20 de mar. de 2009

Swedcham Brazil organizes its Third trip to The Federal District in Brasília

The Federal District in Brasília Thursday-Friday 16-17 April 2009
We made a much appreciated visit the previous years, so we are now planning to organize a third one.

Our objective is to create an opportunity for our members to know more about the Federal District and its mysterious institutions.

Chamber members have shown an interest in discussing economic/financial matters and infrastructure (PAC) in Congress, and also to visit the Supreme Court (STF). To that end we, are organizing to meet with the Committee of Economic Affairs and the Committee of Infrastructure in the Senate, and pay a visit to the Supreme Court. The Swedish Embassy will also kindly receive us.

The idea is to leave Sao Paulo early on Thursday morning the 16th, and spend the whole day in Congress. Then in the morning of Friday the 17th we will visit the Supreme Court (STF).

In the evening of Thursday the 16th, we are invited to the Swedish Embassy.

We will return to São Paulo Friday afternoon of the 17th after the visit to the Supreme Court.

The Chamber will assist with hotel and flight reservations through the Member Company and also organize the transportation in Brasilia.

For more information - please contact the Chamber!

KINDLY MAIL US YOUR INTEREST IN PARTICIPATING IN THIS EVENT AT THE LATEST BY FRIDAY MARCH 20TH TO +55 11 3066-2554 OR eventos@swedcham.com.br



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Presidente-executivo da Vale faz palestra em seminário promovido pela Mitsui

O presidente-executivo da Vale e personalidade em destaque no mundo empresarial, Roger Agnelli, fará palestra no próximo dia 24 de março, das 17h às 18h30, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, em São Paulo.

A palestra ”Américas e Ásia, abundância e escassez” irá acontecer no Salão Nobre do Prédio Histórico, situado no Largo do São Francisco, 95, no segundo seminário promovido pela Mitsui & Co., uma das maiores trading companies do Japão. Na ocasião, serão expostos assuntos como a estratégia global da Vale, sua relação com o Japão, entre outros.

Roger Agnelli foi eleito diretor-presidente da Vale em julho de 2001. Anteriormente, de maio de 2000 a julho de 2001, presidiu o Conselho de Administração da companhia.

A Vale é a maior empresa privada da América Latina, com um valor de mercado de aproximadamente 150 bilhões de dólares. É a maior produtora e exportadora mundial de minério de ferro e de pelotas, a segunda maior produtora mundial de níquel e uma das principais produtoras de manganês, ferro-ligas, concentrado de cobre, bauxita, alumina, alumínio e carvão. Maior operadora de serviços de logística no Brasil, participa do consórcio de oito hidrelétricas, já em operação, geradoras de energia para seu consumo próprio. A Vale está presente em 30 países.

Roger Agnelli construiu sua carreira profissional no Grupo Bradesco – uma das maiores instituições financeiras do Brasil –, de 1981 a 2001, onde exerceu o cargo de diretor-executivo do Banco Bradesco entre 1998 e 2000.

Em virtude de sua experiência e de suas atividades nas áreas de investimento, fusões e incorporações (M&A) e gestão de ativos, foi diretor da UGB Participações S.A. e vice-presidente da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID). Foi também diretor-presidente da Bradespar S.A. de março de 2000 a julho de 2001 e membro de conselhos de administração de diversas companhias com relevante atuação no Brasil e no exterior, como Companhia Paulista de Força e Luz, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Latas de Alumínio S.A. (LATASA), VBC Energia S.A., Brasmotor S.A., Mahle Metal Leve S.A., Rio Grande Energia S.A., Suzano Petroquímica, Serra da Mesa Energia S.A., Duke Energy, Spectra Energy e Petrobras. De 2003 a 2007 foi membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), órgão de assessoramento ao presidente da República do Brasil.

Atualmente, é membro do Conselho Consultivo do Setor Privado (CONEX) da Câmara de Comércio Exterior da Presidência da República do Brasil e integra o Conselho de Assessoramento Internacional ao presidente da República de Moçambique, Armando Guebuza. Ocupa a Vice-Presidência do Centro das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro e participa do Conselho Superior Estratégico da Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), do Conselho de Administração da ABB Ltd. e do Conselho Consultivo Global da Anadarko. É membro da Comissão Internacional Consultiva da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).

Graduou-se em economia pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), São Paulo.

Para inscrever-se na palestra entrar em contato com a Sra. Yamaguchi da Mitsui & Co. (Brasil) S.A., pelo telefone: (11) 3371-9706.



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Seminário aborda conjuntura de países sulamericanos diante da crise mundial

Análise da economia, politica e marketing de quatro países da América do Sul, iante da conjuntura atual de crise econômica mundial, foi debatida em seminário no dia 18 de março, na sede social, em encontro promovido pelo Departamento de Consultoria da Câmara, com o apoio do escritório de São Paulo da Jetro (Japan External Trade Organization). A Jetro é o órgão oficial de comércio exterior do Japão. Ministraram palestras os presidentes dos escritórios de Jetro do Chile, Venezuela, Peru e Argentina, respectivamente, Kojiro Takeshita, Takuya Morishita, Tatsuya Ishida e Takahiro Shitara. 58 membros-associados participaram do evento.





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AHK Mercosur Business TV

Este é o mais moderno canal de comunicação da Câmara Brasil-Alemanha com os seus associados. Via web e em breve via celular, poderá ser assistida a TV online com a cobertura total dos acontecimentos na Câmara e novidades de seus associados. Uma parceria com a Kreaktiv Midia permitiu este novo serviço que teve sua estréia na Assembléia Geral, dia 26 de março de 2008. Este canal tem atualmente três programas, um panorama mensal, flashes dos acontecimentos na Câmara e um programa com temas em foco, como, por exemplo, a Ecogerma 2009.




