melhor forma”, acrescentou a assistente de Marketing da Câmara Árabe, Karina Cassapula.

A idéia é compartilhada pelo empresário Amgad Allam, presidente da Allam Company for Pharmaceutical Industry in Egypt. Segundo ele, sua companhia tem muito interesse na importação de componentes químicos para fabricação de vacinas e remédios para tratamento de gado e aves domésticas.

“Já importamos esse tipo de material de fornecedores do Canadá, França e China, e estamos buscando novos fornecedores, especialmente no Brasil”, disse Allam. De acordo com ele, sua empresa já está há algum tempo muito interessada em trabalhar com o Brasil, por ter conhecimento da realidade do país, do excelente trabalho feito na área de criação de aves e pela importância do seu rebanho bovino.

“Já tentamos entrar em contato com várias empresas brasileiras do nosso ramo, às quais tivemos acesso através de seus sites na internet, mas infelizmente nenhuma delas respondeu as mensagens que lhes foram enviadas”, afirmou o empresário. Segundo ele, sua companhia realiza negócios no valor de 10 milhões de euros anualmente. “E todas as nossas operações de compra são pagas a vista, não fazemos operações a credito”, concluiu.




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Egípcios visitam estande do Brasil na Feira do Cairo

No primeiro dia do evento, mais de 60 pessoas passaram pelo estande em busca de informações sobre exportadores e importadores de alimentos, produtos médico-hospitalares e madeira.
Marina Sarruf marina.sarruf@anba.com.br
São Paulo – No primeiro dia da Feira Internacional do Cairo, ontem (18), no Egito, mais de 60 pessoas passaram pelo estande do Brasil em busca de informações sobre exportadores e importadores de diversos setores, como alimentos, produtos médico-hospitalares, madeira, têxteis, material de construção, utensílios domésticos, entre outros. “Tenho certeza que no decorrer do evento a procura pelo estande brasileiro vai aumentar”, afirmou o assistente de Comércio Exterior da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Hans Lazarte Lima.

De acordo com ele, muitos empresários árabes conhecem o Brasil, mas não sabem do potencial do mercado e é nas participações em feiras que a Câmara Árabe consegue promover mais a imagem do país. A maioria dos empresários que passaram pelo estande brasileiro, organizado pela entidade, era do Egito. Um deles tem interesse em carne enlatada; outro, que importa metais sanitários da China, quer conhecer o mercado brasileiro desse setor.

Além de importadores egípcios, também estiveram no estande compradores da Síria e do Líbano interessados em grãos de café e café solúvel, respectivamente. Do Egito, ainda apareceram exportadores de algodão egípcio e têxteis, que solicitaram uma lista de empresas brasileiras importadoras. Um dos empresários disse já conhecer o estado de Santa Catarina, que tem um grande pólo têxtil e importa fios egípcios.

Segundo Lima, entre os importadores egípcios que apareceram no estande alguns foram contatos feitos pelo departamento de Comércio Exterior da Câmara Árabe. “O trabalho que prestamos para as empresas brasileiras e árabes tem muita aceitação, pois podemos perceber que os contatos que oferecemos para cada empresa ajudam na prospecção de negócios”, disse o assistente.

Na segunda-feira, Lima e a assistente de marketing da Câmara Árabe, Karina Cassapula, estiveram na embaixada do Brasil no Cairo, onde foram recebidos pelo assistente de promoção comercial, Aymam Abdel Wahed, e pelo conselheiro Otávio Maia Chelotti. Ambos disseram que estão a postos para ajudar a estreitar os laços comercias entre as empresas brasileiras e egípcias.

A feira, que está na 42ª edição, segue até dia 27. São 18 halls, sendo que o Brasil está no hall número 4. A mostra tem 1,3 mil expositores e expectativa da organização é atrair mais de 200 mil visitantes.



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Feira odontológica rende US$ 2,2 milhões para brasileiros

Dez empresas do setor fecharam negócios na Feira e Conferência Internacional de Odontologia, realizada em Dubai na semana passada. A perspectiva de vendas é para os próximos 12 meses.
Marina Sarruf marina.sarruf@anba.com.br
São Paulo – Em três dias dez empresas brasileiras, fabricantes de produtos e equipamentos odontológicos, alinhavaram US$ 2,2 milhões em exportações para os próximos 12 meses na Feira e Conferência Internacional de Odontologia (AEEDC), realizada na semana passada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O pavilhão do Brasil foi organizado pela Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex).
Meire Jorge/ABIMO Meire Jorge/ABIMO

Essa foi a terceira participação brasileira na feira, que ocorre uma vez por ano. De acordo com a gerente de marketing da Abimo, Meire Raquel Jorge, a edição da AEEDC deste ano ocorreu próxima da data da feira IDS, da Alemanha, que é uma das maiores do setor. “Nós nem íamos participar, mas achamos importante manter a presença brasileira”, afirmou Meire. “Por isso conseguimos levar apenas 10 empresas, contra 18 no ano passado, mas mesmo assim o resultado foi muito interessante”, acrescentou.

O pavilhão brasileiro recebeu 346 visitantes que, segundo a gerente, foram contatos de boa qualidade. As empresas apresentaram seus produtos para importadores de 37 nacionalidades, sendo 40% de países árabes como Kuwait, Catar, Omã e Emirados. A meta da ABIMO para o próximo ano é dobrar o número de expositores brasileiros na AEEDC e conseguir aumentar também a presença na Arab Health, feira do setor de equipamentos e produtos médico-hospitalares em Dubai, que a entidade já participa. “A gente já tem lista de espera de empresas que querem participar” afirmou Meire.

Segundo ela, o mercado árabe é tão importante para a Abimo que a entidade está estudando a possibilidade de participar de outras feiras do setor nos Emirados. Mesmo com a crise internacional, Meire acredita que há espaço para as empresas brasileiras ampliarem seus negócios no mercado árabe.

O vice-governante de Dubai e ministro das Finanças dos Emirados, Hamdam bin Rashid Al Maktoum, afirmou, na abertura da AEEDC, que o setor no país não vai ser afetado pela crise e garantiu que os projetos na área de saúde não serão reduzidos. No primeiro dia do evento, ele passou pelo pavilhão brasileiro e cumprimentou a organização.

A feira, que recebeu 20 mil visitantes de 113 países, gerou negócios da ordem de US$ 300 milhões. Participaram 700 expositores de 65 países. A próxima edição vai ser realizada de 09 a 11 de março de 2010.



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Oportunidades Empresariais para o Brasil em 2009

Saiba Mais Sobre o Cenário Político e Econômico de 2009 no Brasil
No dia 02 de Abril, a Swedcham convida você a participar da palestra com o Dr. Marcus Vinícius Freitas em uma apresentação que irá retratar o cenário político e econômico de 2009 no Brasil.
Também será abordado a influência externa sobre o crescimento econômico, segmento jurídico e particularmente a crise financeira, além de retratar as alterações causadas pelo descobrimento da camada de petróleo pré-sal brasileiro e o seu respectivo impacto no balanço de poder global.

Marcus Vinícuis Freitas é bacharel em direito pela Universidade de São Paulo, havendo realizado mestrados em Direito (Cornell University) e Economia e Relações Internacionais (Johns Hopkins University School of Advanced International Studies – SAIS). Sua experiência profissional em Washington, DC, inclui o Banco Inter-Americano de Desenvolvimento (BID) e a Occidental Petroleum Corporation, onde trabalhou na área de assuntos governamentais. Anteriormente, trabalhou no Latin American Business Center da Ernst & Young, em São Paulo e Chicago, Illinois. Marcus Vinícius Freitas é professor de Direito e Relações na Fundação Armando Alvares Penteado(FAAP), e sócio internacional da Cerqueira Leite Advogados.

Nosso Coordenador do Comitê Dr. Renato Pacheco Neto abrirá a reunião.

Venha participar da primeira reunião do Comitê 2009!

ONDE:
Câmara de Comércio Sueco-Brasileira (SWEDCHAM)
R: Oscar Freire - 379 - 12º Andar - Jardins- São Paulo-SP

QUANDO:
Dia 02 de Abril de 2009

HORÁRIO:
8:30- Café
9:00 - Palestra

Favor confirmar sua presença para Viviane Ringbäck no e-mail: eventos@swedcham.com.br

Para maiores informações ou dúvidas, entre em contato com a Swedcham:
(11) 3066-2550




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