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Agregação de valor ao couro estimula a geração de riquezas e divisas

A despeito dos efeitos da crise financeira internacional, que afetou o desempenho das exportações de couros, o Brasil vem aumentando os embarques de peças de valor agregado, conforme dados elaborados pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), entidade nacional, que representa as empresas do segmento.

E a agregação de valor ao couro vem se dando tanto em volume quanto em receita nos últimos anos, segundo informa o presidente do CICB, Luiz Bittencourt.

“Para se ter uma idéia, em 2000, as exportações de produtos acabados representavam 29,21% em volume e 42,77% em receita. Já em 2008, as ações da indústria curtidora resultaram no aumento dos embarques de couro acabado, atingindo 64,52% em volume e correspondendo a 77,66% em valor”, explica Luiz Bittencourt.

No primeiro bimestre deste ano, a despeito da redução das vendas externas, o setor manteve o incremento na participação dos produtos semi-acabados e acabados. Do total de couros exportados no período (US$ 148,35 milhões), 73,6% (em valor) e 57,3% (em volume) o foram com maior valor agregado (crust + acabados), mantendo o processo evolutivo da agregação de valor nos embarques de couro. Contribuíram para esse resultado o inestimável apoio da ApexBrasil e o imposto de exportação incidente sobre couro wet blue.

“Com o advento da crise e neste cenário repleto de incertezas econômicas, a indústria brasileira do couro vem adotando medidas para se adequar ao novo contexto internacional, visando manter os mercados conquistados, contando, para isso, também, com o estratégico apoio da ApexBrasil – Agência de Promoção de Exportações e Investimentos”, destaca Bittencourt.

A indústria brasileira do couro é um dos grandes propulsores da economia nacional. Sua importância na geração de riquezas pode ser explicada pelo montante de divisas que garante ao País (US$ 1,88 bilhão, em 2008), o que significa contribuir em 7% para o saldo da balança comercial do País, além de criar cerca de 50 mil postos de trabalho.

O setor curtidor, cujo PIB está estimado em US$ 3,5 bilhões, reúne 800 indústrias, emprega mais de 50 mil pessoas.

O couro brasileiro está presente em quase todos os países, sendo os principais China, Itália, e Estados Unidos, além de mercados tão diversos como Índia, Vietnã, Indonésia, México, Peru, Alemanha, Portugal e Noruega, dentre outros.

(Fonte: CICB)




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Amcham celebra 90 anos e empossa Conselho de Administração para 2009

Cerca de 400 pessoas prestigiaram em 19 de março o jantar de posse do Conselho de Administração da Amcham para 2009. O evento, na sede da entidade em São Paulo, celebrou também os 90 anos de atividade ininterrupta da Amcham.

“Chegamos aos 90 anos como a maior Amcham entre as 104 existentes em diversos países, sempre procurando influenciar construtivamente políticas públicas e promover o comércio, os investimentos e a incorporação dos princípios de sustentabilidade à gestão das empresas no intuito de aprimorar o ambiente de negócios entre Brasil e Estados Unidos”, afirmou Alexandre Silva, presidente reeleito do conselho, no qual representa a TAM Linhas Aéreas. Saiba mais...



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Miguel Jorge discute comércio bilateral com ministra do Comércio da Suécia

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, se reunirá com a ministra do Comércio da Suécia, Ewa Björling, na próxima segunda-feira (23/3), em São Paulo (SP), para conversar sobre cooperação industrial, perspectivas de crescimento de investimentos para os próximos anos e incremento do comércio entre Brasil e Suécia. Às 17h30, os dois ministros concederão entrevista coletiva à imprensa. O encontro e a entrevista serão na sede regional do Ministério da Fazenda, Avenida Prestes Maia, nº 733, 19º andar, Bairro da Luz.

Ewa Björling estará no Brasil com uma delegação composta por aproximadamente 30 pessoas. Além dos dois ministros, participarão da reunião e da entrevista os presidentes da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri, e da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, e a embaixadora da Suécia no Brasil, Annika Markovic.

Intercâmbio comercial

Entre 2003 a 2008, a corrente de comércio entre os dois países praticamente triplicou. Foi de US$ 938,1 milhões, naquele ano, para US$ 2,286 bilhões no ano passado. Já no primeiro bimestre de 2009, Brasil e Suécia tiveram um intercâmbio comercial de US$ 217,9 milhões - número 33,1% menor que o registrado no mesmo período de 2008 (US$ 325,8 milhões) -, com um déficit brasileiro de US$ 143,7 milhões nas transações entre os dois países.

Ainda nos primeiros dois meses de 2009, as exportações brasileiras para a Suécia acumularam a cifra de US$ 37,1 milhões, o que representou uma redução de 51% sobre o mesmo período do ano anterior - US$ 75,4 milhões. A Suécia foi responsável por 0,19% do destino das vendas brasileiras nesse período, participação inferior à registrada entre janeiro a fevereiro de 2008 (0,29%). Do lado das importações, no mesmo período comparativo, houve queda de 27,8%, passando de US$ 24,3 milhões para US$ 18,1 milhões. A participação sueca nas importações totais do Brasil manteve-se em 1%.

A pauta de exportação brasileira para a Suécia, em janeiro-fevereiro de 2009, foi constituída por 54,3% de bens industrializados e 45,6% de produtos básicos. Em termos relativos, houve retração de 60,5% nos produtos manufaturados e semimanufaturados e de 31% nos produtos básicos, em relação ao mesmo período do ano passado. A pauta de importação brasileira da Suécia, nesse período, foi constituída por produtos industrializados, sendo 99% de manufaturados e 1% de semimanufaturados.



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